domingo, 11 de outubro de 2009

Fascista islâmico Ahmadinejad diz que Irã sempre pregará "morte a Israel"

O presidente do Irã, o fascista islâmico Mahmoud Ahmadinejad, afirmou neste domingo que "Morte a Israel" será o grito eterno do povo iraniano”. O nazista ainda acrescentou: “Israel tem como objetivo final tentar destruir as civilizações da região e "estabelecer seus pilares sobre essas ruínas. Por isso, morte a Israel vai ser para sempre o grito unânime do povo do Irã". Em diversas ocasiões o fascista islâmico Mahmoud Ahmadinejad já defendeu a eliminação de Israel e negou o Holocausto, que ele diz ser um mito. No dia 19 de setembro, em um discurso durante o Dia de Jerusalém (marcha anual pró-palestinos), Ahmadinejad afirmou que o fato dos nazistas de Hitler terem usado câmaras de gás para matar 6 milhões de judeus na Segunda Guerra (1939-1945) é "uma mentira baseada em uma alegação mítica e não comprovada". Em 2005, este fascista islâmico afirmou que Israel deveria ser "apagado do mapa", o que significa dizer que ele pretende matar todos os judeus. Pois este fascista repelente fará uma visita oficial ao Brasil no fim de novembro.

Família Sarney interfere à vontade na agenda do ministro Edison Lobão

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, encarregado pelo presidente Lula de administrar o pré-sal, é um aliado de José Sarney tão obediente que permite ao presidente do Senado interferir em sua agenda. Conversas interceptadas pela Polícia Federal mostram que o filho mais velho de Sarney, e um apadrinhado antigo do clã maranhense, têm livre acesso ao ministro Edison Lobão e a seu gabinete. Nesses diálogos, eles ditam compromissos para Lobão ou para seus assessores e secretárias, marcam e cancelam reuniões do ministro sem avisá-lo previamente, orientam Lobão sobre o que dizer a empresários que irá receber, falam de nomeações no governo e discutem contratos que acabariam assinados pelo ministério. As conversas, no entender da Polícia Federal, configuram “tráfico de influência”, crime de solicitar ou obter vantagem para influir em órgão público, que prevê de dois a cinco anos de prisão. O relatório do inquérito diz que Fernando, o filho mais velho de Sarney, “coordenou a prática ilícita”. Silas Rondeau, o aliado de Sarney que antecedeu Lobão no Ministério de Minas e Energia, e de lá saiu em 2007, sob denúncias de corrupção, seria seu subordinado. Obtidas pela Polícia Federal com autorização da Justiça, as escutas fazem parte da Operação Boi Barrica, que investigou negócios da família Sarney e culminou com o indiciamento de Fernando sob a acusação de crime de quadrilha, gestão de instituição financeira irregular, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Nas conversas, Lobão, Rondeau e Fernando se tratam quase sempre por apelidos. O ministro é chamado de “Magro Velho”. Rondeau é o “Baixinho”. Fernando é chamado de “Bomba”, “Bombinha” ou “Madre”, e José Sarney é chamado de “Madre Superiora”. O conteúdo de oito grampos mostra que o ministro “terceirizou” aos “amigos” a sua agenda de compromissos. Em um diálogo de 16 de setembro de 2008, Fernando Sarney conversou com o então assessor de imprensa de Lobão, Antônio Carlos Lima, o Pipoca, e contou que marcou um jantar de negócios para o ministro para a semana seguinte: “Depois eu me acerto com ele“. Nesse mesmo dia, Fernando Sarney falou com Lobão sobre dois compromissos que este teria no ministério e deu instruções. O primeiro foi uma audiência com representantes de emissoras de rádio e de TV, para discutir como revogar o decreto presidencial que programava o início do horário de verão. Lobão resistiu. “Escuta e vê se é possível. Entendeu?”, disse Fernando. “Tá bom”, respondeu o ministro. O segundo foi uma reunião com Lauro Fiúza, da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica). “Eu tinha acenado com ele que de repente você ia fazer um contato mais próximo. Vão fazer uma exposição para você sobre os projetos”, comunicou Fernando Sarney.

Presidência tem 45 dias para regularizar reforma do Palácio do Planalto

O Tribunal de Contas da União deu prazo de 45 dias para a Presidência da República apresentar alvará de construção da reforma do Palácio do Planalto, em Brasília. As obras, estimadas em R$ 100 milhões, começaram em maio com documentação irregular. Além da apresentação do alvará, o Tribunal de Contas da União também determinou que até o início de novembro sejam retirados do contrato da obra itens como poltronas, persianas e tapetes, que somam R$ 761,8 mil. Ao licitar a reforma, a Casa Civil incluiu os itens que, segundo os auditores do Tribunal de Contas, devem ser licitados separadamente. O ministro Aroldo Cedraz, relator do processo, pediu ainda explicações para o fato de o contrato levar em conta que a empreiteira recolhe 5% de ISS (Imposto Sobre Serviços) quando a alíquota cobrada no Distrito Federal é de 2%.

PPS quer que Guido Mantega explique na Câmara retenção do Imposto de Renda

O PPS quer que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, compareça à Câmara dos Deputados para prestar explicações sobre as razões do governo bolivariano de Lula para reter o dinheiro destinado à restituição do imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Requerimento para convocação do ministro será apresentado nesta terça-feira pelo líder do partido, deputado federal Fernando Coruja (SC), na Comissão de Defesa do Consumidor. Segundo o líder, o ministro precisa prestar esclarecimentos sobre os parâmetros e a real situação das contas do governo, que justificariam o que classifica de "confisco indireto" de recursos do povo brasileiro. O parlamentar disse que há muita informação desencontrada, com o presidente bolivariano Lula dizendo que "não há interesse econômico em reter" o dinheiro e o ministro da Fazenda, que o Brasil está "num ano difícil" e que "a nossa arrecadação tem sido mais baixa". De acordo com o deputado, é "expressiva" a quantidade de contribuintes que recorreram aos bancos para pedir a antecipação da restituição e como o governo retardará a devolução, "eventuais prejuízos ficarão por conta do tomador do dinheiro, que terá que arcar com juros pesados".

Grupos de mídia da Argentina vão recorrer de nova lei na Justiça

O Clarín, maior grupo empresarial dos meios de comunicação da Argentina, e o Grupo Uno, do mesmo ramo, anunciaram neste domingo que questionarão judicialmente a constitucionalidade da lei de Serviços de Comunicação Audiovisual, aprovada na véspera. "O Grupo Clarín vai recorrer à Justiça para fazer valer seus direitos. Não se trata de ganhar tempo, trata-se da existência de artigos realmente inconstitucionais. Alguém tem de consertar isso", afirmou o diretor de Relações Exteriores do Clarín, Jorge Rendo. O executivo disse que o Grupo Clarín tem 16.000 funcionários diretos e já promoveu a retirada voluntária em sua controlada TYC, que perdeu o monopólio das transmissões do futebol de primeira divisão, mas não tem outros planos de redução de seu pessoal. O empresário Daniel Vila, presidente do Grupo Uno, disse que vai "recorrer à justiça para impedir que a lei seja aplicada, porque vários de seus artigos são inconstitucionais", acrescentando que as demissões serão inevitáveis. "O que vai acontecer se em um ano não vendo minha empresa? - perguntou Vila, referindo-se ao artigo da lei que impõe limites à concentração de licenças e sinais. "Terei de baixar as cortinas, pagar as indenizações e demitir pessoas", respondeu.

Eike Batista que assumir controle da Vale do Rio Doce e agradar Lula

O empresário Eike Batista disse que tem interesse em comprar ações da mineradora Vale do Rio Doce, em entrevista para o jornal Estado de S. Paulo. Segundo o empresário, ele poderá ainda negociar com o Bradesco, mas seu interesse está voltado para um lote de ações da Vale do Rio Doce que é propriedade do fundo de funcionários do Banco do Brasil, o Previ. "É pequeno, mas, para sentar ali no conselho e direcionar, acho fantástico", disse ele. Eike Batista criticou a postura do presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli, pelos investimos realizados fora dos País. O empresário disse que gostaria de ter o presidente do Previ, o petista Sérgio Rosa, no comando da Vale do Rio Doce. Ou seja, os caras do Partido dos Trabalhadores agora querem o outro lado, querem o comando das empresas privadas. "Comprar uma participação, ter o Sérgio Rosa (presidente da Previ) administrando essa companhia, com a gente podendo dar um input do que fazer (participar da gestão estratégica) já está de bom tamanho. É ajudar o Brasil", disse ele. Segundo Eike Batista, a compra da Vale do Rio Doce é o sonho de qualquer minerador e a empresa poderia realizar investimentos para valorizar os produtos exportados. O empresário disse que houve uma conversa sobre a compra da participação do Bradesco na Vale, mas o banco não quis vender. O empresário disse que teria interesse em adquirir o excedente da participação do Previ na Vale. O fundo pode ter 10% de seu patrimônio em uma empresa e possui mais do que isso na mineradora. Eike afirmou ainda que negocia a compra há cerca de quatro meses.

Juíza baiana é investigada por movimentação suspeita

O casal de juízes Nadja de Carvalho Esteves e Flávio de Castro Esteves movimentou R$ 12 milhões em contas bancárias entre 2003 e 2007. O valor supera quatro vezes o total declarado por ambos à Receita Federal, revela relatório da Controladoria Geral da União. A magistrada responde a processo administrativo disciplinar no Tribunal de Justiça da Bahia por acusações de venda de sentenças, agenciamento de causas e improbidade administrativa. Parecer do Ministério Público Estadual indica que os dados da quebra de sigilos bancário e fiscal do casal reforçam a suspeita de que a juíza cometeu infrações funcionais e penais. O marido aposentou-se da magistratura em 1990. Desde então, atua como advogado. Há denúncias de que ele seria beneficiado por decisões assinadas por Nadja. Outro fator que complica a situação da juíza chama-se Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Ligado ao Ministério da Fazenda, o órgão combate a lavagem de dinheiro no País. Um relatório do Coaf chegou às mãos do procurador-geral de Justiça, Lidivaldo Britto: “O que eu posso dizer é que o documento indica movimentação financeira atípica nas contas da juíza”.

As SS de Hugo Chávez

Matéria da revista Veja, que está nas bancas: “O presidente Hugo Chávez deu um largo passo em seu projeto de implantar uma ditadura fascista na Venezuela. Na semana passada, a Assembléia Nacional, dominada por seus partidários, aprovou uma reforma da legislação sobre as Forças Armadas cujo objetivo foi equiparar as milícias de Chávez aos militares do país. Já no próximo ano, esses arruaceiros fardados terão salário fixo, armamento e poder de destruição comparáveis aos do Exército regular. A existência de uma tropa de choque à margem das instituições e diretamente ligada ao líder supremo é uma característica do fascismo. Adolf Hitler chegou a ter duas milícias distintas, cujas ações incluíam maltratar os judeus, dispersar comícios esquerdistas e empastelar jornais. Depois de assumir o poder, ele mandou destruir uma delas, a SA, por causa de desavenças dentro do partido nazista. A outra, a famigerada SS, recebeu armamento pesado e se tornou executora dos abomináveis crimes do regime. O italiano Benito Mussolini contava com os camisas-negras para torturar oposicionistas e acabar com greves. Foi marchando à frente de seus milicianos que ele chegou a Roma para tomar o poder. Na Venezuela, o presidente Hugo Chávez conta com mais de uma dúzia de grupos armados clandestinos, os "coletivos". Todos esses bandos serão reunidos numa só organização, a milícia bolivariana. O efetivo previsto é de 1 milhão de milicianos – mas pode ser muito maior. Nos manuais do PSUV, o partido criado para apoiar Chávez, a meta é montar 200.000 pelotões, com no mínimo vinte membros em cada um, o que somaria ao menos 4 milhões de pessoas. Se a cifra mais conservadora se confirmar, as milícias seriam cinco vezes maior que o contingente das Forças Armadas, em torno de 200 000. Pela televisão, Chávez deu exemplos do armamento da milícia. A lista inclui morteiros, fuzis, lança-foguetes capazes de derrubar helicópteros e armas para franco-atiradores, de longo alcance e mira noturna. Os milicianos bolivarianos poderão ainda dirigir veículos militares e exercer funções de inteligência. A capacidade de intimidação da nova milícia será muito superior à dos grupos atuais, que só dispõem de pistolas e bombas de gás lacrimogêneo. Em 2007, esses bandos invadiram universidades e dispararam contra os estudantes que protestavam contra o fechamento do canal RCTV. Neste ano, lançaram bombas de gás lacrimogêneo na missão do Vaticano, depredaram a sinagoga de Caracas, atacaram a sede do canal de televisão Globovisión e tomaram a prefeitura da capital, o que impediu até hoje que o prefeito oposicionista Antonio Ledezma entrasse no prédio. Ao levantar a folha de pagamento do prefeito anterior, um chavista, Ledezma descobriu que havia 8.000 funcionários sem nenhuma função. Muitos deles eram conhecidos integrantes dos grupos armados. O coronel tem pressa. Em 2007, sua proposta de incluir as milícias na Constituição foi rejeitada nas urnas. O presidente ignorou a vontade popular e baixou um decreto no ano passado autorizando o recrutamento de milicianos. Apresentada na Assembléia, a proposta de reformar a lei foi aprovada em cinco dias. "Chávez quer se preparar para a batalha que começará com as eleições legislativas no ano que vem", disse a VEJA a advogada venezuelana Rocío San Miguel, especialista em defesa e direito internacional. "Com a aprovação da lei, os recursos para as milícias podem entrar no orçamento de 2010", afirma Rocío. A maioria chavista no Congresso é consequência do boicote oposicionista às eleições de 2005. Chávez não quer correr o risco de que o eleitorado possa mudar a composição do Legislativo nas eleições de dezembro de 2010. "A milícia terá uma missão absolutamente revolucionária", diz o coronel. "Será uma força para a guerrilha urbana e para a guerrilha rural, nas montanhas”. Deve-se sempre esperar o pior de Chávez.”

Ex-integrante de grupo terrorista, já indenizada, agora quer mais R$ 70 milhões

Deu na revista Veja, que está nas bancas: “No fim dos anos 60, a então assistente de produção na Fundação Padre Anchieta, Ana de Cerqueira César Corbisier, decidiu juntar-se à Ação Libertadora Nacional (ALN), organização clandestina liderada por Carlos Marighella que aderiu à luta armada como forma de combater o regime militar e instaurar uma ditadura comunista no Brasil. Ela participou de dois assaltos a banco em São Paulo, num dos quais um policial foi morto a tiros. Indiciada em inquérito, decidiu mudar-se para Cuba, onde fez curso de guerrilha, e, mais tarde, para a França, onde viveu até retornar ao Brasil com a Lei da Anistia, em 1979. Em 2001, Ana bateu à porta da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e, desde 2007, recebe da União uma pensão mensal vitalícia de 2 744 reais, além de indenização parcelada de 361 500 reais. Ana é um dos 30 967 brasileiros beneficiados com os 2,6 bilhões de reais concedidos a vítimas do regime militar. Já é absurdo chamar de “vítima” alguém que entrou voluntariamente para uma organização terrorista e atuou num assalto que resultou em homicídio (não se tem notícia de que ela tenha sido presa ou torturada). Ocorre que, além da pensão vitalícia e da indenização conquistadas, Ana pleiteia também uma milionária compensação trabalhista: quer receber os salários que deixou de ganhar na Fundação Padre Anchieta por ter abandonado o emprego para pegar em armas. Caso ganhe a ação, ela poderá embolsar nada menos que 70 milhões de reais, segundo os cálculos da Fundação Padre Anchieta, responsável pela rádio e TV Cultura”.

ONG ligada à Igreja Universal é alvo de ação da AGU

A Advocacia-Geral da União pediu à Justiça Federal de São Paulo o bloqueio dos bens da Sociedade Pestalozzi para garantir a devolução, ao Fundo Nacional de Saúde, de R$ 800 mil gastos na compra de ambulâncias por meio de licitações sob suspeita de fraude e de superfaturamento. O processo é um desdobramento da Máfia dos Sanguessugas, descoberta em 2006 pela Polícia Federal. A Pestalozzi de São Paulo, que presta atendimento a crianças e jovens com deficiência mental, é dirigida por integrantes da Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus) e tem como parceira a Rede Record de Televisão. A ação da AGU foi proposta em novembro de 2008. O juiz da 24ª Vara Cível Federal, Victorio Giuzio Neto, como prevê a lei, está notificando os responsáveis pela ONG, empresários e servidores da saúde a apresentarem suas defesas preliminares, para então decidir se acolhe ou não o pedido. A AGU moveu a ação civil pública, por improbidade administrativa, baseada em três auditorias da Controladoria-Geral da União e do Ministério da Saúde que apontaram irregularidades em três convênios destinados à compra de seis ambulâncias. Ao todo, a entidade recebeu R$ 960 mil de seis emendas parlamentares propostas entre 2002 e 2004 por ex-deputados federais integrantes da Igreja Universal. Os advogados da União cobram a devolução do dinheiro de três emendas (uma, de R$ 300 mil, do ex-deputado Bispo Wanderval; outra de R$ 60 mil, da ex-deputada Edna Macedo, irmã do bispo Edir Macedo, chefe da igreja; e a terceira, de R$ 120 mil, proposta pelo ex-deputado Marcos Abramo). A Procuradoria da República de São Paulo investiga os outros três convênios: dois de R$ 60 mil de emendas do ex-deputado bispo João Batista Ramos da Silva, e outro de R$ 120 mil de emenda de Edna Macedo. A prestação de contas das emendas de Ramos da Silva foi rejeitada pelo Ministério da Saúde, que quer o dinheiro de volta. Com mais de 50 anos de atividade, a entidade filantrópica está sob o comando da Universal desde 1993. Todos os seus dirigentes são ligados à igreja. As acusações da AGU recaem sobre as gestões de Graciene Conceição Pereira, mulher do bispo Ademar Gonçalves, e de Marilene da Silva e Silva, mulher do bispo e ex-deputado Ramos da Silva, com quem a Polícia Federal apreendeu, em 2005, R$ 10,2 milhões atribuídos a dízimos de fiéis. Graciene presidiu a entidade filantrópica de 2003 a 2005, e Marilene ocupou o cargo de 1995 a 2002. Oficialmente, a Pestalozzi de São Paulo é uma instituição independente, mas os vínculos efetivos com a Universal são de tal ordem que as assembleias para eleição de diretoria e aprovação das contas acontecem em um prédio administrativo da igreja. A atual presidente da entidade, Márcia Aparecida Rocha, é mulher do bispo José Rocha. A primeira vice-presidente, Ana Cláudia Raposo, é casada com o presidente da TV Record, Alexandre Raposo. A primeira secretária, Rosana Gonçalves de Oliveira, é mulher do bispo Honorilton Gonçalves, vice-presidente da Rede Record, e braço direito de Edir Macedo. A tesoureira da Iurd, Denise Justo Dias, é também tesoureira da entidade filantrópica. No dia 8 de agosto deste ano, o Ministério Público do Estado de São Paulo abriu ação criminal contra Edir Macedo e outros nove integrantes da Igreja Universal sob a acusação de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Dois dos réus daquele processo integram a atual administração da Pestalozzi de São Paulo: Alba Maria Alves da Costa, do conselho fiscal, e Maurício Albuquerque e Silva, do conselho consultivo. Os ex-deputados da igreja já são réus em outras ações, na Justiça Federal de Mato Grosso, por envolvimento com a máfia das sanguessugas.

Ministro da Reforma Agrária vai ao Senado para dar explicações

A Comissão de Agricultura do Senado Federal realiza nesta terça-feira uma audiência pública para ouvir o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, petista trotskista gaúcho (membro da seita DS – Democracia Socialista), notório aliado da organização terrorista clandestina MST, de conhecidas ligações ao MST, sobre a reforma agrária. Entre as discussões, os senadores querem explicações sobre os índices de produtividade rural para fins de reforma agrária, o montante de recursos transferidos pelo governo bolivariano de Lula para os entidades (sindicatos, associações e ONGs) “laranjas” da organização terrorista MST, e sobre os programas administrados pelo ministério. Além do ministro, foram convidados para as discussões o presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária, Plínio de Arruda Sampaio, e o ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Luiz Marcos Suplicy Hafers.

Arquiteto Oscar Niemeyer deixa UTI de hospital no Rio de Janeiro

O arquiteto Oscar Niemeyer, de 101 anos, deixou o Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Samaritano neste sábado. Ele foi transferido para uma unidade intermediária, segundo a instituição. Niemeyer foi internado no dia 23 de setembro. Depois de passar por duas cirurgias, o arquiteto apresenta "melhora progressiva do estado de saúde", mas não há previsão de alta. Em setembro, na primeira intervenção cirúrgica, ele teve de retirar uma pedra na vesícula. Poucos dias depois, passou por nova cirurgia, para remoção de um tumor no intestino. Há aproximadamente quatro meses, Oscar Niemeyer esteve no Hospital CardioTrauma, queixando-se de dores lombares. Passou por exames e recebeu alta. Na ocasião, uma tomografia diagnosticou uma lombalgia.

Jornal Clarin diz que a Lei de comunicações na Argentina integra "ofensiva sem limite"

A aprovação da nova lei de meios de comunicação pelo Senado da Argentina é um "outro passo dos Kirchner em uma ofensiva que não tem limites", diz o analista político do jornal argentino "Clarín", Eduardo van der Kooy. Segundo o analista, é "impossível" desvincular a lei, aprovada "com folga" no Senado argentino, na sexta-feira, da ameaça feita na última quinta-feira pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, aos acionistas da empresa Papel Prensa (controlada pelo Grupo Clarín, principal conglomerado de comunicação argentino). Ele disse que poderia emitir um decreto para que o Estado assuma a companhia por não estar de acordo com sua administração. A nova lei pode, segundo o analista, servir de instrumento aos peronistas populistas e bolivarianos Néstor e Cristina Kirchner para "tentar reviver um projeto político que já sofreu um revés eleitoral e que carece, segundo todas as pesquisas, de apoio popular adequado". "Desde o governo de Néstor Kirchner (2003-07), marido e antecessor de Cristina, o Executivo argentino mantém uma relação difícil com a imprensa. Nos últimos anos, o enfrentamento com o maior conglomerado de mídia do país, o Grupo Clarín, ficou mais intenso. No dia 10 de setembro, centenas de fiscais da Receita Federal da Argentina fizeram uma inacreditável e psicopática blitz contra a sede do "Clarín", que havia publicado no mesmo dia denúncias contra o órgão, no que foi chamado pelo grupo de comunicação de uma inequívoca ação intimidatória.

Banco do Brasil e Caixa prometem contratar mais 13 mil novos funcionários

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal vão contratar cerca de 13 mil novos trabalhadores nos próximos dois anos. O aumento no quadro de pessoal faz parte do acordo parcial fechado nesta semana com os sindicatos de bancários na tentativa de encerrar a greve da categoria. No caso do Banco do Brasil, já está definida a abertura de 10 mil novas vagas para agências, o que representa um aumento de 11% em relação ao número total de funcionários. Em relação à Caixa, o banco propôs a ampliação de 3.000 postos de trabalho (avanço de 4%), mas os funcionários reivindicam um número maior. No acordo fechado entre bancos e funcionários do setor privado não houve promessa de novas contratações. É incrível, nunca se viu antes uma imposição dessa ordem para terminar uma greve, que os bancos estatais contratem desnecessariamente.

Interesses de Lula na Vale do Rio Doce esbarram em contrato

As mudanças que o presidente bolivariano Lula sonha promover na Vale do Rio Doce chocam-se de frente com compromissos assumidos pelo BNDES e por fundos de pensão que controlam a mineradora, por meio de contrato assinado no processo de privatização.Com esse acordo, qualquer mudança nos rumos da companhia precisa contar com o apoio dos sócios privados Bradesco e Mitsui. Lula tem demonstrado interesse em mexer na diretoria da Vale do Rio Doce, por meio dos fundos de pensão. Já houve pressão até pela substituição de seu presidente, Roger Agnelli. Lula pressiona os fundos por mudanças na diretoria da empresa e mira dois executivos ligados ao PSDB. Um deles é Fábio Barbosa, de finanças, que foi secretário do Tesouro entre 1999 e 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso. A outra é Carla Grasso, de recursos humanos, mulher de Paulo Renato Souza, ex-ministro da Educação de Fernando Henrique Cardoso e hoje secretário da Educação de José Serra. Desde o início da crise, quando a Vale do Rio Doce demitiu 1.900 pessoas e cortou US$ 5 bilhões em investimentos, Lula tem mostrado publicamente a insatisfação com a empresa.

Banco Central divulga calendário do Copom em 2010

O Banco Central divulgou na sexta-feira o calendário das reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) para 2010. É nesses encontros que a diretoria da instituição define o nível da taxa básica de juros (Selic), que está hoje em 8,75% ao ano. Serão realizadas oito reuniões, realizadas a cada 45 dias, em média. O primeiro encontro será nos dias 26 e 27 de janeiro; o último, em 7 e 8 de dezembro. Até 2005, o Copom se reunia mensalmente para discutir a taxa de juros. A partir de 2006, o número de encontros foi reduzido para oito.

Falta de nomes fortes dificulta palanques para Ciro Gomes e Marina Silva em 2010

As eventuais candidaturas presidenciais do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) e da senadora Marina Silva (PV-AC) em 2010 podem ter problemas para obter palanques nos Estados devido à falta de candidatos fortes nas disputas regionais. Levantamento nos oito maiores colégios eleitorais (SP, MG, RJ, BA, RS, PR, PE e CE), com 91 milhões de eleitores (69,3% do total), mostra que o PSB não deve ter candidato no PR, MG, RJ e BA. Em São Paulo, não há definição. O partido, por enquanto, impulsiona Ciro Gomes apenas no Ceará e em Pernambuco, enquanto Marina Silva teria mais força no Rio de Janeiro.

Governo Lula quer doar aeronaves para seus companheiros bolivarianos na América Latina

O governo Lula encaminhou nos últimos dias ao Congresso Nacional pedido de autorização para doar pelo menos 27 aeronaves a outros países, em especial Bolívia, Equador e Paraguai, os companheiros bolivarianos preferidos de Lula. Ele enviou na quarta-feira dois projetos de lei em que manifesta intenção de transmitir gratuitamente quatro helicópteros e um avião da Força Aérea Brasileira à Bolívia e ao Equador, pedido que se soma a outro, feito em maio, que pretende beneficiar o Paraguai com três aviões de ataque. Para que o Paraguai precisaria de aviões de ataque? Bolívia e Equador, que estão entre os principais destinatários das doações, fazem parte da Alba, a aliança regional de esquerda liderada pelo ditador da Venezuela, o clown bolivariano Hugo Chávez, que cedeu aviões ao governo do boliviano Evo Morales. A primeira doação do governo Lula foi autorizada com a aprovação de lei em 2004 para o Senegal.Os três projetos que tramitam no Congresso prevêem a doação de três aviões de treinamento e ataque para o Paraguai, quatro helicópteros para a Bolívia e um avião de transporte de tropas para o Equador.

Lula desiste de taxação da poupança

O presidente bolivariano Lula disse a assessores que o projeto de cobrar Imposto de Renda sobre a poupança perdeu seu "tempo político" e que não quer mais enviá-lo ao Congresso. Em véspera de ano eleitoral, o governo bolivariano de Lula teme a repercussão negativa de uma taxação de 22,5% sobre os rendimentos de cadernetas acima de R$ 50 mil e atrasos na tramitação do pré-sal. O bolivariano Lula só admite repensar sua posição se o ministro da Fazenda, Guido Mantega, considerar a medida essencial. A própria equipe do ministro, porém, vê a proposta como politicamente inviável.

Senado aprova polêmica lei de mídia na Argentina

O Senado da Argentina aprovou na sexta-feira, após 14 horas de debates, a nova lei de meios audiovisuais proposta pelo governo da peronista populista Cristina Kirchner em uma queda-de-braço com a oposição e grandes empresas jornalísticas que vêem afetados seus interesses. A nova lei foi aprovada por 44 votos contra 24, na presença de 68 dos 72 membros do Senado. Os mais de 160 artigos já contam com o sinal verde da Câmara dos Deputados. Durante os debates, que começaram às 11 horas de sexta-feira, alguns senadores governistas insistiram que se tratava de uma lei que terminaria com os monopólios midiáticos, e alguns denunciaram haver recebido "pressões" da imprensa. Governistas também acusaram a oposição de usar desculpas para demorar a aprovação da nova lei, em sintonia com os interesses de grandes conglomerados de meios de comunicação. A Argentina caminha para um regime fascista peronista, ao estilo bolivariano.

Governo cubano confirma três primeiras mortes por gripe suína no país

As autoridades de Saúde Pública cubanas confirmaram na sexta-feira as primeiras três mortes em decorrência da gripe suína na ilha e disseram que, até o momento, há 621 casos confirmados da doença. O anúncio foi feito em um programa de televisão no qual um grupo de autoridades de saúde falou sobre a situação da pandemia na ilha. O especialista afirmou que, com as mortes, foram adotadas medidas especiais de prevenção, vigilância epidemiológica e tratamento adequado em caso de contágio. O número confirmado foi atualizado pelo vice-ministro de Higiene e Epidemiologia, Luis Estruch, que informou que 621 casos foram registrados, dos quais 177 correspondem a crianças. Estruch disse ainda que Cuba comprou US$ 2,5 milhões em doses da vacina contra a gripe comum, que deve começar a ser administrada nos grupos de risco no final do ano.

Golpista Zelaya diz que há franco-atiradores diante da embaixada do Brasil

O presidente deposto de Honduras, o golpista Manuel Zelaya, denunciou na sexta-feira a presença de franco-atiradores do Exército diante da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde está refugiado. Segundo Zelaya, foi instalada uma grua que domina a embaixada do Brasil, de onde franco-atiradores observam o movimento dentro da sede diplomática. Abrigado na embaixada desde o último dia 21, quando voltou clandestinamente ao país após quase três meses de sua deposição, o delirante Zelaya já havia denunciado anteriormente a ameaça de "raios de micro-ondas" contra a sua vida e a presença de mercenários israelense que poderiam matá-lo. O golpista Zelaya é um grande antissemita. O latifundiário reacionário, que ganhou o apoio dos esquerdóides bolivarianos, continua utilizando a embaixada brasileira como um palanque, de onde faz comícios por rádio todos os dias, por meio de entrevistas nas interfere diretamente na vida de seu país, o que deveria se abster de fazer, porque está em solo brasileiro na embaixada.

A petista Dilma Rousseff aparece como religiosa na Bahia e ainda ataca Marina Silva

Durante visita na sexta-feira à igreja do Senhor do Bonfim, em Salvador, para agradecer a cura do câncer, a ministra petista Dilma Rousseff fez coisas inacreditáveis para uma revolucionária: beijou criancinhas, deu abraços, posou para fotos e ainda cantou músicas religiosas. Não é mesmo inacreditável? Em entrevista coletiva na cidade, ela disse que a senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à Presidência pelo PV, "não é uma pessoa que represente o projeto do governo do presidente Lula". Ou seja, já deu um cotovelaço na antiga companheira de ministério petista, para se apresentar como única herdeira do bolivariano Lula. Questionada se era religiosa, a ministra citou a Igreja Católica, dizendo que "é de onde eu sou e onde eu fui curada". Não é mesmo uma maravilha?!!! O padre Edson Menezes, que comandou a missa da qual a ministra participou, aproveitou a cerimônia para declarar apoio explícito à pré-candidata (é um daqueles padres petistas, padres da escatológica Teologia da Libertação). Disse ele: "O povo brasileiro precisa muito dela. Esperamos que ela tenha êxito em seus projetos".

Ciro Gomes diz que PSB não é sublegenda e que incomoda os "elegantes" do PSDB

O deputado federal Ciro Gomes (PSB), pré-candidato à Presidência, autêntico neocoronel da política nordestino, tal qual um jagunço da política, disse na sexta-feira que o seu partido "não é uma sublegenda". Ele estava dando respostas a supostas interferências em seus planos eleitorais por parte de integrantes do PT, que tentam convencê-lo a desistir da disputa presidencial. Ciro Gomes, que integra a base parlamentar do Palácio do Planalto, é considerado um entrave aos planos petistas de emplacar a ministra petista Dilma Rousseff como unanimidade governista na sucessão do bolivariano Lula. Questionado, no Amapá, sobre a possibilidade de disputar o governo de São Paulo, ele disse que transferiu o domicílio eleitoral do Ceará para o Estado por decisão do PSB: "Meu partido entendeu que, para ser um bom presidente, devo aprofundar minhas relações com São Paulo, que é o Estado mais importante do Brasil sob certos critérios, como economia. É a sede da liderança do trabalhador organizado”. Sobre a possibilidade de o PSDB tentar cassar seu mandato em razão da transferência do domicílio eleitoral, Ciro Gomes disse que é "simplesmente o primeiro sinal" vindo da oposição: "Eles sempre se fazem de muito elegantes. Eu é que sou o quente, às vezes confundido com pavio curto, porque tenho como única ferramenta de luta a minha palavra. Isso demonstra o incômodo não pelo que eu digo, mas pelo que eu represento”.

MST atribui vandalismo a “infiltrados” e diz que fatos foram deturpados pela mídia e reacionários

A organização terrorista clandestina MST divulgou nota na sexta-feira para reafirmar que não tem responsabilidade sobre os atos de vandalismo ocorridos na fazenda Santo Henrique, localizada na divisa dos municípios de Iaras e Lençóis Paulista, em São Paulo. O MST culpa “infiltrados no movimento” pela depredação da fazenda. "Nós lamentamos muito quando acontecem desvios de conduta em ocupações, que não representam a linha do movimento. Em geral, eles têm acontecido por causa da infiltração dos inimigos da reforma agrária, seja dos latifundiários ou da policia", diz a nota: "O que aconteceu desde a saída das famílias e a entrada da imprensa na fazenda deve ser investigado”. Segundo a organização terrorista clandestina MST, a responsabilização do MST foi articulada por setores conservadores da sociedade, como latifundiários: "Há uma clara articulação entre os latifundiários, setores conservadores do Poder Judiciário, serviços de inteligência, parlamentares ruralistas e setores reacionários da imprensa brasileira para atacar o MST e a Reforma Agrária. Não admitem o direito dos pobres se organizarem e lutarem". Sem comentário, é uma nota tão ordinária, tão vagabunda, tão deformadora ostensivamente da realidade criminosa que ela mesma imprime, que não dá para dar a mínima credibilidade para esses terroristas.