sábado, 21 de fevereiro de 2009

Embraer demite 220 em Botucatu

A Embraer demitiu 220 funcionários da empresa em Botucatu (SP). Os trabalhadores atuavam na área do “chão de fábrica” (na foto, instalações em Botocatu) e foram avisados de última hora sobre as demissões. O motivo alegado para a demissão foi a crise financeira mundial. Entre dezembro do ano passado e o começo deste mês, outros cerca de 80 funcionários foram demitidos aos poucos pela unidade botucatuense. O sindicato calcula que as demissões ficaram em 13% na empresa local. A Embraer, que tem unidade em São José dos Campos e Gavião Peixoto, não quis se manifestar sobre os desligamentos regionais em Botucatu. Em comunicado à imprensa, a empresa destacou que “como decorrência da crise sem precedentes que afeta a economia global, em particular o setor de transporte aéreo, tornou-se inevitável efetivar uma revisão de sua base de custos e de seu efetivo de pessoal, adequando-os à nova realidade de demanda por aeronaves comerciais e executivas”. A Embraer destacou que, embora tenha sede no Brasil, depende fundamentalmente do mercado externo e do desempenho do mercado externo e da economia global, pois mais de 90% de suas receitas são provenientes de exportações. Na empresa de Botucatu havia cerca de 2 mil funcionários, onde há produção do avião Ipanema, fabricação de peças, estruturas e cablagens para os jatos das famílias ERJ 145, Embraer 170/190 e Phenom, montagem da estrutura da fuselagem do Super Tucano e fabricação de ferramental. o Paulo) de Botucatu, Moacir Fernandes. O prefeito de Botucatu, João Cury (PSDB), está preocupado com as demissões no município.

Governo colombiano nega que chefe das Farc esteja à beira da morte

O ministro de Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, descartou a hipótese de que o chefe militar das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, organização terrorista e traficante de cocaína) corra risco de morte nas florestas do sul do país, mas confirmou que ele está doente e cercado pelo Exército. O jornal "El Nuevo Herald" havia informado na sexta-feira que "Mono Jojoy", apelido do terrorista Jorge Briceño Suárez, estaria à beira da morte em um acampamento clandestino da selva colombiana, devido a uma diabetes crônica tratada erroneamente. "Tudo é certo, menos que esteja agonizando, nós da inteligência não temos informação disso. Sabemos que está doente, acabado, cercado, porque a pressão militar sobre ele é implacável, mas que esteja agonizando é uma informação que não temos", disse. A publicação informa que há dois anos o estado de saúde de Mono Jojoy é grave e piorou, e ele se encontraria atualmente em uma fase terminal. "Mono Jojoy está puro osso. Não tem comida nem remédios e seus subordinados precisam carregá-lo quando têm que trocá-lo de acampamento", informou o jornal.