segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Cinco mil fazem manifestação em São Paulo contra ação militar israelense

Cerca de 5 mil pessoas realizaram no início da tarde deste domingo em São Paulo uma manifestação contra as ações militares de Israel na Faixa de Gaza. Os manifestantes fizeram uma passeata que partiu do vão livre do Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista, e terminou no Obelisco do Parque do Ibirapuera. O carro de som que abria a passeata portava uma faixa com a Estrela de Davi ao lado de uma suástica nazista. Bandeiras com fotos do presidente Hugo Chávez (o fascista, cúmplice do governo facínora do Irã, que expulsou o embaixador israelense Shlomo Cohen da Venezuela), do PCdoB, e de centrais sindicais, eram levadas pelos participantes. No percurso de quase três quilômetros, os participantes gritaram palavras de ordem contra o Estado israelense. E era uma marcha pela paz..... imagine se fosse pela guerra. Os participantes da passeata diziam: “Estado de Israel, Estado assassino, viva a resistência do povo palestino”. A manifestação, apoiada por cerca de 100 entidades esquerdóides, foi convocada pelo Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, formado por centrais sindicais, partidos políticos (PT, PCdoB, PCB, PSOL, PSTU), UNE, organização terrorista MST e diversas entidades árabes e islâmicas brasileiras, como a União Nacional de Entidades Islâmicas, a União dos Estudantes Muçulmanos no Brasil, a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, e a Sociedade Beneficente Mulçumana de São Paulo, entre outras. O assessor executivo da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Jairo Roizen, considerou que a manifestação colaborou para “importar” o conflito do Oriente Médio para o Brasil. Roizen apontou que algumas ações dos manifestantes, como queimar a bandeira israelense, coopera para que seja gerado ódio contra os israelitas residentes no País e que isso não contribui com a paz.

Israel envia reservistas a Gaza

O Exército de Israel afirmou que unidades de reservistas começaram a ser enviadas à Faixa de Gaza neste domingo, no 16º dia da operação defensiva israelense contra o grupo terrorista Hamas no território palestino. A medida evidencia o início da terceira fase da operação militar de Israel. Autoridades israelense afirmam que a próxima fase da operação envolverá a tomada do controle de mais áreas. Eles dizem que a nova etapa irá demandar o uso de milhares de reservistas que aguardam na fronteira. O brigadeiro general Avi Benayahu disse neste domingo que as unidades de reservistas já estão em Gaza.

Obama diz que não cumprirá promessa sobre Guantánamo

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou neste domingo que não acredita que poderá cumprir sua promessa de campanha de fechar a prisão da base de Guantánamo (em Cuba) em seus primeiros 100 dias de governo, embora reiterou sua intenção de fazê-lo em algum momento. “É muito mais difícil do que muita gente acredita”, declarou Obama em entrevista pelo canal ABC. Na prisão de Guantánamo estão cerca de 250 suspeitos de terrorismo, a maioria sem julgamento, acusação nem acesso a advogados.

Hamas é acusado de bloquear ajuda humanitária egípcia

Agências de notícia e jornais egípcios e israelenses afirmaram na última semana que a organização terrorista Hamas está impedindo a entrada de ajuda humanitária do Egito na Faixa de Gaza. Palestinos envolvidos no esforço humanitário em Gaza relataram dificuldade na entrada de ajuda por meio da fronteira com o Egito. A coordenadora em Rafah do Movimento de Solidariedade Internacional para Gaza, Fida Qishta, admitiu que os terroristas não aceitam o uso de uma das fronteiras. "O Hamas não tem permitido e tem bloqueado o envio de ajuda do Egito que chega pela passagem de Kerem Abu Salem, como querem os israelenses", reconheceu ela. A passagem de Kerem Abu Salem, ou Kerem Shalom, para os israelenses, fica na fronteira entre o Egito, Israel e Gaza, sendo controlada exclusivamente por egípcios e israelenses. Israel vem há bastante tempo fazendo pressão para que esta passagem seja utilizada ao invés da passagem de Rafah, entre Gaza e o Egito, que está sob controle nominal palestino-egípcio. O governo egípcio se preocupa com a ligação do Hamas e da Irmandade Muçulmana e teme uma ampliação das atividades oposicionistas em seu território.

Forças israelenses avançam na Cidade de Gaza

Forças israelenses se aproximaram da área mais populosa da faixa de Gaza neste domingo, matando pelo menos 14 terroristas do Hamas e 12 civis em uma operação defensiva. Apoiadas pela artilharia de helicópteros, tropas israelenses e tanques abriram caminho no sul e no leste da Cidade de Gaza, confrontando terroristas do Hamas que disparavam mísseis anti-blindagem e morteiros. “Israel está perto de atingir os objetivos que estabeleceu para si”, disse o primeiro-ministro israelense Ehud Olmert. Um total de 868 palestinos, a grande maioria terroristas, e 13 israelenses foram mortos desde que começou a operação defensiva de Israel no dia 27 de dezembro.

Universidades vão organizar cursos sobre o tema étnico-racial este ano

Vinte e sete universidades públicas selecionadas pelo Ministério da Educação vão organizar cursos e produzir material didático-pedagógico este ano sobre a temática étnico-racial. A formação de professores na área é prevista na Lei 10.639/03, que obriga o ensino da cultura e história afro-brasileira nas escolas públicas e particulares de nível fundamental e médio. O MEC vai lançar até março um plano com algumas diretrizes para acelerar a implementação da Lei 10.639.

Brasil terá adidos no Exterior com salário de até R$ 37,4 mil

Quando assumir o cargo de adido policial em Portugal, no início de fevereiro, o ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o delegado federal aposentado Paulo Lacerda vai engrossar a lista de ocupantes de um cobiçado posto na diplomacia nacional. Até 2010, serão mais de cem adidos brasileiros espalhados pelo mundo, todos com altos salários, de US$ 9 mil a US$ 17 mil (entre R$ 19,8 mil e R$ 37,4 mil). O gasto mensal apenas com remuneração será de pelo menos R$ 2,2 milhões.

Secretário pessoal do presidente paraguaio Fernando Lugo militou no MST

Marcial Congo, chefete histórico do MST brasileiro, é o braço direito e segurança do presidente do Paraguai, o bispo esquerdista Fernando Lugo. Ele não é um personagem qualquer. Apresenta-se como secretário particular do presidente. Não fala nunca com a imprensa. Quando fala – muito poucas vezes – diz que daria a própria vida pela de Lugo. Marcial Congo não veste terno e gravata, desfila sempre em mangas de camisa. Prefere as sandálias de couro aos sapatos. Tem especial apreço por jaquetas, porque servem para ocultar um pistola 45 que carrega na cintura. No último dia 5 de dezembro, em visita à capital paraguaia, uma comitiva de deputados brasileiros foi a Mburuvicha Roga, a casa oficial do presidente. O encontro fora solicitado por Eduardo Santos, embaixador do Brasil em Assunção. Antes de chegar a Lugo, a delegação brasileira enfrentou a "sombra" dele. O secretário particular do presidente paraguaio trazia na mão esquerda um walkie-talkie. Vestia camisa de manga curta. A ausência da jaqueta franqueou aos presentes a imagem da pistola (calibre 45) grudada na cinta. Arrastando as sandálias, Congo encurtou a distância que o separava de um dos visitantes brasileiros, o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE). "Lembra-se de mim, ministro?" Jungmann pôs-se a perscrutar a fisionomia do interlocutor. Os dentes pronunciados. Os óculos de aro circular. Os longos fios de cabelo, reunidos num rabo de cavalo, calva frontal. Jungmann não se lembrava. Então o interlocutor o ajudou: "Marcial, do MST". Ex-ministro da Reforma Agrária no governo de Fernando Henrique Cardoso, Jungmann recordou. Congo se tornou conhecido dos paraguaios há 20 anos, como corredor de maratonas. E nessa época, em que corria, se meteu em um seminário católico da ordem dos Franciscanos. Emigrou para o Brasil já na condição de ex-padre. Ai está mais uma comprovação da existência e da ação internacionalizada dos terroristas do MST.

Paraguai nega aliança com MST para pressionar Itaipu

O governo do Paraguai negou na sexta-feira, que o presidente Fernando Lugo mantenha conexões com o MST do Brasil, a fim de promover ações contra o tratado de fundação da hidrelétrica binacional de Itaipu. O governo fez o esclarecimento depois da ampla repercussão em Assunção de uma publicação brasileira que assegurava que agentes de inteligência do Brasil estavam investigando a aproximação de Lugo, ex-bispo católico de esquerda, com o MST, em meio às atuais negociações entre os dois países a respeito de Itaipu. Paraguai e Brasil mantêm desde setembro uma complexa negociação sobre a administração da usina, que gera cerca de 90 milhões de megawatts por ano, com base em reclamações feitas por Lugo após sua posse, no ano passado. A renegociação do preço da energia excedente que o Paraguai vende ao Brasil foi uma das principais promessas de campanha de Lugo, assim como uma revisão do tratado de fundação da usina, que proíbe Assunção de vender a eletricidade excedente a terceiros.

GM dá férias coletivas em São José dos Campos

A General Motors concedeu férias parciais para 600 metalúrgicos de São José dos Campos na sexta-feira. Segundo a montadora, a medida atinge 400 trabalhadores da linha de montagem dos veículos S-10 e Blazer e outros 200 na divisão de transmissões e motores Powertrain II, que ficarão parados durante 29 dias, de 26 de janeiro a 23 de fevereiro. As duas linhas empregam ao todo 1,1 mil trabalhadores. Os funcionários da Powertrain II estão de férias coletivas desde o dia 15 de dezembro e voltariam ao trabalho no dia 25 de janeiro. Em novembro, 600 trabalhadores da Powertrain I e II ficaram parados. Os trabalhadores da linha da S-10 estiveram em férias coletivas de 1º a 23 de dezembro e receberam uma semana de licença remunerada no início da última semana.

Executivos da Vivo são indiciados

Um superintendente e um gerente da operadora de celular Vivo foram indiciados pela Polícia Civil de São Paulo por quebra ilegal de sigilo e formação de quadrilha. Flávio Jacinto de Morais e José Hanna, ambos do setor antifraude da empresa, prestaram depoimento sexta-feira à noite. A Polícia Civil indiciou outras cinco pessoas suspeitas de participação em uma quadrilha que armou um esquema para violar os sigilos telefônico, bancário e fiscal para obter informações sobre casais, empresários e políticos. Uma das vítimas da quebra de sigilo telefônico ilegal foi o deputado federal José Aníbal, líder do PSDB na Câmara dos Deputados.

TCU manda rescindir contrato de R$ 45 mi que Itamaraty fez com agência de viagens

O Tribunal de Contas da União determinou o cancelamento do contrato de R$ 45 milhões firmado entre o Ministério das Relações Exteriores com a agência de viagens Trips Passagens e Turismo para compra de passagens aéreas. O Tribunal de Contas da União diz que houve direcionamento do pregão eletrônico em favor da Trips após desclassificação de outras duas concorrentes que apresentaram melhores propostas.

Equador paga dívida ao Brasil e embaixador brasileiro volta a Quito

O governo Lula anunciou na noite de sábado que recebeu do Equador o valor referente às parcelas vencidas em dezembro do financiamento do BNDES para a construção da Hidrelétrica de San Francisco. O Itamaraty informou que a quantia foi paga na quinta-feira passada. Com o pagamento, o Embaixador do Brasil em Quito, Antonino Marques Porto, deverá retornar ao Equador no início da próxima semana. Ele retornou à Brasília a chamado do Ministro Celso Amorim para consultas, em 21 de novembro passado, em meio ao impasse causado após denúncias envolvendo a construção da hidrelétrica pela empreiteira brasileira Odebrecht. Após a usina de San Francisco ser fechada por falhas estruturais, em junho, o Equador anunciou que recorreria à Câmara de Comércio Internacional de Paris com o objetivo de não pagar o empréstimo de US$ 242,9 milhões contraído junto ao BNDES. O país buscava ajuda internacional para definir a legalidade da dívida. O BNDES financiou a construção de uma hidrelétrica a cargo da Odebrecht que foi inaugurada no final de 2007. Está visto que com fascistóides caloteiros só tem uma linguagem a ser tomada para acabar com a bazófia.

Dirigente petista envolvido no Mensalão metido em negócio suspeito no Rio de Janeiro

A Refinaria de Manguinhos, envolvida em grande dificuldade financeira, agora é o centro de uma polêmica no setor de petróleo, provocada pela operação de transferência das participações da petroleira espanhola Repsol e da família Peixoto de Castro para o grupo Andrade Magro, de São Paulo. O desconforto também é grande porque à frente da operação encontra-se o ex-secretário Nacional de Comunicação do PT, Marcelo Sereno, ex-assessor de José Dirceu na Casa Civil da Presidência da República, e um dos envolvidos no esquema corruptor do Mensalão, em 2005. O nome de Marcelo Sereno aparece no banco de dados da Serasa como sócio do empresário João Manuel Magro na Grandflorum, a empresa por meio da qual o grupo adquiriu a participação na refinaria. Marcelo Sereno ser apenas presidente da nova holding controladora da Refinaria de Manguinhos. Envolta em dívidas que somam R$ 40 milhões e prejuízos que superam os R$ 15 milhões, a refinaria de Manguinhos teve o controle vendido no último 17 de dezembro, por R$ 7 milhões, para a Grandflorum Participações, controlada pela Ampar Fomento Mercantil Ltda, do grupo Andrade Magro. O grupo Andrade Magro foi vinculado pela CPI da Arrecadação de Impostos, em 2007, no Rio de Janeiro, a um amplo esquema de fraude e sonegação fiscal. Na ocasião, o grupo foi acusado de ser proprietário da distribuidora Inca Petróleo, que chegou a ter até o registro de operação cassado pela Secretaria Estadual de Fazenda de São Paulo, por não recolher ICMS. Como é que um mero sindicalistazinho de repente aparece como um grande executivo capitalista?

Israel mata responsável por foguetes do Hamas em Gaza

O comandante da organização terrorista Hamas responsável pelo lançamento de foguetes na direção de Israel, Amir Mansi, a partir da região da cidade de Gaza, foi morto no sábado por fogo terrestre israelense. O uso dos foguetes Grad, que eram controlados por Amir Mansi, permitiu que o Hamas atingisse alvos mais distantes dentro de Israel do que antes era possível. Os foguetes Grad carregam mais explosivos do que os foguetes Qassam, armamento mais primitivo que era tipicamente usado pelo Hamas até pouco tempo atrás. Alguns dos Grads podem viajar mais de 40 quilômetros. Os militares israelenses dizem que Mansi apontou e atirou dezenas de foguetes na direção de Israel, matando e ferindo civis. Mansi foi visto disparando um foguete no sábado da região de Jabel Rise, a leste da cidade de Gaza, durante uma operação terrestre do exército israelense. Os militares abriram fogo, matando Mansi e ferindo outros dois membros do Hamas, que foram capturados.

Demonstração de como é vagabundo e tendencioso o trabalho da mídia internacional sobre Israel

A mídia teve papel importante e às vezes determinando na cobertura de alguns conflitos militares de grande escada na história. Mas, nunca teve um papel tão vagabundo, tendencioso, mentiroso, como agora, na cobertura da grande operação defensiva de Israel contra a organização terrorista Hamas na Faixa de Gaza. Sobre as manifestações anti-Israel ocorridas no sábado, diz uma matéria distribuída por agência internacional: “....uma série de protestos em diversos países repudiam as mortes civis ocorridas na faixa. Neste sábado, protestos em Londres, Paris, Berna e Berlim mostraram rejeição européia à morte de civis em Gaza. Também foram palco de manifestações locais como a Malásia, o Paquistão e o Líbano. Em Londres, uma manifestação contou com a participação de cerca de 100 mil pessoas, segundo os organizadores, 12 mil, segundo a polícia, e mais de 50 mil, segundo a BBC, informou a agência de notícias Efe”. Ora, mas isso é, no mínimo, de uma canalhice monumental. Como é que uma agência internacional de peso, de grande influência, pode divulgar uma suprema sujeita como essa? Como é possível que a manifestação em Londres, a mesma manifestação, possa ter tido 100 mil, 50 mil ou 12 mil participantes? E a agência, por meio de seus repórteres foi absolutamente incapaz de averiguar isto? Cem mil manifestantes é uma coisa; 50 mil manifestantes é outra coisa, porque eles ocupam a metade do espaço dos 100 mil. E 12 mil, então, é uma ínfima décima parte dos 100 mil. Qualquer estudante de primeiro semestre de comunicação, na escola mais vagabunda de jornalismo, sabe que existe um cálculo aproximado bastante verídico para essas manifestações. Nos primeiros 20 metros do centro da manifestação dá para se considerar quatro pessoas por metro quadrado; depois disso vai se espaçando. Qualquer estudante de jornalismo, medindo seus passos na área onde se concentra a manifestação pode fazer as contas sem grande dificuldade. Mas, o sentido embutido na notícia patife, subjacente a ela, é patente. Quanto maior o número de manifestantes, supostamente mais sem razão está Israel, mais agressor é Israel, e mais inocente é a organização terroristas Hamas. Como ficou vagabundo este mundo.....

Israel alerta população de Gaza sobre escalada de ataques

O Exército de Israel bombardeou dezenas de alvos na faixa de Gaza no sábado e lançou folhetos alertando a população da região sobre uma escalada nos ataques, ao mesmo tempo em que foguetes palestinos passaram a cair no sul de Israel em maior número. O Exército de Israel afirmou que mais de 15 terroristas foram mortos nos confrontos durante a noite. Seus aviões atacaram mais de 40 alvos espalhados por Gaza, entre eles dez pontos de lançamento de foguetes, depósitos de armas, túneis usados para contrabando, um lançador de mísseis e atiradores. "As Forças de Defesa de Israel irão aumentar a operação na faixa de Gaza", afirmam os folhetos, em árabe. "As FDI não estão trabalhando contra a população de Gaza, mas apenas contra o Hamas e terroristas. Fiquem seguros seguindo nossas ordens”. Os folhetos pedem aos civis que não ajudem o Hamas e que fiquem longe dos membros do grupo.

Centro judaico pede denúncia da Venezuela por antisemitismo

O Centro Wiesenthal, organização judaica internacional de defesa dos direitos humanos, pediu aos governos do Brasil e da Argentina que denunciem a Venezuela por ter violado a Declaração contra o Antisemitismo, em um comunicado divulgado na sexta-feira, em Buenos Aires. A entidade considera que o governo da Venezuela desrespeitou a Declaração de Condenação ao racismo, à intolerância religiosa, à discriminação racial e a outras formas de preconceito, assinada no fim de 2008 por Argentina, Brasil e Venezuela. “A decisão de expulsar o embaixador de Israel em Caracas e de apoiar um grupo terrorista como o Hamas, que cita em sua Carta Orgânica um texto antisemita como os Protocolos dos Sábios de Sião, invalida o compromisso que o presidente Hugo Chávez ratificou há menos de um mês”, destaca a nota. Além disso, o Centro Wiesenthal considera que o apelo de Chávez para que “o povo judeu se oponha a estas práticas criminais do Estado de Israel, que são uma incitação a atacá-lo caso se recusem a cumprir com sua ordem”. A Venezuela - onde vivem cerca de 17.000 judeus, já havia retirado seu representante diplomático em Tel Aviv durante a guerra contra a organização terrorista Hezbollah, no Líbano, em 2006. Nada de diferente poderia ser esperado de Hugo Chávez, porque ele protege terroristas, tem ligações diretas com os terroristas, ajuda o Irã a montar a bomba atômica, e é um fascista total.

Congresso norte-americano adota resolução de apoio a Israel

O Congresso dos Estados Unidos adotou na sexta-feira, por unanimidade, uma resolução de apoio a Israel, que destaca o "direito do Estado hebreu de se defender" dos ataques de foguetes da organização terrorista Hamas, mas pede um cessar-fogo na Faixa de Gaza. “Hoje reafirmamos que Israel, como todo país, tem o direito de se defender quando é atacado”, declarou a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi. “O lançamento de foguetes e disparos de morteiro de Gaza têm aumentado em frequência e intensidade, o que constitui uma ameaça inaceitável, que Israel tem a responsabilidade de responder”, disse a resolução.

Conselho de Direitos Humanos não chega a acordo sobre Gaza

O Conselho de Direitos Humanos da ONU continuará nesta segunda-feira sua sessão sobre a situação na Faixa de Gaza, depois de não ter conseguido na sexta-feira um acordo para aprovar uma resolução de condenação a Israel e por causa do elevado número de oradores. O Conselho de Direitos Humanos se reuniu por iniciativa de 33 dos 47 países que integram este órgão das Nações Unidas, para debater as conseqüências sobre a população civil da operação defensiva militar lançada por Israel em 27 de dezembro. O projeto de resolução apresentado pelos países árabes e não-alinhados condenava a ofensiva militar israelense e pedia seu fim imediato, mas a pedido da União Européia se acrescentou também uma exigência para que a organização terrorista Hamas cesse o lançamento de foguetes contra povoados limítrofes de Israel.

Emperram negociações sobre plano egípcio de trégua em Gaza

Os esforços do Egito para obter um cessar-fogo na Faixa de Gaza chegaram a um impasse na sexta-feira em razão de discordâncias com Israel sobre como garantir a segurança da fronteira para prevenir que a organização terrorista Hamas se rearme. Diplomatas israelenses e europeus disseram que o governo do Egito opõe-se à proposta de que forças estrangeiras permaneçam do lado egípcio da fronteira de 14,5 quilômetros com a Faixa de Gaza. Israel disse que não vai concordar com um cessar-fogo a menos que ele contenha comprometimentos regionais e internacionais que evitem que os terroristas do Hamas contrabandeiem foguetes para a Faixa de Gaza. O Hamas exige que qualquer plano de paz obrigue Israel a pôr fim ao bloqueio à Faixa de Gaza e a suspender as incursões para o lado palestino da fronteira, o que é totalmente sem sentido. "As conversações para uma trégua não estão indo a lugar nenhum neste momento", disse um importante diplomata europeu. A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, disse na sexta-feira que "é muito difícil" para Israel proteger os civis na Faixa de Gaza já que a zona é densamente povoada e o grupo radical Hamas utiliza as pessoas como escudos humanos.