sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

DÍVIDA EXTERNA BRASILEIRA CRESCE 37% NO GOVERNO DILMA E BATE RECORDE

O Brasil chega ao fim de 2013 colecionando indicadores preocupantes. Não bastassem o crescimento pífio e a inflação bem acima da meta estipulada pelo governo, de 4,5%, a dívida externa bruta atingiu, em novembro, o maior valor desde o início da série histórica do Banco Central, em 1971. São US$ 482 bilhões em débitos no Exterior, incluindo as faturas do governo, dos bancos, de empresas e os empréstimos Inter companhias, ou seja, aquelas transações feitas geralmente entre as filiais de multinacionais no Brasil e suas sedes fora do País. Somente na era Dilma, iniciada em janeiro de 2011, a dívida externa brasileira registrou um salto de 37%. Em valores absolutos, cresceu US$ 130,2 bilhões, complicando um quadro que era considerado confortável até então. Mesmo os saldos do setor público, que vinham chamando a atenção por apresentar quedas expressivas ao longo do ano, terminarão 2013 em alta, retornando ao patamar de cinco anos atrás, com US$ 64,6 bilhões acumulados. O recorde, por si só, já seria suficiente para acender de vez o alerta em relação à dívida do País no Exterior. Mas o cronograma do vencimento desses débitos, detalhado pela autoridade monetária, torna a situação mais delicada. Um terço do saldo total — US$ 157,2 bilhões — vencerá nos próximos dois anos, período de mudanças na política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e de desconfiança acerca do próximo governo por aqui.

NOVA RODOVIA DO PARQUE JÁ ABSORVE 35% DO TRÁFEGO DA BR 116, ENTRE PORTO ALEGRE E ESTEIO

Após ter sido liberada para tráfego de veículos no último domingo, a BR-448 começa aos poucos a receber parte da movimentação da BR-116, no trecho de 23 quilômetros que liga Porto Alegre a Esteio. Conforme o chefe da 1ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal, João Antônio Brasil, a Rodovia do Parque, como é conhecida, já absorve de 30 a 35% do fluxo de carros, motocicletas, ônibus e caminhões que antes utilizavam a BR-116 no trecho inicial. Na manhã desta sexta-feira, o fluxo de veículos foi pelo menos 50% menor do que o fluxo de dias normais, já que boa parte dos gaúchos pararam de trabalhar no feriadão. O policial disse que o percentual poderá ser maior a partir de março, após a temporada de férias. “Estamos em uma época atípica de feriados e férias, na qual a quantidade de veículos já é menor que o padrão. As pessoas estão fazendo um feriadão prolongado. Só saberemos realmente como ficará a via em março, quando todos retornarem do litoral e for possível ver o fluxo real de veículos na Rodovia do Parque".

TUMA JR CONTA A REAÇÃO DO "GRILO FALANTE" TARSO GENRO DIANTE DO VOTO DO MINISTRO DIAS TOFFOLI, NO CASO DO TERRORISTA BATISTA: "COVARDE, COVARDE FILHO DA PUTA"

O atual governador do Rio Grande do Sul, na época ministro da Justiça, o peremptório petista "grilo falante" Tarso Genro, ao saber que o ministro Dias Toffoli havia se julgado impedido e não votou a seu favor no julgamento do recurso contra o refúgio concedido ao terrorista italiano Cesare Batisti, teve uma explosão de ira e reagiu assim como seu ex-colega de ministério: "Covarde, covarde filho da puta!" O então ministro da Justiça, "grilo falante"Tarso Genro, depois de ver repelida pelo mais novo ministro do STF, Dias Toffoli, a investida dos seus enviados especiais, José Eduardo Cardozo, na época deputado, mais Luiz Paulo Barroso e Sigmaringa Seixas, que queriam seu voto para coonestar o refúgio concedido ao assassino italiano Cezare Batisti, não conseguiu se controlar diante de um subalterno no ministério, e reagiu: "Covarde, covarde filho da puta! Um covarde!" Esta reação intempestiva do "grilo falante" Tarso Genro diante de um ministro que até há pouco era seu companheirinho de governo e de PT, deixou perplexo seu auxiliar, o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. É o que ele conta na página 327 do seu livro "Assassinato de Reputação". O ex-secretário narra em 20 páginas como é que Lula e Tarso Genro decidiram afrontar a lei, o governo italiano e até o Supremo Tribunal Federal, concedendo abrigo a um patife assassino, condenado à prisão perpétua em Roma. Por trás de todas as tramóias feitas pelo então ministro da Justiça, hoje governador do Rio Grande do Sul, e por Lula, esteve sempre o desejo pessoal de Lula, que queria porque queria atender um pedido pessoal do seu antigo advogado, pessoal e do PT, Luiz Eduardo Greenhalgh. Tuma Júnior não conta o caso como quem apenas ouviu falar. Leia o que ele explica (página 313): "Quem conhece a questão sou eu, porque eu vivi todos esses casos". Ele deixa bem claro que o ministro Tarso Genro manobrou para que o Comitê Nacional para os Refugiados, Conare, composto por sete membros, rejeitasse o pedido de refúgio, para que num recurso posterior ele mesmo pudesse emplacar o apoio a Cezare Battisti, atendendo Lula. Tarso Genro combinou tudo com Luiz Eduardo Greenghald na véspera da reunião. O julgamento ocorreu no dia 28 de novembro de 2009. Em tudo, ajudou-o Vinicius Wu, seu assessor especial, e que agora o ajuda no Piratini. O caso foi tão escandaloso que a secretária-geral do Conare, Nara Conceição da Silva, há 20 anos na posição, demitiu-se. Depois da decisão do Conare e da revogação dela por Tarso Genro, o Supremo Tribunal Federal foi chamado a falar sobre o imbróglio e fulminou a decisão do ministro da Justiça. Curiosamente, quem defendeu Battisti no Supremo não foi Greenhalgh,  mas o atual ministro Joaquim Barroso, subestatelecido para o caso. O Supremo anulou o refúgio. No último dia do seu governo, Lula abrigou-o, concedendo-lhe residência permanente. Resta, ainda, o processo no qual Battisti é acusado de ter ingressado com passaporte falso no Brasil.