domingo, 22 de novembro de 2009

Tribunal de Justiça gaúcho examina nesta segunda-feira a devolução da lista sextupla do Ministério Público

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, composto pelos 25 desembargadores mais antigos, deve decidir na sua reunião desta segunda-feira, a partir das 14 horas, a devolução da lista sêxtupla elaborada pelo Conselho Superior do Ministério Público contendo os nomes dos candidatos do órgão a uma vaga de desembargador pelo quinto constitucional. Essa lista recebeu o embargo do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, que fez uma representação ao Poder Judiciário, reivindicando a não apreciação e devolução da mesma, por conter o nome do promotor Ricardo Felix Herbstrith. Este promotor foi penalizado no ano passado pelo Conselho Superior do Ministério Público, por ter conduzido investigação ilegal de funcionárias (uma estatutária e outra CC) e de uma procuradora de Justiça. O Conselho Superior do Ministério Público, por conta dos ilícitos apurados, inclusive penais, resolveu aplicar uma levissima pena de censura ao promotor Ricardo Felix Herbstrith e determinar a sua remoção da Coordenadoria da Promotoria Criminal. Houve recurso do promotor, que o Ministério Público não se mexe para julgar até hoje, provavelmente contando que o assunto caminhe para uma prescriação. O requerimento do Movimento de Justiça e Direitos Humanos diz que a lista sextupla do Ministério Público não pode ser examinada pelo Poder Judiciário gaúcho porque tem em sua composição alguém que é acusado do cometimento de crimes por sua própria instituição. E tem coisa mais grave o requerimento do Movimento de Justiça e Direitos Humanos: ele diz ao presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul que o fiscal da lei, constitucionalmente, que é o Ministério Público, é sabedor de atos ilegais cometidos por um dos seus e não tomou nenhuma iniciativa, e espera para ver o que irá determinar o Poder Judiciário. O requerimento do Movimento de Justiça e Direitos Humanos ainda diz coisa muito mais grave: diz que o promotor Ricardo Felix Herbstrith, ao mover ação contra a funcionária estatutário do Ministério Público, Débora Bouvie Couras, ajuizou essa ação no Plantão Judiciário, e que a mesma ficou tramitando três meses no Plantão Judiciário, período no qual não houve sua distribuição. Sem distribuição de um processo, o réu não fica sabendo que é processado, não pode se defender, não pode nomear uma defesa, não pode apresentar uma defesa, não sabe do que é acusado ou investigado. Em suma, é um processo clandestino. Portanto, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos também pede uma resposta para esta questão que é gravissima, porque ofende determinação constitucional, que manda que processos ajuizados sejam imediatamente distribuídos. O Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul também protocolou um requerimento na Assembléia Legislativa do Estado, pedindo a instalação de uma comissão especial no Poder Legislativo para investigar as ações do Ministério Público gaúcho.

Conselho Nacional do Ministério Público abre investigação sobre MPF gaúcho e suas ações contra Yeda Crusius

Não tiveram efeitos os esforços do grupo de comunicações gaúcho RBS na tentativa de provar que não fora o Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul, ou membros da instituição, que lhe repassaram gravações de telefonemas e vídeos, os quais foram divulgados em momentos absolutamente estratégicos para a oposição petista, e que acabaram tornando-se em graves prejuízos políticos para a governadora Yeda Crusius e seus aliados. Por meio de seus comunicadores, a RBS insistiu várias vezes que era inconsistente a atuação do advogado Fábio Medina Osório, advogado da governadora Yeda Crusius, que havia entrado com representação, primeiro, junto à Corregedoria Nacional do Ministério Público Federal. Como nada conseguiu nessa instância corporativa, o advogado Fábio Medina Osório reportou-se ao Conselho Nacional do Ministério Público. Comunicadores da RBS insistiram que a entrega de cópia de video, contendo o depoimento do vice-governador Paulo Afonso Feijó ao Ministério Público Federal, não tinha sido obra de ninguém do próprio Ministério Público Federal. Ocorre que esse video foi recebido pela deputada estadual petista Stela Farias, e apresentado à opinião pública com grande estardalhaço, embora tenha sido fraudado, porque foi editado para a divulgação de pequenos trechos montados. Agora o Conselho Nacional do Ministério Público Federal acolheu a representação da governadora Yeda Crusius e mandou abrir uma investigação sobre a atuação dos procuradores federais no Rio Grande do Sul. O corregedor Nacional do Ministério Público, que atua no Conselho Nacional do Ministério Público, em Brasília, Sandro José Neis, acolheu a Reclamação proposta pelo advogado Fábio Medina Osório em favor da governadora Yeda Crusius contra os procuradores da República que assinaram a extinta ação de improbidade administrativa (já fulminada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em decisão de 3 de novembro deste ano. O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público já foi notificado da instalação da Comissão de Sindicância para investigar a atuação dos procuradores federais no Rio Grande do Sul que atual na Operação Rodin. Há ainda outra reclamação tramitando contra os procuradores da República em razão do vazamento de informações sigilosas.

Esquerdalha é derrotada nas eleições do DCE da Ufrgs

Dividida entre tres chapas, a esquerdalha foi surpreendida nas eleições deste final de semana para o Diretório Central de Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e acabou derrotada. A chapa em oposição aos grupelhos esquerdopatas PSOL, PSTU, PT e PCdoB obteve 1.559 votos. Foi uma vitória significativa e muito importante, embora apertada, contra a chapa esqu chapa 1 era liderada por Rodolfo Mohr, assessor da vereadora Fernanda Melchionna, do PSOL, na Câmara Municipal de Porto Alegre. Terminou o seu reinadinho na UFRGS, porque ele tentava a quarta reeleição para o cargo. Pode ser que agora comece um movimento no Rio Grande do Sul, com todos os descendentes de italianos rejeitando o peremptório candidato petista, Tarso Genro; com os professores da UFRGS mandando para casa os esquerdopatas que aparelham a ADFURGS, associação sob controle dos fundamentalistas talebans do PSOL. Também é a hora da imensa maioria silenciosa de professores públicos do Estado retirar a sua entidade, o CPERS, das mãos dos aparelhista que a dominam há cerca de 25 anos. O resultado das eleições para o Diretório Central do Estudantes da UFRGS é notável também para demonstrar o quanto essas entidades falam em nome de esquerdóides sem qualquer representatividade. A chapa do PSOL teve míseros 1.524 votos; a chapa dois, do ultra-esquerdopata PSTU, teve 1.057 votos. E a chapa do PT e do PCdoB registrou apenas miserabilissimos 337 votos.

Poder Público gasta R$ 750 milhões em cinco anos com salários acima do teto

Os cofres públicos liberaram nos últimos 5 anos pelo menos R$ 750 milhões para pagar salários acima do teto constitucional para 1.061 servidores da União, dos Estados e de municípios. Uma auditoria realizada pelo procurador Marinus Eduardo Marsico, representante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União, identificou casos de funcionários que recebem mais de R$ 100 mil em um único mês e têm até 11 fontes diferentes de remuneração. Um relatório mostra prejuízo anual calculado em R$ 154 milhões, considerando como teto o antigo salário pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal, que era de R$ 24,5 mil e foi reajustado, em outubro, para R$ 25,7 mil, e que envolve 604 órgãos dos três níveis administrativos. Esses casos Os dados foram obtidos a partir de um cruzamento do Relatório Anual de Informações Sociais e do Sistema Integrado da Administração de Recursos Humanos entre agosto e dezembro de 2008. Segundo o procurador, o gasto irregular pode ser ainda maior porque a pesquisa não envolve aposentados e pensionistas de empresas estatais, do Legislativo, do Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Contas, de Estados e dos municípios, além dos inativos das Forças Armadas. Isso é o que se chama literalmente de privatização do Estado em benefício de castas de servidores públicos. E olha que esse procurador não fez nenhum levantamento no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul. Se fizesse, ficaria escandalizado. Por essas e outras é que conselheiros de Tribunais de Contas de todo o País articulam-se para criar um Conselho Nacional dos Tribunais de Contas do País completamente dominado por eles. Aí seria o paraíso, continuariam dominando e mantendo seus altos privilégios. E ainda criariam mais cargos altamente remunerados nesse novo Conselho Nacional.

Israel rejeita futuras mediações da Turquia não pode mediar negociação em processo de paz, diz ministro

A Turquia, que mediava as negociações de paz entre Síria e Israel até que estas estagnaram, no começo do ano, não pode mais exercer esse papel, disse neste domingo o ministro de Assuntos Exteriores israelense, Avigdor Lieberman. "Depois das calúnias e dos disparates por parte da Turquia, que disse que prefere um assassino sudanês ao primeiro-ministro israelense, esse país não pode mais fazer mediações para Israel", disse Lieberman. O comentário fazia referência às declarações do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que afirmou este mês que os crimes de Israel contra os palestinos durante a operação defensiva militar em Gaza, entre dezembro do ano passado e janeiro, são mais graves que as acusações contra o líder sudanês, Omar al Bashir. Segundo a imprensa israelense, Erdogan disse que prefere tratar com Bashir, acusado de cometer crimes contra a humanidade em Darfur, a falar com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu. A recusa de Lieberman ao papel de mediação da Turquia ocorre uma semana depois de o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, afirmar que seu país está interessado em retomar as conversas de paz com a Síria.

Reformista iraniano é condenado a seis anos de prisão

O ex-vice-presidente iraniano Mohammad Ali Abtahi, reformista e acusado de fomentar grandes manifestações nas ruas após a eleição presidencial do país fraudada, em junho, foi condenado a seis anos de prisão, informou a imprensa do país neste domingo. Abtahi, um dos dezenas de líderes moderados detidos após a eleição fraudada, sob acusação de tentar derrubar as instituições clericais, será o mais importante reformista a ser preso até agora após a votação, ocorrida há mais de cinco meses. Ele foi vice-presidente para assuntos parlamentares e legais durante o governo de Mohammad Khatami, entre 1997 e 2005. Abtahi foi oficialmente informado sobre sua sentença no sábado, disse o jornal "Jahan e Eqtesad". A filha do condenado, Fatemeh Abtahi, disse aos jornais que agentes de segurança fizeram busca e apreensão na casa do ex-vice-presidente, em Teerã. Depois, Abtahi foi levado a um tribunal, onde ouviu o veredicto e retornou à cadeia. O Judiciário do Irã disse na semana passada que cinco pessoas foram condenadas à pena de morte e 81 à permanência de até 15 anos na prisão devido aos protestos e atos violentos após o pleito. O líder supremo do Irã, o facínora número um da ditadura iraniana, o aiatolá Ali Khamenei, que apoiou a reeleição de Ahmadinejad, disse que era um crime questionar a legitimidade da votação. O comitê de Direitos Humanos da Assembléia Geral da ONU condenou o Irã na semana passada por sua repressão aos manifestantes.

Petista Dilma Rousseff afirma que é natural "mensaleiros" voltarem ao comando do PT

Candidata do PT à sucessão presidencial, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) minimizou neste domingo o retorno ao comando do partido de envolvidos no escândalo do Mensalão, a maior crise do primeiro mandato do presidente bolivariano Lula. Ao votar no PED (Processo de Eleições Diretas), a ministra afirmou que a volta de petistas envolvidos no esquema corruptor de compra de votos faz parte do processo democrático. Que tal, hein? Para a ministra, como não houve nenhuma condenação, é "natural" que eles exerçam seus direitos políticos. "Olha, eu acho que o PT está procedendo de forma correta. Você não pode adotar uma prática que ocorreu muito no Brasil ao longo dos últimos anos que era, ao contrario da conquista democrática do ocidente que havia que provar que uma pessoa era culpada e não a pessoa provar que era inocente. Até agora, nós não temos nenhuma dessas pessoas julgadas ou condenadas em definitivo, então, acho normal que elas exerçam seus direitos políticos. Ninguém pode se cassado a priori", disse a petista Dilma Rousseff.

Protesto no Rio de Janeiro rejeita visita do fascista islâmico Ahmadinejad e critica Lula

Cerca de 2.000 pessoas se reuniram neste domingo na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, para rejeitar a visita ao País do ditador do Irã, o fascista islâmico Mahmoud Ahmadinejad, e pedir explicações ao presidente bolivariano Lula por recebê-lo. "Lula, explique a seu convidado o que são direitos humanos" e "negar o Holocausto é igual a negar a escravidão" foram algumas das frases exibidas nos cartazes dos manifestantes. O protesto teve a participação das comunidades judaica e árabe, grupos afro-religiosos, grupos homossexuais e outros, insatisfeitos com o fato de que se ofereça uma recepção com todas as honras ao ditador do Irã, que chega nesta segunda-feria a Brasília. Havia muitas bandeiras israelenses junto com a brasileira e a multicolorida do orgulho homossexual, além de camisas com lemas como "Paz" e "Que convidado é esse?" A manifestação durou cerca de duas horas e percorreu grande parte da pista vizinha à praia, lotada em domingo ensolarado no Rio de Janeiro. Os manifestantes usaram apitos para protestar contra Ahmadinejad e a Lula, distribuíram panfletos, gritaram e também dançaram, ao ritmo percussão africana. Também foi feito um minuto de silêncio em homenagem ao povo iraniano, que, segundo os presentes, é o que mais sofre com as "políticas discriminatórias" do presidente do Irã, e os manifestantes cantaram o hino brasileiro. Nesta segunda-feira, há protesto em Porto Alegre, na Esquina Democrática, a partir das 11 horas, contra a presença no País no facínora famigerado Ahmadinejad. O Editor de Videversus apóia a manifestação e estará presente na Esquina Democrática.

Resultado de eleições para escolha dos dirigentes do PT deve sair nesta segunda-feira

Os petistas conhecerão nesta segunda-feira os novos dirigentes do partido que serão responsáveis pelas articulações do partido para a eleição de 2010, a primeira sem a participação do presidente Lula nos últimos 20 anos. A expectativa era de que 200 mil filiados fossem às urnas no PED (Processo de Eleição Direta) do PT. O favorito na disputa é José Eduardo Dutra, ex-senador e ex-presidente da Petrobras, um pau-mandado de José Dirceu. Ele tem o apoio dos principais chefes do partido, como o presidente Lula, e conseguiu unir três correntes do partido: Novos Rumos, PT de Lutas e Massas e Construindo um novo Brasil. José Eduardo Dutra defende a aliança do partido com o PMDB, mas não descarta antigos aliados, como o PCdoB e o PSB. Se houver segundo turno, José Edurdo Dutra deve disputar o comando do PT com o atual secretário-geral, o deputado federal José Eduardo Cardozo (SP), namorado da deputada federal comunista gaúcha Manuela D'Ávila, que conta com o apoio do ministro da Justiça, o peremptório Tarso Genro. Também estão na corrida interna: Iriny Lopes (Chapa Esquerda Socialista), Markus Sokol (Chapa Terra, Trabalho e Soberania), Geraldo Magela (Chapa Movimento: Partido para Todos) e Serge Goulart (Chapa Virar à Esquerda, Reatar com o Socialismo). A nova direção deve tomar posse em fevereiro, durante o 4º Congresso do partido, em Brasília, quando deve ser confirmada oficialmente a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à sucessão presidencial.

Há quem tenha coragem para dizer na cara do facínora Ahmadinejad o que é preciso dizer

Leia com atenção o que escreveu o jornalista Reinaldo Azevedo sobre o facínora fascista islâmico iraniano Mahmoud Ahmadinejad na sexta-feira em seu blog: "No dia 24 de setembro de 2007, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que chega ao Brasil na segunda, falou na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, num evento organizado pela Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da instituição. Aquele ano foi dedicado às questões iranianas, e a presença do facinoroso foi apenas um dos eventos. Lee Bollinger, presidente da Columbia — lá, os reitores têm esse título — optou por fazer uma fala introdutória, prévia, ao discurso de Ahmadinejad. E fez história. A descompostura é fabulosa. No vídeo abaixo, não está toda a sua fala. Antes do ponto em que vocês podem assistir, ele agradece os esforços dos coordenadores do evento e lembra: “Ouvir idéias que nós deploramos não implica endossá-las nem é sinal de fraqueza ou ingenuidade diante dos perigos reais inerentes a essas idéias”. O reitor se preparava para lançar um foguete contra Ahmadinejad. “Uma das premissas cruciais da liberdade de expressão é que não tornamos honrada a desonra quando abrimos o debate para que ela se manifeste”. O reitor diz compreender o ponto de vista daqueles que acreditam que aquele evento — a presença de Ahmadinejad na Columbia — jamais deveria estar acontecendo, desculpa-se com aqueles que se sentirem pessoalmente atingidos pelo fato e diz que fará o máximo para aliviar seu sofrimento. De modo enfático, afirma: “Que fique claro de uma vez por todas: este evento não tem absolutamente nada a ver com o ‘direito’ de quem fala, mas apenas com o nosso direito de ouvir e falar. Fazemos isso por nós”. Lee Bollinger exalta os valores da liberdade, fala da necessidade de entender o mundo e lembra que a universidade não ocupa escalões do poder. Não faz a paz nem faz a guerra. Mas forma cérebros. E então passa a se dirigir diretamente a Ahmadinejad. Ele fala da brutal repressão de professores universitários, jornalistas e defensores dos direitos humanos O reitor cita casos de perseguição a professores — um deles formado na Columbia e convidado a dar aula na Universidade, diz que a Anistia Internacional acusa a execução de 210 pessoas, 21 delas só no dia 5 de setembro. Entre os mortos estavam crianças e defensores dos direitos humanos. Lembra que se fazem execuções públicas, violando convenções internacionais de direitos civis de que o Irã é signatário. Isso tudo antecede o trecho do vídeo que está aí. O texto que segue depois dele são trechos da fala do reitor dirigindo-se diretamente a Ahmadinejad.

“Essas e outras execuções coincidiram com a selvagem repressão contra ativistas estudantis e professores, acusados de fomentar a chamada ‘revolução suave’ (…) Como disse a doutora Esfrandiari em uma entrevista, ela ficou presa numa solitária por 105 dias porque o governo acreditava que os Estados Unidos planejavam uma “Revolução de Veludo” no Irã. Nesta mesma sala, no ano passado, nós aprendemos alguma coisa sobre a Revolução de Veludo de Vaclav Havel. E ouviremos algo semelhante de Michelle Bachelet, presidente do Chile. Estas duas histórias extraordinárias lembram-nos de que não há prisões suficientes para impedir uma sociedade que queira ser livre de ser livre. Nós, nesta universidade, não temos receio de protestar contra o nosso governo e de contestá-lo em nome desses valores. E não temos receio de criticar o seu governo. Vamos deixar claro de saída: senhor presidente, o senhor exibe todos os sinais de um ditador mesquinho e cruel. E eu lhe pergunto: por que as mulheres, os membros da religião Baha’i, homossexuais e muitos dos nossos colegas professores são alvos de perseguição em seu pais? Por que, numa carta ao secretário geral da ONU na semana passada, Akbar Gangi, um dissidente, e outras 300 personalidades, entre intelectuais, escritores e laureados com o Prêmio Nobel acusam que a sua retórica inflamada contra o Ocidente busca desviar a atenção do mundo das condições intoleráveis que o seu regime criou dentro do Irã, em especial o uso da Lei de Imprensa para banir os críticos? Por que o senhor tem tanto medo de que os cidadãos iranianos expressem suas opiniões em favor de mudanças? (…) O senhor me deixa liderar uma delegação de estudantes e professores da Columbia para falar na sua universidade sobre liberdade de expressão, com a mesma liberdade que lhe garantimos hoje? O senhor fará isso?” No video vê-se a continuidade da pregação do reitor, falando sobre a negação do Holocausto pelo facínora fascista islâmico Mahmoud Ahmadinejad: "“Em dezembro de 2005, num programa da TV estatal, o senhor se referiu ao Holocausto como uma invenção, uma lenda. Um ano depois, o senhor apoiou uma reunião de negadores do Holocausto. Para os iletrados, os ignorantes, isso é propaganda perigosa. Quando o senhor vem a um lugar como este, isto faz do senhor simplesmente um ridículo. Ou o senhor é um provocador descarado ou é espantosamente mal-educado (sem formação intelectual). O senhor precisa saber que a Columbia é um centro mundial de estudos judaicos e, agora, em parceria com o Instituto YIVO, de estudo do Holocausto. (…) A verdade é que o Holocausto é o mais documentado evento da história humana. (…). O senhor vai parar com esse ultraje? O reitor fala também sobre a determinação do facínora fascista islâmico de produzir a destruição do Estado de Israel: "Doze dias atrás o senhor disse que o Estado de Israel não pode continuar a existir. Isso repete inúmeras declarações inflamadas que o senhor tem feito nos últimos dois anos, incluindo a de outubro de 2005, segundo a qual Israel tem de ser “varrido do mapa”. A Columbia tem mais de 800 ex-alunos vivendo em Israel. Como instituição, temos profundos laços com nossos colegas de lá. Eu, pessoalmente, tenho me manifestado com força contra propostas de boicotar estudantes e especialistas de Israel dizendo que isso seria boicotar a própria Columbia. Mais de 400 colegas e reitores neste país pensam o mesmo. Minha pergunta, então, é: “O senhor planeja nos varrer do mapa também?” O reitor também fala sobre o financiamento do terrorismo: "De acordo com o Council on Foreign Relations, está bem documentado que o Irã é patrocinador do terror, financiando grupos violentos como o libanês Hezbollah, que o Irã ajudou a organizar em 1980, e os palestinos Hamas e Jihad Islâmica. Enquanto o governo que o precedeu colaborou com os Estados Unidos na campanha contra o Taliban, em 2001, o seu governo está atacando sorrateiramente as tropas norte-americanas no Iraque, financiando, armando e garantindo livre trânsito para líderes insurgentes como Muqtada al-Sadr e suas forças. Há inúmeros relatos que ligam o seu governo com os esforços da Síria para desestabilizar o frágil governo do Líbano por meio da violência e do assassinato político. Minha questão é esta: por que o senhor apóia organizações terroristas que continuam a golpear a paz e a democracia no Oriente Médio, destruindo vidas e a sociedade civil na região?" E continua o reitor: "O general David Patraeus afirmou que armas fornecidas pelo Irã (…) estão contribuindo para a sofisticação de ataques, “que não seriam possíveis sem o apoio do Irã”. Muitos formados da Columbia e estudantes estão entre os bravos militares que estão servindo ou serviram no Iraque e no Afeganistão. Eles, como outros americanos com filhos, filhas, pais, maridos e mulheres que estão em combate vêem, certamente, o seu governo como inimigo. O senhor pode lhes dizer e a nós por que o Irã está lutando uma guerra que não é sua no Iraque, armando a milícia Shi’a, alvejando e matando tropas americanas?" Por fim, o reitor da Columbia University, na cara da Mahomoud Ahmadinejad, disse-lhe: "Nesta semana, o Conselho de Segurança da ONU avalia ampliar as sanções contra o Irã pela terceira vez porque o seu governo se recusa a suspender o programa de enriquecimento de Urânio. (…) Por que o seu país se recusa a aderir ao padrão internacional de verificação de armas nucleares, em desafio a acordo que o senhor fez com a agência nuclear das Nações Unidas? E por que o senhor escolheu fazer o seu próprio povo vítima dos efeitos das sanções internacionais, ameaçando fazer o mundo mergulhar na aniquilação nuclear? Deixe-me encerrar com este comentário. Francamente, com toda sinceridade, senhor presidente, eu duvido que o senhor tenha coragem intelectual de responder essas questões". No Brasil, até o momento, não se viu um único desses que se dizem intelectuais apresentar coragem similar para dizer a esse ditador facínora islâmico o que deve ser dito. E não dizem porque a intelectualidade brasileira está de quatros para um governo populista imperialista.

Filme de Lula foi financiado por empresas que têm negócios com o governo Lula

O filme "Lula, o Filho do Brasil" foi patrocinado e apoiado por um grupo de empresas, a maioria delas com negócios com o governo Lula, que doou 10,8 milhões de reais para a sua feitura. A AmBev, em 2005, recebeu do BNDES 319 milhões de reais para a empresa de bebidas. A Camargo Corrêa, construtora que participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, recebeu em 2008, 102,7 milhões de reais. A CPFL Energia, distribuidora de energia, tem seu controle dividido entre a Camargo Corrêa, o BNDES e fundos de pensão de estatais. A EBX, do empresário Eike Batista, recebeu do BNDES, só este ano, mais de 3 bilhões de reais. A GDF Suez faz parte do consórcio responsável pelas obras da hidrelétrica de Jirau e recebeu do BNDES empréstimo de 7,2 bilhões de reais. AGrendene recebeu do BNDES, em 2008, financiamento de 314 milhões de reais para a aquisição total do controle acionário da Calçados Azaléia pela Vulcabrás, dos mesmos controladores da Grendene. A Hyundai recebeu apoio do governo Lula, em 2007, para a implantação da fábrica em Goiás. A Neoenergia é controlada, por meio do Banco do Brasil e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) em 61%. Em 2008, o BNDES aprovou crédito superior a 600 milhões de reais para a construção de usinas pelo grupo. A OAS foi uma das financiadoras da campanha de reeleição de Lula. Participa das obras do PAC, tendo recebido, em 2007, 107 milhões de reais. A Odebrecht venceu em 2007, em parceria com a estatal Furnas, a licitação para a construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. O valor do investimento foi definido em 9,5 bilhões de reais, com 75% do total financiado pelo BNDES. A Oi recebeu financiamento, na semana passada, do BNDES, de 4,4 bilhões de reais, o maior valor já concedido para uma empresa de telecomunicações. Desde a aquisição da Brasil Telecom (BrT), bancos públicos já aprovaram empréstimos de mais de 11 bilhões de reais ao grupo Oi. O BNDES e a Previ têm participação no bloco de controle da companhia de telefonia. A Volkswagen tem contrato com o governo Lula para o programa "Caminho da Escola" para a renovação da frota de ônibus escolares. Em agosto, entregou o primeiro lote de ônibus, pelo qual recebeu 223 milhões de reais.

Ditador do Equador compra armas para usar contra a Colômbia

Os 24 aviões de combate Super Tucano que o governo do Equador comprou do Brasil permitirão ao Equador responder a eventuais ataques da organização colombiana terrorista e traficante de cocaína Farc às forças de segurança do país na fronteira, disse no sábado o ditador Rafael Correa. Ele indicou que as aeronaves começarão a chegar em dezembro, como parte do processo de modernização das Forças Armadas. "São aviões de combate ar-terra para que, se nossas patrulhas forem atacadas pelas Farc, tenham em seguida reforço aéreo. Queremos, principalmente, proteger a vida de nossos soldados", disse o clown bolivariano Correa em seu informe semanal. O ditador já advertiu no passado às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia que "qualquer incursão no Equador será considerada um ato de guerra". O plano de modernização militar de Quito inclui também a compra de 12 aviões Mirage remodelados na África do Sul, de quatro radares chineses, de helicópteros e de aeronaves não-tripuladas. O Equador também fortalecerá a vigilância na fronteira com a Colômbia. Bem, aqui chegamos ao ponto, esse rearmamento em grande escala do Equador, promovido pelo ditador Rafael Correa, é um plano bolivariano, orquestrado pelo ditador de Caracas, Hugo Chavez, para promover uma guerra contra a Colômbia, e não tem nada contra as Farc. Ao contrário, Rafael Correa e Hugo Chavez são aliados da organização terrorista e traficante de cocaína Farc.

Hugo Chávez defende o terrorista "Chacal' em discurso

O ditador venezuelano Hugo Chávez defendeu em um discurso o terrorista conhecido como "Carlos, o Chacal", acusado internacionalmente por atentados, assassinatos e sequestros. No discurso para políticos socialistas estrangeiros, o clown bolivariano Hugo Chávez afirmou que Carlos, que é cidadão venezuelano, "não é um terrorista, mas um importante combatente revolucionário". E acrescentou: "Eu o defendo, não me importa o que vão dizer amanhã na Europa". O clown bolivariano Chávez afirmou que acreditava que Carlos tinha sido condenado injustamente e o chamou de "um dos grandes combatentes da Organização para a Libertação da Palestina". O ditador venezuelano já afirmou que Carlos é seu amigo e teria trocado cartas com ele no passado.Carlos, cujo nome real é Ilich Ramirez Sanchez, cumpre pena de prisão perpétua na França por assassinatos cometidos em 1975. Carlos ficou famoso nos anos 70 como o organizador de ataques com bombas, assassinatos e sequestros. Ele foi capturado no Sudão em 1994 e entregue à França. Na França ele foi preso e condenado por matar dois agentes secretos franceses e um informante em 1975. Ainda no discurso de sexta-feira, o presidente venezuelano também elogiou outros líderes internacionais como o presidente do Zimbábue, o celerado facínora Robert Mugabe, o fascista iraniano Mahmoud Ahmadinejad e o ex-presidente Idi Amin, ditador em Uganda. Precisa mais algum comentário? Chávez descreveu os ditadores Mugabe e Ahmadinejad de "irmãos". A respeito do ex-presidente ugandense Idi Amin, Chávez disse: "Pensamos que ele era um canibal... eu não sei, talvez ele tenha sido um grande nacionalista, um patriota". Idi Amin tomou o poder em 1971. Cerca de 300 mil pessoas foram mortas durante os oito anos de seu regime.

Vestidos de Audrey Hepburn irão a leilão em Londres


Cerca de 35 vestidos e outras peças serão vendidos em um leilão em Londres no dia em 8 de dezembro na maior venda de roupas que pertenceram à atriz, que ganhou um Oscar por seu papel de princesa fugitiva em "Roman Holiday". Hepburn, que também é conhecida por papeis tão diversos quanto Eliza em "My Fair Lady" e uma mulher cega aterrorizada em "Wait Until Dark", tinha "uma pureza e uma inocência e uma vulnerabilidade que a tornava especialmente atraente", afirmou Kerry Taylor, a leiloeira de moda que está oferecendo a coleção. "Ela personificava o visual europeu esbelto, chique e minimalista do período pós-guerra", afirmou Taylor em uma exibição dos itens: "E ela acreditava firmemente que menos é mais". Entre os destaques estão um sofisticado vestido de seda Givenchy, estilista com quem Audrey Hepburn tinha mais afinidade. Ela usou a peça para promover o filme "Paris when it Sizzles". "Era um filme terrível, mas as roupas eram maravilhosas", afirmou Taylor. A estimativa é que o vestido seja vendido por algo entre 17 mil e 25 mil dólares, mas pode superar isso. As roupas de Audrey Hepburn raramente são oferecidas em leilão. Modelos oferecidos recentemente foram vendidos por centenas de milhares de dólares. A venda foi desencadeada por um telefonema para Taylor, em junho, da amiga de longa data de Audrey Hepburn, Tanja Star-Busmann, a quem a atriz havia dado grande parte de seu guarda-roupa nos anos que antecederam sua morte em 1993, aos 63 anos. "A atriz sempre detestou desperdício", afirmou Taylor. Ela disse que 50 por cento dos recursos levantados no leilão serão doados ao Fundo Audrey Hepburn para Crianças e à Unicef, para quem Hepburn trabalhou em seus últimos anos de vida.

Celso Pitta é enterrado em São Paulo

Sob chuva forte, familiares, amigos, políticos e partidários acompanharam o enterro do ex-prefeito Celso Pitta no final da tarde de sábado, no cemitério Getsêmani, em São Paulo. Não houve discursos, apenas uma salva de palmas, e algumas pessoas que repetiram, em voz alta, o nome do prefeito. Dos familiares mais próximos, foram ao enterro a mãe de Pitta, dona Zuleica, de 89 anos, a viúva, Rony Golabeck, e os filhos Vítor e Roberta Pitta. Mais cedo, cerca de 600 pessoas compareceram ao velório, no saguão da Assembléia Legislativa. O economista e ex-prefeito de São Paulo morreu na noite de sexta-feira, aos 63 anos, no Hospital Sírio-Libanês. Ele estava internado desde 3 de novembro e tinha câncer no intestino. Pitta esteve à frente da Prefeitura de São Paulo de janeiro de 1997 a dezembro de 2000. Celso Pitta também foi casado com Nicéa Camargo, de quem se separou em 1999 e enfrentou acusações e processos. No fim do ano passado, chegou a ser condenado a pagar uma dívida de R$ 100 mil a Nicéa referente a cinco meses de pensão alimentícia atrasada. A ex-mulher não compareceu ao velório, nem o ex-prefeito Paulo Maluf, de quem Pitta foi apadrinhado.

Governo avalia licitar rede de banda larga do País

A Casa Civil da Presidência da República irá propor um modelo híbrido para a universalização da banda larga no Brasil. O modelo híbrido prevê o uso da rede pública de fibras óticas (administrada por uma estatal), e sua operação será entregue a um consórcio privado por meio de licitação. A proposta, desenhada por dois assessores próximos ao presidente bolivariano Lula e à candidata petista Dilma Roussef, André Barbosa e Cezar Alvarez (este último é membro do PT gaúcho), será entregue a Lula nesta terça-feira como parte do Plano Nacional da Banda Larga. Ela é um meio-termo entre a idéia da intervenção estatal direta (rede e operação), defendida pelo Ministério do Planejamento, e a solução de mercado, proposta pelo Ministério das Comunicações. Pelas regras da Casa Civil, o consórcio que cuidará da operação não poderia ser composto somente por empresas de telefonia, mas teria que incluir, por exemplo, provedores de acesso à internet ou empresas públicas. Além disso, a estatal é que regularia o sistema, o que significa que o consórcio não teria autonomia para definir a política de preços. A proposta prevê, ainda, que a estatal não seria um provedor de acesso à banda larga, mas promoveria somente a gestão das redes de infraestrutura ou as ampliaria.

Marido da blogueira cubana Yoani Sanchez afirma ter sido atacado por manifestantes em Havana

Reinaldo Escobar, de 62 anos, marido da cubana Yoani Sanchez, editora do blog Generación Y, que foi detida e apanhou de agentes de Estado há cerca de duas semanas, disse na sexta-feira que foi agredido por partidários da ditadura da dinastia comunista castrista nas ruas de Havana. Conforme Escobar, ele conversava com repórteres internacionais durante a Feira Universitária do Livro e da Leitura quando centenas de pessoas se aproximaram de onde estavam com gritos de "viva Fidel" e "viva a revolução". Para o marido de Yoani, a manifestação pareceu "orquestrada" pelo governo. Ainda segundo ele, cerca de 20 manifestantes foram em direção a ele e passaram a agredi-lo: "Eles puxaram meus cabelos, me chutaram e arrancaram de mim uma bolsa com livros. Perdi meus óculos". A ditadura comunista cubana respondeu rapidamente às acusações. Foi enviado por e-mail aos correspondentes internacionais no país um texto intitulado "O povo cubano está cansado de Yoani Sanchez". O texto diz que Escobar foi rapidamente resgatado da fúria da multidão por agentes do governo "para que não sofresse as consequências da ira do povo, que está cansado de tanta provocação". Escobar contou que enquanto era hostilizado pela patota castrista, um grupo de homens se aproximou e o empurrou para dentro de um automóvel. Após dirigir com ele por bairros de Havana, os homens pararam o carro e o jogaram para fora, em nenhum momento tendo os homens dito algo. Ou seja, é a velha política intimidatória dos regimes fascistas em curso. Acesse o site da blogueira cubana Yoani Sanchez e ajude a garantir a sua vida e difundir a luta contra a ditadura castrista, no endereço eletrônico http://www.desdecuba.com/generaciony/.

OEA pede diálogo e "máxima prudência" a Colômbia e Venezuela

O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), o esquerdóide José Miguel Insulza, pediu na sexta-feira aos governos de Colômbia e Venezuela para que mantenham a "máxima prudência" na crise que enfrentam, e voltou a pedir o diálogo entre as partes como solução para resolver suas diferenças. Por meio de um comunicado, Insulza manifestou sua preocupação pelos incidentes ocorridos nos últimos dias na fronteira entre os países, em referência à destruição de duas pontes sobre o rio Táchira pelo exército venezuelano, e à detenção de um "importante político colombiano" por forças militares do país chefiado pelo ditador Hugo Chávez. O ex-ministro da Defesa e atual candidato do Partido Liberal Colombiano à presidência da Colômbia, Rafael Pardo, foi detido na sexta-feira pela Guarda Nacional da Venezuela em uma ponte fronteiriça, levado ao país vizinho e liberado pouco depois.

Depois de visita ao Brasil, o fascista islâmico iraniano quer consolidar aliança com ditador Hugo Chávez

Os ditadores da Venezuela, Hugo Chávez, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, dois dos principais críticos do governo norte-americano, voltarão a se encontrar nos próximos dias para consolidar sua "aliança estratégica" e "anti-imperialista". O fascista islâmico Ahmadinejad deve passar por Caracas depois de seu encontro com o presidente bolivariano Lula, nesta segunda-feira. Nos últimos anos, o ditador Hugo Chávez se converteu no principal aliado político da república fascista do Irã na América Latina. Defensor da "construção de um mundo multipolar", além de compartilhar o discurso anti-imperialista com a ditadura iraniana, o ditador venezuelano considera o Irã um "aliado estratégico" para a consolidação do eixo sul-sul, tanto no âmbito político como econômico. Também na preparação para a guerra que o clown bolivariano quer produzir na América Latiana.

Schumacher negocia retorno e pode correr pela Mercedes GP em 2010

Michael Schumacher estaria negociando seu retorno à F-1 em 2010 com a equipe Mercedes GP, chefiada por Ross Brawn, com quem o heptacampeão trabalhou na Ferrari. Na sexta-feira, Eddie Jordan, fundador da extinta escuderia em que o alemão estreou na categoria, disse acreditar que o retorno do piloto será concretizado. Segundo Jordan, a idéia começou com um encontro entre Michael, Ross Brawn e o CEO da Daimler, Dieter Zetsche, no GP de Abu Dhabi. No entanto, Schumacher não pode correr pela Mercedes ainda porque ele tem contrato, como consultor, com a Ferrari. "Estão ativamente buscando uma possibilidade, e eu acho que vai acontecer", disse Jordan: "Acho que Ross e Michael se falaram recentemente e que Michael gosta da idéia de dirigir uma Mercedes comandada por Ross".

Lula comenta que Bush poderia ter evitado a crise se tivesse ajudasse o banco Lehman Brothers

O presidente bolivariano Lula afirmou na sexta-feira, durante evento da Ford na Bahia, que o ex-presidente George W. Bush podia ter evitado o agravamento da crise econômico internacional se interviesse no banco Lehman Brothers, que declarou quebra em setembro de 2008. "Se o presidente Bush tivesse noção do prejuízo que iria causar ao mundo a quebra do Lehman Brothers, possivelmente, com menos de 10% do dinheiro que o Tesouro americano teve que colocar no sistema financeiro, ele teria evitado que o Lehman Brothers quebrasse e teria evitado a crise financeira internacional que tomou conta do mundo por uma questão de desconfiança", afirmou ele. Lula afirmou ainda que, no Brasil, a principal consequência foi a escassez de crédito no mercado: "O dinheiro desapareceu de tal ordem do mundo que uma empresa como a Petrobras, acostumada a tomar emprestado em bancos estrangeiros bilhões e bilhões de dólares, a Petrobras não conseguia tomar emprestado um único dólar. Ela teve que se voltar para o mercado interno e vir disputar o crédito na Caixa Econômica Federal com o mutuário que precisa financiar a sua casa". Além de agravar a crise, a falta de crédito, na opinião do presidente, também provocou desconfiança em vários setores.

Terroristas das Farc queimam ônibus e matam pelo menos seis na Colômbia

Ao menos seis pessoas, duas delas crianças, morreram na sexta-feira queimadas após um grupo das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, organização terrorista e traficante de cocaína) incendiar um ônibus de passageiros no sudoeste do país. O governador do Departamento de Nariño, Antonio Navarro, afirmou que as vítimas são o motorista, três adultos e duas crianças. O ataque se registrou em um lugar conhecido como Palpis, que pertence ao município de Ricaurte. Segundo algumas testemunhas, um primeiro ônibus foi atacado a tiros, mas o motorista não parou. O segundo veículo, da empresa Transipiales, reduziu a velocidade e foi incendiado pelos guerrilheiros. O governador Antonio Navarro acusou terroristas da coluna marxista Mariscal Sucre das Farc, que atua nessa região, pelo ataque. A coluna é a principal força das Farc no país, com número de integrantes estimado em 6.000. Na mesma região, a 140 quilômetros de Pasto e 700 a sudoeste de Bogotá, a polícia e o Exército ainda travam combates com terrorista do grupo.