sexta-feira, 15 de abril de 2011

Terrorismo palestino islâmico assassina voluntário italiano na faixa de Gaza

Agentes de segurança encontraram em uma casa abandonada nesta sexta-feira o corpo de um pacifista italiano que havia sido sequestrado na faixa de Gaza, afirmou uma autoridade de segurança da organização terrorista islâmica Hamas. Dois homens foram presos e outros estavam sendo procurados pela morte de Vittorio Arrigoni. O grupo Salafi, que tem ligações com a Al Qaeda, ameaçou nesta quinta-feira matá-lo se seu chefe, sequestrado pelo Hamas no mês passado, não fosse libertado. "Forças de segurança entraram numa casa e encontraram o corpo do homem italiano, ele está morto", afirmou a fonte. Arrigoni, pacifista e blogueiro, morava na faixa de Gaza há cerca de três anos. Em um vídeo postado no site YouTube por seus sequestradores, ele foi mostrado com os olhos vendados e sangue ao redor de seu olho direito, e uma mão pôde ser vista puxando sua cabeça para cima pelos cabelos para a câmera. O texto em árabe que acompanhava a gravação dizia que "o refém italiano entrou em nosso território apenas para espalhar a corrupção". A mensagem descreveu a Itália como "Estado infiel". O corpo foi encontrado vestido com roupas pretas, como apareceu no vídeo. Nenhum sangue foi visto, o que sugere que ele pode ter sido estrangulado ou enforcado. Arrigoni foi o primeiro estrangeiro a ser sequestrado na faixa de Gaza desde o jornalista Alan Jognston, da BBC, que foi mantido preso por 114 dias por um grupo inspirado pela Al Qaeda, chamado Exército do Islã. O jornalista foi libertado em 2007. Arrigoni chegou à faixa de Gaza em 2008, a bordo de um navio que trazia ajuda humanitária autorizado por Israel, que mantém um bloqueio ao território costeiro. Os "humanistas" esquerdóides têm agora uma demonstração dos tipos com os quais estão lidando.

Argentina vive polêmica devido a decreto contra bloqueio a jornais

O prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, causou polêmica na Argentina ao baixar, nesta semana, um decreto que enquadra o bloqueio contra jornais como crime de contravenção. A medida prevê punições, entre elas multas de 50 mil pesos (cerca de R$ 20 mil) e prisão por até dez dias.
O governo Kirchner se opõe ao decreto e devem ir à Justiça anular a medida, considerada pelo ministro do trabalho, Carlos Tomada, como "ilegal" e "antisindical". Um recurso judicial para barrar a decisão deve ser apresentado por Tomada e legisladores opositores nesta sexta-feira. O principal argumento que será levado aos tribunais apontará que Macri não tem o direito constitucional de criar novas infrações. Para o ministro, Macri "se apropriou do poder público" ao baixar o decreto. Tomada se reuniu nesta quinta-feira com legisladores e representantes sindicais para tratar do assunto. Ele disse que a medida é "antisindical" porque "cerceia os direitos dos trabalhadores e ameaça esses direitos". "O decreto pretende punir os trabalhadores dos meios de comunicação", afirmou o ministro, dizendo ainda que "não se pode defender um direito constitucional com um decreto inconstitucional nem com propaganda eleitoral". Essa corja do populismo peronista, que afunda a Argentina, se sustenta nas máfias sindicais, como a dos caminhoneiros. A medida foi anunciada por Macri após "protestos sindicais" que impediram a circulação do jornal "Clarín". O protesto também atingiu o segundo jornal argentino, "La Nación", mas a sua distribuição não foi suspensa. Desde dezembro de 2010, ocorreram cinco manifestações na porta das gráficas dos diários. No entanto, em março deste ano, ocorreu a primeira manifestação que impediu a circulação de um jornal. Os sindicalistas alegam que pediam somente a reincorporação de funcionários demitidos. Segundo acusação do "Clarín", no grupo havia integrantes do sindicato dos caminhoneiros, controlado pelo mafioso facínora Hugo Moyano, aliado da presidente Cristina Kirchner e secretário-geral da CGT (Confederação Geral do Trabalho), a maior central sindical da Argentina. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que considerou o caso um "grave atentado à liberdade de expressão", prometeu enviar representantes ao país, no início de maio, para analisar os conflitos entre imprensa e governo.

Requião defende a nomeação da atriz Itala Nandi

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) reagiu nesta quinta-feira à críticas na internet por ter dado um cargo à atriz Itala Nandi, quando era governador. Os internautas criticaram Requião, afirmando que Itala Nandi tem um passado com atriz de filmes de pornochanchada. O senador foi pivô da demissão, pelo governador Beto Richa (PSDB), do ex-ator de filme erótico Valter Pagliosa, de anos 27, que havia sido nomeado chefe regional do IAP (Instituto Ambiental do Paraná). Na segunda-feira, Requião perguntou: "O que ele fez no filme vai fazer no IAP?" Pagliosa foi demitido no mesmo dia. Nesta quinta-feira, Requião no Twitter defendeu a nomeação de Itala Nandi a pessoas que reclamaram que ele fez o mesmo que seu adversário ao nomear a atriz para a chefia da Escola Superior Sul-Americana de Cinema e TV. "Nomeei e não demiti", afirmou, ao ser questionado por um internauta por ter contratado uma "atriz de filmes calientes". Requião também reproduziu comentários de internautas que saíram em sua defesa. Uma delas afirmou que "a diferença é que ela (Itala Nandi) é atriz e ocupou a pasta de Cinema. O cara (Pagliosa) é ator e ocupou o IAP". Itala Nandi é uma atriz com uma grande história no teatro brasileiro. Sem nome nem deveria estar misturado nessa sujeirada de cargos governamentais no Paraná.