domingo, 30 de janeiro de 2011

Número de mortos na região serrana do Rio de Janeiro vai a 848

A cidade de Nova Friburgo (RJ) registrou mais uma morte devido às chuvas que atingiram o Estado neste mês. Com isso, sobre para 848 o número de óbitos registrados na região serrada no Rio de Janeiro, de acordo com a Polícia Civil. Nunca antes na história deste País tantos morreram por incúria e omissão de governos petista e neopetista. Nova Friburgo é o município com o maior número de mortos, 412. Teresópolis vem em seguida, com 343 mortos. Registraram óbitos ainda Petrópolis (67), Sumidouro (21), São José do Vale do Rio Preto (4) e Bom Jardim (1). Ao menos 15 municípios foram atingidos pelas chuvas na região. A Defesa Civil contabiliza 20.790 desalojados e 8.764 desabrigados.

Líder europeu chama de "covarde" a execução de holandesa no Irã

O presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, qualificou de "covarde ato de injustiça" a execução da cidadã iraniana-holandesa Sarah Bahrami, detida em Teerã por tráfico de drogas. O líder da Eurocâmara condenou a execução através de um comunicado no qual assinalou que a pena de morte "é uma violação da dignidade humana" e que este caso é "particularmente cruel". O presidente do Parlamento lamentou que durante o processo judicial as autoridades holandesas não puderam oferecer serviços de consulado à detida durante um julgamento que Buzek qualificou de "tudo, menos justo e equilibrado". Buzek afirmou que é "duvidosa" a detenção de Bahrami por tráfico de drogas, pois tinha sido detida durante protestos contra a falta de democracia nas passadas eleições presidenciais fraudadas de 2009 na república nazista islâmica. O presidente do Parlamento qualificou neste sentido de "muito preocupante" o "dramático aumento de penas de morte desde o início dos protestos" contra as eleições presidenciais nas quais foi reeleito o ditador Mahmoud Ahmadinejad. O governo holandês anunciou no sábado o "congelamento de todo contato diplomático" com a república nazista islâmica, após ficar sabendo da execução. Enquanto isso, a petista Dilma Rousseff se cala diante desta infâmia.

Multidão aclama líder islâmico no retorno à Tunísia

O histórico líder islâmico tunisiano Rachid Gannuchi retornou neste domingo à Tunísia após viver duas décadas de exílio, onde milhares de seguidores o receberam gritando a frase: "o povo é muçulmano e o povo não se rende". Na maior concentração política registrada no país desde a queda do presidente Ben Ali, no dia 14 de janeiro, mais de dois mil seguidores de Gannuchi e do movimento islamita que preside, An Nahda, abarrotaram a sala de desembarque do aeroporto para receber o dirigente, que chegou em Túnis procedente de Londres (o incrível é estes inimigos da sociedade cristã ocidental buscam refúgio justamente no Ocidente que querem derrotar e submeter ao islamismo). "Hoje Gannuchi volta a seu povo, a seu país, para ver cumpridos seus direitos políticos", disse Mohammed al Behiri, membro do comitê executivo de An Nahda. "A presença hoje de Gannuchi é um sinal que a liberdade e que todos os tunisianos, sem exceção, gozam de liberdade", acrescentou, antes de ressaltar que "o que hoje ocorreu era impensável antes de 14 de janeiro". Essa liberdade será bem curta, porque assim que o islamismo nazista assumir o poder, e decretar a vigência da lei da sharia no país, acabará toda liberdade. E a Tunisía está bem na porta da Europa. Era a antiga Cartago, que já invadiu a Europa durante o antigo império romano.

Passivo judicial da União assombra gestão Dilma

Um fantasma de R$ 390,8 bilhões assombra o governo Dilma Rousseff. A cifra representa a soma das principais ações que tramitam na Justiça contra a União e que podem, em um cenário pessimista, gerar novos esqueletos a serem bancados pelos cofres públicos. A Advocacia-Geral da União (AGU), responsável pela defesa do governo nos tribunais, mantém um acompanhamento sistemático sobre as ações que representam “riscos fiscais”, como elas são classificadas. Apesar das vitórias obtidas em casos emblemáticos, como do crédito-prêmio do Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI) em 2009, há situações nas quais as derrotas têm se acumulado. Um exemplo disso é o embate com empresas e associações do setor de açúcar e álcool sobre indenizações por conta do congelamento de preços praticado ainda no governo Sarney (1985-1990). Já foram identificadas mais de 150 ações tratando do tema. O valor dos pedidos pode bater os R$ 50 bilhões. “Estão sendo obtidas vitórias pontuais, reduzindo consideravelmente o valor das indenizações pretendidas, mas a União foi vencida na maioria das ações”, afirmam os técnicos da Procuradoria-Geral da União em relatório. Os prejuízos potenciais que mais preocupam o governo, entretanto, são os provenientes de disputas sobre a cobrança de impostos. Duas ações em especial estão no radar dos advogados porque podem voltar a ser discutidas ainda este ano pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Os dois casos envolvem cobrança de impostos. Em jogo está uma fatura de mais de R$ 130 bilhões. A expectativa é que as duas questões voltem à pauta do Supremo assim que sair a indicação do substituto do ex-ministro Eros Grau, que se aposentou em agosto passado. Uma dos temas é a cobrança da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) nas receitas financeiras de bancos, seguradoras e outras instituições. O tributo passou a ser cobrado em 1999, mas os contribuintes alegam que ele só deveria incidir sobre o dinheiro obtido com a cobrança de tarifas. “A receita advinda da prestação de serviços inclui também a auferida com a intermediação financeira, que é o serviço por excelência que a instituição presta. Do nosso ponto de vista, é óbvio que essa receita também está na base de cálculo da Cofins”, disse Fabrício da Soller, procurador-geral adjunto da Fazenda Nacional, órgão que cuida de questões tributárias. A estimativa inicial de perda aponta para um rombo de R$ 40 bilhões. Mas o próprio governo reconhece que o valor pode ser maior. Outro pepino tributário a ser resolvido em 2011 é a discussão sobre a inclusão do valor arrecadado com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Esse caso é ainda mais emblemático porque afeta todas as empresas que recolhem essa contribuição. Os valores envolvidos atingem quase R$ 90 bilhões e preocupam o governo. O governo também enfrenta demandas bilionárias sendo movidas por apenas um contribuinte. É o caso da Varig, que tenta arrancar dos cofres da União cerca de R$ 2,5 bilhões por conta do congelamento dos preços das passagens aéreas.

Para Dilma, Brasil tem dívidas com direitos humanos

A presidente Dilma Rousseff afirmou que o Brasil ainda tem dívidas na área de direitos humanos. "Não tenho problema em dizer se algo vai mal por lá, ou por aqui também", afirmou a presidente, em entrevista aos jornais argentinos "Clarín", "La Nación" e "Página 12". Ela admitiu ainda que teve uma divergência com o Itamaraty na questão. "Não vou negociar os diretos humanos, digo que não haverá concessões nesse tema." Sobre as tensões entre o Brasil e os Estados Unidos por conta da questão iraniana, Dilma indicou que, para ela, o caso é página virada: "Tivemos uma boa experiência nos últimos anos com os Estados Unidos e também tivemos diferenças de opinião. Mas, o que importa é perceber que esta é uma sociedade que tem um horizonte de desenvolvimento muito grande". Mesmo criticando a condenação da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani por apedrejamento, Dilma lembrou, porém, que os EUA também tiveram problemas com os direitos humanos com os casos de Abu Ghraib e Guantánamo: "Muitas vezes, utilizam os direitos humanos não para nos protegermos, mas para fazer política, para usá-los como instrumento político". Sobre Cuba, a presidente avaliou que o partido deu um passo para frente ao libertar prisioneiros políticos: "Mas, é preciso respeitar o tempo deles. A política se faz em condições de determinada temporalidade. Em Cuba, há um processo de transformação". Ou seja, ela continua apoiando a ditadura genocida dos gerontocratas bandidos da família Castro. Para a presidente, as violações dos direitos humanos devem ser discutidas amplamente e não tratadas apenas como problema de um país. Dilma visita nesta segunda-feira a Argentina na sua primeira viagem internacional.

Estudo mostra que 59,4% dos paulistanos estão acima do peso

Levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia mostra que 59,4% dos paulistanos estão acima do peso. O estudo ainda indica que 39,7% dos entrevistados se mantêm na faixa de peso considerada saudável, mas grande parcela destes encontra-se na área limítrofe da referência considerada saudável. A pesquisa foi feita com amostragem de 250 pessoas no final de 2010. O estudo destaca que, entre aqueles que já procuraram auxílio médico, 18% disseram ter sido classificados como obesos, destes, 60,8% são homens e 39,2% são mulheres. A situação na cidade São Paulo se repete no Brasil. De acordo com Pesquisa do Orçamento Familiar, divulgada no final de 2010, o sobrepeso atinge hoje 48% das mulheres e 50,1% dos homens acima de 20 anos. Além disso, 30% das crianças entre 5 e 9 anos de idade e cerca de 20% da população entre 10 e 19 anos também sofrem com o problemas de peso. Segundo a nutricionista Carolina Godoy, as causas que levam mais da metade da população a estar acima do peso estão vinculadas ao estilo de vida: "As causas estão ligadas ao alto consumo energético. Excesso de gorduras saturadas e trans, muito sal e tudo isso aliado a pouca atividade física".

Tribunal chileno congela fusão entre LAN e TAM para consultas

O tribunal de defesa da livre concorrência do Chile suspendeu para investigação o processo de fusão entre as companhias aéreas LAN e TAM, o que poderá atrasar ou até mesmo frustrar a tentativa de se criar uma das maiores empresas do setor no mundo. Em meados de janeiro, LAN e TAM determinaram os termos para unir as operações das duas companhias em um prazo entre seis e nove meses. A decisão de suspender temporariamente a fusão para novas investigações foi dada após uma representação da associação de direitos de consumidores chilena Conadecus. Apesar de não ser parte do processo, a associação pediu à corte, na sexta-feira, um parecer sobre a adequação do acordo às normas do país. O tribunal acatou o pedido e com isso o trâmite do processo foi interrompido. Em sua representação, a Conadecus disse acreditar que a operação "poderá acarretar graves e nocivos efeitos em matéria de concorrência e que vão muito além da rota Santiago-São Paulo". Anunciada em agosto de 2010, a fusão LAN e TAM deve criar uma das maiores empresas de transporte aéreo do mundo, com 40 mil funcionários e vôos para mais de 115 destinos em 23 países.

Clérigo nazista islâmico da Irmandade Muçulmana pede renúncia de ditador do Egito

Um dos mais influentes clérigos muçulmanos do mundo, o nazista islâmico Yusuf al Qaradawi, lançou um apelo no sábado ao ditador egípcio Hosni Mubarak pedindo que deixe o poder pelo bem do país. O clérigo sunita de nacionalidade egípcia e qatariana, também encorajou o povo egípcio a manter a linha pacífica dos protestos. Qaradawi é líder espiritual da Irmandade Muçulmana, tradicional movimento nazista islamita e principal força de oposição no Egito. "Presidente Mubarak, eu o aconselho a deixar o Egito. Não há outra solução para este problema além da saída de Mubarak", disse al Qaradawi, em entrevista à rede de televisão Al Jazeera. O clérigo, que mora no Qatar e tem um popular programa de aconselhamento baseado na lei islâmica transmitido pela Al Jazeera, dirige a União Internacional de Acadêmicos Muçulmanos e é considerado um dos mais importantes sacerdotes sunitas do mundo. "Vá, Mubarak, tenha misericórdia do teu povo e vá, para não aumentar a destruição do Egito", insistiu. "Não há mais como continuar, Mubarak, eu o aconselho a aprender a lição de Zine El Abidine Ben Ali", acrescentou, referindo-se ao ex-presidente da Tunísia, que fugiu do país depois de deposto por uma revolta popular.

Irã enforca iraniana-holandesa detida durante eleições de 2009

O Irã divulgou no sábado que Zahram Bahrami, de 45 anos, que também era cidadã holandesa, foi enforcada por ter participado dos protestos durante as fraudadas eleições de 2009, quando o ditador fascista islâmico Mahmoud Ahmadinejad foi reeleito. Embora sua atuação ao lado dos opositores ao regime seja vista pelo Ocidente como a principal causa para sua execução, a Justiça da fascista república Islâmica alega que a mulher foi condenada por porte e venda de drogas. Sua filha disse ao grupo Campanha Internacional por Direitos Humanos, com base em Nova York, que as acusações são falsas. Os julgamentos na república nazista islâmica do Irã são todos uma tremenda farsa.