quinta-feira, 4 de junho de 2015

O PT é Bené, Bené é o PT

Nosso amigo Lauro Jardim esquadrinhou os recibos do PT no TSE e descobriu mais um escândalo envolvendo Benedito Rodrigues de Oliveira Neto:
"A Coligação Minas pra Você, encabeçada por Fernando Pimentel, e o Comitê Financeiro do PT fizeram pequenas doações com o CNPJ 00.379.172/0001-18 a quatro candidatos a deputado estadual, três do PCdoB e um do PRB. Acontece que o CNPJ em questão está registrado na Receita Federal como… Gráfica e Editora Brasil Ltda".
Exatamente, ministro Gilmar Mendes: a promiscuidade entre o PT e Benedito Rodrigues de Oliveira Neto era tão grande que o partido acabou se descuidando e fez repasses de dinheiro com os dados da empresa que administrava seu caixa paralelo.
É o crime eleitoral mais flagrante de todos os tempos.

O melhor programa para o feriado

O TSE é assombrosamente omisso. Depois dos casos da VTPB (a empresa fantasma de Beckembauer Rivelino), da Focal (a empresa fantasma de Carlos Cortegoso, ou Carlão) e da editora Brasil (a empresa fantasma de Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené), O Antagonista esquadrinhou as contas da campanha de Dilma Rousseff e descobriu outros negócios muito suspeitos. Se você não tiver nada melhor para fazer no feriado, investigue.
1 - A DCO, de Uberlândia, recebeu de Dilma Rousseff exatamente 4.800.000 de reais, em pagamentos consecutivos realizados nos dias 21/10, 23/10, 24/10 e 25/10. A empresa, CNPJ 07.004.711/0001-83, é praticamente inexistente no Google e está sediada nesta casa, na rua Arca 311:


Repetindo: a DCO embolsou 4,8 milhões de reais para fornecer computadores para a campanha petista.
2 - A Door2door, CNPJ 07.128.391/0001-73, ganhou de Dilma Rousseff 4.271.000 reais. O pagamento foi realizado no mesmo dia que o da DCO, 25/10/2014, um sábado.
A empresa está registrada em Belo Horizonte, na rua Rio Grande do Sul 1040, loja 10, e as únicas referências a ela são um corretor de imóveis, Peterson Rosa Querino, e um certo Daniel Pinheiro Furtado.
3 - A terceira empresa que merece uma varredura é a Criar, que levou 2,4 milhões de reais de Dilma Rousseff. Até recentemente, a empresa se chamava Camisa 7 Negócios Desportivos, CNPJ 08.267.901/0001-56, mas depois que se registrou com o novo nome tornou-se milionária.
Bom trabalho.

A guerrilha virtual

O leitor RodrigoV encontrou o seguinte sobre a DCO, a empresa de Uberlândia sediada num casebre que embolsou 4,8 milhões de reais da campanha de Dilma Rousseff: "DCO é a abreviação de Dário Cândido Oliveira. Segundo seu perfil no Facebook ele é "Diretor chefe" na empresa DCO Informática". Dário Cândido de Oliveira é proprietário também da rede social Xiglute. mmm comentou: "No Xiglute você envia SMS Grátis para todas as Operadoras. Será que eles tem a ver com as mensagens contra o Aécio na campanha, chamando de filhinho de papai, etc? Vinham como sendo de telefone estrangeiro". A campanha de Dilma Rousseff, como admitiu Thomas Traumann, financiou uma violenta guerrilha virtual. É importante descobrir se as mensagens que acusavam Aécio Neves de ser bêbado e drogado foram pagas por Edinho Silva. O IP do Xiglute é 177.69.103.161. O IP do dcohost.com é 207.66.193.200. A DCO usa igualmente o servidor extremehost.com.br . RodrigoV, além de encontrar o nome do proprietário da DCO e do Xiglute, encontrou também este vídeo no Youtube: 
"Vejam quem está promovendo a nova rede social, piada pronta..."


Entidade judaica se manifesta sobre a estupidez havida na UFSM

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) se manifestou, no site da entidade, sobre os absurdos havidos na Universidade Federal de Santa Maria. Leiam o que vai no site.

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A comunidade judaica brasileira reagiu com indignação e repulsa à tentativa de dirigentes da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande de Sul, de fazer uma lista dos alunos e professores com origem israelense.
“É uma medida claramente discriminatória, feita por um funcionário de alto escalão do ensino federal, que precisa ser tratada com a gravidade que tem”, disse Fernando Lottenberg, presidente da Conib (Confederação Israelita do Brasil).
Segundo relatos da imprensa e documentos oficiais, a orientação para a identificação de alunos e professores com origens no Estado judeu foi feita por José Fernando Schlosser, pró-reitor dos cursos de pós-graduação da universidade, por meio de um memorando aos chefes dos programas do seu departamento.
Diante de ação dessa natureza, que suscita as piores memórias na comunidade judaica brasileira, a Conib e a Federação Israelita do Rio Grande do Sul estão avaliando as medidas de natureza política e jurídica a serem tomadas.

ANTISSEMITISMO – Documento que embasou pedido absurdo vem à luz; as coisas pioraram bastante; reitor e pró-reitor têm de renunciar. Cadê Janine, o professor de Ética? Ou: A “burritisia” nacional

A Universidade Federal de Santa Maria tornou público o documento em que se baseou José Fernando Schlosser, pró-reitor de pós-graduação da instituição, para enviar um memorando cobrando informações, em caráter de “urgência”, sobre a “presença (sic) de discentes e/ou docentes israelenses neste programa de pós-graduação”. A divulgação do documento torna tudo muito pior. Se o reitor Paulo Afonso Burmann achava que poderia sair pela tangente nessa história, a reivindicação feita por entidades sindicais ligadas à universidade e por um certo Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino torna tudo pior, dada a delinquência política e intelectual em que é vazado o documento. Leiam (se preciso, clique na imagem para ampliá-la).


Como se nota, os postulantes transformam Israel num estado criminoso e partem do princípio de que o Brasil não mantém relações diplomáticas com o país. A sua avaliação sobre o conflito israelo-palestino é marcadamente ideológica. Pior: apela a um legalismo tosco para, ao fim e ao cabo, propor um ato claramente discriminatório, conforme se lê no item 4 do documento:
“Há, no momento, ou a perspectiva, de [NR: MANTIVE A PONTUAÇÃO ANALFABETA DO ORIGINAL] a UFSM receber alunos/professores/autoridades/profissionais israelenses? Se positivo, a convite/proposta de quem?”
Observem que não se mira uma campanha persecutória apenas contra os israelenses, mas também contra quem os convidou. Burmann pretende se escudar na Lei de Acesso à Informação para justificar o pedido. É uma tentativa de enrolar o público. Sim, a lei existe. Uma autoridade não é obrigada a fornecer informações se julgar o pedido improcedente, a menos que o solicitante obtenha na Justiça uma ordem para a divulgação dos dados. Considerando os prolegômenos da petição, duvido que algum juiz autorizasse tal coisa. E, se o fizesse, seria o caso de apelar ao Conselho Nacional de Justiça. O Conselho Universitário e o Ministério da Educação têm de entrar em ação. Reitor e pró-reitor têm de deixar imediatamente os cargos de confiança que ocupam, sem prejuízo de demais órgãos competentes tomarem as devidas medidas legais. Um dos muitos aspectos nojentos do documento é sua tentativa malsucedida de esconder o preconceito, a discriminação e a perseguição política numa linguagem supostamente decorosa. Será que as tais entidades que assinam esse lixo se lembram de que a Constituição da República Federativa do Brasil repudia o terrorismo no Inciso VIII do Artigo 4º? Quem é governo na Faixa de Gaza, onde teria ocorrido o suposto “massacre”? A que prática recorre o Hamas? É fácil entender: caberia, agora, aos que discordam desse absurdo enviar uma petição à UFSM, ancorando-se no Artigo 4º, para cobrar uma lista de todos os alunos e professores que tenham eventuais ligações com países árabes? Não! O que se deu na universidade é intolerável e tem de ter consequências administrativas e penais, com base na mesma Constituição evocada para fazer aquela solicitação. A propósito: cadê a determinação judicial para que aqueles dados fossem divulgados?
Quem é?
O caso despertou em mim outras curiosidades. Quem integra o tal “Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino”? Quais são suas atividades regulares? Quem financia o grupo? Qual é a sua pauta? Que interferência tem na UFSM? Há membros do corpo discente e docente envolvidos com essa entidade? Doze anos de poder petista transformaram as universidades federais em antros de militância política. O encadeamento do raciocínio que sustenta o documento busca transformar a perseguição num ato humanista.
“Burritsia” nacional
Mundo afora, as universidades concentram a “intelligentsia” dos respectivos países. A nossa reúne a “burritsia”. Na estupidez sem limites em que se ancora o texto, a gente lê que “a atual (sic) política externa brasileira se baseia no tripé democracia, desenvolvimento e descolonização”.
Como??? ATUAL? O chamado discurso dos “Três Ds” — nesta ordem: democracia, descolonização e desenvolvimento — foi pronunciado na Assembleia Geral das Nações Unidas por um brasileiro em 1963 — HÁ CINQUENTA E DOIS ANOS, PORTANTO! Quando a África e parte considerável da Ásia ainda abrigavam colônias. Quem fez tal defesa foi o chanceler João Augusto de Araújo Castro. Afirmar que, ainda hoje, a “descolonização” é uma prioridade da política externa é coisa de gente que tem os dois pés no chão e as duas mãos também… Onde estão as colônias? Pior: tratar os palestinos como um povo sob ação colonial é de uma delinquência intelectual e moral sem-par. Se israelenses são colonizadores, onde fica a matriz? Eu não tenho dúvida de que essa gente responderia: “Nova York”! Tal consideração, embora não pareça, reflete a opinião de quem é contra a existência do próprio estado de Israel. Cadê o senhor Renato Janine Ribeiro, ministro da Educação e professor de ética? Cadê o Ministério Público? Cadê a Secretaria Nacional de Direitos Humanos? Os humanistas no geral e os judeus, em particular, não podem deixar isso barato. Ainda que os tais convênios secretos existissem — acusação típica de mentes paranóicas —, por que estudantes e professores israelenses deveriam, por isso, merecer alguma forma de tratamento especial? Ainda que Israel fosse o que dizem esses celerados, por que cidadãos daquele país deveriam ser expostos a alguma forma de restrição ou molestamento? Porque são judeus ou porque são israelenses? Existe boa resposta para isso, reitor Burmann? Existe boa resposta para isso, professor Schlosser? Tenho uma recomendação a ambos: renunciem aos respectivos cargos, ainda que permaneçam, por enquanto, como professores da universidade. Vocês perderam a autoridade moral de ocupar suas cadeiras, na hipótese de que a tenham tido algum dia.
Cadê Janine? Espero que ele não se esconda na “autonomia universitária”, ou terei de considerar que as universidades brasileiras são livres para praticar antissemitismo e para violar a Constituição. Por Reinaldo Azevedo

UNIVERSIDADE DE SANTA MARIA, UMA UNIVERSIDADE NAZISTA, QUE QUER COLAR ESTRELA AMARELA NO PEITO DE JUDEUS NOVAMENTE, E UMA UNIVERSIDADE DEGENERADA, COM PRECONCEITO EXPLÍCITO CONTRA JUDEUS HÁ MUITOS ANOS

Há anos, era reitor da Universidade Federal de Santa Maria o professor Jorge Sarkis, foi proposto à Reitoria que as ruas do campus ganhassem nomes de personalidades originárias da cidade, e que se destacaram várias atividades. Um dos nomes propostos para uma das ruas do campus foi o do pintor Carlos Scliar. Houve um encaminhamento da proposta por escrito. O processo tramitou um monte de tempo, por um monte de lugares, e acabou arquivado. Carlos Scliar não se tornou nome de rua do campus da Universidade Federal de Santa Maria. Por que ele não ganhou essa distinção? Porque o reitor da época era descendente de árabes. E Scliar, naturalmente, judeu. Tem mais, judeu da primeira colônia judáica no Rio Grande do Sul, a de Phillipson. Filho brasileiro da brilhante corrente migratória de judeus azkenazi para o Brasil. É vergonhoso que no Brasil ainda se persiga e se discrimine judeus, quando este País nasceu pela obra de judeus, cristãos novos, que foram seus fundadores. Santa Maria, como todos sabem, é uma cidade dominada pelos descendentes de árabes. Até um desembargador colocaram recentemente no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Os descendentes de árabes dominam o comércio de quase toda a rua do Acampamento. A Universidade Federal de Santa Maria já tinha se degenerado com o episódio da Operação Rodin. Professores da instituição se aviltaram e foram sorrateiramente ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal para fazerem denúncias anônimas contra colegas e contra a própria universidade. O objetivo foi atingido pelos que armaram essa operação político-policial, o PT alcançou o governo do Estado do Rio Grande do Sul sem sofrer qualquer oposição, após ter aterrorizado toda a classe política gaúcha. Agora aí está o resultado maior da degeneração, da corrupção ética e de costumes, da decomposição física e moral da Universidade Federal de Santa Maria. E seus dirigentes parecem achar muito normal tudo que fizeram. Neste ano se completou o centenário do nascimento de José Mariano da Rocha Filho, o fundador da Universidade Federal de Santa Maria. Ele fundou o que na época era a primeira universidade federal no Interior do País. José Mariano da Rocha Filho era um homem do mundo, um homem de espírito. Certamente, se renascesse, pensaria duas vezes antes de se locomover para dar vida ao monstro em que se tornou a Universidade Federal de Santa Maria.

DEM DESISTE DO PTB, MAS PROCURA FUSÃO COM PSB E PPS

Depois que o PTB desistiu de absorver o DEM, o líder gaúcho dos democratas, Onyx Lorenzoni, começou a se preparar para disputar a prefeitura de Porto Alegre. O DEM ainda não desistiu de alianças, porque já começou negociações para participar da fusão entre PPS e PSB, em pleno andamento. Isso seria como o casamento de jabuti com llama. 

JUSTIÇA ITALIANA DECIDE QUE O BANDIDO PETISTA MENSALEIRO E COVARDAÇO HENRIQUE PIZZOLATO SERÁ MESMO EXTRADITADO

A Justiça italiana decidiu que o bandido petista mensaleiro e covardaço Henrique Pizzolato deve ser extraditado para o Brasil, segundo confirmou o advogado do governo da Itália, Giuseppe Alvenzio. O Tribunal Administrativo Regional do Lácio negou o recurso impetrado pela defesa do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil. No comunicado sobre a decisão, a Justiça Italiana informou que não encontrou "anormalidade" ou "erro" nos pressupostos do decreto do ministro da Justiça. A decisão reconheceu que a extradição é um ato discricionário do Poder Executivo. Agora, o Ministério da Justiça da Itália deverá fixar uma nova data para a extradição de Pizzolato. Ele deverá cumprir sua pena na Penitenciária da Papuda, em Brasília. Esse foi o único dos condenados do Mensalão do PT que fugiu do Brasil para não cumprir pena, mostrando mesmo a sua pobreza de caráter. 

ATENÇÃO, JUDEUS E HUMANISTAS DE TODAS AS ORIGENS! UM ATO EXPLÍCITO DE ANTISSEMITISMO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. E AÍ? VAI FICAR POR ISSO MESMO?


Professor José Fernando Schlosser, o autor do memorando absurdo

Quando a gente acha que eles já chegaram ao limite até do intolerável, estejam certos, dão mais um passo e mergulham na abjeção mais explícita, mais descarada, mais asquerosa. Algo de muito grave aconteceu na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. Trata-se de um ato explícito, acho eu, de antissemitismo — e não adianta dourar a pílula —, que agride o Artigo 5º da Constituição e a Lei 7.716, atualizada pela 9.459, que pune o crime de racismo.

O que aconteceu? O inimaginável.

José Fernando Schlosser, pró-reitor de pós-graduação da UFSM, enviou um memorando a todos os chefes do programa cobrando uma relação de alunos e professores oriundos de Israel. Ele deixou claro de quem era a solicitação: Diretório Central de Estudantes (DCE), Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm), Associação dos Servidores da UFSM (Assufsm) e pelo Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino. Vejam.

Para quê? Com que propósito? O memorando não explicita, mas todos sabem o que todos sabem: o objetivo era propor boicote a esses cursos e, na prática, hostilizar os alunos e professores israelenses porque… israelenses. Talvez o tal Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino tenha explicação melhor.

É claro que se trata de uma manifestação arreganhada de antissemitismo. Ah, não? Não tem nada a ver com o fato de serem judeus? Serve, então, uma acusação de “anti-israelismo” — como se fosse coisa muito distinta? Por que o tal Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino quer saber onde estão os israelenses? Por que o DCE quer a lista? E as entidades de caráter sindical?

Essa gente toda tem de ser processada. É claro que José Fernando Schlosser, com sua espantosa irresponsabilidade, tem de encabeçar a lista. O segundo pode ser o reitor da instituição, o senhor Paulo Burmann. Por quê? Explico. Vejam isto.

Imagem que circulou. Documento original não traz os lemas “Freedon for Palestine” e “Boycott Israel”

Burmann confirma que o pedido foi mesmo feito, mas nega que o documento tenha sido emitido com as palavras de ordem apostas ao texto “Freedon for Palestine” e “Boycott Israel”. Em nota, afirma o seguinte:
“Diante do fato, o reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, reitera que o documento é ‘inverídico e fraudulento’ e que os responsáveis pela fraude e disseminação serão identificados. Complementa ainda que, encaminhando o documento original, a Instituição apenas cumpriu a Lei de Acesso à Informação".


O reitor Paulo Burmann: ele tenta fazer de conta que o pedido é normal. Não é, não!!!

Uma ova, doutor! A Lei de Acesso à Informação não serve a esse propósito. Em que a lista de estudantes e professores judeus pode ser útil à entidades que o solicitaram? Quer dizer que Burmann acha grave que alguém escreva num documento “liberdade para a Palestina” e “boicote a Israel”, mas acha normal que se encaminhe uma solicitação como aquela? O grave, meu senhor, não está contido naquela imagem, mas no texto em si e na iniciativa.

No jornal Zero Hora, leio a seguinte desculpa esfarrapada:
“A Sedufsm também nega qualquer tipo de discriminação e alega que havia pedido informações sobre um possível convênio entre UFSM e a empresa israelense Elbit, que fabrica armamentos e aeronaves. A justificativa para o pedido de informações é que a Sedufsm é contra a participação da UFSM em convênio que possa resultar em armas a serem usadas contra os palestinos, que estão em conflito com Israel.”

Ah, não me diga! E se for um convênio com Venezuela, Cuba, Angola, Bolívia ou Equador?


Memorando original: seu conteúdo é igualmente asqueroso

As universidades federais, com exceções raras, tornaram-se antros da militância ideológica mais obtusa, mais obscurantista, mais cretina e, parece-me, potencialmente violenta. Vejo na justificativa da Sedufsm uma espécie de confissão: ainda que o tal convênio existisse, por que alunos israelenses deveriam responder por ele?

Leio no blog do jornalista Políbio Braga que “o professor da Ufrgs, também jornalista, Luís Milmann, protocolou uma notícia-crime contra Schlosser no Ministério Público Federal. Denunciou ainda a prática discriminatória à Polícia Federal, à reitoria da UFSM, ao Ministério da Educação, à Presidência da República, à embaixada de Israel no Brasil, ao presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul e ao Movimento Justiça e Direitos Humanos.

É o certo. O que se deu é muito grave. Esse tipo de delinquência política, intelectual e moral não pode mais ter lugar nas universidades brasileiras, muito especialmente nas públicas, assaltadas por grupelhos de extrema esquerda que se querem os intendentes de uma ordem que afronta as instituições e a Constituição do Brasil.

Se o ato do tal professor é asqueroso, não é menos deletéria a reação do reitor, que se incomoda com o menos e tenta justificar o mais. A reitoria diz ainda que jamais forneceria os respectivos nomes de alunos e professores, mas apenas a existência ou não dessas pessoas. Ainda que fosse assim, com que propósito?

O que querem as entidades que pediram a informação? O que quer o professor? O que quer o reitor? Que os judeus passem a circular no campus com uniformes listrados e uma estrela amarela no peito?

Por Reinaldo Azevedo

Sem atingir meta, São Paulo decide prorrogar vacinação contra a gripe até dia 12

A Secretaria Estadual de São Paulo decidiu prorrogar a vacinação contra a gripe para até o dia 12 junho. Essa é a segunda vez que a campanha é prorrogada por não atingir a meta. Até agora, foram imunizados 64,4% do público alvo. O objetivo do governo estadual é imunizar 11,8 milhões de pessoas, o que corresponde a 80% das 14,7 milhões de pessoas que compõem o público-alvo – idosos com mais de 60 anos, crianças com idade entre seis meses e cinco anos, gestantes, trabalhadores do setor de saúde, indígenas e pacientes diagnosticados com doenças crônicas. Balanço divulgado pela secretaria nesta quarta-feira (3) aponta que os idosos são os mais próximos de alcançar a meta, após 3,6 milhões de vacinações –73,8% da meta. Em seguida estão as crianças com idade entre seis meses e cinco anos (62,2% da meta) e as gestantes (56,4% da meta). A vacinação começou no último dia 4 e agora deve seguir até 12 de junho, segundo orientação que está sendo passada do Estado aos municípios. Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, a campanha visa proteger a população de outros dois tipos do vírus influenza: A (H3N2) e B.