sábado, 2 de agosto de 2014

O ALCAGUETE LULA DIZ QUE "GOVERNO NÃO PODE SER TRATADO COMO PROPRIEDADE"; LOGO QUEM.....

O ex-presidente e alcaguete Lula (delatava companheiros para o Dops paulista na ditadura militar, conforme Romeu Tuma Jr.) fez alusão na sexta-feira ao caso do aeroporto de Cláudio, envolvendo nome do tucano Aécio Neves (PSDB), ao defender o candidato Fernando Pimentel (PT) ao governo de Minas Gerais, em entrevista concedida ao jornal Gazeta Norte Mineira, de Montes Claros (MG). “Ele (Fernando Pimentel) sabe que o governo do Estado não pode ser tratado como propriedade para benefício próprio de uma família”, disse. LulaX9 insinuou com isso que Aécio Neves fez um negócio em família ao construir o aeroporto na cidade de Claudio. Mas, como um bom pavão, ele esqueceu de olhar para seu próprios pés. Ele empregou a nora há quase 10 anos em uma tremenda mordomia no Sesi, onde ela não aparece para trabalhar.

EMBARQUE DE CARNE DE FRANGO DO BRASIL EM JULHO É O MELHOR DESDE MAIO DE 2012

As exportações de carne de frango in natura do Brasil somaram 337,2 mil toneladas em julho, alta de 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado e maior volume desde maio de 2012, mostraram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) de sexta-feira. O volume também supera as 280,1 mil toneladas de carne de frango embarcadas em junho, quando a ocorrência de chuvas interrompeu temporariamente operações portuárias no Sul, reduzindo em cerca de 30 mil toneladas as exportações no mês. Na ocasião, a indústria também revisou para cima sua estimativa de exportação no ano, prevendo alta de 4% nos embarques de carne de frango do ano. A receita com as vendas em julho cresceu 11,7% ante um ano atrás, para 667 milhões de dólares. Este faturamento também é maior que os 568 milhões de dólares de junho. O preço médio da tonelada exportada subiu 3,1% ante um ano atrás, para 1.978 dólares, em julho. Mas é inferior ao valor de 2 mil dólares do mês anterior. As exportações de carne bovina in natura avançaram para 117,6 mil toneladas, alta de 11,9% ante o mesmo mês do ano passado e 20% maior ante o mês anterior. Além do volume maior, o aumento do preço médio da tonelada embarcada contribuiu para uma alta de 23,2% na receita com as vendas de carne bovina, que somou 571,7 milhões de dólares no período. A indústria de carne bovina também trabalha com a perspectiva de vendas e receita recordes este ano, com expectativa de demanda sustentada e abertura de novos mercados. As vendas de carne suína in natura perderam fôlego no mês, recuando para 34,5 mil toneladas, tanto na comparação anual (20,7% menor) e ante o mês de junho (11,2% menor). Mesmo assim, o faturamento no mês subiu para 126,20 milhões de dólares, superando em 10% o valor obtido no mesmo período do ano passado, graças a um salto de quase 40% no valor da tonelada média exportada.

EXPORTAÇÃO DE SOJA DO BRASIL ATINGE 6 MILHÕES DE TONELADAS EM JULHO

O faturamento da soja ficou em 3,15 bilhões de dólares no mês passado, levemente acima do registrado um ano antes. As exportações brasileiras de soja atingiram 6,04 milhões de toneladas em julho, mantendo a oleaginosa como o principal produto da pauta de exportações do País, informou na sexta-feira a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume embarcado no mês passado superou em 7% o registrado um ano antes, mas ficou 12% abaixo de junho, dentro da curva natural de desaceleração dos embarques de soja no segundo semestre. No acumulado do ano até julho, o volume embarcado de soja chega a 37,85 milhões de toneladas, superando inclusive o volume acumulado até agosto de 2013, de 37,21 milhões de toneladas. O faturamento da soja ficou em 3,15 bilhões de dólares no mês passado, levemente acima do registrado um ano antes. O valor supera o dos embarques de minério de ferro e de petróleo, segunda e terceira commodities mais importantes da pauta de exportações do país em julho. As exportações de milho voltaram a acelerar em julho e somaram 592 mil toneladas, ante apenas 88 mil toneladas em junho. O volume ficou, no entanto, abaixo do embarcado em julho de 2013 (733 mil toneladas), numa época em que o mercado internacional estava bastante interessado no cereal brasileiro, devido a uma escassez global.

EMPRESA DOS ESTADOS UNIDOS ENFRENTA INCERTEZA APÓS INVESTIR PARA ATENDER PETROBRÁS

No ano passado, a Petrobras afretou três plataformas, com início da operação prevista para 2016, no pré-sal de Santos. A Dresser-Rand, fornecedora norte-americana de equipamentos para o setor de petróleo, que construiu fábrica no Brasil de olho em contratos da Petrobras, teme não receber novas encomendas para sustentar sua situação no país e até o fechamento da unidade após cumprir contratos já firmados de 700 milhões de dólares. O cenário tornou-se duvidoso para a companhia porque a Petrobras tem optado por contratar o afretamento de novas plataformas, no lugar de construí-las no País, sem a exigência de conteúdo local para os chamados turbomáquinas, importante componente produzido no Brasil pela Dresser-Rand. Assim como a Dresser-Rand, a GE e a Rolls-Royce abriram recentemente fábricas de turbomáquinas no País para atender a Petrobras e com perspectivas de novas encomendas. A queixa contra os afretamentos, que na avaliação da fonte têm sido mais frequentes, acontece num momento em que a estatal corre contra atrasos na entrega de unidades produtoras de petróleo por estaleiros brasileiros para atingir suas metas de extração. "Se a Petrobras não exigir conteúdo local nas turbomáquinas dos afretados, as fábricas vão fechar", disse uma fonte da Dresser-Rand. As turbomáquinas - equipamentos como geradores de turbinas a gás, compressores de turbinas a gás e moto compressores - ainda não têm exigências legais de conteúdo local no País, embora a Petrobras tenha exigido nos contratos com as três empresas. As três fabricantes têm encomendas firmes com a estatal, para o fornecimento de turbomáquinas, que juntas somam quase 2 bilhões de dólares. As máquinas serão integradas a plataformas que entrarão em operação até 2018. Mas a fonte da Dresser-Rand acredita que a falta de visibilidade para o futuro deixa o setor desanimado. "Quando as fábricas foram instaladas, havia perspectiva de crescimento da demanda com a Petrobras, e agora estão afretando", lamentou a fonte, observando que, dessa forma, o setor tem menos garantias de novas encomendas. Executivos da Petrobras têm afirmado repetidamente que vão cumprir exigências de conteúdo local previstas em contrato. Mas, ao cobrar resultados da indústria naval brasileira, que tem atrasado projetos, eles têm sido incisivos ao dizer que a prioridade é cumprir metas de produção. O temor da Dresser-Rand - num contexto em que a Petrobras pode cumprir exigências legais de conteúdo local dos projetos com outros tipos de máquinas - é de que os turbomáquinas produzidos no País não sejam competitivos quando comparados com os fabricados no Exterior. A fábrica da Dresser-Rand foi inaugurada em São Paulo, no ano passado. Seu contrato com a Petrobras, de mais de 700 milhões de dólares, prevê o fornecimento de compressores de gás para oito plataformas que irão para os campos de Tupi e Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos. Já a GE está menos exposta às movimentações da Petrobras, uma vez que tem diversas atividades fabris no Brasil. Já a britânica Rolls-Royce, que vendeu recentemente seu negócio mundial de turbinas de energia a gás e compressores para a Siemens, disse que a unidade foi construída, no Rio de Janeiro, pensando no longo prazo. Apesar da venda da divisão, a comunicação sobre o projeto ainda está a cargo da britânica. O contrato da Rolls-Royce com a Petrobras é de 650 milhões de dólares, para o fornecimento de turbomáquinas para as mesmas oito plataformas do contrato da Dresser-Rand.

ESPECIALISTAS RECUPERAM RESTOS MORTAIS NO LOCAL DA QUEDA DO BOEING 777 DA MALAYSIA AIRLINES

Especialistas internacionais encontraram na sexta-feira os restos mortais de mais vítimas do avião malaio que caiu no leste da Ucrânia, mas os combates próximos entre forças do governo e rebeldes pró-Rússia renovaram os temores a respeito da segurança na região dos destroços. O grupo de especialistas, que as autoridades ucranianas disseram chegar a 101 pessoas, foi o maior a ter acesso as destroços desde que Boeing 777 do vôo MH17 foi derrubado pelos terroristas separatistas no território dominado por eles em 17 de julho, matando todas as 298 pessoas a bordo. Os intensos combates tornaram as estradas perigosas demais para usar durante vários dias, frustrando os esforços para recuperar os restos das vítimas e levar adiante a investigação sobre a queda. A maioria das vítimas do voo era de holandeses. Nos últimos confrontos, os terroristas separatistas mataram pelo menos dez paraquedistas ucranianos em uma emboscada depois da meia-noite em Shakhtarsk, um das cidades mais próximas do local da queda do avião, disseram os militares da Ucrânia.

PETROBRAS OBTÉM LINHA DE US$ 500 MILHÕES COM JAPÃO PARA CONSTRUIR PLATAFORMAS

A Petrobras obteve uma linha de crédito de 500 milhões de dólares junto ao Japão para investir na construção de oito plataformas, como parte de uma visita do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, ao Brasil. O Japão também vai ajudar o BNDES a promover investimento em pequenas e médias empresas no Brasil, por meio do banco internacional de cooperação japonês, JBIC, de acordo com outro acordo assinado em Brasília.

CBF DEMITE DIRETOR DE REGISTROS

A CBF demitiu esta semana seu diretor de registro e transferência, Luiz Gustavo Vieira de Castro. Na entidade desde 1989, ele era responsável por gerenciar o registro dos mais de 20 mil jogadores profissionais em atividade no País. Pesou para a queda do dirigente a confusão instalada na Copa Verde. O Brasília conquistou o título em campo, mas perdeu para o Paysandu no Superior Tribunal de Justiça Desportiva por supostamente ter escalado quatro jogadores de forma irregular na decisão. O Brasília contesta a decisão alegando que registrou a prorrogação de contrato dos atletas, mas a operação não foi publicada no Boletim Informativo Diário (BID), que ficava sob responsabilidade do departamento dirigido por Vieira de Castro. Os nomes só foram publicados dois meses mais tarde - ainda que de forma retroativa. Problemas administrativos têm causado dor de cabeça aos clubes nos últimos meses. A Portuguesa foi rebaixada após perder quatro pontos no STJD por ter escalado um jogador suspenso - a CBF só publicou a suspensão em seu sistema um dia após o jogo. Esta semana, o Novo Hamburgo se classificou às oitavas da Copa do Brasil após vencer o ABC, mas pode perder a vaga no Tribunal por problemas no registro de um de seus jogadores.

PSDB ACIONARÁ CONSELHO DE ÉTICA DEPOIS DE DENÚNCIAS SOBRE CPI DA PETROBRAS

Em visita a Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, comentou denúncia da revista Veja, deste final de semana. O tucano afirmou que seu partido acionará o conselho de Ética do Senado para apurar as supostas irregularidades. "São denuncias de extrema gravidade, que envolvem senadores, servidores da Petrobras e da Presidência. Se isso ocorreu é um enorme desrespeito", afirmou Aécio Neves, ao lado da candidata ao governo gaúcho, senadora Ana Amélia Lemos (PP). Questionado sobre o embate judicial que a campanha deste ano iniciou - com solicitações à justiça de retirada de propagandas do ar, por exemplo -, Aécio Neves afirmou: "Essa campanha tem sido judicializada pela dificuldade que o PT tem de separar o publico do privado. Não queremos disputar nos tribunais, mas nas ruas. Mas vamos usar a Justiça quando necessário". Questionado sobre sua preocupação com os resultados das ultimas pesquisas no Rio Grande do Sul, que mostraram que sua candidatura ainda não deslanchou (Ibope mostra Dilma com 43% e Aécio Neves com 23%), o tucano minimizou a preocupação, dizendo que seu nome ainda é pouco conhecido. "Há um grande nível de desconhecimento do candidato Aécio e suas propostas. Só quando começar a campanha na TV as pessoas vão conhecer. A aceitação que a Ana Amélia vem tendo me estimula. Estamos crescendo em todas as cidades brasileiras, e a presidente ou está em estagnação ou em queda. Vou fazer campanha nas ruas, olhando para as pessoas, ao contrário da presidente Dilma, que está sitiada. Não consegue fazer qualquer evento sem segurança e misturando o público com o privado".

ISRAEL ATACA SUL DE GAZA À PROCURA DE SOLDADO CAPTURADO PELOS TERRORISTAS DO HAMAS

Israel atacou neste sábado a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, à procura do soldado sequestrado pelos terroristas do  Hamas na sexta-feira. O exército israelense disse acreditar que o soldado tenha sido capturado em uma emboscada apenas uma hora depois do cessar-fogo de 72 horas mediado pela comunidade internacional. O presidente dos Estados Unidos, o muçulmano Barack Hussein Obama, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, o esquerdóide Ban Ki-moon, e outras autoridades condenaram a violação da trégua pela organização terrorista Hamas e pediram a libertação imediata de Hadar Goldin, de 23 anos. Em 2006, terroristas do Hamas sequestraram o soldado Gilad Shalit e o mantiveram prisioneiro por cinco anos. Ele só foi libertado em 2011, em troca de 1.000 prisioneiros palestinos. Em comunicado, o braço armado do Hamas negou que esteja mantendo o soldado refém, afirmou ter perdido contato com um de seus grupos de combatentes e insinuou que tanto o israelense como militantes palestinos foram mortos. Os bombardeios na manhã deste sábado na região de Rafah mataram pelo menos 35 palestinos, informou Ashraf al-Kidra, autoridade de saúde da Palestina, acrescentando que o principal hospital da área foi evacuado por causa dos ataques que deixaram dezenas de mortos na sexta-feira. A ofensiva mais pesada ocorreu perto do local em que o soldado israelense foi capturado, nas proximidades de Rafah, perto da fronteira entre Israel e Egito. Autoridades afirmaram que dezenas de moradias foram danificadas ou destruídas pelos ataques aéreos. Em outras partes de Gaza, autoridades palestinas reportaram mais de 150 ataques aéreos, sendo um deles contra a Universidade Islâmica na Cidade de Gaza. Fortes bombardeios persistem na fronteira entre Israel e Palestina. O exército israelense autorizou neste sábado os habitantes de Beit Lahiya, norte da Faixa de Gaza, a retornar para suas casas, o que poderia significar o fim da operação nesta região. A operação israelense na Faixa de Gaza começou no dia 8 de julho, após terroristas lançarem mísseis contra o território israelense. Tanques e infantaria entraram em Gaza, de 1,8 milhão de pessoas, em 17 de julho.

GUINÉ, LIBÉRIA E SERRA LEOA VÃO FECHAR FRONTEIRAS PARA TENTAR CONTER A EPIDEMIA DE EBOLA

As autoridades da Guiné, Libéria e Serra Leoa anunciaram neste sábado que vão isolar regiões fronteiriças que concentram 70% dos casos de ebola registrados neste ano. Segundo comunicado oficial, os governos dos três países, que vivem a pior epidemia da doença da história, concordaram em restringir a circulação de pessoas para diminuir o risco de novas infecções. A decisão foi tomada durante uma reunião de emergência realizada na Guiné para discutir formas de conter a epidemia. O surto já causou mais de 1.300 infecções e 729 mortes desde março no oeste africano. Na cúpula, que também teve a participação de autoridades da Costa do Marfim e da Organização Mundial da Saúde (OMS), foi anunciado um plano de 100 milhões de dólares para controlar a epidemia. A companhia aérea Emirates decidiu suspender, a partir deste sábado, todos os seus vôos para Guiné, tornando-se a primeira empresa internacional a impor restrições em resposta ao atual surto. "A segurança dos nossos passageiros e tripulantes é da mais alta prioridade e não será comprometida", afirmou a companhia em comunicado divulgado em seu site. A Emirates não opera vôos para Libéria ou Serra Leoa. A OMS, porém, considera baixo o risco de um turista contrair o ebola em países endêmicos, já que a doença é contraída a partir do contato com fluidos corporais (como sangue e urina) do doente, e não pelo ar, por exemplo. Um dos dois americanos que foram infectados pelo vírus ebola durante trabalho voluntário na Libéria deve chegar neste sábado em Atlanta, nos Estados Unidos. Essa será a primeira vez em que um paciente com a doença aterrissa no país. O outro americano deve chegar aos Estados Unidos nos próximos dias. Ambos os pacientes viajam em um jato privado equipado com tenda portátil especialmente projetada para pacientes com doenças altamente infecciosas.

ISRAEL AFIRMA QUE NÃO VAI MAIS NEGOCIAR TRÉGUAS COM A ORGANIZAÇÃO TERRORISTA HAMAS

O governo de Israel não pretende mais negociar cessar-fogo na Faixa de Gaza com a organização terrorista Hamas, afirmaram autoridades do país ao jornal Haaretz, e por isso não deve enviar representantes ao Cairo para dialogar com uma delegação palestina, como havia sido combinado. Ainda segundo o jornal, as autoridades afirmaram que não há sentido em negociar mais um cessar-fogo porque os terroristas do Hamas não respeitaram nenhuma das tréguas acertadas nas últimas semanas. Na sexta-feira, uma trégua de 72 horas naufragou com um ataque do Hamas que resultou na morte de dois soldados israelenses e na captura de um terceiro. Agora, Israel só deve suspender a ofensiva ou anunciar novas pausas nos combates no território quando considerar que cumpriu todos os seus objetivos. "Já vimos o que é negociar com o Hamas nos últimos seis cessar-fogo. Não vamos premiá-los com um acordo", disse neste sábado um funcionário do escritório do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu. A decisão foi tomada pelo gabinete para assuntos de segurança em reunião na sexta-feira que se estendeu por cinco horas. "Se acharmos que conseguimos suficiente dissuasão (para que o Hamas deixe de disparar foguetes), vamos nos basear no princípio de que a calma será retribuída com calma", explicou ao Haaretz outra fonte do governo israelense. "Se não, continuaremos com a operação, ou sairemos de Gaza, mas continuaremos pressionando mediante ataques aéreos". Em 27 dias de ofensiva, Israel lançou mais de quatro mil ataques aéreos em Gaza, sem ainda ter eliminado a capacidade do Hamas de disparar foguetes. Uma fonte do governo explicou que nas últimas três semanas e meia o número de foguetes à disposição das milícias caiu para um terço: de nove mil para cerca de três mil. Sobre os túneis de Gaza a Israel, por meio dos quais o Hamas causou várias baixas ao exército, as forças israelenses afirmaram que praticamente já destruiu todas as passagens identificadas.

O ALCAGUETE LULAX9 E DILMA OBRIGADOS EM MINAS GERAIS A SAIR PELA PORTA DOS FUNDOS PARA EVITAR A MULTIDÃO QUE GRITAVA "FORA DILMA"

O jornal O Tempo, um dos diários mais festejados de Belo Horizonte, informou que a viagem de campanha da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente e alcaguete LulaX9 (delatava companheiros para o Dops paulista durante a ditadura militar, conforme Romeu Tuma Jr. em "Assassinato de Reputação") à cidade de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, teve momentos de tensão na noite desta sexta-feira quando militantes petistas e universitários se colocaram uns contra os outros em frente ao hotel da comitiva petista. Não houve violência física, mas muito bate-boca, causando preocupação para a segurança presidencial e assessores do governo. Enquanto os estudantes gritavam "fora Dilma", os petistas bradavam "fora burguesia". Um grupo de choque da Polícia Militar de Minas Gerais foi chamado para evitar um confronto. Durante a confusão, os petistas chamaram os estudantes de "filhos do Prouni", reconhecendo que nem todos que ali protestavam contra a presidente eram de famílias ricas. LulaX9 e Dilma, que sempre costumam sair dos hotéis pela porta da frente, para cumprimentar simpatizantes, desta vez saíram pela garagem, em veículos com vidros fechados e com apoio dos policiais de choque.

REVISTA ÉPOCA DENUNCIA EMPREGUISMO DE FAMILIARES PETISTAS NO SESI, A COMEÇAR PELA FAMÍLIA DO ALCAGUETE LULA - OS SALÁRIOS QUE O SESI PAGA AOS APADRINHADOS DO PGT

Leia a matéria da revista Época.
Um espectro ronda a casa 787 da Rua José Bonifácio, numa esquina do centro de São Bernardo do Campo, em São Paulo – o espectro do empreguismo. De longe, vê-se apenas uma casa amarela, simples e estreita como as demais da região. De perto, subitamente, tudo o que é sólido se desmancha no ar e – buuu! – sobram somente os fantasmas. Naquele endereço, na cidade paulista onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mora e fez sua carreira, funciona o “escritório de representação”, em São Paulo, do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria, o Sesi. A casa amarela mal-assombrada fica a 40 metros do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em que Lula se projetou como um dos maiores líderes políticos do Brasil. O sindicato mais famoso do País continua sob o comando de Lula e seus aliados. A casa amarela foi criada por esses aliados no governo de Lula. Quem a banca são as indústrias do País. Todo ano, elas são obrigadas a financiar as atividades do Sesi, cuja principal finalidade é qualificar os trabalhadores das indústrias. A casa amarela é um dos melhores lugares do Brasil para (não) trabalhar. O escritório é modesto, mas os salários são inimagináveis – e as jornadas de trabalho, imaginárias. Difícil é entrar. É preciso ser amigo de petistas poderosos. Na manhã da última quarta-feira, ÉPOCA reuniu coragem para bater à porta da casa amarela. Estava em busca de Marlene Araújo Lula da Silva, uma das noras do ex-presidente Lula. No papel e na conta bancária, ela trabalha ali. A reportagem encontrou apenas dois sindicalistas, além da copeira Maria e da secretária Silvana. Dona Maria parece ser a mais produtiva do lugar. Faz um ótimo café. Talvez por medo, não fala sobre as aparições. Assim que ÉPOCA perguntou pela nora de Lula, a secretária Silvana tratou de alertá-la por telefone. Cerca de 45 minutos depois, Marlene finalmente estacionava seu Hyundai Tucson preto na garagem. Casada com o quarto filho de Lula, Sandro Luís Lula da Silva, Marlene raramente aparece no serviço, apesar de ter um salário de R$ 13.500 mensais. Diz ser “formada em eventos”. Questionada sobre o que faz no Sesi, onde está empregada desde 2007, Marlene foi vaga. Disse trabalhar em programas do Sesi na capital paulista e na região do ABC. “Trabalho com relações institucionais. Fico muito tempo fora do escritório. Tenho uma jornada flexível. Quem me contratou foi o Jair Meneguelli”, afirmou. Meneguelli é o presidente do Sesi. Sindicalista e amigo de Lula, ocupa o cargo desde que o PT chegou ao Planalto, em 2003. “Mas por que está fazendo essas perguntas? Se você está me procurando, deve ser pela ligação que tenho de sobrenome”, disse. Marlene é apenas um dos fantasmas vermelhos que, segundo descobriu a Controladoria-Geral da União, a CGU, habitam a casa amarela. No começo do ano, funcionários do Sesi procuraram a CGU para denunciar a existência de fantasmas nos quadros da entidade. Todos indicados por Lula e outros próceres do PT. Os auditores da CGU, como caça-fantasmas, foram a campo. Encontraram apenas ectoplasmas. Estiveram na casa amarela e jamais flagraram a nora de Lula trabalhando. Experimentaram ligar em horários alternados, na tentativa de achá-la na labuta. Nenhum vestígio. Por fim, decidiram perguntar ao Sesi que atividades Marlene exercera nos últimos tempos. A resposta foi evasiva. Agora, a CGU trabalha num relatório sobre a caça aos fantasmas. A rotina tranquila permitiu que Marlene se lançasse ao mundo corporativo. Em 2009, ela se tornou sócia do marido e de um cunhado, Marcos Luís, numa empresa de tecnologia que se diz especializada na produção de software, a FlexBr. Até hoje a empresa não tem site. Antes escanteada num imóvel da família do advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, em São Bernardo do Campo, a FlexBr mudou-se para um  belo prédio no bairro dos Jardins, em São Paulo. ÉPOCA também esteve lá na semana passada. As atendentes do prédio disseram que a empresa não funciona mais lá há pelo menos um ano.  Nunca viram Marlene ali. Por que o emprego de Marlene no Sesi nunca veio à tona? Um servidor do Sesi afirmou que se deve à dificuldade de associar o nome de solteira de Marlene ao sobrenome Lula da Silva. Na relação de funcionários do Sesi, o nome dela é Marlene de Araújo. Sobram fantasmas na família Lula. Em 2005, o jornal Folha de S.Paulo revelou que Sandro Luís, o marido de Marlene, tinha sido registrado como funcionário do PT paulista, com salário de R$ 1.500,00. Sandro nem sequer aparecia no partido. O assessor Rogério Aurélio Pimentel deveria ser colega de Marlene na casa amarela.  Até há pouco, estava lá apenas em espírito. Aurélio foi contratado no começo de 2011, para ser gerente de serviços sociais. Ganha R$ 10 mil por mês. O emprego no Sesi foi arranjado depois que a presidente Dilma Rousseff chegou ao Planalto e o dispensou. Aurélio, amigo de Lula, trabalhou no gabinete pessoal dele nos oito anos de mandato. No Planalto, dividia sala com Freud Godoy, ex-segurança de Lula. Godoy e Aurélio eram conhecidos no Planalto como “dupla dinâmica”. Freud se consagrou com o escândalo dos Aloprados, na campanha de Lula em 2006. Foi acusado de usar dinheiro sujo para comprar um dossiê fajuto com denúncias contra o tucano José Serra. ÉPOCA encontrou Aurélio na casa amarela. Ele disse não ter sido indicado por Lula. “Trabalho com Marlene assessorando projetos e também ajudo aqui no escritório”, disse. Não quis dar mais explicações. Desde as visitas dos caça-fantasmas da CGU, Aurélio passou a se apresentar no escritório do Sesi com mais regularidade. Na sede do Sesi, em Brasília, os caçafantasmas entrevistaram funcionários (de verdade) e vasculharam os computadores dos fantasmas em busca de vestígios de que trabalhavam. Nada. Uma das que não entravam no próprio computador chama-se Márcia Regina Cunha. Ela é casada com o ex-deputado João Paulo Cunha, do PT de São Paulo, condenado no processo do mensalão. Foi Márcia quem buscou os R$ 50 mil, em dinheiro vivo, que João Paulo recebeu de Marcos Valério – ele dizia que ela fora ao banco pagar a conta de TV a cabo. No Sesi, Márcia está empregada como gerente de marketing desde 2003. Recebe R$ 22 mil por mês. Na tarde da mesma quarta-feira em que procurou Marlene na casinha amarela, ÉPOCA flagrou Márcia a 1.000 quilômetros da sede do Sesi em Brasília, onde ela deveria estar. Márcia estava em sua casa, na cidade de Osasco, região metropolitana de São Paulo. A casa de Márcia e do ex-deputado João Paulo Cunha está em reforma. Márcia parecia acompanhar as obras. ÉPOCA quis saber por que ela não estava em Brasília. “Sou gerente de marketing. Trabalho lá (Brasília) e aqui em São Paulo. Tem uma unidade do Sesi aqui”, disse – e logo desapareceu. Os caça-fantasmas tiveram dificuldade para encontrar também o advogado e jornalista Douglas Martins de Souza no Sesi em Brasília. Contratado para ser consultor jurídico, ganha R$ 36 mil. Filiado ao PT desde 2000, foi secretário adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no início do governo Lula. Marlene disse que Douglas “fica entre Brasília e São Paulo”. Além de atender a pedido de amigos, Meneguelli, o presidente do Sesi, também emprega os seus. Um deles é o petista Osvaldo Bargas. No período em que Meneguelli presidiu a Central Única dos Trabalhadores (CUT), ligada ao PT, Bargas era seu número dois. No Sesi, recebe salário de R$ 33 mil. A sindicalista Sandra Cabral, amiga do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares, também conseguiu emprego lá. Recebe R$ 36 mil por mês. Se alguém ganha bem no Sesi, é o próprio Meneguelli. Há meses em que ganha quase R$ 60 mil – somando ao salário uma “verba de representação”. Hoje, ocupa uma sala espaçosa num dos prédios mais luxuosos da capital federal. Meneguelli desfila num impecável Ford Fusion preto, modelo 2014, com motorista. Para não ficar a pé no ABC paulista, deu ordens para que um Toyota Corolla zerinho fosse transportado de Brasília a São Bernardo do Campo. Fica a sua disposição, com motorista. As despesas com esses e outros três bólidos do Sesi somam mais de R$ 150 mil por ano. Meneguelli tem uma mania incorrigível de confundir o patrimônio do Sesi com o dele. Todos os finais de semana, recebia passagens pagas pelo Sesi para ir a sua casa em São Caetano do Sul, em São Paulo. Isso acabou quando uma auditoria do Tribunal de Contas da União, o TCU, vetou o procedimento. Outra auditoria da CGU também achou estranho que Meneguelli tenha criado uma representação do Sesi em São Bernardo do Campo – e não na capital paulista. Silvana Aguiar, secretária de Meneguelli em São Bernardo, disse que a casa amarela, antes de ser o escritório do Sesi, já abrigava o escritório político de seu patrão. Por meio de sua assessoria, Meneguelli afirmou que Marlene, Márcia, Aurélio, Sandra e Douglas cumprem suas jornadas de trabalho normalmente, que os cargos são de livre provimento e que os carros usados por ele são compatíveis com “padrão executivo, adotado pela instituição desde antes da atual gestão, e a despeito de quem seja gestor”. Afirmou não enxergar conflito de interesses na contratação do amigo Bargas. Lula não quis comentar.