sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A herança de Márcio Thomaz Bastos

O Antagonista apurou que o PT nos faz de otários, para variar. Quando Maria Thereza abriu mão da relatoria do caso, para que Dias Toffoli pudesse escolher outro relator, Dilma Rousseff ganhou tempo. Agora, a estratégia fica clara com a devolução do processo para a ministra petista. Maria Thereza virou ministra efetiva do TSE em 2014, com aval de Dias Toffoli, e está no STJ desde 2006, nomeada por Lula na vaga da OAB por indicação de Márcio Thomaz Bastos. É mestre e doutora em Direito Processual Penal pela Faculdade de Direito da USP, professora na mesma faculdade e advogada em São Paulo. É associada ao Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. No TSE, Maria Thereza normalmente vota com Luciana Lóssio e Dias Toffoli em ações de interesse do PT. Foi numa articulação com o mesmo Dias Toffoli que Maria Thereza arquivou a ação de impugnação do mandato de Dilma, da qual é relatora. Quando o caso foi a plenário, acabou derrotada ao lado de Luciana Lóssio, a ministra da cobertura. Depois disso, Maria Thereza tentou se aproximar de Gilmar Mendes e chegou a sugerir seu nome como relator. Uma bela encenação.

Mulher do petista Fernando Pimentel vai depor na Polícia Federal

Carolina Oliveira, mulher de Fernando Pimentel, vai depor na Polícia Federal, em Belo Horizonte, na próxima segunda-feira. Ela é acusada de receber R$ 3,7 milhões em pixulecos de empresas que foram beneficiadas com empréstimos do BNDES quando o marido era ministro. É possível também que Carolina deponha em outra data e local, nunca se sabe.

A estratégia agora é unir para engavetar

Com a definição de Maria Thereza como relatora da ação de impugnação do mandato de Dilma Rousseff, a estratégia do PT agora é unir todas as outras ações contra a chapa PT-PMDB para facilitar o arquivamento. Além da AIME (ação de impugnação de mandato eletivo) 761, correm no TSE outras quatro: duas representações (8-46) e (1770-34) e duas ações de investigação judicial eleitoral (1943-58 e 1547-81). As duas AIJE já estão com Maria Thereza, que também acumula a AIME. As duas representações estão com Luiz Fux. Em seu despacho de hoje, Dias Toffoli coloca a questão de ordem para ser decidida em plenário. O próprio Fux foi quem primeiro levantou o tema sob a alegação de que é necessário evitar decisões conflitantes sobre a mesma matéria - o mandato de Dilma Rousseff. Luciana Lóssio, quando pediu vistas, também defendeu a unificação das ações nas mãos de um único ministro. O jogo está jogado, pois não há diferença prática entre Fux e Thereza. A missão de ambos é uma só: salvar Dilma.

Caminhoneiros ameaçam parar na segunda-feira

Os caminhoneiros autônomos prometem iniciar uma greve nacional na próxima segunda-feira, dia 9 de novembro. Eles reivindicam desde o início do ano a redução do preço do óleo diesel, a criação do chamado frete mínimo e carência para os que têm caminhões financiados pelo BNDES, pautas não atendidas desde as paralisações anteriores. Líderes do Comando Nacional do Transporte dizem que pedem também a renúncia de Dilma Rousseff. A possibilidade de uma nova paralisação dos caminhoneiros vem causando preocupação na presidente Dilma Rousseff, que orientou sua equipe a monitorar e a iniciar conversas com líderes do movimento. Na avaliação do Planalto, uma nova greve geraria desabastecimento no País, o que pode agravar ainda mais o quadro de recessão econômica. O ministro da Justiça, o "porquinho" petista José Eduardo Cardozo, comentou a paralisação. Para ele, o movimento tem um forte viés político.

TSE – Maria Thereza de Assis Moura será a relatora no processo de cassação do mandato de Dilma-Temer

A ministra Maria Thereza de Assis Moura foi indicada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, José Antonio Dias Toffoli, para relatoria da ação em o PSDB pede a cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente, Michel Temer. Os tucanos acusam “financiamento de campanha mediante doações oficiais de empreiteiras contratadas pela Petrobras como parte da distribuição de propinas”, suspeita investigada na Operação Lava Jato. Em fevereiro, por 5 x 2, Maria Thereza foi voto vencido quando o tribunal decidiu reabrir a ação de cassação atendendo a recurso do PSDB, e a ministra pediu para deixar o processo em outubro e chegou a sugerir o nome de Gilmar Mendes para relator; mas, baseado em decisões anteriores, Toffoli decidiu manter sua relatoria. A defesa de Dilma Rousseff peticionou junto ao TSE a manutenção de Maria Thereza como relatora, argumentando que não se trata de novo processo, mas de um recurso ao processo original.

Produção automobilística cai 30% em relação a outubro do ano passado

A produção de veículos no Brasil registrou uma queda de 30,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já em relação a setembro de 2015, houve um crescimento de 17,4%. Mesmo assim, o indicador acumula, no ano, um recuo de 21,1%. Com a queda na produção e nas vendas, que encolheram 24,3% ante o mesmo período de 2014, o setor automobilístico é um dos que mais demitiram ou afastaram nos últimos meses. De acordo com a Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, 35.600 funcionários já foram incluídos no Programa de Proteção ao Emprego este ano. Outros 9.400 estão em férias coletivas ou no regime de lay-off (afastamento temporário). Somados, há 45 mil trabalhadores longe das linhas de produção, o que representa cerca de 34% da mão de obra do setor.

O elogio ao “jihadismo” no Ministério da Justiça: eis um governo que abriga a delinquência desbragada

O Ministério da Justiça, de José Eduardo Cardozo (PT), afirmou em resposta a um usuário do Facebook que jihadistas “merecem respeito”, pois podem trazer “progresso ao Brasil”, como “qualquer outro povo”. A delinquência dita em nome da Pasta foi publicada em 28 de outubro, nos comentários de um post para divulgar a campanha de combate à xenofobia contra os imigrantes. Heder Duarte, um internauta, escreveu um comentário no qual dizia que “imigrantes pacíficos são bem-vindos, já os jihadistas devem ser impedidos de entrar no Brasil”. O Ministério da Justiça não concordou com o rapaz e disse o seguinte: “Temos de desconstruir alguns conceitos, Heder. Os jihadistas, assim como qualquer outro povo de qualquer outra origem, vêm ao Brasil para trazer mais progresso ao nosso país e merecem respeito”. Em nota, o Ministério da Justiça lamentou o erro cometido na resposta na qual confunde jihadistas com um povo e que o “erro crasso foi corrigido”. “Jihad” é um termo árabe que, originalmente, significa “luta” ou “empenho” para disseminar a fé, mas passou a ser usado por radicais islâmicos como convocação para a “guerra santa” – os que atendem a esse chamado e usam da violência são chamados de “jihadistas”. É a base do terrorismo islâmico. No dia 24 de setembro de 2014, Dilma disse o seguinte em Nova York: “Gente, vocês acreditam que bombardear o Isis resolve o problema? Porque, se resolvesse, eu acho que estaria resolvido no Iraque. E o que se tem visto no Iraque é a paralisia. Hoje a gente querer simplesmente bombardear o Isis e dizer que você resolve, porque o diálogo não dá… Eu acho que não dá, também, só o bombardeio, porque o bombardeio não leva a consequências de paz”. Por Reinaldo Azevedo

Inflação em 12 meses já passa de 10% em 5 das 13 regiões pesquisadas pelo IBGE

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) já passou de dois dígitos em cinco das 13 regiões analisadas pelo IBGE nos 12 meses terminados em outubro. A inflação oficial já passou da casa dos 11% em Curitiba (11,52%) e Goiânia (11,19%). Em São Paulo, o IPCA nesse período é de 10,94%, em Porto Alegre é de 10,49%, em Fortaleza é de 10,02%, enquanto no Rio é de 9,90%. "O resultado geral do Brasil em 12 meses quase encostou nos dois dígitos, foi por um triz. Olhando individualmente os estados, cinco deles já ultrapassaram os 10% e a população está sendo mais penalizada pela inflação", diz Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE. A meta de inflação do governo é de 4,5%, podendo variar dois pontos para cima ou para baixo. Mas economistas ouvidos pela pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central acreditam que o índice de preços só vai voltar ao centro da meta após 2018. Nesta sexta-feira, o IBGE divulgou que o IPCA ficou em 0,82% em outubro, acelerando frente ao 0,54% registrado em setembro, quando ficou em 0,54%. É a maior taxa para meses de outubro desde 2002 (1,31%). O resultado divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE também ficou acima do 0,42% registrado no mesmo mês do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, chegou a 9,93%, o mais alto desde 2003. E, no ano, soma 8,52%, o maior patamar desde 1996, quando o índice ficou em 8,70%. Segundo ela, o IPCA chega a dois dígitos até o fim do ano: "O que ainda se espera por vir, para novembro, são altas em alguns itens monitorados, e o que mais tem impacto é o da energia elétrica. Os dois dígitos já estão muito próximos e vai depender do resultado dos dois últimos meses, que no ano passado foram muito altos. Que números serão trocados pelos do ano passado?" Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda até cinco salários mínimo, passou dos dois dígitos este mês, chegando a 10,33%. De acordo com Eulina, isso significa, que a população de renda mais baixa que tem os alimentos com maior participação está sofrendo mais. 

Lapso freudiano ou erro?

O Ministério da Justiça postou na sua página oficial do Facebook o seguinte texto: "Os jihadistas, assim como qualquer outro povo de qualquer outra origem, vêm ao Brasil para trazer mais progresso ao nosso país e merecem respeito". Depois das reações negativas, "a resposta foi considerada 'um erro absurdo' pelo ministério". Eis a retificação: "O Ministério da Justiça lamenta o erro cometido na resposta no qual confunde os jihadistas com um povo. O erro crasso foi corrigido". Como faltou condenar os jihadistas, O Antagonista acha que foi mais lapso freudiano do que erro do ministério.

O fim inglório e o final do mês

Enquanto Dilma Rousseff vai adiando o seu final inglório, com ajuda de Eduardo Cunha, Leonardo Picciani e Renan Calheiros, os brasileiros desempregados ou com salários que não acompanham a inflação usam a poupança para chegar ao fim do mês. Em outubro, os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 3,264 bilhões, de acordo com o Banco Central. Desde janeiro, o total sacado chegou a 57 bilhões de reais. Foi o pior outubro e já é o pior ano desde 1995.

Caminhoneiros já começaram a parar o País. Ato inicial foi em Vitória da Conquista


Caravanas de caminhoneiros nem esperaram pelo protesto de segunda-feira e já começaram a bloquear rodovias em vários pontos do País. A foto ao lado é desta tarde, Vitória da Conquista, Bahia, BR-116. Os caminhoneiros querem parar o País e encorpar os protestos de segunda-feira diante do Congresso Nacional, engrossando o acampamento que já foi montado por manifestantes que querem o impeachment de Dilma Roussef. 

Gilmar: Lava-Jato criou nova unidade monetária


Palestrante em um seminário sobre infraestrutura em Brasília, o quase sempre sisudo ministro do STF Gilmar Mendes causou risos na plateia ao dizer que a Operação Lava-Jato criou uma nova unidade de medida monetária. Segundo o magistrado, a exorbitante quantia de US$ 100 milhões passou a ser convertida em “1 Barusco”.

Zunga teme ser preso

Lula não teme ser preso, mas um de seus grandes amigos já pode ir preparando a maleta. José Zunga Alves de Lima, diretor da Oi e sindicalista ligado ao PT, é alvo da Lava Jato. De acordo com o Valor, ele é suspeito de tráfico de influência para atender a interesses da Andrade Gutierrez e da Odebrecht. Em investigação sigilosa, Zunga é descrito como um contato "com trânsito no alto escalão do governo". Sindicalista da CUT, em 2008 ele foi indicado por Lula como conselheiro consultivo da Anatel. E participou ativamente das campanhas de Dilma Rousseff. Sabe aquela propina de 50 milhões de euros depositada em Macau para facilitar a fusão entre Oi e Portugal Telecom? A prisão de Zunga pode ajudar a esclarecer.

Zunga com Lulinha

Os portugueses estão investigando uma propina de 50 milhões de euros pagos ao PT para facilitar a fusão entre a Oi e a Portugal Telecom. José Zunga Alves de Lima, o diretor da Oi que está na mira da Lava Jato, pode esclarecer a questão. Ele era mais do que um simples amigo de Lula. Ele era a ponte entre Otávio Azevedo, presidente da Oi e da Andrade Gutierrez, e os negócios da família de Lula. Em agosto de 2009, de fato, ele acompanhou Lulinha à sede da Portugal Telecom. Foram prospectar novos negócios para a Gamecorp. Os dois sócios de Lulinha, Fernando Bittar e Jonas Suassuna, proprietários da fazenda de Lula e do apartamento de Lulinha, viajaram com eles. Zunga é Lulinha. E Lulinha é Lula.

O pior é o melhor

Teori Zavascki, segundo Monica Bergamo, “tem deixado interlocutores de cabelo em pé. Relator da Lava Jato no STF, ele repete que o pior ainda está por ser revelado”. O pior para Teori Zavaski e para Monica Bergamo é, sem dúvida nenhuma, o melhor para nós.

Lula blindado

A blindagem de Lulinhazinho, Gilberto Carvalho, Erenice Guerra e Antonio Palocci na CPI do Carf e na CPI do BNDES foi negociada diretamente por Lula com Eduardo Cunha e Renan Calheiros. Segundo o Estadão, “os dois grupos firmaram um pacto de não agressão que envolve interesses do PT, do PMDB e de vários políticos investigados pela Lava Jato”. A senha, conta a reportagem, “foi dada pelo próprio Lula na semana passada, quando ele pediu ao PT que desse amplo direito de defesa a Cunha e aos demais alvos de Rodrigo Janot”. Questionado sobre o pacto maligno, Eduardo Cunha respondeu: “Não vi o que ocorreu na CPI, mas na Câmara o espírito não é de constranger nem Lula nem a família dele”. O petista Carlos Zarattini concordou: “Existe um novo ambiente. Aos poucos, estamos conseguindo reconstruir nossa base. Hoje tivemos uma boa demonstração disso”.

Vire-se, Dilma

A Folha de S. Paulo diz que “Palácio do Planalto e líderes petistas no Congresso reagiram com preocupação à manobra gestada no PMDB com setores da oposição de jogar para o ano que vem a mudança na meta fiscal de 2015, o que abriria nova frente na batalha pelo impeachment de Dilma Rousseff”. O Antagonista não sabe se a manobra pode funcionar, mas é obrigação da oposição tentar obstruir a aprovação da nova meta fiscal do governo. Dilma Rousseff jogou a economia no caos, fraudando as contas públicas para conseguir se reeleger. Ela que se vire para obter os votos necessários para aprovar seus crimes fiscais.

Inflação mais alta desde 1996

A inflação oficial medida pelo IPCA passou de 0,54% em setembro para 0,82% em outubro, informou nesta sexta-feira o IBGE. No ano, o IPCA acumula alta de 8,52%, a maior para o período de janeiro a outubro, desde 1996, quando ficou em 8,70%.

Mais 30 dias para Eduardo Cunha

O Antagonista foi informado de que Teori Zavascki enviará uma notificação a Eduardo Cunha, estendendo em trinta dias o prazo para o deputado apresentar a sua defesa ao STF. Isso significa que Eduardo Cunha poderá entregá-la quase em meados de dezembro. Assim, será impossível denunciar o presidente da Câmara neste ano. Parlamentares da oposição contavam com a denúncia ainda em 2015, para tentar substituí-lo na presidência da Câmara e, desse modo, apressar o processo de impeachment de Dilma Rousseff, hoje travado por Eduardo Cunha.

Dilma em último lugar

A coluna Radar, da Veja, cita outro dado do levantamento da Paraná Pesquisas: "A reprovação ao governo Dilma Rousseff é de 86,5%. Os que disseram aprovar a gestão da presidente são 11,01%". Lula aparece em terceiro lugar em 2018, mas ninguém consegue ser pior do que Dilma Rousseff.

O timing do impeachment

Frase ouvida de um tucano poderoso: "O país está derretendo. O problema não é o impeachment. É o timing do impeachment". É o que repetimos incansavelmente.

O dono do Itaú mudou de opinião sobre o impeachment?

O IIF, que reúne alguns dos maiores bancos do mundo, apresentou seu relatório sobre o Brasil. Roberto Setúbal, dono do Itaú, é um de seus vice-presidentes. A expectativa do IIF é que as contas fiscais brasileiras continuem a piorar e que a recessão se aprofunde ainda mais. O PIB deve cair 3,2% em 2015 e 2% em 2016. O déficit nominal, que inclui o pagamento de juros pelo governo, deve subir de 6,7% do PIB em 2014 para 9,7% este ano e 8,6%, no ano que vem, aumentando a chance de rebaixamento da nota do Brasil pela Fitch e pela Moody's. Os problemas apresentados hoje pela economia brasileira, segundo o IIF, são o reflexo de decisões erradas tomadas no primeiro mandato de Dilma Rousseff. Os economistas do instituto, de fato, não descartam a possibilidade de seu impeachment, acrescentando que, apesar de doloroso, o processo pode abrir as portas para a recuperação econômica, pois Michel Temer tem mais capacidade do que Dilma Rousseff de conseguir apoio político. O IIF não informou se Roberto Setúbal, que desaprovou publicamente o impeachment, mudou de opinião.

Lula teme o Ibope

Lula derrubou o Ibope do SBT. A Folha de S. Paulo informa que, durante a entrevista com Lula, a emissora de Silvio Santos registrou uma audiência média de 6 pontos na Grande São Paulo. Nas duas noites anteriores, naquele mesmo horário, o canal registrou 7 pontos.

Paraná Pesquisas demonstra que Aécio Neves venceria facilmente as eleições presidenciais


Na pesquisa estimulada, portanto com a apresentação de nomes, os eleitores brasileiros elegeriam o senador Aécio Neves com ampla vantagem, exatamente com o dobro de votos que teria Lula, o terceiro colocado. Veja o que encontrou o Instituto Paraná Pesquisas, conforme dados que o editor recebeu depois do meio duia:
Aécio Neves , 34,2%
Marina Silva, 19,7%
Lula, 17,1%
Todos os demais candidatos registraram menos de 10% de intenções de votos; Bolsonaro, 5,3%; Ciro, 5,2%; Michel Temer, 1,5%;Caiado, 1%. 7,5% dos eleitores não sabiam em quem votar e 8,5% não votariam em nenhum dos nomes apresentados.

Sem Aécio Neves na corrida presidencial, ainda assim Marina Silva e Lula pederiam as eleições presidenciais.... para José Serra

O senador José Serra também venceria as eleições presidenciais, caso elas ocorressem hoje, segundo apurou hoje o Instituto Paraná Pesquisas. Veja os resultados principais:
Serra, 25,5%
Marina, 23,8%
Lula, 17,.7%
Os demais candidatos pontuaram menos de 10%, sendo que Ciro Gomes e Jair Bolsonaro resultariam tecnicamente empatados: 6% e 5,8% respectivamente. Isso significa que o nome de Jair Bolsonoro tem a possibilidade de crescer fortemente. 

Paraná Pesquisas troca Aécio e Serra por Alckmin, e só assim Marina Silva venceria a eleição

Caso o candidato do PSDB à Presidência da República fosse Geraldo Alckmin e não Aécio Neves, o primeiro colocado nas intenções de votos da pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas que acaba de sair do forno resultaria na eleição de Marina Silva no primeiro turno, com 24,3% das preferências do eleitorado. Os principais resultados seriam estes:
Marina Silva , 24,3%
Geraldo Alckmin, 22,6%
Lula, 18,2%
Os demais candidatos pontuariam menos de 10%, vindo Ciro Gomes em quarto lugar com 6,1%, tecnicamente empatado com Bolsonaro, 5,7%. É importante esta pesquisa porque pela primeira vez considera o nome do deputado federal Jair Bolsonaro, e ele já aparece com uma pontuação muito significativa. Ele tende a representar o eleitorado conservador, que está passando a demonstrar uma grande representação no País, e que não se sente representado pelos políticos tradicionais. 

RBS ajoelha mais um pouco no altar das demissões, liquida a edição de sábado de Zero Hora e se agacha mais em direção ao fim; é o resultado da submissão ao petismo


Estão sendo efetivadas, desde o início da manhã desta sexta-feira, demissões de funcionários do call center do Grupo RBS, localizado na Rua dos Andradas, em Porto Alegre, no edifício do Shopping Center Rua da Praia. São cerca de 240 demitidos extraoficialmente. Mas chegarão a 600 demitidos. O call center será fechado e suas atividades contratadas junto a uma outra empresa ainda não revelada. Há um ambiente de apreensão entre os funcionários do prédio do Grupo na Avenida Ipiranga (Zero Hora, Rádio Gaúcha) pela nova leva de demissões e preocupações com o futuro. Outras medidas de cortes de gastos estão sendo esperadas para este ano. Muitos petistas serão demitidos (a grande maioria dos jornalistas é petista). Zero Hora deverá eliminar ainda a edição impressa aos sábados, passando a ter uma formulação única para o fim-de-semana, como já ocorre no Diário Catarinense. A derrocada do Grupo RBS, profundamente envolvido nas maracutaias investigadas pela Operação Zelotes (assim como Grupo Gerdau), reproduz a queda do Grupo Caldas Junior. Na época, o então todo poderoso Breno Caldas, chamado de vice-imperador do Rio Grande do Sul, no último gesto para tentar salvar seu grupo de empresas, ajoelhou literalmente ao lado do governador Amaral de Souza, no corredor da nave central da Catedral de Porto Alegre, para pedir papel emprestado da Corag (Companhia Riograndense de Artes Gráficas) e assim dar continuidade por mais uns dias à impressão do jornal Correio do Povo, carro chefe do grupo. Não obteve, e então escreveu um editorial virulento contra o governador, chamado "Palmo e meio moral" (ironia em relação à pequena altura do governador). A diferença é que hoje o presidente do Grupo RBS nem teria a quem se ajoelhar, já que o regime petralha, ao qual serviu sabujamente, está em franca degradação. O Grupo RBS, inevitavelmente, deverá acabar nas mãos da Rede Globo, o que lhe dará uma sobrevida sem qualquer grandeza. Os jornalistas petistas acrescentarão ao seus currículos que acabaram seus empregos junto com a RBS e o regime petralha. Grande feito histórico. 

Ministério Público Federal quer mais prazo para investigar a famigerada e infame Lista Schlosser-Burman da Universidade de Santa Maria

A procuradora federal Silvana Pfeffezeller, titular do 3º Ofício da Procuradoria Regional de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, enviou, ontem, novo pedido de diligências à Universidade Federal de Santa Maria, à Associação de Docentes da UFSM, ao DCE da UFSM e ao Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino, dando seguimento ao feito investigatório sobre a prática de discriminação contra israelenses na UFSM, instaurado em julho deste ano, O caso ficou conhecido internacionalmente, em maio, como a famigerada e infame Lista Schlosser-Burman. Em seu despacho, a Procuradora solicitou mais 90 dias para terminar o feito, a contarem de 5 de novembro. A procuradora afirma que as explicações já enviadas pelas entidades de estudantes e docentes da universidade “não exaurem todas as questões que permeiam este procedimento, nem explicitam, com a clareza necessária, o quadro fático em que se inseriu o funesto Memorando Circular nº 02/2015, especialmente no tocante à renovação, em 15/5/2015, pelo Gabinete do Reitor.” O “funesto memorando” a que se refere a procuradora ficou conhecido como a Lista Schlosser-Burman e foi enviado pelo Pró-reitor de Pós-graduação aos chefes dos cursos subordinados a ele na UFSM. O Pró-reitor alegou atender a um pedido de informações formulado à Reitoria da universidade sobre “a presença ou a perspectiva de docentes e/ou discentes israelenses na UFSM”. Na resposta já enviada a procuradora Pfeffezeller, a Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria reconheceu que jamais atendeu a solicitação parecida anteriormente e que sua decisão não foi precedida de consulta à Procuradoria da Universidade.

Ai, que medinho! Lula resolveu nos ameaçar na conferência da sem-vergonhice. E está com inveja de Kim


Lula, o enfezado, resolveu ameaçar o país com cara feia…


… e etá com inveja de Kim : onde já se viu não ser o Babalorixá um dos mais influentes?

Gente, gente! Lula resolveu nos ameaçar de novo! E está com inveja de um brasileiro com cara de japonês que tem 19 anos. O Babalorixá de Banânia não suporta a ideia de que outro brasuca, que não ele próprio, com suas ignorâncias soberbas, possa ser destaque da Time. O Apedeuta fez o discurso de encerramento da 5ª Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional, promovida pelo Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional). Isso, por si só, já é uma sem-vergonhice. Ele é um político. Atitudes suas e de familiares estão, quando menos, sob suspeita. Um órgão oficial entregar a um assumido pré-candidato à Presidência a fala de encerramento de um evento é uma canalhice essencial. O Ministério Público só não parte pra cima do Consea porque não quer. Sigamos. E o que disse o folgazão, o destruidor de instituições, o candidato a verdugo do estado de direito? Que não é candidato, não, mas que, se aparecer um nome que ameace acabar com as conquistas petistas, ele estará na campanha “como cabo eleitoral ou como candidato”. Já convidei aqui umas quinhentas vezes: “Venha, Lula!!!”. Eu o quero em pé, agora ou mais tarde, para disputar a eleição e perder. O ex-presidente apenas repetiu o que disse ao jornalismo do nariz marrom, em entrevista mais do que encomendada “Olhem que eu posso me candidatar”. Pois que venha. Essa ameaça de Lula só assusta os imbecis. Responderemos a suas agressões com fatos. No seu estilo bravateiro e dramático, disse: "Nem que tenha apenas um minutos de vida, se estiver concorrendo contra nós um projeto conservador, que tenha como objetivo acabar com as coisas que fizemos neste país, pode estar certo de que eu estarei na campanha ou como cabo eleitoral ou como candidato”. Não sei o que ele entende por “projeto conservador”. Na sua boca, não deve ser coisa boa. Na mente perturbada de Lula, “conservador deve ser quem fica de quatro para empreiteiros, para banqueiros, para mamadores das tetas do BNDES. Mas cobrando cachê. Nessa perspectiva apenas, “conservador” é ele próprio. Corrijo: Lula é um reacionário. Faz a história regredir. Ele estava bravinho. E emendou: “Não vou mais admitir que corrupto nos chame de corrupto. Todos esses que ficam nos acusando, se colocarem um dentro do outro, não chega a 10% da minha honestidade nesse país”. Bem, vou ser fiel à sua fala. Disse não admitir que corruptos os chamem de corruptos. Como não sou, então repito: corruptos! Disse ainda o pensador: “Vocês sabem que o momento que a presidente Dilma Rousseff tem vivido não é o melhor e os ataques, que estou sofrendo não são à toa”, disse. E avançou: “Eles estão dando de barato de que a Dilma acabou e agora vamos acabar com o Lula, porque esse tal de Lula pode voltar em 2018″. Besteira! Eu exijo Lula candidato em 2018. Para que possa ser derrotado pelo povo brasileiro. 
Movimento Brasil Livre e Vem Pra Rua
Aí Lula se referiu ao acampamento do MBL e do Vem Rua nos gramados do Congresso:
“Na frente do Congresso Nacional, tem um acampamento da turma que quer o impeachment. Nós temos de dizer para essa gente que eles têm o direito de querer um presidente. Mas, se eles querem ter um presidente, aprendam a exercer a democracia e ganhem a eleição como nós ganhamos. Não vamos admitir o impeachment da presidente”. Como? “Não vamos admitir??? Se vier, vai fazer o quê? Propor a luta armada? Lula está com inveja de Kim Kataguiri, que a revista Time apontou como um dos 30 jovens mais influentes do ano. Afinal, ele próprio entraria, houvesse uma, para a lista dos cinco ex-chefes de estado mais enrolados com a ordem legal. De resto, o impedimento está previsto na Constituição e nas leis. Golpista é Lula. Sem poder explicar como um de seus filhos acabou alvo da PF; sem poder explicar as pedaladas fiscais, que não foram dadas só em benefício dos pobres (é a menor parte), mas também para sustentar juros subsidiados a alguns ricos amigos; sem poder explicar a paralisia da economia, então Lula vem com estas ridicularias: “Olhem que eu volto!”. Se conseguir driblar a Polícia Federal, já escrevi aqui, volte mesmo! Há quem queira que a sociedade brasileira precisava de um presidente como Lula. Pois eu digo: hoje, ela precisa se livrar de alguém como Lula. Ele ainda analisou, aí falando da imprensa: “Eles estão aproveitando uma maré conservadora para tentar jogar em cima das famílias mais pobres do país a responsabilidade de muita coisa do que eles têm culpa. O que está em disputa nesse país é a comparação de projetos”. Sim, há um projeto que assalta os cofres e o estado de direito. É do PT. E há os outros. Vamos comparar. Por Reinaldo Azevedo 

Tirando o sarro da sua cara – PT manda mulher de Delúbio a um seminário contra caixa dois

A cara de pau dos petistas, acreditem!, é algo sem paralelo na história do Brasil, e, sem querer ser um nativista megalômano no desastre, acho que se pode dizer o mesmo em escala mundial. Nunca, mas nunca mesmo!, cometam a sandice de achar que os companheiros já chegaram ao limite. Como diria Millôr, eles sempre darão mais um passo. Prestem atenção, brasileiros! Existe uma estrovenga chamada Coordenação Socialista Latino-Americana. A turma se reúne no Rio para debater políticas de combate à corrupção e mecanismos de transparência na gestão da coisa pública. Huuummm… É! Socialistas, hoje em dia, têm mesmo se reunir para debater a ação dos ladrões. A dita “Coordenação” agrega partidos de esquerda da América Latina, muito especialmente aqueles que se dizem de inspiração socialista — um socialismo assim, digamos, à feição PSB. De todo modo, como o nome diz, é um aglomerado de esquerdistas. A turma não é das mais ativas. Não chega a ser um Foro de São Paulo, mas está por aí, propondo, como de hábito, soluções simples e erradas para problemas difíceis, como diria H. L. Mencken. Para esse seminário, também foram convocados, além de partidos de esquerda, representantes de sindicatos, de movimentos sociais etc. Mônica Valente, secretária de Relações Internacionais do PT e, ora vejam, mulher de Delúbio Soares, foi uma das oradoras da turma. Isso não é uma piada. Isso é uma informação. Com o destemor que o casal já demonstrou ter, a mulher foi, de fato, valente. Ela combateu duramente a corrupção e, atenção!, o caixa dois nas campanhas eleitorais. Seu marido se tornou célebre por ter criado a expressão “recursos não contabilizados” durante a CPI do mensalão. A companheira de Delúbio pregou fogo: “Os brasileiros não aceitam mais hipocrisia, covardia ou conivência”. Oh, claro!, não vou aqui defender que uma mulher pague pelos crimes do marido e, eventualmente, o contrário. Mas, como resta evidente e sempre se soube, Mônica não é apenas a mulher de Delúbio. Ela também é uma militante, uma companheira. E, passados dez anos da vinda à luz do mensalão, eis aí o petrolão — está claro já que as duas máquinas de roubalheira chegaram a funcionar ao mesmo tempo. Mônica, como já escrevi, é secretária de Relações Internacionais do PT. Conhece, portanto, os meandros do partido. É claro que, ao fazer essa escolha para a secretaria de Relações Internacionais e ao enviar aquela senhora para o evento, o petismo dá uma banana aos brasileiros. Não por acaso, a direção da legenda está estudando uma forma de desagravo a João Vaccari Neto, justamente o tesoureiro que substituiu Delúbio, o marido de Mônica. Esse é o partido que está lutando bravamente para manter a proibição da doação de empresas privadas a campanhas, o que, obviamente, será um grande estímulo ao caixa dois. Pior: conseguiu a maioria no Supremo. Delúbio quer rir por último. Depois da palestra de sua mulher. Por Reinaldo Azevedo

Levy é o amigo chato que se oferece para cronista tautológico das nossas aflições

Joaquim Levy, ministro da Fazenda, lembra o mais chato dos amigos que alguém pode ter. Explico. O mais chato dos amigos não é aquele que a gente sabe que mente um pouco, não é aquele que conta vantagens sobre si mesmo, não é aquele que vive sonhando coisas mirabolantes, que bebe e repete mil vezes a mesma história. Não! O mais chato dos amigos é o que se oferece como cronista do nosso desassossego. Quer viajar com um amigo chato? Então vamos lá. “Nossa! Essa estrada está muito esburacada! Pra resolver isso, é preciso que alguém invista aqui.” A gente concorda, claro. Mais adiante: “Como é longe! Já estou cansado! A gente deveria ter vindo de avião. Seria muito mais rápido!”. Sim e sim. Passa um pouco: “Estou com fome! Mas não dá para confiar na comida desses postos de estrada”. Tudo bem. O nosso amigo é chatinho, mas a gente gosta dele. E ele também não está obrigado a oferecer uma solução para os problemas que aponta, né? Felizmente, não é da alçada dele. Levy falou na Fiesp, em São Paulo, nesta quinta. Deixou claro que, sem novo imposto, não tem jeito. Em entrevista posterior, mandou ver, ao defender a CPMF: “Se você não tem determinado recurso, você vai ter que descobrir o que deixar de gastar, e como é que será a vida, mas certamente será mais difícil e trará mais intranquilidade”. O Conselheiro Acácio, célebre pelas obviedades que nada diziam, concordaria com ele. O ministro afirmou, em suma, que, com dinheiro, fica mais fácil gastar. Concordo! O titular da Fazenda deixou claro que o governo teria mais facilidade para remanejar verbas do Orçamento se… tivesse mais facilidade para remanejar verbas do Orçamento!!! E isso eu também sei desde que tropecei na primeira tautologia. O dinheiro da Saúde e da Educação, por exemplo, é carimbado. E as esquerdas, capitaneadas pelo PT, querem é ampliar o valor dessa verba que não pode ser remanejada. Levy é do governo, nós não somos. A gestão à qual ele pertence poderia propor emendas constitucionais nesse sentido. Mas não vai fazê-lo. Então o ministro segue com sua cascata tautológica. Ele quer mais impostos para, como diz, pôr a casa em ordem. Aí, sim, o País poderia, então, voltar a crescer. Certo! Retomado o crescimento, aí será a hora, como ele disse, das reformas mais profundas. Afirmou: “Em seguida, pode-se entrar firmemente nas chamadas reformas estruturais, reunir vontade política (…) para fazer reformas profundas, para dar forma ao país que a gente quer. Um país da inclusão, da eficiência, e o mais rápido possível". Quais reformas? Cadê o plano? O ministro integra um governo que iniciou o ano prometendo um superávit de R$ 66 bilhões e que vai terminá-lo com um déficit de R$ 120 bilhões (incluindo as pedaladas). É essa gente que pede mais imposto à sociedade? Por que nós lhe daríamos o que nos pede? Temo, sinceramente, o momento em que a própria credibilidade de Levy possa ser afetada. Sabem qual é o ponto principal? A sua agenda não é a agenda do Planalto — exceção feita, claro!, à elevação de impostos, principalmente com a recriação da CPMF. E pior para ele: por enquanto ao menos, a contribuição não passa no Congresso de jeito nenhum. Houvesse um mínimo de seriedade na turma à qual ele serve hoje — Não! Ele não fabricou o desastre! —, não estaríamos nessa situação periclitante. Mas, digamos que, depois das burradas, houvesse recuperado o juízo… Fosse assim, qual seria o caminho? Apresentar, por exemplo, a proposta de elevação de impostos e anunciar, então, o projeto de reformas. Qual é o combo? Mas não há nada disso, não! O que se pede é a velha licença para bater a nossa carteira. Por Reinaldo Azevedo

Procuradoria Geral da República investiga "mensalinho" nos governos do PT

Nem só de Mensalão e Lava Jato vive a corrupção no governo. Criaram também “mensalinho”. A Procuradoria-Geral da República tem reunido procuradores para analisar centenas de processos que investigam a distribuição de dinheiro direto da União para prefeituras e ONGs amigas do governo, por meio de convênios, nos governos Lula e Dilma. A maioria envolve pequenos valores, mas há também quantias vultosas. Esta semana, quatro procuradores e respectivas equipes passaram a limpo mais de duzentos processos, um deles no valor de R$22 milhões. A suspeita é que o “mensalinho” em pequenos valores foi uma tentativa de não chamar a atenção dos órgãos de controle. A distribuição suspeita de recursos públicos beneficia só as prefeituras e entidades controladas pelo PT ou por aliados fiéis ao governo. No mais recente mutirão, na Procuradoria Geral da República, procuradores passaram o pente fino em cerca de 800 contratos de distribuição farta de dinheiro público.