sexta-feira, 14 de maio de 2010

Advogado do PT diz que Dilma não sabia da propaganda ilegal do programa do PT

O advogado da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, apresentou defesa em cinco representações ajuizadas contra ela no Tribunal Superior Eleitoral. Em todos os casos, ele pede que a Corte julgue improcedente os pedidos, alegando que além de não ter ficado caracterizada a prática de propaganda eleitoral antecipada, . “em nenhum momento se comprova que Dilma Rousseff tinha conhecimento prévio de eventuais manifestações a seu favor nos eventos questionados". Nas representações, o presidente Lula é acusado de, sozinho ou em companhia de outras personalidades e entidades ligadas ao PT, fazer propaganda eleitoral em favor de Dilma, antes do período permitido por lei. “Como não demonstrado na peça de ingresso que a representada tivesse prévio conhecimento de suposta manifestação propagandística de futura e, portanto, eventual candidatura, inviável a pretensão de aplicação de multa, que não se admite por mera presunção do dolo na prática que se pretende imputar”, afirma o advogado. As representações chegaram ao TSE entre 16 de abril e 4 de maio deste ano, sob o argumento de que houve propaganda eleitoral antecipada. Três delas são sobre a realização de propaganda durante as comemorações do Dia do Trabalhador, em 1º de maio em São Paulo. Em outra ação, o questionamento é o pronunciamento oficial do presidente da República, feito em cadeia nacional de rádio e TV, em 29 de abril, para saudar os trabalhadores. Já a representação de 16 de abril acusa ter havido um ato de campanha eleitoral em favor de Dilma no evento “Encontro da Defesa do Trabalho Decente”, realizado em 10 de abril, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo (SP). A defesa é interessante. O advogado do PT não nega a campanha eleitoral antecipada feito ilegalmente pelo PT. Ele até admite as “eventuais manifestações de apoio” à candidata petista. O que ele nega é que Dilma Rousseff soubesse de alguma coisa. Trata-se de um clássico do petismo. É o famoso “eu não sabia!” Dilma é mesmo uma criação Dele!!!!!

Petista Bebel e sindicato petista Apeoesp multados em R$ 7 mil

A Apeoesp (sindicato petista de professores da rede oficial de ensino de São Paulo, cujos membros queimam livros), que é dirigido pela petista "Bebel", promoveram arruaças nas ruas de São Paulo contra o candidato José Serra, do PSDB, e agora foram condenados pelo Tribunal Superior Eleitoral. O que esse petezada fez em São Paulo não foi greve, mas campanha eleitoral escancarada em favor do PT, da sua candidata, usando verbas do sindicado, o que é proibido por lei. Pois bem, o PSDB entrou com uma representação na justiça eleitoral, e a Procuradoria Geral da República deu um parecer acompanhando a denúncia do partido. Nesta sexta-feira o Tribunal Superior Eleitoral aplicou uma multa de R$ 7 mil ao sindicato e a Bebel por “propaganda eleitoral negativa” contra o candidato tucano à Presidência, José Serra. A representação contra a entidade foi feita pelo PSDB e DEM. Em sua defesa, o sindicato disse que sua mobilização não tinha caráter eleitoral. Não? Uma das palavras de ordem da questão trabalhista era: “Vamos quebrar a espinha dorsal deste governo”. Ou outra: “Serra não será eleito presidente da República”. Para complementar, as ações de Bebel, filiada ao PT, foram empreendidas com o apoio da cúpula do partido. Um dia antes de ela organizar o “bota-fora de Serra”, participou de outro ato ilegal, em companhia de Dilma, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O PSDB também entrou com uma representação contra este evento ilegal.

Petista Bebel e sindicato petista Apeoesp multados em R$ 7 mil

A Apeoesp (sindicato petista de professores da rede oficial de ensino de São Paulo, cujos membros queimam livros), que é dirigido pela petista "Bebel", promoveram arruaças nas ruas de São Paulo contra o candidato José Serra, do PSDB, e agora foram condenados pelo Tribunal Superior Eleitoral. O que esse petezada fez em São Paulo não foi greve, mas campanha eleitoral escancarada em favor do PT, da sua candidata, usando verbas do sindicado, o que é proibido por lei. Pois bem, o PSDB entrou com uma representação na justiça eleitoral, e a Procuradoria Geral da República deu um parecer acompanhando a denúncia do partido. Nesta sexta-feira o Tribunal Superior Eleitoral aplicou uma multa de R$ 7 mil ao sindicato e a Bebel por “propaganda eleitoral negativa” contra o candidato tucano à Presidência, José Serra. A representação contra a entidade foi feita pelo PSDB e DEM. Em sua defesa, o sindicato disse que sua mobilização não tinha caráter eleitoral. Não? Uma das palavras de ordem da questão trabalhista era: “Vamos quebrar a espinha dorsal deste governo”. Ou outra: “Serra não será eleito presidente da República”. Para complementar, as ações de Bebel, filiada ao PT, foram empreendidas com o apoio da cúpula do partido. Um dia antes de ela organizar o “bota-fora de Serra”, participou de outro ato ilegal, em companhia de Dilma, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O PSDB também entrou com uma representação contra este evento ilegal.

Para TSE, PT extrapola em propaganda em benefício da candidata Dilma Rousseff

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral avaliam que passou dos limites aceitáveis a propaganda em benefício da candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff. De acordo com eles, o auge do desrespeito às regras ocorreu na noite de quinta-feira, quando foi transmitido em rede nacional de rádio e de televisão o programa partidário do PT. Devido ao que ministros consideram um comportamento reincidente do partido, ganha força no Tribunal Superior Eleitoral a tese de que poderá ter sucesso no tribunal uma eventual representação da oposição acusando a petista Dilma Rousseff de abuso de poder político e uso dos meios de comunicação em prol da candidatura ao Planalto. Previsto na lei complementar 64, esse tipo de representação pode levar à inelegibilidade do político e de quem o ajudou na prática dos atos irregulares além da cassação do registro do candidato que foi beneficiado pelo abuso de poder. Ministros do Tribunal Superior Eleitoral entendem que há espaço para os partidos de oposição questionarem nos próximos dias a propaganda de quinta-feira, pedindo que Dilma Rousseff e o PT sejam punidos com multa. De acordo com a expectativa de ministros do tribunal, se isso ocorrer, o tribunal deverá determinar uma punição ao partido e à candidata, a exemplo do que ocorreu na quinta-feira. Na ocasião, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu cassar o programa partidário do PT em 2011 e multou o partido em R$ 20 mil e a candidata petista em R$ 5 mil. O tribunal concluiu por unanimidade que o programa exibido pelo partido em rede nacional de rádio e TV em dezembro foi, na realidade, uma propaganda eleitoral antecipada em benefício da candidatura de Dilma Rousseff. “Há na propaganda elogios à representada (Dilma) na qualidade de líder e administradora. O programa desbordou dos limites legais, ganhando nítidos contornos eleitorais. Nem acho que a propaganda foi dissimulada”, afirmou o relator da representação no julgamento de quinta-feira, ministro Aldir Passarinho. Um dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral disse que a equipe responsável por fazer as propagandas do partido e dos candidatos deveria começar a ouvir mais o corpo jurídico que assessora a campanha para evitar que a situação se agrave perante a Justiça Eleitoral. Até agora o Tribunal Superior Eleitoral tem sido de uma condescendência escandalosa em relação aos crimes cometidos pelo PT. E não é por falta de poder do tribunal, que afinal de contas já cassou o mandato de prefeitos e governadores. Portanto, o que está faltando para agir em relaão ao PT e à campanha da petista Dilma Rousseff?

De Reinaldo Azevedo: "SOBRE TERRORISMO E DEMOCRACIA"

Uma das mentiras muito influentes que andam por aí, na qual, diga-se, Dilma Rousseff navega e com a conivência da imprensa, é que as ações terroristas foram a única saída dos que se opunham à ditadura por causa do famigerado AI-5. Ah, eu também teria sido contra o golpe se tivesse idade, em 1964, para dizer um tanto além de “gu-gu-dá-dá…”. E também teria me oposto ao AI-5 se, em 1968, não estivesse ocupado, aprendendo a fazer pipa — e com goma arábica, porque cola do tipo Tenaz ainda era uma certa novidade nas chamadas “classes populares”, que é como Dilma chama o povaréu, no seu marxistês. Eu, como todo mundo, sou a favor das coisas boas e contra as coisas ruins. Mas é mentira que os atentados terroristas aconteceram no Brasil só depois do AI-5. Mentira das bravas. Houve 19 homicídios praticados por organizações de esquerda antes do fatídico 13 de dezembro de 1968, dois deles praticados pelo Colina — a organização a que Dilma pertencia. A mais ousada das ações do período pré-AI-5 foi o ataque ao Quartel General do II Exército, em São Paulo, que matou o soldado Mario Kozel Filho. Foi comandado pela VPR, que depois se juntou ao Colina, de Dilma, para dar origem à VAR-Palmares. Algumas das pessoas que participaram daquela ação receberiam, mais tarde, indenização!!!
Seguem, abaixo, 19 atentados ocorridos antes da decretação do AI-5
AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5
1 - 12/11/64 - Paulo Macena, Vigia - RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto
2 - 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército - Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.
3 - 25/07/66 - Edson Régis de Carvalho, Jornalista - PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos.
4 - 25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes, almirante - PE
Morto no mesmo atentado no Aeroporto Internacional de Guararapes 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.
5 - 28/09/66 - Raimundo de Carvalho Andrade - Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.
6 - 24/11/67 - José Gonçalves Conceição (Zé Dico) - fazendeiro - SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas (Edmur era um negro comunista, originário do Partido Comunista Brasileiro; em Porto Alegre, onde exerceu sua militância durante um bom tempo, ele
confidenciou para o jornalista Marcos Faerman, então seu companheiro no PCB, que havia racismo dentro do partido, que no Rio de Janeiro os principais dirigentes do "Partidão" davam-lhe como tarefa engraxar os seus sapatos e os de suas mulheres; Edmur era gentilissimo com a então noiva do jornalista).
7 - 15/12/67 - Osíris Motta Marcondes, bancário - SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.
8 - 10/01/68 - Agostinho Ferreira Lima - Marinha Mercante - Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.
9 - 31/05/68 - Ailton de Oliveira, guarda Penitenciário - RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a
fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani
10 - 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao
carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.
11 - 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu
atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.
12- 27/06/68 - Nelson de Barros - Sargento PM - RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.
13 - 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.
14 - 07/09/68 - Eduardo Custódio de Souza - Soldado PM - SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.
15 - 20/09/68 - Antônio Carlos Jeffery - Soldado PM - SP
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS (ele montou e operou o esquema do petismo gaúcho para extrair dinheiro da jogatina em favor do partido e dos seus candidatos, e foi um dos principais indiciados da CPI do governo Olívio Dutra).
16- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os
levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).
17 - 24/10/68 - Luiz Carlos Augusto - civil - RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.
18 - 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil - RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).
19 - 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.
Abaixo, só para registro histórico, seguem as pessoas mortas pelo Colina, pela VPR e pela VAR-Palmares, que resultaram da fusão das outras duas.
PESSOAS ASSASSINADAS PELA VPR OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
- 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP
- 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
- 09/05/69 - Orlando Pinto da Silva - Guarda Civil - SP
- 10/11/70 - Garibaldo de Queiroz - Soldado PM - SP
- 10/12/70 - Hélio de Carvalho Araújo - Agente da Polícia Federal - RJ
- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário - RJ
PESSOAS ASSASSINADAS PELA VAR-PALMARES OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 11/07/69 - Cidelino Palmeiras do Nascimento - Motorista de táxi - RJ
- 24/07/69 - Aparecido dos Santos Oliveira - Soldado PM - SP
- 22/10/71 - José do Amaral - Sub-oficial da reserva da Marinha - RJ
- 05/02/72 - David A. Cuthberg - Marinheiro inglês - Rio de Janeiro
- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário - RJ
PESSOAS ASSASSINADAS PELO COLINA OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 29/01/69 - José Antunes Ferreira - guarda civil-BH/MG
- 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
- 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil - RJ
Se é para falar do passado, vamos nos ater, então, aos fatos, não é mesmo?
Nota da Redação - do jornalista Vitor Vieira - Existiam, sim, em 1968, outras alternativas para fazer oposição à ditadura militar, além da aventura militaresca de alguns grupelhos. No Rio Grande do Sul, o POC (Partido Operário Comunista), resultante da fusão da Política Operária (Polop, minúscula no Estado, mais significativa em Minas Gerais, onde Dilma Rousseff a integrou) com a Dissidência do Partido Comunista Brasileiro (de onde se origina o advogado Carlos Araujo, ex-marido da candidata neopetista), dividiu-se nesta discussão se deveria de dedicar à luta armada ou se deveria se preparar para a "luta de massas", organizando o operariado desde as bases (é preciso não esquecer que se tratava de partido revolucionário, destinado a realizar a revolução comunista, implantar a ditadura do proletariado, e não uma democracia nos marcos institucionais). Nem todos os resistentes, naquele período, fizeram parte de organizações revolucionárias comunistas. E estes revolucionários comunistas que resolveram pegar em armas, inspirados no livreto do francês Regis Debray, destruíram não só as tentativas das outras organizações comunistas de organizar um trabalho de massas e de bases, como também criaram gigantescas dificuldades para a retomada da democracia ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro), criado em 1966, que passou a atuar nos marcos institucionais pela redemocratização do País, e onde se abrigaram os pedaços restantes dos partidos comunistas que concluíram que a via institucional era o caminho correto para reconstruir o Estado Democrático de Direito no País. Portanto, não queiram Lula, os petistas, e a própria candidata petista, Dilma Rousseff, apresentá-la agora também como a "Mãe da Democracia" no Brasil. Isso é uma gigantesca e criminosa deturpação da história. Nem Stalin seria capaz de tanto...
PS - os comunistas que resolveram seguir Regis Debray, francês que atuou junto a Che Guevara na Bolívia, pretendiam, como dizia esse "teórico" do comunismo, fundar "um, dois, mil Vietnãs".

Dilma diz que, se eleita, vai implantar cotas raciais também na pós-graduação

A neopetista Dilma Rousseff afirmou na noite desta sexta-feira, na abertura do Encontro Nacional de Negras e Negros do PT, que se eleita ampliará a política de cotas raciais no ensino, “queiram eles ou não”. Faltou ela esclarecer quem são "eles"? E chegou a apoiar manifestação do público defendendo a adoção do sistema para o ingresso em mestrado e doutorado. “O que nos une é o compromisso de que nós vamos fazer políticas afirmativas ou de cotas queiram eles ou não”, discursou Dilma, que acolheu depois manifestação vinda da plateia: “Isso, cota pra mestrado, pra pós-graduação”. O governo, que desde 2004 tenta aprovar no Congresso um modelo de cotas raciais para a graduação das universidades federais, adota atualmente essa política no ProUni, o programa de subsídio nas universidades particulares a estudantes de baixa renda. Na pauta de julgamentos do Supremo Tribunal Federal há uma ação que questiona a constitucionalidade do sistema. No discurso na reuniuão petista Dilma afirmou que “entre os pobres há um contingente enorme da população negra” e também defendeu a presença de negros no Itamaraty. Ela afirmou no encontro que o presidente Lula dará o nome “Zumbi dos Palmares” ao próximo petroleiro brasileiro.