domingo, 1 de junho de 2014

MORRE MARINHO CHAGAS, LATERAL DA SELEÇÃO NA COPA DE 74

Lateral-esquerdo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1974, Marinho Chagas morreu na madrugada deste domingo, em João Pessoa. Aos 62 anos, ele sofreu uma hemorragia digestiva e faleceu às 3 horas da manhã no Hospital de Emergência e Trauma, na capital da Paraíba. Ele nasceu em Natal, onde morava, mas estava em João Pessoa para participar de um evento de colecionadores de álbuns de figurinhas da Copa do Mundo. Foi quando estava conversando com outros participantes que passou mal e começou a vomitar sangue. Com problemas no fígado, foi internado às pressas na noite de sábado. Francisco das Chagas Marinho nasceu em 8 de fevereiro de 1952, em Natal. Começou a carreira no ABC e também vestiu a camisa do América-RN e do Náutico. Mas se destacou somente no Botafogo com atuações que o levaram à seleção brasileira. Pelo time nacional, jogou 36 partidas entre 1973 e 1977. Em 1974, foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo. Também ficou famoso naquele Mundial pela briga com Leão. O goleiro culpou o lateral pelo gol da Polônia que tirou da seleção o terceiro lugar no Mundial. Por seu desempenho naquela Copa, é considerado um dos maiores laterais da história da seleção, ao lado de Nílton Santos, Júnior, Branco e Roberto Carlos.

PRESO NA FRANÇA O SUSPEITO PELO ATENTADO TERRORISTA NO MUSEU JUDÁICO DA BÉLGICA

Um francês suspeito de ter causado a morte de quatro pessoas no ataque ao Museu Judaico da Bélgica no dia 24 de maio foi preso em Marselha, no sul da França. A prisão teria ocorrido na sexta-feira. Neste domingo, um juiz belga emitiu mandado de detenção e extradição do suspeito, identificado como Mehdi Nemmouche. O porta-voz do Ministério Público da Bélgica, Eric Van der Sypt, ainda não informou quando poderá ser cumprida a extradição.O suspeito transportava um fuzil Kalashnikov e um revólver do mesmo tipo que foi utilizado em Bruxelas, quando foi preso sob a acusação de homicídio e tentativa de homicídio, indicaram fontes judiciais citadas pela imprensa local. Ele foi detido em uma estação de ônibus e era procurados pela Direção-Geral de Segurança Interna, que suspeitava que em 2013 se deslocou à Síria para lutar na guerra civil do país. Na bagagem, trazia também munições, uma pequena câmara de uso esportivo e uma boina parecida com a que usava o autor do ataque, de acordo com as imagens captadas.

AEROPORTO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE, EM NATAL, RECEBE OS PRIMEIROS VÔOS

O Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, já está operando. Na manhã deste sábado, um vôo vindo de Guarulhos com 148 passageiros foi o primeiro da história do aeroporto, que tem capacidade para até 6 milhões de passageiros por ano e receberá grande fluxo a partir de junho, por conta da Copa do Mundo. De acordo com a Inframerica, consórcio gestor do terminal, o aeroporto dispõe de 42 balcões de check-in e seis totens de autoatendimento compartilhados entre as companhias aéreas, distribuídos em um terminal amplo, iluminado e confortável. A estrutura permite redistribuir filas e abrir novos pontos de check-in sempre que houver necessidade. Quando uma determinada companhia aérea tiver mais vôos do que outra, ocupará um número maior de posições para embarcar os passageiros com rapidez. Ao embarcar, o passageiro passa pelo controle de segurança e por uma grande loja Dufry. Em seguida, chega à ampla sala de embarque, com seis pontes para acoplar até oito aeronaves ao mesmo tempo. Ainda segundo a Inframerica, durante a espera o passageiro conta com grande quantidade de poltronas e opções de alimentação. No piso do desembarque, o passageiro faz a retirada da mala em uma ala com seis modernas esteiras. No caminho de saída, passa pelo “Corredor do Turismo”, onde estão concentrados os serviços necessários para o visitante, como traslados, taxis, casa de câmbio, dentre outros. “São Gonçalo foi o primeiro aeroporto a ser concedido e é diferente de todos, não apenas porque é 100% privado, mas porque é uma infraestrutura planejada e construída do zero e em em tempo recorde, já que sua operação inicia com sete meses de antecedência do prazo contratual”, explica Alysson Paolinelli, CEO da Inframerica.