segunda-feira, 31 de maio de 2010

Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio e chegar até Gaza

A Marinha de Israel atacou nesta segunda-feira uma frota de seis navios, que levavam mais de 700 ativista e militantes de apoio à organização terrorista Hamas, que domina pela força a Faixa de Gaza. Supostamente, essa frota pretendia levar mantimentos e outros equipamentos para os terroristas do Hamas. Conforme a TV israelense, podem ter morrido até 16 desses militantes a bordo dos navios da frota. As autoridades de Israel haviam dado vários avisos aos navios para que não ousassem ultrapassar a linha das águas territoriais de Israel e da Faixa de Gaza. Imagens da TV turca feitas a bordo do barco turco que liderava a frota mostram soldados israelenses lutando para controlar os passageiros. As imagens mostram algumas pessoas, aparentemente feridas, deitadas no chão. O som de tiros pode ser ouvido. A TV árabe Al-Jazeera relatou, da mesma embarcação, que as forças da Marinha israelense haviam disparado e abordado o barco, ferindo o capitão. A transmissão das imagens pela Al-Jazeera foi encerrada com uma voz gritando em hebraico: "Todo mundo cale a boca!". A frota de seis embarcações havia deixado as águas internacionais próximo à costa do Chipre no domingo e pretendia chegar a Gaza nesta segunda-feira. Israel havia dito que bloquearia a passagem dos barcos e classificou a campanha de "uma provocação com o intuito de deslegitimar Israel". Israel decretou um bloqueio quase total à entrada de mercadorias na Faixa de Gaza desde que o grupo terrorista islâmico Hamas, que é apoiado e armado pelo Irã, tomou à força o controle da região, em junho de 2007. O Hamas é responsável pelos disparos de dezenas milhares de mísseis contra o território israelense na última década.

Gaza flotilla: 2 dead, dozens injured in navy boarding

Do Jerusalem Post: Passengers tried to wrest weapons from soldiers, Army Radio reports; Turkish leadership call emergency meeting to discuss response to attack at sea, call in Israeli ambassador. Passengers tried to grab weapons away from soldiers boarding the Gaza protest flotilla, starting the violence, Army Radio reported Tuesday morning, responding to accusations that Israeli commandos assaulted the ships guns blazing. Activists aboard the ships repeatedly said they would not respond with violence to the navy's interception of their flotilla.

At least two activistswere killed and dozens more were wounded in clashes as hundreds of Israeli commandos boarded the ships, firing guns and employing gas, Turkish media and Al-Jazeera reported earlier Tuesday morning. Al-Jazeera reported Turkish leaders called an emergency meeting to discuss responses to the attack at sea. The Israeli ambassador in Turkey was called in to offer explanations, according to a report. Hamas Prime Minister Haniyeh came on Al-Jazeera to condemn the “brutal attack” and called on the UN to intervene on the activists' behalf. Apparently, IDF attempts to prevent broadcasting from the ships were unable to block the Turkish camera crew on board one of the ships. The flotilla's change of course earlier in the night to force the confrontation with the navy to occur in daylight seemed to have succeeded. The attack began still under cover of dark, but continued in daylight. Earlier tonight, the IDF contacted the boats by radio, clarified that the Gaza Strip is a closed military zone and offered the sailors two options: to follow the navy to Ashdod Port or be commandeered by commandos, according to flotilla organizers. The initial contact took place about 200 km. off the Gaza Coast. Flotilla organizers said they detected three Israel Navy ships on the radar. Passengers on the ships were instructed to don life vests as organizers warned of potential Israeli violence. Israel Radio quoted the flotilla’s organizers as saying they did not expect the navy to meet them so far out at sea. International activists promised to send more aid ships to the besieged Gaza Strip late Sunday night, as the Israel Navy moved to intercept a flotilla of international vessels that were attempting to break the blockade of the Strip. Israeli Navy ships set sail earlier Sunday night for what was expected to be a dramatic showdown out at sea as they try to prevent a flotilla of international aid ships from breaking the blockade on the Gaza Strip.

Empresa que fez marketing de Maria do Rosário reclama de calote de R$ 2 milhões

O Ministério Público Eleitoral gaúcho recebeu na semana passada uma denúncia contra a deputada federal petista Maria do Rosário, candidata derrotada na eleição para a prefeitura de Porto Alegre em 2008. Os advogados da empresa de marketing, que fez sua campanha, a 2008 Comunicação, acusam-na de ter dado um calote de 1,95 milhão de reais em seu cliente. O agravante para a parlamentar petista é que teria deixado de declarar, segundo os advogados, a despesa e a dívida à Justiça Eleitoral, o que constitui crime de falsidade ideológica e estelionato. Se for processada e condenada, ela não poderá se reeleger. É o que prevê o projeto Ficha Limpa.

Banco Central protege ‘caixa preta’ das ONGs

O site do jornalista Claudio Humberto informa que a CPI das ONGs do Senado, que pouco consegue investigar, notificou o Banco Central a informar o volume de recursos enviados do exterior para financiar a atuação de Organizações Não-Governamentais no País. Apesar do amparo legal da CPI, o BC se recusou a informar. Alegou em ofício ao presidente da CPI, senador Raimundo Colombo (DEM-SC), que “não pode quebrar o sigilo bancário” das ONGs. A Constituição dá poderes de quebra de sigilos às CPIs do Congresso. Mas o Banco Central parece não dar muita bola para isso. A CPI calcula que mais de R$ 100 milhões são enviados às ONGs no Brasil. Só o Greenpeace receberia mais de R$ 12 milhões da Holanda. A recusa do BC pode custar caro. O diretor ou até Henrique Meirelles, o presidente, podem ser conduzidos sob vara para prestar informações. A CPI das ONGs, que patina, foi criada em 2007 no Senado para apurar irregularidades na operação de ONGs brasileiras e estrangeiras.

Ministério Público investiga ampliação ilegal de lixão de Curitiba

O Ministério Público do Paraná abriu investigação para apurar denúncia de ampliação irregular do aterro sanitário de Curitiba, depósito de lixo que tem de ser desativado em novembro. Moradores do bairro da Caximba, onde fica o aterro, encaminharam a denúncia com fotografias que apontam a ampliação. O grupo de habitantes do Caximba apresentou ao Ministério Público imagens dos locais irregulares, como a estrada localizada em volta do aterro. De acordo com os moradores, as margens desta via estão sendo preparadas com a cobertura de mantas plásticas, para receber novos resíduos. Saturado, já em esgotamento de sua capacidade de receber lixo de Curitiba e mais 19 municípios da região metropolitana, o depósito de lixo funciona com autorização judicial. A Promotoria do Meio Ambiente pediu ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) que faça a fiscalização para verificar se as informações repassadas pelos moradores procedem. O Ibama tem prazo de dez dias para responder ao pedido. "Estamos desde 2004 dizendo aos administradores públicos que adotem medidas para reduzir o lixo que vai para a Caximba", afirma o procurador do Meio Ambiente, Saint-Clair Honorato dos Santos. O comerciante Jatir de Lima, que preside a Adecom (Aliança de Desenvolvimento Comunitário da Caximba), afirma que a prefeitura não respeitou ordem judicial: "Eles jamais poderiam usar áreas novas para continuar a jogar lixo no aterro. Isso foi uma ampliação ilegal". Segundo Jatir Lima, moradores passaram a sentir nos últimos dias um forte mau cheiro semelhante ao de gás exalado do aterro. "Aquele aterro é uma bomba relógio. Estamos lutando há mais de dois anos para fechar aquele lugar", afirma o ex-presidente do IAP (Instituto Ambiental do Paraná), Victor Hugo Burko. A prefeitura nega estar desrespeitando um acordo feito sobre as áreas antigas do aterro. O acerto teve respaldo judicial por meio de laudos técnicos. Segundo sua assessoria, as áreas serão reutilizadas para continuar a receber os detritos até o encerramento das atividades do aterro. Uma licitação comandada pela prefeitura foi anulada pela Justiça. O plano é estabelecer um novo consórcio privado para o recolhimento e beneficiamento do lixo, enquanto isso vai sendo beneficiada a empresa Cavo, por meio de contrato emergencial.

Herdeiro de Uribe vai com enorme vantagem para o segundo turno na Colômbia

Juan Manuel Santos, herdeiro e indicado do presidente Alvaro Uribe, terminou com grande vantagem o primeiro turno da eleição presidencial na Colômbia, neste domingo, alcançando mais de 46% dos votos, bem à frente de Antanas Mockus (21,5%), o querido da petralhada. Os dois irão ao segundo turno no dia 20 de junho. Os colombianos se manifestaram muito clara neste domingo pela "continuidade" representada por Juan Manuel Santos, que ficou muito perto de uma vitória no primeiro turno. Juan Manuel Santos, que nunca chegou a um cargo pelas urnas, centrou a sua campanha em suas conquistas à frente do Ministério da Defesa, entre 2006 e 2009. Durante esse período, ele aplicou duros golpes nos terroristas e traficantes de cocaína das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), organização bolivariana, que faz parte do Foro de São Paulo, fundado por Lula e pelo ditador com(andante) Fidel Castro. O principal golpe aplicado pelo ex-ministro Juan Manuel Santos se configurou na Operação Xeque, na qual foram resgatados 15 reféns, entre eles a franco-colombiana Ingrid Betancourt, no dia 2 de julho de 2008. Segundo os resultados relativos à apuração de 99% dos votos divulgados pela comissão eleitoral às 21 horas, Juan Manuel Santos, candidato do Partido Social de Unidade Nacional (Partido de la U, de Uribe), obteve 6,7 milhões de votos contra 3,1 milhões para o ex-prefeito de Bogotá, Antanas Mockus, candidato do Partido Verde. German Vargas Lleras, da Mudança Radical, membro da coalizão que levou Uribe ao poder, obteve 10% dos votos. O candidato esquerdita Gustavo Petro (Polo Democrático Alternativo) ficou em quarto, com 9% dos votos, seguido de Noemi Sanin, do Partido Conservador (6%), e de Rafael Pardo, candidato do Partido Liberal (centro-esquerda, 4,3%). Desde as 17 horas, eleitores do ex-ministro da Defesa, de 58 anos, comemoravam nas imediações do hotel onde ele estava reunido com sua equipe. "Santos é como Uribe, vai lutar contra a guerrilha e contra o narcotráfico", explicava Sandi Ochoa, 30 anos, exibindo um cartaz de Santos, perto de Corferias, um dos maiores centros de votação da capital. Entre os partidários do "bicho-grilo" Antanas Mockus, o clima era de tristeza. "É decepcionante para a Colômbia que uma alternativa tão decente com Mockus não seja vitoriosa", reagiu Jorge Millan, acusando o presidente atual de ter tomado partido abertamente por Santos. Cerca de 30 milhões de eleitores foram convocados às urnas neste domingo para o primeiro turno desta eleição presidencial que marca o fim da era Uribe, que chegou ao poder em 2002 e que a política de combate forte à guerrilha das Farc tornou muito popular. Com 99,24% das urnas apuradas, candidato governista é amplamente o mais votado na Colômbia. O candidato governista Juan Manuel Santos se consolidou como o mais votado nas eleições colombianas neste domingo, com 46,57% dos votos e 99,24% das urnas apuradas. Contudo, a porcentagem leva Santos ao segundo turno, cuja data prevista é 20 de junho. Seu oponente é o candidato do Partido Verde, Antanas Mockus, que obteve 21,48% dos votos. Germán Vargas Lleras, do Mudança Radical, foi o terceiro mais votado, com 10,14%. Os outros candidatos são Gustavo Petro, do Polo Democrático Alternativo, com 9,16%, Noemi Sanín, do Partido Conservador Colombiano, 6,14%; e Rafael Pardo, do Partido Liberal, com 4,37%. O presidente colombiano Álvaro Uribe disse, ao término do pleito que vai definir o seu sucessor, que o país recuperou a liberdade política que estava sequestrada, além de agradecer às Forças Armadas e aos cidadãos. "A Colômbia recuperou a liberdade política que estava sequestrada pelo terrorismo. Graças às Forças Armadas, graças à cidadania", disse o presidente, em comunicado. No total, 29,9 milhões de colombianos foram convocados às urnas. Os centros eleitorais colombianos fecharam neste domingo às 16h (18h de Brasília), encerrando o primeiro turno da eleição presidencial do país, em um processo eleitoral marcado pelo grande comparecimento às urnas. "Neste momento está encerrada a votação", anunciou Luis Guillermo Villegas, funcionário da instituição encarregada da organização das eleições. Neste turno nove candidatos se apresentaram, dos quais despontam como favoritos Juan Manuel Santos, do Partido Social da Unidade Nacional (La U, direita), e Antanas Mockus, do Partido Verde, segundo as últimas pesquisas realizadas antes da eleição. Caso nenhum deles obtenha mais de 50% dos votos, será necessário um segundo turno, que será realizado no dia 20 de junho. Houve um grande comparecimento de eleitores aos centros de votação. Para esta eleição foram convocados cerca de 29,9 milhões de colombianos. A participação esperada era de entre 50% e 53%, acima do índice de 45,5%, de 2006. A grande novidade desse primeiro turno da eleição foi o monumental fracasso dos institutos ditos de pesquisas eleitorais. Até a véspera da eleição eles apontaram que o "bicho-grilo! Mockus, preferido dos bolivarianos, estava empatado com Juan Manuel Santos. Abertas as urnas, verifica-se que a diferença entre os dois era de mais de 20 pontos percentuais. Esses institutos precisam ser investigados e denunciados criminalmente por fraude eleitoral.

Fatia da União em empresas cresceu 50% desde 1995

A participação da União na economia extrapola as já conhecidas estatais e empresas de economia mista, como Petrobras e Eletrobrás, e se estende a hotéis, centros de convenções, indústrias de bebidas, bancos, cooperativas agrícolas e até fábrica de lingerie, já fechada. Ao todo, incluindo as estatais, o governo está presente em cerca de 330 empresas espalhadas pelo País, de acordo com levantamento da ONG Contas Abertas. A ONG constatou ainda que o valor dessas participações cresceu 50,9% desde 2005, quando estava em R$ 119,815 bilhões, e agora ultrapassa R$ 180,8881 bilhões, em 21 de maio passado. A valorização das ações das estatais nos últimos anos é a principal razão para o aumento da participação do governo, mas uma parcela do crescimento deve -se à injeção de recursos públicos nessas empresas. Ainda há outros R$ 4,9 bilhões para serem incorporados ao patrimônio público. Ou seja, o governo petista de Lula deu o maior incremento ao chamado capitalismo de Estado. É bom lembrar que essas participações estatais no capital de empresas privadas permitem a nomeação de companheiros, e graciosos jetons, para seus conselhos de administração. Assim, a casta sindicaleira passou a ser tornar sócia dos seus próprios empregadores, e patroa de seus companheiros de trabalho. Não é mesmo uma inacreditável produção do petismo nacional?

Serra critica Lula pela primeira vez, e mais uma vez o Estado narcotraficante da Bolívia

Em visita ao Mato Grosso, o presidenciável José Serra (PSDB), elevou o tom contra o presidente Lula no sábado, e reforçou as acusações contra a ajuda da Bolívia a narcotraficantes. "O presidente da República é o culpado pela falta de segurança, porque ele é o corresponsável", disse Serra. O ex-governador de São Paulo voltou à carga contra o presidente da Bolívia, o índio cocaleiro trotskista Evo Morales. Serra acusou o mandatário do país vizinho de "no mínimo" fazer vistas grossas para o tráfico de drogas que age no Brasil e passa pela fronteira sem nenhuma fiscalização. "Parece que virou política de governo, mandar coca e destruir nossa juventude. Noventa por cento da cocaína consumida no Brasil vem da Bolívia", atacou Serra. Segundo ele, Morales abandonou um programa de erradicação da planta de coca no país vizinho: "Ele é cúmplice porque expandiu em três vezes a produção. A coca precisa parar de entrar no Brasil, porque está destruindo a juventude brasileira", afirmou. Com a pasta de cocaína que vem da Bolívia é feito o crack que destrói milhares de vidas de brasileiros todos os dias.

Polícia Federal avaliza visão de Serra sobre a Bolívia e sua exportação de cocaína

Documentos oficiais produzidos pelo governo durante a gestão do presidente Lula reforçam a acusação de José Serra (PSDB) contra o governo da Bolívia. Dados divulgados pelo governo Lula avalizam a versão do tucano. Uma autoridade da Divisão de Controle de Produtos Químicos da Polícia Federal disse que, segundo relatórios oficiais da Polícia Federal, 80% da cocaína distribuída no País vem da Bolívia, a maior parte na forma de "pasta". O refino é feito no Brasil. Para a Polícia Federal, a evolução do tráfico revela que há "leniência" do país vizinho. Serra usou uma expressão semelhante: "corpo mole". Em um documento endereçado à Comissão de Relações Exteriores da Câmara, em 2007, o Itamaraty disse que, "entre 2005 e 2006, a área de produção de folha de coca na Bolívia cresceu de 24.400 para 27.500 hectares".

Só sete Estados acatam lei de transparência e revelam gastos

No dia seguinte à entrada em vigor da mais ampla lei já criada sobre a transparência das contas públicas no país, 19 Estados, além do Distrito Federal, não cumprem integralmente as novas regras. Apenas Acre, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Santa Catarina e Tocantins esmiúçam seus gastos, com a identificação específica e diariamente atualizada dos produtos e serviços adquiridos pelo governo. A lei, que complementa a Lei de Responsabilidade Fiscal, prevê, entre outros pontos, "a disponibilização mínima dos dados referentes ao bem fornecido ou ao serviço prestado, à pessoa física ou jurídica beneficiária do pagamento". Quem descumprir as determinações contidas na lei, assinada pelo presidente Lula em maio de 2009, poderá sofrer bloqueio de transferências da União e se ver alvo de acusações sobre improbidade administrativa. A lei abrange todos os Estados, o Distrito Federal e municípios brasileiros, as Assembléias Legislativas, os tribunais de Justiça, os tribunais de contas e o Ministério Público. Os municípios com menos de cem mil habitantes terão prazo até 2011. Resumindo, o site deve publicar online, diariamente, todos os "empenhos" (reserva de dinheiro para pagamento da compra de um produto ou serviço) assinados. Mas ainda fica faltando publicar os atos referentes à liquidação dos empenhos (o efetivo pagamento).

Site mostra que assessor em Santa Catarina recebeu R$ 1,3 milhão

O governo de Santa Catarina foi um dos que ofereceram o maior grau de abertura de suas "caixas-pretas" ao público. No entanto, o novo site, que entrou no ar na última quinta-feira, não permite identificar como foi gasto mais de R$ 1,3 milhão pagos ao chefe de gabinete do atual governador, Leonel Pavan (PSDB). O site www.prestandocontas.sc.gov.br permite saber que o cidadão Gil Koeddermann recebeu R$ 1,375 milhão, desde janeiro de 2009. Contudo, não é possível saber o que foi feito com a verba, repassada a título de "representação oficial" e de "manutenção de palácios". Pavan, que era vice até o fim de março, foi denunciado pelo Ministério Público Estadual sob acusação de corrupção passiva.

José Alencar recebe alta e deixa hospital em São Paulo

O vice-presidente da República, José Alencar, de 78 anos, recebeu alta médica e deixou o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, ao meio-dia de sábado. Ele foi internado na noite da última quinta-feira com febre e alegando cansaço, o que chegou a preocupar um dos médicos responsáveis pelo tratamento. A equipe médica que o atende avaliou que um dos medicamentos do tratamento de quimioterapia a que ele se submete foi o responsável pelo quadro de anemia, água no pulmão e leve insuficiência renal que o vice-presidente apresentou. José Alencar fez transfusão de sangue e iniciou um tratamento com diurético para a eliminação do líquido acumulado no corpo. O quadro de saúde do vice-presidente é considerado bom pelos médicos. Alencar trata um câncer na região abdominal há mais de dez anos, e já fez 15 cirurgias.

Dilma infla ação federal na venda de PCs

Na semana em que priorizou a "inclusão digital" em seu site, Dilma Rousseff (PT) apontou números de vendas de computador acima dos divulgados pelo mercado, errou cálculos e supervalorizou o papel do governo na comercialização de PCs. No programa "Fala Dilma" da última quinta-feira, a petista disse considerar o programa federal "Computador para Todos" como muito importante no aumento do número de famílias brasileiras com PCs. De acordo com a pré-candidata petista, o objetivo do programa era baratear o preço por meio da redução dos tributos e massificar as vendas com financiamentos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal à população interessada. Dilma dá a entender que atribui somente ao governo a expansão da venda de computadores, que chegaram a 18 milhões de lares em 2008, mais do que o dobro de 2004. Um dos motivos do aumento foi de fato a isenção de tributos que o governo concedeu ao setor, mas a expansão foi estimulada também pelas quedas do dólar e dos preços dos computadores em todo o mundo.

Vale vende 30% de usina de pelotização em Omã

A Vale anunciou no sábado a venda de parte de uma central de pelotização em Omã para a estatal Oman Oil Company. A mineradora informou que chegou a um acordo para vender 30% da Vale Oman Pelletizing Company LLC por US$ 125 milhões para a estatal, que é subsidiária integral do governo do sultanato. A VOPC é uma empresa constituída pela Vale para construir e operar uma central de produção de pelotas de ferro em Omã, com capacidade de produzir nove milhões de toneladas métricas por ano e cujo início de operações está previsto para o segundo semestre. A empresa justificou o negócio como uma "associação estratégica" com o governo de Omã.

Vale vende 30% de usina de pelotização em Omã

A Vale anunciou no sábado a venda de parte de uma central de pelotização em Omã para a estatal Oman Oil Company. A mineradora informou que chegou a um acordo para vender 30% da Vale Oman Pelletizing Company LLC por US$ 125 milhões para a estatal, que é subsidiária integral do governo do sultanato. A VOPC é uma empresa constituída pela Vale para construir e operar uma central de produção de pelotas de ferro em Omã, com capacidade de produzir nove milhões de toneladas métricas por ano e cujo início de operações está previsto para o segundo semestre. A empresa justificou o negócio como uma "associação estratégica" com o governo de Omã.

Engenheiros da BP falham mais uma vez na tentativa de conter vazamento

Os engenheiros da BP (British Petroleum) falharam mais uma vez no sábado na tentativa de conter o vazamento que vem despejando milhares de barris de petróleo no mar do Golfo do México desde o dia 20 de abril. A BP fez a terceira tentativa de conter o problema jogando uma mistura de bolas de golfe velhas, pedaços de pneus e cordas no poço de petróleo rompido. Desde a última quarta-feira a BP também vinha lançando uma grande quantidade de um fluido de alta densidade, semelhante à lama, no local do vazamento, numa estratégia batizada de "top kill". Um técnico envolvido na operação informou que o procedimento foi interrompido no sábado e que estão sendo feitos ajustes para a retomada.