quarta-feira, 30 de julho de 2014

TCU PODE INCLUIR A PETISTA GRAÇA FOSTER COMO UMA DAS RESPONSÁVEIS PELA DESASTROSA COMPRA DA REFINARIA DE PASADENA

O ministro do Tribunal de Contas da União, José Jorge, relator do caso Pasadena, admitiu que deve rever o acórdão que responsabilizou a antiga diretoria da Petrobras por prejuízos na compra da refinaria de Pasadena, no Texas (Estados Unidos). Um novo relatório poderia, assim, incluir a atual presidente da Petrobras, a petista Graça Foster, entre os responsáveis pelo negócio. Até o momento, Graça Foster não foi mencionada pelo Ministério Público, autor da representação no Tribunal de Contas da União, nem na investigação do Tribunal. A executiva petista respondia pela diretoria de Gás e Energia entre 2007 e 2012, período em que as negociações pela aquisição da refinaria ainda estavam sendo conduzidas. José Jorge demonstrou surpresa com a informação de que, no lugar da presidente da Petrobras, o acórdão do caso de Pasadena responsabiliza o executivo que antecedeu Graça Foster na diretoria de Gás e Energia, Ildo Sauer, mesmo por decisões tomadas após sua saída da companhia. O ministrou informou que o acórdão será revisto e, se for comprovado o equívoco, Graça Foster será incluída na lista de responsáveis pela compra da refinaria em condições desfavoráveis.

O BANDIDO PETISTA MENSALEIRO JOSÉ GENOINO TEM PENA REDUZIDA E JÁ SAIRÁ DA PAPUDA

A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal descontou nesta quarta-feira 34 dias da pena do ex-deputado federal e bandido petista mensaleiro José Genoino, condenado no processo do Mensalão do PT, em virtude de cursos de introdução à informática e de direito constitucional, feitos dentro do Presídio da Papuda, no Distrito Federal. Com a decisão, José Genoino já tem direito a cumprir pena em regime aberto desde o dia 20 deste mês. No entanto, a autorização será do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, responsável pela execução das penas dos condenados. A data prevista para a concessão do benefício é 24 de agosto, quando ele completa um sexto da pena de quatro anos e oito meses de prisão no regime semiaberto, requisito para a mudança para o regime aberto. À Justiça do Distrito Federal, os advogados de José Genoino alegaram que o cumprimento da pena no atual regime expirou devido aos 34 dias que o condenado tem de crédito, por ter trabalhado dentro do presídio. José Genoino teve prisão decretada no dia 15 de novembro do ano passado e chegou a ser levado para o Presídio da Papuda, no Distrito Federal. Mas, por determinação do presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária, uma semana após a decretação da prisão.

ALCKMIN VOLTA A DESCARTAR RACIONAMENTO DE ÁGUA EM SÃO PAULO

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou nesta quarta-feira a descartar o racionamento de água, por “impor um problema grave para a população”. A medida foi "recomendada" pelo Ministério Público Federal para toda a região abastecida pelo Sistema Cantareira, do qual dependem 8,8 milhões de pessoas. A "recomendação" do Ministério Público, que extrapola suas funções, pretendendo-se iniciativas caraterística de um Poder de Estado que ele não detém (tampouco é um Poder de Estado, mas apenas um órgão do próprio Poder Executivo) foi de que o Estado fizesse racionamento ou prestasse todas as informações das medidas que tomou em parceria com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Nós vamos prestar todas essas informações”, disse o governador. Alckmin afirmou também que o Estado já realiza estudos para captar água na divisa com Minas Gerais. “Se São Paulo não tem água, nós vamos buscar em Minas Gerais. Garantiremos o abastecimento para 22 milhões de pessoas, que é a região metropolitana de São Paulo”, afirmou. Na verdade, Alckmin não precisaria dar satisfação alguma ao Miistério Público, que não tem que se intrometer em atividades característica do Poder Executivo.

NO INFERNO DA LÍBIA, 75 CORPOS SÃO ENCONTRADOS EM BASE MILITAR

Pelo menos 75 corpos, a maioria de soldados, foram encontrados em Bengasi, no leste da Líbia, após dois dias de combates entre milicianos islâmicos e forças do governo pelo controle de uma base militar, informaram fontes médicas e do Crescente Vermelho líbio. Equipes de resgate encontraram mais de 50 corpos dentro da base, que foi abandonada na terça-feira pelas forças especiais do governo, enquanto o hospital da cidade informou ter recebido ao menos outros 25 corpos. As duas últimas semanas de choques entre o governo e as mílicias que agem no país foram as mais violentas desde a queda do ditador Muamar Kadafi, em 2011. Diversos países vêm organizando a saída dos seus cidadãos e diplomatas da Líbia por causa da falta de segurança. Nesta quarta-feira, o Brasil decidiu transferir temporariamente os servidores da embaixada em Trípoli para Túnis, na Tunísia. A França também resolveu evacuar 30 cidadãos da capital e a China anunciou que está retirando centenas de operários do país e providenciando transporte para Malta. No sábado, os Estados Unidos esvaziaram a sede de sua embaixada na Líbia e recomendaram a todos os americanos que deixem o país. Segundo o secretário americano de Estado, John Kerry, o país decidiu pela saída devido a existência de um "risco real".

A PETISTA DILMA INSISTE EM PLEBISCITO SOBRE REFORMA POLÍTICA E NEGA VIOLENTO AUMENTO DE CONTA DA LUZ APÓS AS ELEIÇÕES

Candidata à reeleição na disputa de outubro, a presidente petista Dilma Rousseff condenou nesta quarta-feira o discurso “pessimista” contra o governo e a capacidade de administração do País e voltou a negar que pretenda promover um “tarifaço” de energia após as eleições com reajustes nas contas de energia e de combustível. A uma plateia formada por empresários, a presidente insistiu na ideia oportunista de realizar um plebiscito para aprovar a reforma política, repetindo o discurso proferido no período das manifestações, em junho de 2013. A presidente-candidata foi a última participante da sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília, que contou, mais cedo, com as presenças de Eduardo Campos e Aécio Neves, também candidatos pelo PSB e PSDB, respectivamente. Ao longo de sua exposição, Dilma preferiu elencar o que diz ter feito em seu governo e pouco explicou sobre medidas que adotaria, se reeleita no pleito de outubro. Confrontada com os principais adversários na corrida presidencial – Campos e Aécio, que acusaram o governo de segurar preços para controlar futuros desgastes nas urnas – a presidente resumiu as críticas ao pessimismo e disse que “expectativas pessimistas bloqueiam soluções e realizações”. Embora pesquisas internas do comando da campanha tenham detectado que a imagem da presidente-candidata tenha saído arranhada com o uso político que ela fez da Copa do Mundo, a petista citou a realização do Mundial como exemplo de um “surto de pessimismo” que não se concretizou. E mesmo com a deterioração do cenário econômico – com previsão de crescimento de apenas 0,9% em 2014 e inflação acima do teto da meta estabelecido pelo governo – a candidata também criticou a tese de que o Brasil estaria à beira de uma “tempestade perfeita”, um cenário de conjunção de erros na economia com fatores externos desfavoráveis. Apesar de analistas apontarem para um risco considerável de racionamento de energia, com aumento da probabilidade de o País ter de decretar um corte superior a 4% da demanda de energia, Dilma também atacou os “pessimistas” que projetam este cenário e afirmou que “profecias extremamente pessimistas não se realizaram e não se realizarão”.

RELATÓRIO INTERNACIONAL ADVERTE SOBRE INTERFERÊNCIA DO FASCISTÓIDE RAFAEL CORREA SOBRE O PODER JUDICIÁRIO DO EQUADOR

Um dos seguidores mais aplicados da cartilha bolivariana de Hugo Chávez, o ditador do Equador, o fascistóide Rafael Correa, também está minando a independência das instituições do país, como aponta um relatório divulgado nesta semana por uma fundação de Washington. O documento afirma que o governo equatoriano interfere no Judiciário com objetivos políticos de tal forma que o país deve sofrer "consequências negativas no funcionamento da Justiça e na proteção dos direitos humanos". A conclusão tem como base a análise de doze casos judiciais em que houve pressão do governo para interferir no resultado. Apesar de reformas implantadas no país nos últimos anos oficialmente para fortalecer o sistema judiciário, na prática existe uma linha de ação do Poder Executivo voltada a interferir nas decisões dos juízes em assuntos de relevância política, o que "debilita severamente a divisão de poderes própria de todo regime democrático”, afirma o relatório elaborado pela Fundação para o Processo Legal, em parceria com o colombiano Centro de Estudos de Direito, Justiça e Sociedade  e o peruano Instituto de Defesa Legal. Entre os 12 casos analisados, constam quatro processos "por tentativa de golpe de Estado" durante a crise de 30 de setembro de 2010, quando os policiais do país entraram em greve. O relatório cita os casos da dirigente estudantil Mery Zamora, que foi condenada a oito anos de prisão, e de sete jornalistas da RTV Equador que foram condenados a quatro anos de prisão cada um por "sabotagem". Segundo o relatório, o governo agiu para que os processos terminassem em condenações. O relatório também cita os casos de perseguição a jornais do país. Os especialistas afirmam ainda que o Conselho de Magistratura, responsável por fiscalizar o Judiciário e criado no governo Correa, é parte do mecanismo para interferir no processo e perseguir juízes. “O conselho se transformou em uma ferramenta para punir juízes que não adequam suas decisões ao Poder Executivo, e em um mecanismo para amedrontar juízes em geral”, destaca o informe. Em 42 processos disciplinares analisados, o conselho destituiu 57 magistrados. Segundo o jurista Luis Pasará, autor do informe, a questão da independência do Judiciário "não é um problema só do Equador", mas conta com um agravante no país. "Há provas de que eles fizeram isso de maneira mais evidente e menos dissimulada que em outros países. Estamos falando de um aparato que funciona para conseguir o que o governo busca", disse. E o Judiciário brasileiro, que sabe muito bem o que isso significa por experiência passado recente, silencia de forma infame quando deveria estar denunciando de maneira a mais exaltada esta violação das liberdades.

TÓQUIO QUER MUDAR SEDES DE EVENTOS DE 2020 PARA REDUZIR CUSTOS

O governador de Tóquio, Yoichi Masuzoe, defendeu nesta quarta-feira a proposta de cortar custos da organização dos Jogos Olímpicos de 2020 na cidade com a mudança de locais de competição, mesmo que isso afete os planos de ter quase todas as instalações próximas da vila olímpica. Em 2013, Tóquio foi escolhida como sede da Olimpíada-2020 com a promessa de realizar um evento compacto, com 28 dos 33 locais de competição sugeridos a até oito quilômetros da vila. Mas os organizadores da Olimpíada disseram que estão revendo seus planos, preocupados com o aumento dos custos. De acordo com a imprensa japonesa, os organizadores estão pensando em mudar algumas instalações para locais tão distantes como Saitama, a uma hora do centro de Tóquio. "Mesmo se um local está a 100 quilômetros, é possível chegar em 30 minutos, se o sistema de transporte for adequado", disse Masuzoe. O governador afirmou que os custos precisam ser a principal preocupação dos organizadores: "As despesas podem crescer 30, 40, 50 vezes mais que o plano original. Como convencer os contribuintes a pagar por isso? Estamos trabalhando com o Comitê Olímpico Internacional e as várias federações esportivas para fazer Jogos sustentáveis. O legado é muito importante". O COI, sob a presidência de Thomas Bach, está analisando formas de reduzir os custos de futuras edições da olimpíada. Recentemente, várias cidades desistiram de participar do processo de escolha da sede dos Jogos de Inverno de 2022 por causa de custos.

S&P JÁ REBAIXOU A CLASSIFICAÇÃO DA ARGENTINA PARA A CATEGORIA DE DEFAULT, NAÇÃO CALOTEIRA

A agência de classificação de riscos Standard & Poor's declarou nesta quarta-feira a dívida da Argentina em categoria de moratória seletiva (Selective Default), rebaixando-a de sua posição anterior, CCC-. Até às 18h30 desta quarta (horário de Brasília), o país não havia depositado o pagamento aos detentores de seus títulos renegociados em 2005 e 2010, e que haviam sido alvo de calote em 2001. Segundo a S&P, a Argentina não honrou o pagamento de 539 milhões de dólares em juros sobre os bônus reestruturados que vencem em 2033. O pagamento deveria ter sido feito em 30 de junho, mas o país recebeu prazo extra de 30 dias para conseguir renegociar a dívida com seus credores. O prazo terminou  às 19 horas (horário de Brasília), que corresponde à hora de fechamento dos bancos americanos que deveriam receber os pagamentos. Os representantes da Argentina estiveram em reunião com o mediador do impasse, Daniel Pollack, desde meio-dia, mas  nenhum acordo foi alcançado. Com a nota de default, o país perde acesso aos mercados internacionais e pode ter seus bens no Exterior confiscados por credores. Nesta quarta-feira ocorreu o segundo vencimento de uma parcela de 539 milhões de dólares relativos a juros que deveriam ser pagos a credores nos Estados Unidos. O governo da peronista populisa e muito incompetente Cristina Kirchner não pagou o montante no primeiro vencimento determinado pelo juiz federal Thomas Griesa, em 30 de junho. Griesa é o responsável pela decisão que obriga a Argentina a pagar não apenas os juros devidos aos credores, mas também os valores integrais referentes aos títulos detidos pelos chamados "fundos abutres", que são detentores de bônus que não aceitaram a reestruturação da dívida argentina nos anos de 2005 e 2010 e, por isso, acionaram o país na justiça para receber montante total da dívida. A reestruturação se deu depois do calote de 2001 e impôs perdas aos investidores dos papéis do país. No caso dos credores da dívida reestruturada, as perdas foram da ordem de 40%. Os "abutres" são fundos especializados em compra de títulos de países caloteiros, justamente para acioná-los na justiça e tentar receber o valor total. A Argentina se nega a efetuar o pagamento aos "abutres" porque teme que isso ative a cláusula "Rufo", cuja sigla em inglês quer dizer "direitos sobre futuras ofertas", colocada pelo próprio governo, que indica que a Argentina não poderá negar aos demais credores as mesmas condições dadas aos "abutres". Com isso, o país pode abrir precedentes para que todos os credores entrem na justiça para receber o total da dívida. Assim, poderia ter de desembolsar valor muito superior às suas próprias reservas internacionais, que estão na casa de 30 bilhões de dólares. O governo argentino tentou efetuar o pagamento aos credores dos títulos reestruturados, mas o juiz Griesa bloqueou a transação, classificando-a de ilegal. Assim, enquanto não pagar os "abutres", a Argentina não pode honrar seus compromissos com os demais credores. Jay Newmann, gestor do fundo NML, o principal "abutre", afirmou que ao longo de dez anos vem tentando se reunir, sem sucesso, com o governo argentino. Até seu primeiro encontro, nesta terça-feira, a negativa vinha sendo constante e o governo exigia, segundo Newman, que os fundos aceitassem a proposta argentina de forma unilateral. Na Argentina, os bancos locais lançaram a proposta de uma espécie de "vaquinha" para formar um fundo de garantias de 250 milhões de dólares como forma de ajudar o país a costurar um acordo com os abutres. Contudo, a proposta sequer chegou a ser considerada pelo governo, disse o jornal Clarín.

IBOPE APONTA QUE ALCKMIN, COM 50%, VENCERIA A ELEIÇÃO EM SÃO PAULO NO PRIMEIRO TURNO

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), seria reeleito no primeiro turno, com 50% das intenções de votos, segundo pesquisa Ibope divulgada na noite desta quarta-feira pelo jornal O Estado de S.Paulo em parceria com a TV Globo. De acordo com o levantamento, Paulo Skaf, do PMDB, aparece com 11% em segundo lugar, e Alexandre Padilha, do PT, tem 5% da preferência dos entrevistados. Outros 15% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo, e 14% não souberam opinar. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Segundo o instituto, Padilha detém a maior rejeição entre os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes: 19%. Alckmin registrou 18%, e Skaf, 13%. O Ibope também avaliou o desempenho da atual gestão de Alckmin: o percentual de aprovação – ótimo – é de 6%; 34% dos entrevistados consideram o desempenho do governo como bom e 11% dos ouvidos apontam a avaliação como péssima. Há quinze dias o instituto Datafolha também analisou a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. O cenário mostrado foi bastante similar ao retrato pela pesquisa Ibope. Na avaliação divulgada em 17 de julho, Alckmin aparece com 54% das intenções de voto, seguido por Skaf, com 16%, e Padilha, 4%.  O Ibope avaliou também as intenções de voto ao Senado Federal. O ex-governador José Serra (PSDB) tem 30% das intenções. Na sequência, o petista Eduardo Suplicy (PT) aparece com 23%. O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) tem 5%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo 00013/2014. Conforme os dados registrados, foram ouvidos 1.513 eleitores, nos dias 26 e 28 de julho, em 78 municípios paulistas. Essa é a primeira vez que o instituto avalia o cenário paulista na corrida eleitoral neste ano.

IBOPE MOSTRA ARMANDO MONTEIRO LIDERANDO A DISPUTA PELO GOVERNO EM PERNAMBUCO

O candidato pelo PTB ao governo de Pernambuco, Armando Monteiro, lidera a disputa com 43% das intenções, como mostra pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira. Em segundo lugar aparece o candidato do PSB, Paulo Câmara, com 11%, afilhado político do ex-governador Eduardo Campos. O resultado divulgado nesta quinta-feira mostra que Monteiro, que é apoiado no Estado pelo PT, não oscilou em relação ao último levantamento. Câmara teve forte alta, passando de 8% do início de junho para os atuais 11%. Além de Monteiro e Câmara, o Ibope mostrou que o candidato Zé Gomes (PSOL) aparece com 2% das intenções de voto, enquanto Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB) e Pantaleão (PCO), estão empatados com 1% cada. Os votos brancos e nulos somam 19%, e os indecisos, 22%. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. A pesquisa do Ibope mostrou ainda que o senador Armando Monteiro é o candidato com menor rejeição entre os eleitores, com 14% dos que responderam dizendo que não votariam no petebista. Paulo Câmara tem 19% de rejeição. A disputa pelo Palácio do Campo das Princesas é vista como essencial para Campos, que deixou o cargo de governador com 58% de aprovação do eleitorado, e hoje é candidato à Presidência da República. Em Pernambuco, terra natal de Campos, o PSB formou um chapão com 21 partidos. Contudo, estreante na disputa eleitoral, o ex-secretário de Campos, ainda é desconhecido pela maioria do eleitorado e não viu sua candidatura decolar. Na disputa ao Senado por Pernambuco, o candidato petista também sai na frente: João Paulo Lima, ex-prefeito do Recife, tem 37% das intenções de voto, seguido pelo adversário pessebista, Fernando Bezerra Coelho, com 16%. Enquanto Campos disfrutava de elevado grau de aprovação dos pernambucanos, seu vice, João Lyra Neto, que assumiu o poder em abril, tem sua administração avaliada, pela maioria, como regular. O levantamento feito pelo Ibope mostra que apenas 3% dos eleitores consideram o governo ótimo; 19% bom; 40% regular; 7% ruim e 9% péssimo. Além disso, 22% dos consultados não souberam responder.

TRÊS BLACK BLOCS AINDA NÃO ENTREGARAM SEU PASSAPORTES PARA A JUSTIÇA

Três black blocs, acusados de organizar e praticar atos violentos em protestos, ainda não entregaram seus passaportes à Justiça, tampouco informaram se possuem ou não o documento. São eles: Drean Moraes, Karlayne Moraes e Luiz Carlos Rendeiro Júnior, conhecido como "Game Over", o "namorado" da Fadinha do Terror, a Sininho. O desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal, determinou na semana passada que os 23 black blocks respondam em liberdade ao processo por associação criminosa, mas obrigou que passaportes fossem entregues para a 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, onde o caso está em julgamento. Os três acusados não foram localizados por oficiais de Justiça para que entregassem os seus documentos. A partir da intimação, ele têm 24 horas para apresentá-los ou podem voltar a ser presos preventivamente. A maioria dos acusados já cumpriu a determinação judicial. Elisa Quadros, a Sininho, a Fadinha do Terror, já informou à Justiça que não possui passaporte, embora tenha demonstrado intenção de sair do Brasil e se asilar na Inglaterra. O promotor Diego Boyd Peçanha, do Ministério Público do Rio de Janeiro, pediu afastamento do caso por motivo de foro íntimo. Apenas o procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira, foi informado sobre a causa do afastamento. Na terça-feira, o Ministério Público recorreu à Justiça contra o habeas corpus concedido aos 23 black blocs, que permitiu ao grupo de baderneiros o direito de responder em liberdade às acusações de associação criminosa armada. O procurador Riscalla Abdenur, que substituiu Peçanha, protocolou um agravo regimental na 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. A intenção é fazer com que o desembargador Siro Darlan reconsidere a decisão favorável ao grupo concedida na semana passada. Caso Darlan não reconsidere o habeas corpus, o procurador cobra que o caso seja analisado pelos três desembargadores da 7ª Câmara Criminal em até 48 horas.

IBOPE APONTA QUE GAROTINHO, CRIVELLA E PEZÃO ESTÃO NO EMPATE TÉCNICO NO RIO DE JANEIRO

Pesquisa feita pelo Ibope e divulgada nesta quarta-feira pela TV Globo mostra que a disputa pelo governo do Rio de Janeiro continua acirrada. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, Anthony Garotinho (PR), Marcelo Crivella (PRB) e Luiz Fernando Pezão (PMDB) estão tecnicamente empatados. De acordo com o instituto, Anthony Garotinho (PR) possui 21% dos votos, Marcelo Crivella (PRB) marca 16%, e atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB), tem 15%. O petista Lindbergh Farias contabiliza 11% e aparece na rabeira. Esta foi a primeira pesquisa feita pelo Ibope após o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral. A pesquisa foi feita entre os dias 26 e 28 de julho, com 1.204 eleitores, em 37 cidades e foi registrada no TSE com o número RJ-00011/2014. Na última pesquisa do Ibope, feita entre 7 e 11 de junho, os três candidatos também estavam tecnicamente empatados. O deputado federal Anthony Garotinho (PR) aparecia com 18% dos votos, seguido pelo senador Marcelo Crivella (PRB), com 16%. O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) tinha 13% da preferência, enquanto o senador Lindbergh Farias (PT) possuía 11%. A margem de erro do levantamento era de três pontos percentuais para mais ou para menos. Garotinho possui o maior percentual de rejeição entre o eleitorado: 44% afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Lindbergh e Pezão possuem 17% de rejeição, e Crivella marca 15%, o que deixa os três tecnicamente empatados. O instituto também perguntou aos eleitores se eles aprovam o governo Pezão. A resposta de 45% dos entrevistados foi que desaprovam o modo Pezão de administrar o governo, enquanto 36% aprovam. Também foi indagado como os eleitores avaliam o governo: 40% disseram que o consideram "regular", 14% o consideram "ruim", e 17%, péssima. Apenas 2% consideram a administração "ótima", e 16%, boa. O Ibope também pesquisou a situação dos candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro. Romário (PSB) aparece com 24% das intenções de voto, seguido por Cesar Maia (DEM), com 17%.

IBOPE APONTA EMPATE TÉCNICO EM MINAS GERAIS ENTRE O EX-TERRORISTA PETISTA FERNANDO PIMENTEL E O TUCANO PIMENTA DA VEIGA

Pesquisa feita pelo Instituto Ibope aponta empate técnico entre o ex-terrorista petista Fernando Pimentel e o tucano Pimenta da Veiga na disputa pelo governo de Minas Gerais. O petista tem 25% das intenções de voto, contra 21% do tucano. Tarcísio Delgado, do PSB, aparece com 3%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, por essa margem de erro, Pimenta da Veiga até estar à frente do ex-terrorista petista Fernando Pimentel. Os demais candidatos, Andre Alves (PHS) e Eduardo Ferreira (PSDC), somam 4% dos votos válidos. Entre os entrevistados, 13% não souberam apontar em quem votariam. Os votos brancos e nulos somam 13%.  A enquete também avaliou o índice de rejeição de cada candidato. Pimentel aparece com 12%; Pimenta da Veiga, com 10%; e Tarcísio Delgado, 7%. Entre os entrevistados, 30% não rejeitam nenhum candidato. Os que não sabem ou não responderam somam 34%. O Ibope também avaliou a intenção de voto para o Senado. O ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) aparece com 38%, e Josué Gomes (PMDB) tem 7%. Os indecisos somam 31% e os que declaram que vão votar branco ou nulo são 15%. O levantamento foi encomendado pela TV Globo. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo 00058/2014. Foram ouvidos 1.512 eleitores entre os dias 26 e 28 de julho.

PESQUISA IBOPE APONTA JOSÉ ROBERTO ARRUDA LIDERANDO ELEIÇÃO NO DISTRITO FEDERAL

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo Ibope mostra que o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (PR), lidera as pesquisas com 32% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece o petista Agnelo Queiroz, que disputa a reeleição, com 17%. O senador Rodrigo Rollemberg (PSB) está em terceiro com 15%. Toninho (PSOL) e o deputado federal Luiz Pitiman (PSDB) aparecem empatados, com 6% cada. Perci Marrara (PCO) tem 1%. Como Arruda tem treze pontos porcentuais a menos que a soma de todos os outros candidatos (45%), a pesquisa desta quarta-feira sugere que a disputa pelo governo do Distrito Federal terá segundo turno. A pesquisa mostrou ainda que 13% dos eleitores votariam em branco ou nulo, e 10% não souberam responder. A pesquisa do Ibope também mostra que o candidato petista tem o maior grau de rejeição, 46%, enquanto José Roberto Arruda aparece com 32%. O senador Rollemberg é o menos rejeitado entre os três melhores colocados, com apenas 7% dos eleitores respondendo que não votariam nele.

DEPUTADOS ABREM CAMINHO PARA LEVAR OBAMA À JUSTIÇA

A Câmara dos Deputados, de maioria republicana, aprovou nesta quarta-feira uma autorização para abertura de um processo judicial contra o presidente democrata Barack Obama por exceder seus poderes presidenciais. A decisão eleva as tensões entre o Executivo e o Legislativo meses antes das eleições parlamentares que serão realizadas em novembro. Por 225 votos a 201, os deputados autorizaram o presidente da Câmara, John Boehner, a levar a administração Obama aos tribunais em nome da Casa por ter usado sua autoridade executiva para promover mudanças no Obamacare. O argumento dos republicanos é que o democrata foi seletivo em relação ao programa de saúde, uma das bandeiras de seu governo, atrasando a implementação de pontos desfavoráveis do projeto. Reagindo à movimentação parlamentar, Obama afirmou, em um evento no Missouri: “Eles vão me processar por lançar mão de ações executivas para ajudar o povo. Então eles estão loucos porque eu estou fazendo meu trabalho. A propósito, eu disse a eles que estaria feliz em fazer isso junto com eles. A única razão de eu estar fazendo por conta própria é porque vocês não estão fazendo nada”. Obama é uma espécie de Lula, ou de Dilma, que tenta jogar com a "democracia direta" contra o Congresso, a representação constitucional da população. É um populista barato, como nunca tinha aparecido na vida política americana antes. Os republicanos reclamaram de outras ações unilaterais do presidente para avançar sua agenda de governo, desde decretos sobre imigração até regras sobre benefícios a casais gays. O foco, no entanto, ficou no Obamacare porque os parlamentares consideraram que o caso tinha mais chances de superar obstáculos legais e avançar. “Isso não é sobre republicanos ou democratas. É sobre defender a Constituição que juramos”, alegou Boehner. “Você está disposto a deixar qualquer presidente escolher quais leis executar e quais alterar?” Os democratas, que votaram contra o processo, o consideram um esforço politicamente motivado que desperdiça o dinheiro do contribuinte uma vez que o Congresso falhou em agir a favor da população. Argumentam ainda que este é o primeiro passo de uma batalha contra o presidente que poderia resultar em um processo para um pedido de impeachment. Os republicanos negam qualquer intenção de pedir a cabeça de Obama. Os advogados da Câmara dos Deputados devem trabalhar nos esboços dos documentos legais necessários para a abertura do processo ao longo das cinco semanas e meia de recesso de verão, que começa nesta sexta-feira. Os democratas acreditam que o processo será negado pelas cortes federais, uma vez que os republicanos terão de provar que a Câmara foi prejudicada pelas ações de Obama. Mesmo se os tribunais aceitarem a ação, no entanto, a conclusão poderá levar anos, mais do que o tempo que o presidente ainda tem no cargo. Obama deixará a Casa Branca em janeiro de 2017.

MINISTRO DO TSE DIZ QUE CONSULTORIAS NÃO PODEM "ADJETIVAR RELATÓRIOS"; ERA O QUE FALTAVA, JUIZ DIZENDO O QUE A IMPRENSA OU ENTIDADES PODEM OU NÃO PODEM ESCREVER

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Admar Gonzaga, afirmou em entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal Valor Econômico que as consultorias "não podem adjetivar" seus relatórios. Ele argumenta que as análises do mercado não podem utilizar "adjetivos" para manifestar posições negativas ou positivas sobre os candidatos nas eleições deste ano. O tom dos relatórios financeiros foi posto na mesa de discussões do mercado nesta semana após dois eventos paralelos acontecerem na última sexta-feira. Primeiro veio à tona um relatório intitulado "Você e Seu Dinheiro", que foi enviado pelo banco Santander a 40 mil clientes do segmento Select (renda superior a 10.000 reais). Na terça-feira, depois que a instituição havia pedido formalmente desculpas pelo relatório, o presidente do Conselho da instituição, Emilio Botín, confirmou que uma pessoa foi demitida do banco devido à nota que continha comentários negativos sobre o governo Dilma Rousseff e as perspectivas econômicas ruins caso ela se reeleja. Em paralelo, o ministro Admar Gonzaga assinou uma liminar que suspendeu o anúncio de um texto da consultoria financeira Empiricus via link patrocinado do Google. A divulgação e o conteúdo do material, que responde a pergunta "como proteger seu patrimônio em caso de reeleição de Dilma", foram considerados contrários à Lei Eleitoral pelo ministro. Ele cita o artigo 57-C da Lei 9.504, que, por sua vez, proíbe a "veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga" na internet. "Se fossem outros candidatos indicados ali também haveria irregularidade (...) O que interessa é fazer chamada positiva ou negativa para um candidato. É fazer a chamada em anúncio pago em favor ou contra qualquer candidato", disse o ministro. Questionado pelo repórter sobre o real problema das análises, uma vez que as consultorias traçam cenários para investidores com base no que os próprios candidatos dizem e fazem, Gonzaga diz que há diferença entre "análise" e "anúncio". "A análise é problema dela. É um serviço que aquele que a contrata considera que ela esteja habilitada para fazer. O problema é o anúncio. O problema é dizer: 'Compre uma Coca-Cola'. Ou dizer algo como: 'Faça a sua análise financeira na Empiricus, considerado o resultado da eleição' ", disse. Isso tudo é forçação de barra. Na verdade, a Justiça Eleitoral é uma excrescência, que deveria ser abolida. E a Lei Eleitoral brasileira é outra barbaridade.

CONTAS DO GOVERNO TÊM PIOR RESULTADO DESDE 2000 NO PRIMEIRO SEMESTRE

O governo central (formado pelas contas do Tesouro, do Banco Central e da Previdência Social) registrou déficit primário de 1,95 bilhão de reais em junho, o pior resultado para junho desde o início da série histórica, informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira. Nos seis primeiros meses do ano, a economia feita para o pagamento de juros acumula saldo positivo de 17,24 bilhões de reais, metade do valor visto em igual período do ano passado e também o pior resultado para o período desde o ano 2000. Contudo, esse é o segundo mês consecutivo em que as contas ficam no vermelho. A deterioração das contas públicas tem sido motivo de apreensão tanto no governo quanto para investidores. O resultado de 2014 é, inclusive, pior do que o verificado em 2008 e 2009, anos de crise, em que a arrecadação foi penalizada e o governo teve de financiar políticas anticíclicas para amenizar os efeitos da crise financeira internacional. O resultado negativo foi impactado, sobretudo, pelo resultado da Previdência Social, que apresentou, no mês passado, déficit de 4,508 bilhões de reais — alta de 16,2% em relação a maio. O impacto positivo foi o recebimento de 1,48 bilhão de reais em dividendos de estatais, muito acima dos 780 milhões de reais vistos em maio. Em junho, as receitas líquidas do governo central somaram 78,46 bilhões de reais, quase 15% a mais frente a maio. No acumulado do semestre, somam 491,2 bilhões de reais, o que representa alta de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as despesas somaram 80,41 bilhões de reais em junho, com alta de 2% em comparação ao mês anterior. Nos seis primeiros meses do ano, elas somam 473,96 bilhões de reais, alta de 10,6% em relação ao ano passado. O resultado ruim mostra que as contas públicas seguem influenciadas pela economia fraca, o que tem levado o governo a recorrer às receitas extraordinárias para tentar fechar suas contas. Neste ano, a projeção é de que elas somarão 31,6 bilhões de reais. Também têm pesado as fortes desonerações tributárias que, no semestre passado, somaram cerca de 51 bilhões de reais, quase 45% a mais do que em igual período de 2013. Em 2014, a meta de superávit primário do setor público consolidado (a soma das contas do governo central, Estados, municípios e estatais) é de 99 bilhões de reais, o equivalente a 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB).

AÉCIO NEVES DEFENDE SIMPLIFICAR O SISTEMA TRIBUTÁRIO E INVESTIMENTOS DE 24% DO PIB

O candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira que, se eleito, terá a meta de garantir até 2018 investimentos totais de 24% do Produto Interno Bruto (PIB). Em sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o tucano disse que o governo do PT adotou uma “visão patrimonialista” do Estado brasileiro, loteou a administração pública e colocou em xeque o crescimento econômico. “Os resultados pífios da economia brasileira são consequência de opções erradas que o atual governo fez ao longo dos últimos anos. Não é possível assistirmos à velha cantilena de transferência de responsabilidades pelos péssimos resultados da economia. O empresariado brasileiro é extremamente competitivo, não fosse o despropósito do custo Brasil a que estão submetidos hoje”, disse para, em seguida, ironizar a quantidade de programas anunciados pelo governo federal. “Não esperem do nosso governo o plano A, o Brasil Melhor, o Brasil Muito melhor, o Brasil Maior. Esperem regulação clara dos mercados e ação do governo para aumentar a produtividade e qualidade dos serviços”, disse. “A meta que estou estabelecendo para o meu futuro governo é que possamos, ao final de 2018, saltar de 18% do PIB em investimentos para 24% do PIB em grande articulação do governo com o setor privado e com a criação de um grande ambiente favorável a negócios”, declarou. “Não é crível que a nossa situação no Brasil seja pior em relação a crescimento e expectativa de crescimento na comparação com vizinhos da América Latina. Represento a grande e nova aliança com sociedade para romper com estruturas carcomidas que aqui estão. O Estado não precisa ser ineficiente apenas por ser Estado”, disse. Em exposição para empresários, o candidato ainda recorreu ao fracassado jogo entre Brasil e Alemanha, na Copa do Mundo, para criticar o baixo crescimento econômico – o boletim Focus, no Banco Central, estimou ampliação de apenas 0,9% na economia este ano – e o recrudescimento da inflação, que estourou o teto da meta. “Este 7 a 1 contra a Alemanha foi muito triste, mas isso é o que menos preocupa. O que preocupa são 7% de inflação e 1% de crescimento”, disse. Assim como fez Eduardo Campos (PSB), Aécio Neves também prometeu a ampliação de recursos para obras de infraestrutura até para que se atinja de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) e disse que o Brasil deve costurar novas relações comerciais com Estados Unidos, União Européia e China. Embora, pelo menos no papel, o governo federal conte com 550 bilhões de reais para o Programa de Investimento em Logística (PIL), as concessões de modais de transportes foram travadas, em alguns casos, pelo desinteresse do investidor, que reclama cotidianamente da falta de marcos regulatórios claros e das baixas taxas de retorno para as obras. No debate promovido pela CNI, o tucano Aécio Neves também defendeu a aprovação de uma reforma tributária, como fez Campos. Mas disse que, se eleito, focará em um primeiro momento na simplificação do sistema de impostos. O esboço de reforma tributária discutido pela campanha de Aécio Neves prevê a criação da Secretaria de Simplificação do Sistema Tributário, colegiado que funcionará por até sessenta dias para elaborar um projeto de lei para a simplificação do sistema tributário, diminuição dos impostos indiretos, viabilização de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) no âmbito federal e criação de mecanismos de compensação dos créditos tributários. Em uma segunda fase, se discutiria a redução da carga tributária e um pacto entre estados para o fim da guerra fiscal. “Enfrentando simplificação do sistema tributário na largada do nosso governo, essa simplificação abrirá as portas para que possamos ter uma redução horizontal da carga tributária”, defendeu.
Embora as discussões sobre o fim da guerra fiscal esbarrem em constantes impasses federativos, o candidato do PSDB disse que, para viabilizar este ponto e os demais relativos à reforma tributária, será necessário fazer um “controle efetivo e claro” dos gastos correntes do governo. “Só vamos ter espaço fiscal necessário no momento em que encaixarmos o crescimento dos gastos correntes no crescimento da própria economia”, disse. Entre suas propostas, Aécio Neves também defendeu a integração das empresas brasileiras a cadeias globais de produção e o combate ao chamado custo Brasil. “Precisamos de um ambiente de negócios e de regulação, com agências reguladoras resgatadas como instrumentos da sociedade, um sistema tributário mais ágil e um choque de infraestrutura e parceria com o setor privado”, disse. Ao empresariado, o candidato do PSDB criticou o governo federal por definir previamente a taxa de retorno dos programas de concessão. “Não cabe a governo nenhum estabelecer taxa de retorno para quem investe no Brasil. Isso cabe ao setor privado. Cabe ao governo estimular que ele ocorra com regras claras e sem esse nefasto intervencionismo que se tornou marca desse governo nos últimos anos”, afirmou. Apesar de, em tese, ter a preferência do setor empresarial, o candidato tucano optou por utilizar grande parte de sua exposição para críticas ao governo federal, às recorrentes maquiagens fiscais promovidas pelo Tesouro Nacional e à falta de estabilidade de regras para o ambiente de negócios. “Não sou candidato à presidência da República para colocar um retrato na parede, mas para fazer o que não foi feito. Falta no Brasil liderança política e coragem política de fazer o que precisa ser feito”, declarou. Para o tucano, é preciso buscar um “nível de crescimento minimamente respeitável” e combater o inchaço da máquina pública com medidas como, por exemplo, a redução do número de ministérios. “Hoje há uma estrutura ministerial absurda, anacrônica e vergonhosa”, disse. Pela proposta desenhada pela campanha tucana, haveria a redução dos atuais 39 ministérios para 22. O número de pastas de primeiro escalão leva em conta estudo desenvolvido em 2008 pelos físicos Peter Klimek, Rudolf Hanel e Stefan Thurner e que avalia o “coeficiente de ineficiência” das estruturas de governo. De acordo com a tese desenvolvida pelos professores da Universidade Cornell, governos mais eficientes são formados por grupos menores com um intervalo de dezenove e 22 ministérios. Nas propostas que apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral, o candidato do PSDB já havia defendido que a competitividade produtiva poderia ser atingida com investimentos em produção, em infraestrutura social e em políticas de desburocratização. Assim como os demais postulantes ao Palácio do Planalto, não há detalhamento de como as promessas seriam colocadas em prática. De acordo com a campanha do tucano, o programa enviado ao TSE será aprimorado a partir de sugestões de eleitores e de especialistas. Para Aécio Neves, a melhoria da produtividade de empresas nacionais será possível com a modernização do parque industrial brasileiro, pela melhoria no ambiente de negócios e pela capacitação das companhias. “O crescimento do emprego, a ampliação e qualificação do mercado interno e a expansão das exportações põem no centro da política econômica a questão da produtividade”, justificou o candidato ao TSE.

AÉCIO NEVES DEFENDE SIMPLIFICAR O SISTEMA TRIBUTÁRIO E INVESTIMENTOS DE 24% DO PIB

O candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira que, se eleito, terá a meta de garantir até 2018 investimentos totais de 24% do Produto Interno Bruto (PIB). Em sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o tucano disse que o governo do PT adotou uma “visão patrimonialista” do Estado brasileiro, loteou a administração pública e colocou em xeque o crescimento econômico. “Os resultados pífios da economia brasileira são consequência de opções erradas que o atual governo fez ao longo dos últimos anos. Não é possível assistirmos à velha cantilena de transferência de responsabilidades pelos péssimos resultados da economia. O empresariado brasileiro é extremamente competitivo, não fosse o despropósito do custo Brasil a que estão submetidos hoje”, disse para, em seguida, ironizar a quantidade de programas anunciados pelo governo federal. “Não esperem do nosso governo o plano A, o Brasil Melhor, o Brasil Muito melhor, o Brasil Maior. Esperem regulação clara dos mercados e ação do governo para aumentar a produtividade e qualidade dos serviços”, disse. “A meta que estou estabelecendo para o meu futuro governo é que possamos, ao final de 2018, saltar de 18% do PIB em investimentos para 24% do PIB em grande articulação do governo com o setor privado e com a criação de um grande ambiente favorável a negócios”, declarou. “Não é crível que a nossa situação no Brasil seja pior em relação a crescimento e expectativa de crescimento na comparação com vizinhos da América Latina. Represento a grande e nova aliança com sociedade para romper com estruturas carcomidas que aqui estão. O Estado não precisa ser ineficiente apenas por ser Estado”, disse. Em exposição para empresários, o candidato ainda recorreu ao fracassado jogo entre Brasil e Alemanha, na Copa do Mundo, para criticar o baixo crescimento econômico – o boletim Focus, no Banco Central, estimou ampliação de apenas 0,9% na economia este ano – e o recrudescimento da inflação, que estourou o teto da meta. “Este 7 a 1 contra a Alemanha foi muito triste, mas isso é o que menos preocupa. O que preocupa são 7% de inflação e 1% de crescimento”, disse. Assim como fez Eduardo Campos (PSB), Aécio Neves também prometeu a ampliação de recursos para obras de infraestrutura até para que se atinja de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) e disse que o Brasil deve costurar novas relações comerciais com Estados Unidos, União Européia e China. Embora, pelo menos no papel, o governo federal conte com 550 bilhões de reais para o Programa de Investimento em Logística (PIL), as concessões de modais de transportes foram travadas, em alguns casos, pelo desinteresse do investidor, que reclama cotidianamente da falta de marcos regulatórios claros e das baixas taxas de retorno para as obras. No debate promovido pela CNI, o tucano Aécio Neves também defendeu a aprovação de uma reforma tributária, como fez Campos. Mas disse que, se eleito, focará em um primeiro momento na simplificação do sistema de impostos. O esboço de reforma tributária discutido pela campanha de Aécio Neves prevê a criação da Secretaria de Simplificação do Sistema Tributário, colegiado que funcionará por até sessenta dias para elaborar um projeto de lei para a simplificação do sistema tributário, diminuição dos impostos indiretos, viabilização de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) no âmbito federal e criação de mecanismos de compensação dos créditos tributários. Em uma segunda fase, se discutiria a redução da carga tributária e um pacto entre estados para o fim da guerra fiscal. “Enfrentando simplificação do sistema tributário na largada do nosso governo, essa simplificação abrirá as portas para que possamos ter uma redução horizontal da carga tributária”, defendeu.
Embora as discussões sobre o fim da guerra fiscal esbarrem em constantes impasses federativos, o candidato do PSDB disse que, para viabilizar este ponto e os demais relativos à reforma tributária, será necessário fazer um “controle efetivo e claro” dos gastos correntes do governo. “Só vamos ter espaço fiscal necessário no momento em que encaixarmos o crescimento dos gastos correntes no crescimento da própria economia”, disse. Entre suas propostas, Aécio Neves também defendeu a integração das empresas brasileiras a cadeias globais de produção e o combate ao chamado custo Brasil. “Precisamos de um ambiente de negócios e de regulação, com agências reguladoras resgatadas como instrumentos da sociedade, um sistema tributário mais ágil e um choque de infraestrutura e parceria com o setor privado”, disse. Ao empresariado, o candidato do PSDB criticou o governo federal por definir previamente a taxa de retorno dos programas de concessão. “Não cabe a governo nenhum estabelecer taxa de retorno para quem investe no Brasil. Isso cabe ao setor privado. Cabe ao governo estimular que ele ocorra com regras claras e sem esse nefasto intervencionismo que se tornou marca desse governo nos últimos anos”, afirmou. Apesar de, em tese, ter a preferência do setor empresarial, o candidato tucano optou por utilizar grande parte de sua exposição para críticas ao governo federal, às recorrentes maquiagens fiscais promovidas pelo Tesouro Nacional e à falta de estabilidade de regras para o ambiente de negócios. “Não sou candidato à presidência da República para colocar um retrato na parede, mas para fazer o que não foi feito. Falta no Brasil liderança política e coragem política de fazer o que precisa ser feito”, declarou. Para o tucano, é preciso buscar um “nível de crescimento minimamente respeitável” e combater o inchaço da máquina pública com medidas como, por exemplo, a redução do número de ministérios. “Hoje há uma estrutura ministerial absurda, anacrônica e vergonhosa”, disse. Pela proposta desenhada pela campanha tucana, haveria a redução dos atuais 39 ministérios para 22. O número de pastas de primeiro escalão leva em conta estudo desenvolvido em 2008 pelos físicos Peter Klimek, Rudolf Hanel e Stefan Thurner e que avalia o “coeficiente de ineficiência” das estruturas de governo. De acordo com a tese desenvolvida pelos professores da Universidade Cornell, governos mais eficientes são formados por grupos menores com um intervalo de dezenove e 22 ministérios. Nas propostas que apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral, o candidato do PSDB já havia defendido que a competitividade produtiva poderia ser atingida com investimentos em produção, em infraestrutura social e em políticas de desburocratização. Assim como os demais postulantes ao Palácio do Planalto, não há detalhamento de como as promessas seriam colocadas em prática. De acordo com a campanha do tucano, o programa enviado ao TSE será aprimorado a partir de sugestões de eleitores e de especialistas. Para Aécio Neves, a melhoria da produtividade de empresas nacionais será possível com a modernização do parque industrial brasileiro, pela melhoria no ambiente de negócios e pela capacitação das companhias. “O crescimento do emprego, a ampliação e qualificação do mercado interno e a expansão das exportações põem no centro da política econômica a questão da produtividade”, justificou o candidato ao TSE.

LUIZ MOURA NÃO ERA MAIS PEIXE PEQUENO NO PT, NÃO! JÁ ERA UM BAGRE! QUE O DIGA ALEXANDRE PADILHA, QUE DISCURSOU EM SUA FESTA DE ANIVERSÁRIO!

Então… A coisa ficou feia, não é? O Ministério Público investiga agora fortes suspeitas de que o deputado estadual petista Luiz Moura e mais quatro empresas lavam dinheiro para o PCC. O PT tenta na Justiça inviabilizar a sua candidatura, mas foi, até agora, malsucedido. Peço a licença para republicar um post do dia 23 de maio lembrando a importância que Moura tinha no partido e com quem estavam as suas afinidades. Releiam.

*Vejam esta foto:
Luiz Moura - Padilha
Então… Como diz aquela música, “amigo é coisa pra se guardar/ debaixo de sete chaves…” E Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, é homem de muitos amigos. Um deles é o deputado estadual Luiz Moura.
Quem é mesmo Luiz Moura? É aquele senhor que foi flagrado pela polícia numa reunião que tinha o objetivo de combinar novos ataques a ônibus na cidade de São Paulo. E quem estava presente ao encontro? Justamente… o deputado! Havia nada menos de que 13 membros do PCC no local. Um assaltante de banco então foragido, que integrava a turma, tem condenações que somam SETENTA ANOS. O encontro acontecia na sede Transcooper, uma cooperativa de vans da qual o deputado é presidente de honra. Ele também é integrante da diretoria da Confetrans – Confederação Nacional das Cooperativas de Transporte – e da Fecotrans, que é a federação. Moura é um ex-presidiário condenado a 12 anos de cadeia por assaltos à mão armada. Não cumpriu a pena porque fugiu. Permaneceu 10 anos foragido e surgiu reabilitado, obtendo perdão judicial. No período em que permaneceu clandestino, juntou um patrimônio de R$ 5 milhões na área de transporte e postos de gasolina. Um empreendedor nato!
Padilha foi à festa de aniversário de Moura, que serviu ainda como uma espécie de pré-lançamento de sua candidatura ao governo do Estado. Acho superbacana esse trânsito todo do deputado petista, né? Num dia, ele está numa reunião com membros do PCC; no outro, com o candidato do PT ao governo do Estado, ex-ministro da Saúde e um dos principais nomes do partido. Convenham: as circunstâncias, não eu, acabam aproximando duas siglas: PT e PCC — este segundo se assume oficialmente como o partido do crime.
Mais algumas fotos da festança. Volto em seguida.
A partir da esquerda, Luiz Moura, Senival Moura e Padilha: tudo positivo, moçada!!!
A partir da esquerda, Luiz Moura, Senival Moura e Padilha: tudo positivo, moçada!!!
Padilha não se contentou em comparecer: ele discursou com entusiasmo na festança
Padilha não se contentou em comparecer: ele discursou com entusiasmo na festança
Amigo de fé, irmão, camarada: o abraço amigo e palavras ao pé do ouvido
Amigo de fé, irmão camarada: o abraço amigo e palavras ao pé do ouvido
Tratou-se de um festão mesmo, coisa podre de chique, como se diz por aí
Tratou-se de um festão mesmo, coisa podre de chique, como se diz por aí
Amigos problemáticosPadilha tem amigos esquisitos no PT. Como esquecer este vídeo, não é?
Encerro
As fotos estão na página do Facebook do fotógrafo do evento. Ele informa que, entre os petistas ilustres, estava o vereador Jair Tatto, irmão do deputado federal licenciado Jilmar Tatto, hoje secretário de Transportes da cidade de São Paulo. A família Tatto é ligada a isso que chamam “transporte alternativo” — cooperativas de vans e de ônibus. Um dos principais aliados dos Tatto é justamente Luiz Moura, que vem a ser o cara que estava na tal reunião com membros do PCC, onde se planejavam ataques a ônibus. Não obstante, na terça, Jilmar preferiu atribuir à PM parte do caos que tomou conta de São Paulo. E isso tudo é apenas… fato! Por Reinaldo Azevedo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PAULISTA NEGA RECURSO DO PT PARA DEPUTADO-BOMBA PETISTA, PARCEIRO DO PCC, DA LISTA DE CANDIDATOS

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou nesta quarta-feira recurso do PT para excluir o deputado estadual Luiz Moura das eleições de outubro. Flagrado pela Polícia Civil em reunião na qual participaram dezoito integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Luiz Moura foi afastado por 60 dias do partido e ficou impedido de obter uma legenda para concorrer ao seu segundo mandato na Assembleia Legislativa. O deputado recorreu à Justiça comum e conseguiu, provisoriamente, anular a suspensão. Ele também chegou a invalidar a Convenção Estadual que definiu os candidatos ao Legislativo e homologou a candidatura de Alexandre Padilha ao governo do Estado, mas a Justiça revalidou o encontro partidário posteriormente. 

Em decisão unânime, a 5ª Câmara de Direito Privado decidiu na manhã desta quarta-feira “não conhecer” o agravo de instrumento apresentado pelo Diretório Estadual com objetivo de derrubar a liminar que anulou a suspensão e concedeu ao deputado o direito de registrar sua candidatura individualmente. O relator do processo, desembargador Edson Luiz de Queiroz, votou contra o partido: “Não conheço o agravo, na medida em que não houve uma representação processual regular do agravante. Inicialmente estou rejeitando a admissibilidade, haja vista que a matéria é de competência desta Justiça estadual e não do Tribunal Regional Eleitoral. Portanto, eu estou rejeitando a preliminar e não conheço o pedido”, disse o desembargador, contrariando a tese do setor jurídico petista.
Queiroz reafirmou a decisão da Justiça Eleitoral, que já havia encaminhado o caso para o Tribunal de Justiça. O presidente da 5ª Câmara, desembargador Erickson Gavazza Marques, disse “lamentar”, mas também considerou o recurso petista inadmissível, sem análise de mérito. O voto foi acompanhado ainda pelo desembargador Mônaco da Silva.
Os advogados do PT, Marcelo Rossi Nobre e Othon de Sá Funchal Barros, argumentavam que o Judiciário não poderia interferir em decisão partidária: “A escolha dos candidatos é ato interna corporis do partido, não podendo ser alterada pelo Judiciário, principalmente em medida liminar”. Os defensores do PT também afirmavam que a suspensão a Moura foi aplicada de acordo com o estatuto da sigla, “em estrito cumprimento do dever legal” – tese que o juiz Renato de Abreu Perine, da 17ª Vara Cível, rejeitou em análise anterior, determinando que Moura pedisse o registro de sua candidatura.
Na semana passada, Luiz Moura obteve o registro de CNPJ para começar a fazer campanha. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, porém, ainda precisará validar o registro de candidatura do petista – ou considerar regular apenas a chapa de candidatos a deputado estadual enviada pelo PT, lista que exclui Moura. O caso será julgado pela desembargadora Diva Malerbi. 

TERROR PETISTA - CABE PERGUNTAR: A PARTIR DE HOJE, AS ANÁLISES QUE BANCOS FAZEM A SEUS CLIENTES BUSCARÃO ATENDER AOS INTERESSES DE QUEM?

Muito bem! A analista que foi considerada a responsável por ter anexado a extrato de correntistas uma análise sobre o comportamento dos indicadores econômicos vis-à-vis à posição de Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais foi demitida. Lula pediu a cabeça da moça a seu amigão, Emilio Botín, presidente mundial do Santander, e o banqueiro deu o que ele queria. Vale dizer: o chefão petista investiu e obteve os devidos dividendos eleitorais. A partir de agora, uma questão está criada — e não só para o banco que troca cabeças por gentilezas do petismo.

Bancos também atuam como consultores de investimentos. Não são meros lugares em que se deposita o dinheiro. Em qualquer democracia do mundo, um episódio como esse nem mesmo seria notícia. Por aqui, virou um escândalo em razão da mistura sempre explosiva de ignorância com má-fé política. Não só isso. Somos também um país viciado em arranca-rabo de classes. Os que receberam a tal avaliação eram correntistas com contas acima de R$ 10 mil. Foram tachados de “ricos” por setores da imprensa. Ricos? Bem, num país em que uma família com renda per capita de R$ 300 já é considerada pelo governo “classe média”, tudo é possível.
Pergunto: doravante, as análises que o Santander e os demais bancos oferecerem a seus clientes têm alguma validade ou serão redigidas pelo medo e pela patrulha? Quando os consultores das instituições financeiras emitirem as suas opiniões, estas terão sido, antes, submetidas ao Comitê de Censura do Petismo? Se uma opinião considerada incômoda a um partido rende pedido de desculpas e demissão, devo entender que as que não rendem podem até estar em desacordo com a realidade, mas adequadas àquilo que pensam os poderosos de turno?
De resto, insisto num aspecto: a moça demitida do Santander não disse nada que não tenha sido dito na Folha, na VEJA, no Estadão, no Globo, na Globo ou na Jovem Pan. Aí o idiota grita: “Ah, mas essa é a mídia golpista”. Errado! A bancária demitida não afirmou nada além do que o próprio Lula vem afirmando, com uma única diferença: ao fazê-lo, ele usa o episódio para exaltar Dilma. A ex-analista do Santander se limitou a fazer uma constatação.
Esse episódio é vergonhoso e dá conta da cultura autoritária de um partido político, incapaz de conviver com a divergência. A presidente Dilma, numa avaliação tacanha, considerou que a análise enviada aos correntistas era uma tentativa de o mercado interferir nas ações de governo. É mesmo? Ainda que assim fosse, o que haveria de errado? Quando a CUT, o MST, o MTST e um sem-número de siglas tentam interferir nas políticas públicas, tal inciativa é ou não legítima? E olhem que há uma diferença brutal: com alguma frequência, esses entes que cito não se manifestam apenas por meio de notas, mas da ação direta, que cassa direitos de terceiros sob o pretexto de defender… direitos.
Nesta quarta, por exemplo, falaram na Confederação Nacional da Indústria os presidenciáveis Eduardo Campos, Aécio Neves e Dilma Rousseff. Já no evento da CUT — uma entidade financiada com dinheiro público, dos trabalhadores, forçados a financiá-la por meio do imposto sindical —, só o petismo tem voz; só o petismo é convidado a se manifestar, numa afronta escancarada à Lei Eleitoral.
A síntese é a seguinte: a analista do Santander foi demitida sem ter descumprido um milímetro da lei. Dilma será aplaudida amanhã, em evento da CUT, transgredindo a lei. Ou tentem me provar que estou errado. Por Reinaldo Azevedo

CHRISTINE LAGARDE, DIRETORA DO FMI, DIZ QUE DEFAULT ARGENTINO NÃO DEVE ABALAR MERCADOS

Um possível calote da Argentina não deve gerar repercussões amplas no mercado, dado o relativo isolamento do país do sistema financeiro, disse nesta terça-feira a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde. O país latino-americano pode enfrentar seu segundo default neste século caso fracassem as negociações de último minuto em Nova York com os credores que não participaram da reestruturação de sua dívida soberana. "Embora um default seja sempre lastimável, não acreditamos que teria consequências significativas importantes no resto do mundo", disse Lagarde a jornalistas, ecoando a percepção disseminada de que qualquer default muito provavelmente não abalaria os mercados emergentes em todo o mundo.

PRINCIPAL ESPECIALISTA EM EBOLA DE SERRA LEOA MORRE APÓS SER INFECTADO

O médico que liderava os esforços de Serra Leoa contra o pior surto de ebola da história morreu nesta terça-feira após ser contaminado pelo vírus. A morte de Sheik Omar Khan, que tratou mais de 100 pacientes, ocorre após o falecimento de dezenas de funcionários da saúde e a infecção de dois médicos norte-americanos na vizinha Libéria, destacando os perigos enfrentados pela equipe que tenta conter a propagação da doença na África Ocidental. Acredita-se que o ebola tenha matado 672 pessoas em Guiné, Libéria e Serra Leoa desde que o surto começou, em fevereiro, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A doença contagiosa, que não tem cura conhecida, tem sintomas que incluem vômitos, diarréia e hemorragia interna e externa. Khan, de 39 anos, saudado como um "herói nacional" pelo Ministério da Saúde, havia sido transferido para uma enfermaria gerida pela instituição Médicos Sem Fronteiras no extremo norte de Serra Leoa.

PROBLEMA COM DÍVIDA ARGENTINA ATINGE TODO O SISTEMA FINANCEIRO, AFIRMA A PETISTA DILMA

A presidente Dilma Rousseff e os demais chefes de Estado do Mercosul que participam da 46ª Cúpula dos Presidentes do Mercosul, na capital da Venezuela, saíram nesta terça-feira, 29, em defesa da Argentina contra a decisão judicial norte-americana de obrigar o pagamento aos fundos holdouts, que se recusaram a participar da renegociação das dívidas do país em 2005 e 2010. O tema foi um dos principais assuntos da Cúpula, na Venezuela. O prazo para a Argentina pagar os credores termina à meia-noite desta quarta-feira, 30. A Argentina tem até esta quarta-feira para fechar um acordo ou dar o calote nos chamados credores holdouts. Uma missão do ministério da economia argentino está em Nova York para encontro com Daniel Pollack, escolhido para intermediar as discussões entre Argentina e os holdouts. Dilma disse ser "integralmente" solidária ao desafio do país vizinho, que enfrenta dificuldades em renegociar sua dívida. A solidariedade, segundo ela, "não é retórica". A presidente disse estar tratando do tema em fóruns internacionais e propôs levar o assunto à reunião do G-20. Dilma disse que o problema atinge todo o sistema financeiro internacional e cobrou regras claras que permitam previsibilidade na renegociação das dívidas. Segundo a presidente, não se pode permitir que a "ação de alguns poucos especuladores coloque em risco a estabilidade de um país inteiro".

BANDA LARGA FIXA ESTÁ EM 35,53% DOS DOMICÍLIOS DO BRASIL

A internet de banda larga fixa está presente em 35,5% dos domicílios brasileiros. Em junho, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou 23,22 milhões de assinantes do serviço. A região com maior número de assinantes é a Sudeste (14 milhões), o que corresponde a 49,49% dos domicílios da região. Em São Paulo, onde 60,3% dos lares têm internet, há 8,85 milhões de assinantes. Na Região Sul, há 4 milhões de acessos ao serviço, o que coloca a internet de banda larga fixa em 40,24% dos lares. Na Região Norte, há 676.417 acessos ao serviço, presente em 14,15% dos lares. No Nordeste, são 2,68 milhões de assinaturas – o correspondente a 15,75% dos lares. Já na Região Centro-Oeste, o total de assinantes chega a 1,8 milhão (35,68% das residências). A unidade federativa que tem menor percentual de residências com esse tipo de internet é o Maranhão, onde o serviço atende a apenas 8,63% dos lares, o correspondente a 164.012 assinaturas. Em penúltimo lugar está o Amapá, onde a banda fixa se faz presente em 9,37% das residências, o que corresponde a 18.489 assinaturas.

CHUVAS PARA HIDRELÉTRICAS EM AGOSTO DEVEM FICAR ACIMA DA MÉDIA APENAS NO SUL

As chuvas que chegarão aos reservatórios das hidrelétricas do País em agosto devem ficar abaixo da média histórica em todas as regiões, exceto o Sul, onde as afluências esperadas são equivalentes a 117% da média histórica, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os dados desta terça-feira baseiam-se em previsões do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e apontam que as chuvas que devem chegar aos reservatórios no Sudeste em agosto ficarão em cerca de 93% da média histórica para o mês. No Norte, as afluências deverão ser equivalentes a 81% da média e, no Nordeste, a 57% da média. Segundo a CCEE, em agosto a geração de energia hidrelétrica deverá continuar abaixo da garantia física alocada para o período, equivalente a 88% da capacidade total. As previsões chegam num momento em que as hidrelétricas estão sendo poupadas para evitar forte rebaixamento dos reservatórios de água das usinas, que enfrentam estiagem. Quando as hidrelétricas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) geram menos energia que a garantia física dessas usinas, o déficit que é suprido com energia comprada no curto prazo, com preços mais altos diante da forte geração termelétrica mais cara. Isso tem afetando as geradoras que não têm sobra de energia para cobrir contratos e estão tendo que recorrer à compra no curto prazo. A CCEE informou ainda que o preço de energia de curto prazo dado pelo PLD subiu 47% em julho ante junho, situando-se em 570,04 reais por megawatt-hora (MWh), na média.

CHILE E PERU CHAMAM EMBAIXADORES EM ISRAEL PARA CONSULTAS

Os governos de Chile e Peru informaram nesta terça-feira que chamaram os seus respectivos embaixadores em Israel para consultas diante do recrudescimento das operações militares israelenses na Faixa de Gaza. Os dois países sul-americanos reiteraram o apelo para o fim das hostilidades, apoiando o pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban ki-moon. O Chile é governado por uma comunista e o Peru tem um proto-comunista na sua presidência, Ollanta Humala, que tem como principal assessor o gardelão argentino Felipe Belisario Wermus, ex-dirigente da 4ª Internacional trotskista e ex-marido da socialite petista Marta Suplicy.

METALÚRGICOS DA EMBRAER QUEREM REAJUSTE SALARIAL DE 12,98%

A Embraer emprega cerca de 12 mil metalúrgicos em duas unidades em São José dos Campos, informou o sindicato dos Metalúrgicos da Embraer em São José dos Campos (SP) aprovaram nesta terça-feira início de campanha salarial em que cobram da empresa reajuste de 12,98%, redução de jornada de trabalho e estabilidade no emprego. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, onde está a principal fábrica da Embraer no Brasil, a campanha salarial é unificada com os sindicatos de Campinas, Limeira e Santos, que juntos representam 157 mil trabalhadores. A Embraer emprega cerca de 12 mil metalúrgicos em duas unidades em São José dos Campos, informou o sindicato. A data-base da categoria é em setembro. Em 2013, os metalúrgicos da fabricante de aviões tiveram reajuste salarial de 8,1%.

VEREADORES DO RIO DE JANEIRO LEVARÃO DENÚNCIAS CONTRA O DEPUTADO FEDERAL BETHLEM ATÉ A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA

Oito vereadores do Rio de Janeiro pedirão à Procuradoria Geral da República que investigue o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) por possível envolvimento em caso de corrupção. Em gravações feitas secretamente pela ex-mulher do parlamentar, Vanessa Felippe, Bethlem revela que recebia comissões ilegais de ONGs prestadoras de serviço à Secretaria Municipal de Assistência Social, ocupada por ele entre 2011 e 2012. O deputado diz ainda ter uma conta na Suíça, não informada na declaração de bens. Vereadores do PSOL, do PSDB, do PDT, do PR, reunidos na tarde desta terça-feira, 29, informaram que começarão uma mobilização para abertura de uma CPI para investigar aplicação de recursos do Fundo Municipal de Assistência Social. Como reconhecem a dificuldade de alcançar o mínimo de 17 assinaturas para abertura da investigação parlamentar, os vereadores optaram por agir também em outras frentes. Um terceiro caminho será pedir à Polícia Federal uma investigação sobre possível evasão de divisas para a conta bancária da Suíça.

MINISTRO PETISTA CELSO AMORIM DIZ TER EXPECTATIVA DE ASSINATURA DO CONTRATO DE COMPRA DOS CAÇAS ATÉ O FIM DO ANO

O governo da petista Dilma espera assinar até o fim deste ano o contrato para a compra de caças Gripen NG, da fabricante sueca Saab, reiterou nesta terça-feira o ministro da Defesa, o petista Celso Amorim. Ele disse que receberá nos próximos dias representante do governo da Suécia para discutir detalhes da parceria entre brasileiros e suecos para a aquisição das aeronaves, anunciada ano passado após um longo processo que teve início ainda no governo do ex-presidente e alcaguete Lula (delatava companheiros para o Dops paulista, durante a ditadura militar, conforme Romeu Tuma Jr). “Está tudo correndo normalmente e a previsão é que o contrato possa ser assinado no final do ano" , disse o petista Amorim, reiterando previsão feita na época do anúncio da escolha pelo caça sueco. “Vou ter um briefing nos próximos dias sobre todos os aspectos das negociações e a própria ministra da Suécia está vindo para cá”, acrescentou. O ministro revelou que a previsão é que em 2016 estejam já à disposição da Força Aérea Brasileira (FAB) caças Gripen de segunda mão para serem usados pela FAB até que a entrega das novas aeronaves. A perspectiva de Amorim é que em 2018 possa ser iniciada a fabricação dos novos caças encomendados para a FAB.

SONDA DA NASA EM MARTE ESTABELECE RECORDE DE DISTÂNCIA PERCORRIDA FORA DA TERRA

A sonda Opportunity, da Nasa, estabeleceu um novo recorde de distância percorrida em solo fora da Terra ao alcançar a marca de 40 quilômetros na superfície do planeta vermelho, superando a quilometragem estabelecida em 1973 por uma sonda soviética na Lua. A Opportunity, que chegou a Marte em janeiro de 2004, poucas semanas após a atualmente extinta sonda irmã Spirit, foi construída para percorrer apenas um quilômetro, mas continuou a operar bem além de suas capacidades projetadas. Neste ano, a antiga sonda, um veículo com seis rodados mais ou menos do tamanho de um carrinho de golfe, encontrou evidência da existência de água doce na superfície de Marte no passado, reforçando descobertas similares de uma sonda mais nova e maior, a Curiosity, do outro lado do planeta. No domingo, o robô avançou mais 48 metros ao continuar ao longo da borda de uma cratera marciana, elevando o total de seu hodômetro para 40,25 quilômetros, de acordo com o Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, perto de Pasadena, na Califórnia. Em comparação, a sonda da União Soviética Lunokhod 2 percorreu 39 quilômetros em menos de cinco meses após pousar na Lua em 15 de janeiro de 1973, segundo o laboratório da Nasa. A sonda lunar tripulada guiada pelos astronautas da missão Apollo 17 atravessou 35,7 quilômetros em 1972. A Opportunity ainda tem quilômetros a percorrer. Cientistas planejam direcionar a sonda agora para um vale marciano próximo, o que pode ampliar sua quilometragem para 42 quilômetros, o equivalente a uma maratona.

ISRAEL INTENSIFICA AÇÃO MILITARES EM GAZA ENQUANTO EGITO REVISA PLANO DE TRÉGUA

Israel destruiu a única usina de energia de Gaza e atingiu dezenas de outros alvos prioritários nesta terça-feira, enquanto mediadores egípcios preparavam uma nova proposta para pôr fim à guerra contra os terroristas islâmicos do Hamas. A rede de TV israelense Channel Two informou que tem havido progresso em um acordo no Cairo, onde uma delegação palestina era esperada no final desta terça-feira, embora a emissora tenha negado um relato anterior de que uma trégua tinha sido acordada provisoriamente. Autoridades de saúde disseram que pelo menos 85 palestinos morreram em alguns dos piores bombardeios por terra, mar e ar desde o início da operação defensiva de Israel, em 8 de julho, em resposta aos foguetes disparados pelos terroristas do Hamas e por seus aliados. Funcionários de hospitais locais afirmaram que o número total de palestinos mortos no conflito subiu para 1.200. Do lado israelense, 53 soldados e três civis morreram. A ofensiva israelense se intensificou após a morte de 10 soldados em ataques de terroristas do Hamas em solo israelense na segunda-feira, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, alertou que antevê um longo conflito. Mas os militares disseram precisar de cerca de uma semana para finalizar sua missão principal – destruir os túneis na fronteira que os terroristas do Hamas usam para se infiltrar em território de Israel e atacar israelenses. Já Mohammed Deif, líder do braço armado do Hamas, disse em uma mensagem de voz que os palestinos continuarão enfrentando Israel até que o bloqueio a Gaza - que é apoiado pelo vizinho Egito - seja retirado. "A entidade ocupante não poderá desfrutar de segurança, a menos que o nosso povo viva em liberdade e dignidade", disse Deif: "Não haverá cessar-fogo até que a agressão (israelense) pare e o bloqueio acabe. Nós não vamos aceitar soluções provisórias". Os terroristas do Hamas lançaram 54 foguetes em direção ao sul e ao centro de Israel, incluindo a área de Tel Aviv, cinco deles foram abatidos pelos interceptadores do Domo de Ferro e o resto errou o alvo. Uma autoridade egípcia declarou que o Cairo está revisando uma proposta de trégua que a princípio Israel havia aceitado, mas o Hamas rejeitado, e que a nova oferta será apresentada à delegação palestina. Uma autoridade israelense disse que Israel pode mandar seu próprio enviado ao Egito. O governo de Israel, que defende o desarmamento da organização terrorista Hamas, tem o apoio de seus cidadãos. Uma pesquisa da Universidade de Tel Aviv publicada nesta terça-feira mostrou que 95% da maioria judaica de Israel acreditam que a ofensiva é justificada. Os militares de Israel disseram que soldados mataram cinco atiradores que abriram fogo depois de emergir de um túnel dentro da Faixa de Gaza, e que 110 alvos no bastião terrotista foram atingidos na terça-feira, entre eles quatro esconderijos de armas que os militares afirmaram estarem ocultos em mesquitas e um lançador de foguetes perto de outra mesquita. Moradores relataram que 20 casas foram demolidas e duas mesquitas atingidas. Autoridades de hospitais locais disseram que disparos de tanques israelenses e ataques aéreos mataram 10 pessoas no campo de refugiados de Jabalya e nos arredores, no norte da Faixa de Gaza, e que um médico do Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e seu irmão foram mortos em outro ataque nas imediações. O Acnur, principal agência da ONU em Gaza, informou que mais de 200 mil palestinos deslocados se abrigaram em suas escolas e seus edifícios depois dos pedidos de Israel para que os civis deixassem vizinhanças inteiras antes de operações militares. Outros milhares foram acolhidos por amigos ou familiares. A agência ainda disse ter encontrado um esconderijo de foguetes em uma de suas escolas no centro de Gaza nesta terça-feira, o terceiro incidente do gênero. Uma densa fumaça preta se erguia dos tanques de combustível em chamas na estação de energia responsável por dois terços do consumo elétrico em Gaza. A autoridade de energia local disse que a avaliação de danos inicial mostrou que a usina pode ficar sem funcionar durante um ano. A eletricidade foi cortada na Cidade de Gaza e em muitas outras partes do território dominado pela organização terrorista Hamas depois do que autoridades afirmaram ter sido um bombardeio israelense dos tanques. “A usina de energia está destruída”, declarou seu diretor, Mohammed al-Sharif.

O PETISTA GUIDO MANTEGA DIZ QUE ECONOMIA BRASILEIRA NÃO TERÁ RECESSÃO EM 2014

O ministro da Fazenda, o petista Guido Mantega, em uma rápida entrevista aos jornalistas que fazem a cobertura diária da pasta, afirmou que não haverá recessão na economia brasileira em 2014. Segundo ele, quem faz está avaliação está "equivocado". Mantega afirmou que, com as medidas de liberação do compulsório pelo Banco Central, que permitirão a oferta de mais crédito, o Brasil terá um início de terceiro trimestre com a economia recebendo mais estímulos. O ministro defendeu as medidas do Banco Central, anunciadas na última sexta-feira, e rebateu avaliações de que elas são incoerentes com o processo de combate à inflação. Mantega destacou dados do Banco Central, que mostram que a alta do crédito livre está abaixo da taxa de inflação.

VICE-PRESIDENTE DO PT DIZ QUE ESTUDO DO FMI "NÃO FEDE NEM CHEIRA"

O vice-presidente do PT, deputado federal José Guimarães (do Ceará, irmão de outro petista que está preso, o bandido mensaleiro José Genoíno; também chefe do petista pego em aeroporto de São Paulo com dólares na cueca), afirmou nesta terça-feira, 29, que o Fundo Monetário Internacional (FMI) "não tem nada que estar avaliando o Brasil" e que o informe que a instituição publicou sobre a economia nacional "não fede nem cheira". "O FMI não tem autoridade para dar pitaco sobre o Brasil", disse, alegando que o modelo econômico proposto pelo FMI fracassou na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. O vice-presidente do PT afirmou também que o FMI ditava as regras para a economia do País na época do governo do PSDB. "No nosso governo, o gasto público é para o social, para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e para a distribuição de renda. Eles querem cortar gastos sociais e nós queremos aumentá-los. O Fundo deve dar conselho em outro canto", afirmou.

PETISTA GUIDO MANTEGA DIZ QUE "INSTITUIÇÃO RESPEITÁVEL NÃO FARIA AVALIAÇÃO COMO A DO FMI"

O ministro da Fazenda, o petista Guido Mantega, desqualificou nesta terça-feira, 29, o relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmando que o Brasil seria um dos países emergentes mais vulneráveis às mudanças da economia mundial. O ministro disse que em uma instituição financeira respeitável não há esse tipo de avaliação como a do FMI. Por mais de uma vez, Mantega disse não ter informação sobre "o escalão" dentro do FMI responsável pelo relatório. "O relatório é de uma equipe do FMI que não sei quem é. Não é o diretor para o Hemisfério Sul", afirmou. Mantega disse que o FMI comete o mesmo equívoco perpetuado por outros no passado, quando afirmaram que o Brasil enfrentaria uma tempestade perfeita ou estaria entre as cinco economias mais frágeis. Segundo o ministro, ninguém mais falou nesse assunto e nada aconteceu. Mantega destacou que, nos últimos seis meses, o câmbio teve uma baixa volatilidade e o real foi a moeda que mais se valorizou (9,4%) em relação a todas as moedas. "Portanto, se fortaleceu", disse. Ele ressaltou ainda o aumento das bolsas de valores de 21,5% nos últimos seis meses. Além disso, segundo ele, o Brasil teve, de janeiro a junho deste ano, uma conta financeira melhor que nos seis primeiros meses de 2013, quando já foi bom. Ele enfatizou também a entrada de investimento estrangeiro direto desde 2011. "Portanto, é um país atrativo", comentou. O ministro lembrou a emissão externa feita na semana passada pelo Tesouro Nacional do Global 2045, um título com 30 anos de vencimento e taxa de retorno de 5,13%: "São sinais de que o Brasil tem a confiança do mercado internacional e é sólido do ponto de vista cambial". O ministro sublinhou que o Brasil tem reservas internacionais altas, a quinta maior do mundo, o que deixa o País numa situação confortável. Ele citou ainda a pequena dívida externa de curto prazo que, segundo ele, é de apenas 7,6% de um total de US$ 330 bilhões.

POLÍCIA INVESTIGA OUTRA QUADRILHA DE CAMBISTAS NO RIO DE JANEIRO

Não apenas uma quadrilha internacional de venda ilegal de ingressos da Copa teve integrantes presos no Rio de Janeiro durante o Mundial, mas duas - que têm ligações entre si. Além do grupo do qual faziam parte, segundo a polícia, Lamine Fofana e o CEO da Match, Raymond Whelan, outra quadrilha foi identificada, esta só de estrangeiros. A polícia teve nas mãos o homem apontado como líder do esquema. Prendeu, indiciou por crime leve de cambismo e soltou. O inglês, ao que tudo indica, já fugiu do Brasil. James Sinton é CEO da britânica THG Sports, acusada pela Match de vender ilegalmente ingressos e os chamados pacotes de Hospitalidade (camarotes) da Copa. A parceira da Fifa detém exclusividade na venda dos pacotes. Após denúncia da Match à polícia, Sinton foi preso em flagrante vendendo ingressos dentro do hotel Sofitel, em Copacabana, em 17 de junho - antes da Operação Jules Rimet, que prendeu Fofana em 1º de julho. Com Sinton e um norte-americano, agentes da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat) apreenderam 59 ingressos. Ao contrário dos presos na Jules Rimet - operação de outra delegacia, a 18ª DP -, o inglês foi somente autuado pelo artigo 41-F do Estatuto do Torcedor (vender ingresso acima do "valor de face") e liberado. Não há processo contra ele no Tribunal de Justiça. Já os presos da outra quadrilha (Fofana, Whelan e dez brasileiros) são acusados de seis crimes, como associação criminosa e lavagem de dinheiro. Todos, à exceção de um, que responde em liberdade, continuam presos. Nesta terça-feira, o chefe da equipe de fiscalização da Match, Imran Patel, que trabalhou em conjunto com a polícia para a prisão de Sinton, garantiu ter passado à Deat todas as informações a respeito da atuação da THG e da investigação própria que a empresa conduz sobre o grupo. Segundo o presidente da Match, Jaime Byrom, a THG consegue há anos driblar a legislação de vários países. A empresa é ligada ao grupo Marcus Evans, que possui mais de 60 escritórios pelo mundo. Segundo as investigações, Sinton é ligado a outros três ingleses presos pela mesma Deat em 21 de junho, também após denúncia da Match. Roger Leigh, Desmond Lacon e Henry Jenkins foram detidos negociando ingressos no Copacabana Palace. Um quarto suspeito, John Killick, conseguiu fugir e já deixou o Brasil. Em depoimento à polícia, Jenkins contou que Killick se comunicava com Sinton. Na planilha encontrada com Leigh, segundo a polícia, aparecem "siglas das empresas de James Sinton e Marcus Evans (a controladora da THG Sports)". Policiais da 18ª DP identificaram uma conversa entre Lamine Fofana e Roger Leigh, na qual o primeiro negocia um débito de US$ 10 mil com o segundo. Para a polícia, Leigh era um dos fornecedores de Fofana. Há outra conexão entre os dois grupos: com ambos foram apreendidos ingressos em nome da Jet Set Sports, dos Estados Unidos. Em nota, a empresa informou que "não sabe" como os ingressos chegaram a Fofana e Leigh. O presidente da Match acredita que a culpa não é da Jet Set e informou que continuará negociando com a empresa. Procurados, THG e Marcus Evans não responderam.

DEPUTADO PETISTA LUIZ MOURA E CINCO EMPRESAS DE ÔNIBUS SÃO SUSPEITOS DE LAVAGEM DE DINHEIRO PARA O PCC

O deputado estadual Luiz Moura (PT) e cinco empresas de ônibus que operam em São Paulo são citados em investigação que apura esquemas de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). O procedimento, sigiloso, é coordenado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual. Evelson de Freitas/Estadão. O Tribunal de Justiça ainda precisa dar o aval para a investigação, já que ele goza de foro privilegiado.

STF NEGA PEDIDO DE PARALISAÇÃO DE PROCESSO CONTRA O PETISTA ANDRÉ VARGAS, PARCEIRO DO DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF

Pela segunda vez em menos de uma semana, o ministro Ricardo Lewandowski, presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal, negou à defesa do deputado federal petista André Vargas a paralisação do processo disciplinar que corre contra ele no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Em decisão tomada na noite desta terça-feira, 29, Lewandowski indeferiu o pedido de paralisação da representação contra o parlamentar, mas garantiu a Vargas o prazo até sexta-feira, 1, para apresentar defesa escrita no processo. Na tarde desta terça-feira, o Conselho de Ética encerrou a fase de instrução por quebra de decoro contra o petista André Vargas, que não quis comparecer à sessão em que seria colhido seu depoimento.

SABESP DIZ QUE RECUPERAÇÃO DO NIVEL DE ÁGUAS DA REPRESA DA CANTAREIRA DEVE LEVAR 3 ANOS

Após pedir aos órgãos reguladores autorização para retirar uma segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) admitiu que a recuperação do principal manancial paulista pode levar três anos. “Tem de chover no período de verão próximo da média para sobreviver. Em 2003 e 2004, o Cantareira se recuperou em três anos. Portanto, não será uma recuperação anual. Pode ocorrer, mas o homem ainda não controla o clima”, disse o diretor metropolitano da empresa, Paulo Massato. Os anos citados pelo dirigente marcaram a última estiagem do manancial. À época, o nível do sistema chegou ao que hoje seria aproximadamente 20% da capacidade. Ou seja, cenário melhor do que o atual. Nesta terça-feira, 29, o manancial estava com 15,7%, mas graças à primeira cota de 182,5 bilhões de litros do volume morto. O pedido para captar mais 116 bilhões da reserva será discutido nesta quarta-feira pelos órgãos reguladores.

ARCEBISPO CATÓLICO DIZ QUE ATAQUES DE EVANGÉLICOS AMEAÇAM A LIBERDADE

Em artigo reproduzido nesta terça-feira, 29, no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), também conhecida como Conferência Nacional dos Bispos Bolivarianos, o arcebispo de Juiz de Fora, dom Gil Antonio Moreira, pede providências das autoridades para que garantam o direito dos católicos de praticar sua fé. Ele se refere a "atitudes agressivas contra a Igreja Católica" que estão se repetindo pelo País. Trata particularmente de ataques contra imagens em templos. Esse bispo deveria em primeiro lugar criticar e condenar a entidade privada à qual pertence, essa Conferência Nacional comunista, que deveria ser toda escomungada da Igreja Católica. Segundo o arcebispo, as ações visam restringir o direito dos católicos de "praticar sua fé, que inclui a veneração (não adoração) de imagens". Na avaliação dele "trata-se de um problema sério que fere a legislação a respeito da liberdade religiosa". Problema sério na Igreja Católica é padre e bispo fazendo pregação comunista, apoiando ilegais invasões de terras, terrenos, edifícios, e outros atos terroristas. Se não houver providências, afirma dom Gil, o problema tende a se agravar: "Não há dúvida que nossos governantes devem estar atentos para que não se desenvolva um clima de odium religionis e isto venha a terminar numa verdadeira guerra entre adeptos de crenças diferentes, o que não interessaria a ninguém".

A ESQUERDOPATA ONU ADMITE QUE MAIS FOGUETES DOS TERRORISTAS DO HAMAS FORAM ENCONTRADOS EM ESCOLA SUA NA FAIXA DE GAZA

A agência da Organização das Nações Unidas (ONU) que cuida de refugiados palestinos disse nesta terça-feira que encontrou um esconderijo de foguetes em uma de suas escolas na Faixa de Gaza e deplorou aqueles que colocaram o material no local. O porta-voz da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, Chris Gunness, que chefia uma organização de apoio a terroristas, "condenou" os responsáveis "por colocar civis em perigo armazenando os foguetes na escola", mas não culpou especificamente ninguém em particular. Naturalmente, esses vagabundos esquerdopatas da ONU estão na Faixa de Gaza para fazerem o serviço de apoio ao terrorismo. "Condenamos o grupo ou grupos que colocaram civis em perigo, escondendo essas munições em nossa escola. Esta é mais uma flagrante violação da neutralidade de nossas instalações. Apelamos a todas as partes em conflito que respeitem a inviolabilidade da propriedade da ONU", disse Gunness em um comunicado. Israel tem alvejado algumas instalações da agência durante os combates na atual campanha de 22 dias contra militantes islâmicos na Faixa de Gaza e tem afirmado com insistência, e com razão, que a propriedade da ONU foi utilizada para fins hostis.

BANCOS PRIVADOS ARGENTINOS OFERECEM GARANTIA DE US$ 250 MILHÕES PARA EVITAR O CALOTE DO GOVERNO

A possibilidade de um calote preocupa o setor financeiro em Buenos Aires. Por esse motivo, um grupo de bancos privados reunidos na Associação de Bancos Argentinos (Adeba) propôs nesta terça-feira colaborar com um aporte de US$ 250 milhões. O objetivo é que o fundo hedge NML, que cobra do governo argentino o pagamento integral das dívidas, proponha ao juiz federal Thomas Griesa, de Manhattan, a reinstalação da liminar que permitia o pagamento aos credores reestruturados - evitando, assim, o calote. Um grupo de banqueiros argentinos irá a Nova York nesta quarta-feira - nas últimas horas do prazo, que vence à meia-noite - para tentar negociar com o fundo. A liminar protegia os pagamentos que a Argentina faz regularmente aos credores reestruturados nos Estados Unidos, sem riscos de embargo por parte dos "holdouts" (que não aceitaram a reestruturação da dívida em 2005 e 2010). O dinheiro que os bancos cederiam seria uma espécie de depósito em garantia a esses "holdouts". Caso os fundos respondam positivamente a esta proposta dos bancos argentinos, o governo da presidente Cristina Kirchner poderia continuar negociando com os fundos hedge, de maneira a formalizar um acordo em janeiro do ano que vem, isto é, quando a cláusula "Rufo" - que vence no dia 31 de dezembro - não esteja mais em vigência. O chefe do gabinete de ministros, Jorge Capitanich, anunciou nesta terça-feira que "o calote técnico não existe. É uma coisa inventada por grupos de especuladores". O ministro referia-se ao prazo que concluirá nesta quarta-feira à meia-noite para o segundo vencimento do pagamento nos Estados Unidos de uma parcelo dos juros dos títulos da dívida pública argentina Discount, com valor de US$ 539 milhões. O pagamento está sendo proibido pelo juiz Griesa, que afirma que o governo Kirchner não poderá pagar os credores reestruturados sem também pagar os "holdouts", que exigem US$ 1,33 bilhão da Argentina, em cash. Caso a Argentina não pague os reestruturados entraria em estado de calote com esses credores, afirmam economistas. No entanto, na city financeira portenha existem divisões sobre como definir esta suspensão de pagamentos temporária: calote transitório, calote administrativo, semi-calote ou calote técnico. "A Argentina pagou, paga e cumpre suas obrigações financeiras", sustentou Capitanich, negando um eventual calote. O ministro sustentou que os "holdouts" possuem atitudes "belingerantes" e que seus objetivos são o de "não conseguir uma decisão que permita resolver o problema". Nas últimas semanas, o governo da presidente Cristina alertou para o risco de sofrer a aplicação da cláusula "Rufo", sigla de Rights upon future offers (Direitos sobre ofertas futuras) na hipótese de fazer aos "holdouts" uma melhor oferta do que a implementada para os credores que aderiram às reestruturações da dívida pública em 2005 e 2010. Esta cláusula foi criada pelo próprio presidente Néstor Kichner e seu ministro da Economia, Roberto Lavagna, quando fizeram a primeira reestruturação da dívida pública argentina em 2005. A "Rufo" determina que a Argentina não pode realizar ofertas com melhores condições aos "holdouts" do que aquelas existentes nas reestruturações de 2005 e 2010. Caso a Argentina faça um pagamento melhorado aos "holdouts" os credores reestruturados teriam o direito de levar o país aos tribunais. O objetivo era o de colocar a emissão de bônus em jurisdição dos Estados Unidos para gerar confiabilidade nos credores, já que a Justiça argentina tem fama de corrupta e altamente influenciável pelo governo de plantão.