segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

CSN pode demitir 950 em fábrica de Minas Gerais


A CSN pretende demitir ao menos 950 pessoas de sua área de mineração, em Contagem, Minas Gerais. As demissões foram anunciadas pela própria empresa em reunião ocorrida em 11 de janeiro. A CSN não havia confirmado ou negado as demissões. Os operários a serem demitidos trabalham na mina Casa de Pedra, em Congonhas, e também na mineradora Namisa, controlada pela CSN. 

Maurício Dziedricki quer disputar a prefeitura de Porto Alegre; uma piada sem graça....

O deputado estadual Maurício Dziedricki (PTB) pretende se lançar pré-candidato à prefeitura de Porto Alegre. A ideia do partido é que, com nome próprio à majoritária, seja fortalecida a campanha dos candidatos à Câmara Municipal, cuja bancada, hoje, tem quatro vereadores. É uma piada incapaz de arrancar risadas fortes de quem quer que seja. 

Sem tempo para ouvir o delator

Pedro Corrêa prometeu implicar Lula na Lava Jato. Até agora, porém, a Procuradoria-Geral da República não teve tempo de homologar seu acordo de delação. Segundo a Época, os procuradores de Brasília alegam estar sobrecarregados de trabalho "com o aumento de investigações envolvendo parlamentares e autoridades com foro". O acordo com a Andrade Gutierrez, que incrimina diretamente a campanha de Dilma Rousseff, em 2014, também está parado. Muito cômodo, não é mesmo?

Delatores parados

Os depoimentos dos executivos da Andrade Gutierrez, que incriminam diretamente a campanha de Dilma Rousseff, em 2014, estão parados, assim como os de Pedro Corrêa. A Procuradoria-Geral da República está sem tempo para ouvir determinados delatores.

O bandido petista mensaleiro José Dirceu nas asas do petrolão

O Ministério Público Federal anexou aos autos do inquérito contra o bandido petista mensaleiro José Dirceu, o "guerreiro do povo brasileiro", uma planilha com os vôos realizados pelo ex-ministro em jatinhos de operadores do petrolão. O Antagonista contou 113 voos entre os anos de 2010 e 2011, sendo 52 a bordo do famoso jato Cessna PT-XIB, que a Lava Jato descobriu ter sido comprado por José Dirceu com dinheiro do petrolão via Milton Pascowitch. Júlio Camargo bancava os custos dos vôos, abatendo os valores da propina devida ao ex-ministro. Outros 61 vôos foram realizados no Cessna PP-EVG, em nome da Riomarine Oil, do operador Mario Góes. Consulte a íntegra da planilha abaixo.


Vôos do bandido petista mensaleiro José Dirceu complicam o delator Pedro Barusco

O Antagonista tem batido na tecla de que Pedro Barusco não disse toda a verdade em sua delação, a fim de proteger José Dirceu. A planilha de voos obtida pelo Ministério Público Federal complica a situação do delator. Dirceu realizou 61 voos no Cessna Citation Mustang PP-EVG, da Riomarine, empresa de fachada usada por Mario Góes para pagamentos de propina do petrolão. Está claro que os voos foram uma forma de viabilizar o pagamento de parte da propina devida a Dirceu. Isso quer dizer que, do montante que Góes repassava a Barusco, uma parte era destinada ao ex-ministro. Na descrição dos repasses, Góes disse que pagava Barusco em contas de offshores do ex-gerente e o bolo era dividido em seis ou sete partes: duas para Barusco, duas para Duque, uma para o próprio Góes, uma sexta parte era dividida entre Barusco e Góes. "Quanto à sétima parte, não sei a quem se destinava", disse o delator. O Antagonista sabe.

Governador cassado por R$ 11,7 mil; decisão de mentirinha

O TRE do Amazonas cassou o mandato do governador José Melo (Pros) e do vice Henrique Oliveira (SD) por compra de votos. A PF apreendeu no comitê eleitoral de Melo R$ 11,7 mil. Quando o TSE vai cassar o mandato de Dilma Rousseff, que teve sua campanha financiada com dezenas de milhões desviados da Petrobras? No Amazonas, a representação contra Melo foi proposta pela chapa de Eduardo Braga, do PMDB. É uma decisão de mentirinha, porque ainda cabe um monte de recursos, e não serão julgados antes do fim do mandato dos dois. Portanto, a lei é uma farsa. 

Bob Marques, o carregador de malas do bandido petista mensaleiro José Dirceu: "Não estou me sentindo bem, não vou falar"; e não falou

Bob Marques, o homem da mala de José Dirceu, também não respondeu às perguntas de Sérgio Moro. Visivelmente abalado, Bob deixou claro que não pode falar o que sabe. "Excelência, como eu disse para o senhor, como não estou me sentindo bem, posso criar provas contra a minha pessoa. Revi todas as audiências, mas eu não estou me sentindo bem para poder prosseguir sobre isso." Questionado por Moro se não responderia a nenhuma pergunta, o ex-assessor concluiu: "Não, senhor, não conseguiria". A decisão de ficar calado contrariou a orientação de sua defesa.

Projeto de Ana Amélia quer endurecer saída temporária de presos; o bom mesmo seria acabar com essa mordomia


Está sob análise da Câmara dos Deputados projeto de lei da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) que torna mais rígida a lei atual sobre a saída temporária da penitenciária para presos que cumprem a pena no regime semiaberto. O chamado "saidão" é um benefício que permite a saída por tempo determinado para visitar a família, participar de cursos e outras atividades que ajudem no retorno ao convívio social. Pelo projeto, o benefício só será concedido para réus primários, enquanto hoje o reincidente que já tenha cumprido 1/4 da pena também pode ser beneficiado. A proposta restringe ainda o tempo de saída temporária para um único período de sete dias por ano, ao contrário da lei atual, que permite a renovação do período por outras quatro vezes. O correto mesmo seria extinguir essas mordomias. 

Justiça põe fim no trenzinho da alegria que o petista Tarso Genro promoveu na Brigada Militar, oficiais serão despromovidos

O Diário da Justiça do Rio Grande do Sul publicará nos próximos dias acórdão do Tribunal de Justiça, com data de 1° de dezembro de 2015, que revoga todas as promoções de oficiais superiores da Brigada Militar ocorridas a partir de 2012. A decisão tomada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça considerou inconstitucionais aquelas promoções, inclusive de tenente-coronel a coronel. O efeito desta decisão será imediato, o que determinará a despromoção de todos os oficiais em bloco, independente de mandados de segurança que tramitam ou venham a tramitar na Justiça. A farra das promoções, que se valia de critérios subjetivos, foi criada pelo peremptório governador petista !grilo falante" e poeta de mão cheia e tenente artilheiro Tarso Genro, e acabou gerando um imbróglio jurídico-administrativo, além de haver submetido a Brigada Militar a passar pela maior vergonha de seus 124 anos de existência.

Para a Polícia Federal, mensagens de Whatsapp mostram a influência do bandido mensaleiro José Dirceu dentro do Instituto Lula


Na noite de 30 de julho de 2015, a sede do Instituto Lula, em São Paulo, foi alvo de um atentado a bomba, até hoje não esclarecido pela polícia. No dia seguinte, no celular do ex-ministro-chefe da Casa Civil, o bandido petista mensaleiro José Dirceu (Governo Lula), o "guerreiro do povo brasileiro", piscou a mensagem: "Falei com Rui, propus que tocássemos o rebu. Ele acha que devemos reagir com perfil baixo… inacreditável". O interlocutor do bandido petista mensaleiro José Dirceu era o jornalista Breno Altman, amigo do ex-ministro e um dos principais operadores de mídia do PT. Seu nome foi citado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos nomes envolvidos na suposta operação de repasse de R$ 6 milhões, em 2004, para um empresário de Santo André (SP), para que quadros importantes da cúpula do PT - entre eles o próprio José Dirceu - não fossem envolvidos publicamente no assassinato do prefeito da cidade, Celso Daniel (PT), crime ocorrido em janeiro de 2002. Quatro dias depois da troca de mensagens, em 3 de agosto de 2015, José Dirceu foi preso preventivamente pela Polícia Federal, como alvo central da Operação Pixuleco, 17ª fase da Lava Jato. O ex-ministro está detido até hoje, réu em ação penal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro supostamente desviado de contratos da Petrobras entre 2004 e 2014. Por ordem do juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato em primeira instância, José Dirceu teve seu aparelho celular confiscado e as mensagens nele contidas recuperadas pelos peritos da Polícia Federal. Foi a partir dessa análise que os federais remontaram as trocas de mensagens do dia seguinte do ataque ao Instituto Lula, sediado no bairro Ipiranga, em São Paulo. Os investigadores descobriram, então, a tática de comunicação empreendida pelo ex-ministro. A primeira mensagem do bandido petista mensaleiro José Dirceu para Altman é das 15h37. Via Whats’App, ele questiona o amigo: "Soube do ataque ao IL (Instituto Lula) ontem?". "É um fato gravíssimo. Jogaram um explosivo contra o portão. Ficou um buraco e uns estilhaços". Reproduzindo informações que acabara de receber de seu assessor de imprensa, José Dirceu detalha o ataque: "E tinha uns caras com pinta de black blocs na redondeza. Havia o boato de fazer uma manifestação contra o presidente". José Dirceu pergunta a Altman: "Qual sua avaliação?". E o interlocutor pede que o ex-ministro ligue para ele. No mesmo período - entre 15h e 17h do dia 31 - em que José Dirceu conversa com Altman, ele troca mensagens com seu assessor de imprensa Ednilson Machado, conhecido com Edi. O assunto também foi o ataque a Instituto Lula. Depois de copiar e encaminhar ao interlocutor a resposta de Altman sobre a "conversa com Rui" e a tática de "tocar o rebu", José Dirceu determina: "Fale lá tem que ir para cima". Edi responde às 16h51. "Já mandei mensagem para o (Paulo) Okamotto (presidente do Instituto Lula). Lamentável perfil baixo a essa altura". Passados quatro minutos, o assessor do ex-ministro acrescenta: "Era hora de politizar e creditar à inflamação pública que o PSDB passou a fazer para o dia 16", em alusão a um protesto marcado contra o governo Dilma Rousseff, no dia 16 de agosto de 2015. O atentado não deixou feridos. Artefato explosivo foi atirado contra a sede do instituto do ex-presidente; episódio foi flagrado pelas câmeras de segurança. As imagens revelam como foi o ataque à sede da instituição ocorrido na noite de 30 de julho, uma quinta-feira. A bomba foi atirada de um carro em movimento. Na ocasião, o Instituto Lula divulgou nota por meio da qual destacou que "esperava que os responsáveis sejam identificados e punidos". Ninguém foi preso. Relatório de análise da Polícia Federal diz que a mensagem revela "tática questionável". "Os interlocutores tratam da explosão da bomba no Instituto Lula ocorrida no dia 31 de julho de 2015. Nesta conversa, Ednilson revela certa tática questionável, ao afirmar que tal acontecimento deveria ser utilizado para a vitimização e era de politizar e creditar à inflamação política que o PSDB passou a fazer para as manifestações marcadas para o dia 16 de agosto de 2015". Aí está, os nazistas usavam táticas iguais. No dia 1º de agosto, dois dias antes de ser preso pela Lava Jato, o bandido petista mensaleiro José Dirceu e interlocutores trocam novas mensagens e textos sobre a explosão no Instituto Lula. Um desses textos do próprio jornalista Breno Altman. No mesmo dia, José Dirceu orienta uma jornalista que foi do setor de comunicação do PT a publicar artigos no blog mantido pelo ex-ministro. "Percebe-se que Dirceu ainda possui grande poder de articulação política e de influência, inclusive através dos meios de comunicação de massa", registra relatório da Polícia Federal. A Lava Jato atribui ao bandido petista mensaleiro José Dirceu o papel de um dos cabeças do núcleo político no esquema que fatiava obras na Petrobras, em conluio com um cartel de empreiteiras. O esquema, que teria sido sistematizado a partir do governo Lula, tinha como objetivo garantir a governabilidade e a permanência no poder, sustenta a força-tarefa da Lava Jato. Bilhões em propina teriam sido arrecadados, bancando os cofres de campanhas e de partidos da base e da oposição. O Ministério Público Federal reúne elementos para apontar que o ex-ministro, mesmo depois de preso e condenado no Mensalão do PT, passou a usar "recursos ilícitos" para custear uma operação de propaganda política para levantar sua imagem. A análise de mensagens, reunida no Relatório de Informação 491/2015, da Polícia Federal, reforça essa frente. "Tais trechos (de mensagens) corroboram com a tese de que Dirceu ainda exerce forte influência no cenário político brasileiro, inclusive, através do controle midiático", informa o relatório. 

Família temia que Cerveró fosse assassinado durante sua fuga, na rota montada pelo petista Delcídio Amaral


A “rota de fuga” imaginada pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS) para o seu amigo Nestor Cerveró assustou familiares do ex-diretor da Petrobras e levou seu filho à decisão de gravar a reunião que resultou na prisão do Líder do Governo Dilma no Senado, e abriu caminho pra o acordo de delação premiada que diminua sua temporada na prisão. O temor é que Cerveró fosse assassinado, como “queima de arquivo”. Pela rota de fuga de Delcídio, Cerveró passaria pelo Mato Grosso do Sul e, por terra, chegaria ao Paraguai. De lá, viajaria para a Espanha. Familiares e amigos desconfiaram que a passagem pelo Mato Grosso do Sul deixaria Ceveró vulnerável a pistoleiros de aluguel. O conteúdo da delação de Nestor Cerveró mostrou que ele, de fato, sabia muito. Até envolveu a presidente Dilma e seu antecessor Lula. Além da rota de fuga, Delcídio ofereceu ao velho amigo Nestor Cerveró uma mesada de R$50 mil, em troca do seu silêncio. E sumiço.

Dilma e David: voando baixo


Dilma Roussseff recebe logo mais David Neeleman, dono da Azul. É saudável a prática de um presidente receber e ouvir grandes empresários. Neeleman terá, se quiser, muito a dizer sobre a depressão do setor aéreo. Dias atrás, a Azul anunciou que a partir da semana que vem transferirá dezessete aviões de sua frota para a TAP. (Por Lauro Jardim)

Executivos da SBM fazem acordo e pagarão R$ 500 mil


Bruno Chabas, CEO da empresa holandesa SBM Offshore, e o funcionário do conselho fiscal da companhia, Sietze Hepkema, fecharam no final da semana passada um acordo com o Ministério Público e concordaram em pagar 500.000 reais - 250.000 reais cada. O acordo extrajudicial não inclui a admissão de culpa dos dois executivos e ainda precisa ser confirmado pela Justiça. Em dezembro, o Ministério Público concluiu que a SBM desembolsou cerca de 46 milhões de dólares em propina para ex-funcionários e ex-diretores da Petrobras. Segundo as investigações, entre 1997 e 2012 a companhia despejou dinheiro sujo nos bolsos de dirigentes da petroleira em troca de contratos envolvendo navios-plataforma ou de informações confidenciais sobre processos e transações envolvendo a Petrobras. O nome da offshore holandesa ganhou força na Operação Lava Jato a partir de depoimentos do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, que disse que passou a receber propina da empresa ainda nos anos de 1990. Ao todo, foram 22 milhões de dólares até 2010, segundo o delator. Antes disso, um ex-funcionário da SBM Offshore apontou o empresário Julio Faerman como o lobista responsável por intermediar pagamentos de propina de pelo menos 30 milhões de dólares a funcionários da petroleira brasileira. O objetivo seria conseguir contratos, que somam mais de 9 bilhões de reais, para o aluguel de plataformas de exploração do petróleo. Uma auditoria interna da SBM mostrou que, de 2007 a 2011, a empresa subornou autoridades e políticos em Angola, Cazaquistão, Guiné Equatorial, Itália, Iraque e Malásia - até 250 milhões de dólares teriam passado por esses dutos de corrupção. "Chabas, Hepkema e as diretorias de Fiscalização e Administração consideraram a proposta do Ministério Público para um acordo extrajudicial e decidiram aceitá-la", disse a SBM em nota. "A companhia enfatiza que esse acordo não inclui admissão de culpa e mantém a opinião de que as acusações são infundadas", completou. Segundo a SBM Offshore, o acordo oferece uma "oportunidade pragmática" para resolver o caso e evitar procedimentos legais onerosos. Segundo o delator da Lava Jato, Julio Faerman, a empresa holandesa SBM Offshore pagou 300.000 dólares em propina à campanha da então candidata à Presidência Dilma Rousseff, em 2010. No depoimento aos investigadores, Faerman afirma que transferiu o dinheiro para uma conta do então gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco, que confirmou os repasses. A transação foi feita em contas na Suíça. Também em acordo de delação, Pedro Barusco disse que "no ano de 2010, durante a campanha presidencial, quando Serra encostou em Dilma nas pesquisas, foi solicitado por Renato Duque a intermediar o recebimento de uma contribuição de 300.000 dólares para a campanha de Dilma".

Surto de zika deve se espalhar por toda América, diz OMS


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta segunda-feira (25) que o vírus zika deve se espalhar por todos os países das Américas, com exceção de Canadá e Chile. Margaret Chan, diretora-geral da entidade, se pronunciou pela primeira vez sobre os casos nas Américas e informou que um caso de possível transmissão sexual está sendo investigado pela OMS. "O zika foi isolado no sêmen humano e um caso de possível transmissão sexual de pessoa para pessoa foi descrito. No entanto, mais evidências são necessárias para confirmar se o contágio sexual é um meio de transmissão do zika", disse a entidade, em comunicado. Durante o encontro do painel executivo da entidade, em Genebra, para discutir epidemias globais, Margaret Chan exigiu que os governos notifiquem todos os casos registrados e acompanhem as estatísticas. "Pedimos transparência a todos os países. A proliferação explosiva do vírus a novas áreas geográficas, com populações com pouca imunidade, é causa de preocupação", Outra razão para a rápida disseminação do vírus, que atingiu 21 países e territórios das Américas desde maio de 2015, é a prevalência do mosquito Aedes aegypti, hospedeiro do vírus, de acordo com a OMS. A ocorrência do zika ainda não foi registrada na parte continental dos Estados Unidos, embora uma mulher que contraiu o zika no Brasil tenha dado à luz um bebê com microcefalia no Havaí. No último sábado, a República Dominicana confirmou dez casos de zika e a Colômbia registrou 13.531 casos. Inglaterra, Nova York e Espanha também confirmaram casos de pessoas infectadas com zika. No fim do ano passado, o Ministério da Saúde brasileiro confirmou a relação entre o vírus zika e a microcefalia, má formação na qual os bebês nascem com cérebros menores do que o normal. Até a última semana, o Brasil havia registrado 3.893 casos suspeitos de microcefalia, mais de 30 vezes o que foi registrado em qualquer ano desde 2010. O zika tem ocorrido historicamente em partes da África, do Sudoeste Asiático e em ilhas do Pacífico. Mas trata-se de uma doença com sintomas moderados e há poucos dados científicos sobre o vírus, razão pela qual não está claro por que ele pode estar causando os casos de microcefalia no Brasil. O zika é transmitido pelo mesmo mosquito da dengue e da febre chikungunya, o Aedes aegypti. Assim como ocorre com a dengue, não há tratamento para infecção pelo zika: os remédios são indicados somente para o controle dos sintomas (paracetamol ou dipirona para o manejo da febre e da dor e anti-histamínicos para as reações alérgicas).

Gilberto Carvalho diz que acusação de venda de MPs é "absurda"


O ex-ministro Gilberto Carvalho (PT), investigado na Operação Zelotes, disse nesta segunda-feira em depoimento na 10ª Vara Federal do Distrito Federal que é "absurda" a acusação do Ministério Público Federal, que investiga favorecimento de montadoras de automóveis na elaboração e aprovação de medidas provisórias (MPs) por meio do pagamento de propina a lobistas e agentes públicos. Carvalho foi chefe de gabinete do ex-presidente Lula e secretário-geral no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Segundo investigadores, Gilberto Carvalho foi citado por vários personagens envolvidos no esquema. O nome do ex-ministro aparece em uma agenda do lobista Alexandre Paes dos Santos, o APS. "As empresas se beneficiaram, mas quem se beneficiou muito mais foi o país. Por isso reputo como absurda essa acusação de que nós trabalhamos vendendo MPs. Tratava-se de uma questão de atender aos interesses do povo e do país, vide as taxas de crescimento que mantivemos nessas regiões até recentemente", disse ao depor como testemunha de defesa do lobista Alexandre Paes dos Santos, um dos réus presos. Gilberto Carvalho confirmou que o lobista Mauro Marcondes, também preso pela Polícia Federal, frequentou reuniões no Palácio do Planalto, uma delas com o ex-presidente Lula. O ex-ministro afirmou que se lembra de pelo menos três reuniões com Marcondes enquanto esteve no primeiro escalão do governo petista e que faz parte de uma democracia o governo receber demandas da indústria. "O senhor Mauro participou de uma reunião no gabinete com representantes de várias montadoras. Os contatos que eu tive com ele no gabinete eram mais relativos a pessoas, chefes de multinacionais, que ele trazia para falar com o presidente Lula.", declarou. "É comum numa sociedade democrática a presidência se relacionar com representantes de empresas e políticos". Segundo Carvalho, as MPs faziam parte da política de estímulo à indústria automobilística do ex-presidente Lula e tinham objetivo de descentralizar o desenvolvimento econômico do país e gerar empregos em regiões afetadas pela crise. O escritório de Marcondes, que representava a associação automobilística Anfavea, é suspeito de ter pago propina a agentes públicos para conseguir a aprovação de MPs no fim do governo Lula. Ele manteve seis contratos suspeitos de serem de fachada com a consultoria LFT Marketing Esportivo, de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente. Os investigadores dizem que os contratos de 3,6 milhões de reais são pouco consistentes e podem ter encoberto o pagamento de propina. O ex-ministro disse que não conhece nada sobre os contratos entre o escritório de Marcondes e a consultoria do filho de Lula: "Esse assunto nunca passou por mim". Carvalho negou ter recebido propina e disse que não manteve relações pessoais ou sociais com Marcondes. Ele afirmou ainda que nunca esteve, nem tomou café com Alexandre Paes dos Santos, outro lobista preso. "Nunca fui objeto de proposta diferenciada. Tem que ter muita maturidade para estar no governo", disse Carvalho. O petista disse que os únicos presentes que ganhou de Mauro Marcondes foram duas bonecas para suas filhas adotivas. Ele também declarou que nunca soube de pagamento de propina da quadrilha para políticos do Congresso, conforme denúncia. O petista disse que não pode ter certeza se os lobistas usavam o nome dele nas negociações. "A coisa mais comum é teu nome ser vendido por aí", disse. "Do ponto de vista do Executivo, coloco minha mão no fogo por todos. Pelo Guido Mantega, por esse menino Dyogo Oliveira, secretário-executivo do Ministério da Fazenda e pelo ex-presidente Lula". O ex-ministro disse que na tramitação das MPs havia uma série de interesses também dos Estados do Nordeste e que os ex-governadores da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (DEM), e de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), ambos mortos, articularam politicamente no Congresso para que fábricas de carros se instalassem em seus Estados. O ex-ministro declarou que, já como secretário-geral da Presidência no governo Dilma, foi procurado novamente por Marcondes. O lobista pedia ajuda para tentar prorrogar a MP 512, que concedeu benefícios fiscais na região Centro Oeste. Foi elaborada uma nova Medida Provisória, 627. "Eu disse que tinha uma outra função no governo, de relação com movimentos sociais, mas que ele fosse na Fazenda." "Não há dúvida nenhuma de que há politização e de que o presidente Lula virou alvo preferencial. Há um medo de que ele volte em 2018. A Operação Zelotes deveria estar preocupada, sobretudo, com a restituição aos cofres públicos daquelas empresas que fraudaram o Carf. O foco dessa operação está completamente equivocado", disse o ex-ministro. "Eu posso assegurar que, ponto de vista do Executivo, não houve nenhuma negociação, nada que envolvesse recursos escusos em relação às MPs".

No Boletim Focus, mercado prevê mais inflação em 2016 e também em 2017


As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central esperam por mais inflação neste ano e em 2017. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) este ano foi ajustada pela quarta vez seguida, ao passar de 7% para 7,23%. Para o próximo ano, a expectativa é que a inflação fique abaixo do teto, mas ainda distante do centro da meta. A projeção para 2017 passou de 5,40% para 5,65%, no segundo ajuste consecutivo. A meta de inflação tem como centro 4,5% e o limite superior é 6,5%, em 2016, e 6%, no próximo ano. As estimativas são do boletim Focus, uma publicação semanal elaborada pelo Banco Central, com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores da economia. O FMI aumentou a projeção de queda da economia brasileira neste ano de 1% para 3,5%. Para 2017, a expectativa é de estabilidade, com a estimativa de crescimento zero do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), contra a expectativa de crescimento de 2,3%, divulgada em outubro do ano passado. Na avaliação das instituições financeiras, a economia deve encolher 3% este ano, contra a previsão anterior de 2,99%. Para 2017, a expectativa é de recuperação, com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,8%. A estimativa anterior era 1% de expansão da economia.

Desembolsos do BNDES caem 28% em 2015 e têm menor volume desde 1996


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou 135,9 bilhões de reais para projetos de investimento em 2015, um recuo nominal (sem descontar a inflação) de 28% em relação ao ano anterior, quando os desembolsos atingiram 187,8 bilhões de reais. O volume é o menor desde 1996, primeiro ano com dados disponíveis. O volume de aprovações e consultas também encolheu no período, informou a instituição em nota. No ano passado, foram aprovados 109,5 bilhões de reais em financiamentos, e as consultas atingiram 124,6 bilhões de reais. Em ambos os casos, o tombo foi de 47% em termos nominais, segundo o BNDES. "O desempenho acompanha a desaceleração da demanda por novos investimentos e foi influenciado pela política de ajuste fiscal implementada pelo governo federal, o que implicou em duas mudanças: Condições mais restritivas nos programas equalizados e fim da política de empréstimos do Tesouro Nacional ao BNDES", justificou o banco. O setor de infraestrutura recebeu a maior parte dos desembolsos do BNDES em 2015. Foram 54,9 bilhões de reais, ou 40,4% do total, segundo a instituição. O volume foi 20% menor do que em 2014, sem descontar a inflação no período. As aprovações para o setor, por sua vez, totalizaram 41 bilhões de reais no ano passado, recuo nominal de 49% em comparação com 2014, segundo o banco. Nesse segmento, o banco destacou os desembolsos para projetos de energia elétrica (21,9 bilhões de reais, alta de 15%) e de logística de transporte (cerca de 20 bilhões de reais, alta de 8%). Na área de energia, o destaque ficou com os projetos eólicos, que receberam 6,1 bilhões de reais, expansão de 85%. Já na área de logística, os projetos de mobilidade urbana atingiram 8,5 bilhões de reais, 30% acima dos 6 bilhões de reais desembolsados em 2014. O setor industrial recebeu o segundo maior volume de desembolsos do banco em 2015, atrás apenas de infraestrutura. Segundo a instituição, 36,9 bilhões de reais foram liberados para a indústria, 27,1% do total. Esse volume representa uma retração de 26% em relação ao ano anterior, sem descontar a inflação no período.

Dívida pública cresce 24,8% em 2015 e atinge volume recorde


A dívida pública federal cresceu 24,8% em 2015, informou nesta segunda-feira o Tesouro Nacional. O endividamento do governo federal encerrou o ano passado em 2,79 trilhões de reais, maior volume da série histórica, iniciada em 2004. O acréscimo em relação a 2014, de 555,9 bilhões de reais, também é recorde. O principal fator para a elevação da dívida foram as emissões maiores que os resgates. No ano passado, o Tesouro Nacional emitiu 856 bilhões de reais em títulos públicos e resgatou 704 bilhões de reais, o que resulta em uma diferença de 152 bilhões de reais. O restante da variação deve-se à apropriação de juros, que representa o reconhecimento dos juros devidos pelo governo aos investidores, que são incorporados gradualmente ao total do endividamento público. A despeito da alta, a dívida pública federal ficou dentro do limite estabelecido pela equipe econômica para 2015, que era de 2,8 trilhões de reais. Segundo o Tesouro, o governo fez emissões superiores à necessidade de financiamento para enxugar o excesso de dinheiro em circulação na economia e ajudar no combate à inflação. O governo também ampliou o colchão da dívida para níveis próximos a seis meses do vencimento, contra quatro meses registrados até 2014. O colchão da dívida representa o estoque de títulos que o governo reserva para honrar o vencimento dos títulos em caso de turbulências no mercado. No ano passado, parte do colchão da dívida foi usada para quitar passivos do governo com bancos públicos e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e cumprir recomendação do Tribunal de Contas da União. Afetada pela forte valorização do dólar em 2015, a dívida pública externa encerrou o ano em 142,84 bilhões de reais, com alta de 27,2% em relação aos 112,3 bilhões de reais registrados no fim de 2014. O endividamento externo, no entanto, representa apenas 0,5% da dívida federal. Em relação à sua composição, a dívida pública encerrou o ano passado com 39,4% corrigida por títulos prefixados (com papéis definidos no momento da emissão), 32,5% vinculados a índices de preços, 22,8% corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia) e 5,3% atrelados ao câmbio. A composição considera tanto a dívida interna quanto a externa. A participação dos títulos prefixados ficou abaixo da meta mínima fixada, de 40%. Os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão previsibilidade à administração da dívida pública. O governo sabe exatamente o quanto vai pagar daqui a vários anos, no vencimento do título, porque os juros são definidos no momento da emissão. O Tesouro tem mais facilidade de vender esse tipo de papel em momentos de estabilidade na economia. A fatia dos títulos corrigidos pela inflação também ficou abaixo da meta mínima de 33% estabelecida para 2015. A participação dos papéis vinculados à taxa Selic, no entanto, ficou acima do limite máximo de 22%. O forte aumento dos juros no ano passado elevou o peso desse tipo de papel no endividamento do governo. Por meio da dívida pública, o governo emite títulos para levantar recursos necessários para honrar os compromissos. Em troca, o Tesouro compromete-se a devolver o total acrescido de uma correção, que pode ser prefixada ou seguir a inflação, a taxa Selic ou o câmbio.

Era uma casa muito engraçada

O lobista Alexandre Paes dos Santos alega em sua defesa que nunca foi sócio da SGR Consultoria Empresarial, um dos principais escritórios de lobby envolvido na compra das MPs. Disse que "apenas" dividiu com José Ricardo da Silva a estrutura da mansão da QL14 do Lago Sul. No local funcionavam a APS Assessoria e o Idepe, além da SGR, JR Silva Advogados e Agropecuária Terra Fértil. "Este compartilhamento importava na divisão dos custos de reforma, manutenção, limpeza, conservação e até do pagamento de salários de cinco funcionários comuns, mas os clientes das duas empresas não possuíam qualquer relação, tampouco havia divisão dos lucros." Em 2006, Veja revelou que Fábio Luís Lula da Silva e Kalil Bilttar despacharam da sala do escritório de APS. "Eu emprestei a sala, mas não tenho a menor idéia do que eles faziam lá", disse o lobista. APS deveria ter cobrado de Lulinha ao menos o aluguel da sala. (O Antagonista)

Crise e oportunidade

João Paulo Cunha acompanha hoje as audiências de testemunhas da Operação Zelotes, segundo O Globo. Após a condenação no mensalão, o ex-deputado se formou em direito e trabalha para o escritório que defende Fernando César Mesquita, ex-assessor de José Sarney, e Francisco Mirto, lobista que também é acusado de espionagem clandestina. Cunha quer tirar a OAB ainda este ano e garante que não voltará à política. Ele descobriu que o Direito pode dar muito mais dinheiro, tomando dinheiro do Petrolão pela outra ponta, de maneira legal. 

As férias de José Eduardo Cardozo e Kakay em Trancoso


José Eduardo Cardozo e Kakay se encontraram no sábado, na praia dos Nativos, em Trancoso, no sul da Bahia. Passaram a tarde no praia-bar Uxua, bebendo e falando de 'amenidades', segundo o advogado disse à Época. À noite, se encontraram para jantar amenidades. Quem se hospeda no Uxua hotel & spa precisa desembolsar no mínimo R$ 1.890,00 pela diária. Nada a temer..... o petralhismo garante.


Dívida das empresas listadas na Bolsa aumenta 77%

Mais um dado assustador sobre a economia brasileira: de acordo com um levantamento feito por O Globo, "a dívida líquida de 50 empresas que compõem o Ibovespa, principal índice da Bolsa, saltou 77% em dois anos. O aumento foi de R$ 366,5 bilhões, mais que o triplo do Orçamento do governo federal para a área da saúde este ano". Alta do dólar, subida dos juros e queda de faturamento são as causas dessa tragédia. E vai piorar: com Dilma Rousseff no poder, a recuperação econômica do país fica mais longínqua a cada dia. Imagine então o tamanho do endividamento geral, ao considerar o restante das empresas não listadas em bolsa. Deve superar os trilhões de reais. 

Ministério Público Federal investiga compra de caças Gripen da Suécia

Diante do envolvimento do escritório de lobby Marcondes & Mautoni na compra dos caças da Saab pela FAB, o Ministério Público Federal resolveu abrir uma nova investigação sobre o caso. A informação foi confirmada pelo procurador Frederico Paiva ao Estadão. "Isso faz parte do novo inquérito que está em curso", disse. A Saab procurou Mauro Marcondes, por seu histórico profissional com a Scania, multinacional sueca da qual foi diretor nos anos oitenta, em São Bernardo do Campo. Além de Lula, segundo os investigadores, Marcondes tinha "trânsito facilitado" com Luiz Marinho, Antonio Palocci e Aloizio Mercadante.

Advogado de APS cita Gilmar Mendes

Marcelo Leal, que defende o lobista Alexandre Paes dos Santos, abre sua peça de defesa citando a decisão de Gilmar Mendes contra deputados petistas que desistiram de ação anti-impeachment depois que o ministro foi sorteado como relator. O caso ocorreu em dezembro. Paulo Teixeira, Paulo Pimenta e Wadih Damous levaram uma sova moral do ministro, que afirmou: "Ninguém pode escolher seu juiz de acordo com sua conveniência". Leal, malandramente, lança mão do argumento de Gilmar para alegar que o inquérito da Zelotes deveria estar no Supremo, por citar o pagamento de propina a parlamentares.

Filho de Ciro Gomes deve deixar hospital até esta segunda-feira


Ciro Saboya Ferreira Gomes, filho mais velho do ex-ministro Ciro Gomes, Cirinho, como é conhecido, segue internado em um hospital particular de Fortaleza, após ter sido ferido com um tiro na perna na noite deste sábado (23), na Praia de Iracema, área turística da capital. O jovem fez uma cirurgia para retirada da bala, já está em uma quarto do hospital e deve receber alta até esta segunda-feira (25), segundo a assessoria do ex-ministro. Em nota divulgada na tarde deste domingo e assinada por Ciro Gomes e pela ex-senadora Patrícia Saboya, mãe do jovem, os dois informam que Cirinho "não teve comprometimento de nenhum órgão vital nem terá qualquer sequela". Ciro e Patrícia agradecem à "equipe médica que o acompanhou e a todas as orações e mensagens de carinho" recebidas. Cirinho, de 30 anos, disse à polícia que se deslocava para o estacionamento quando foi abordado por dois homens em uma moto preta, que pediram o celular, na travessa Dragão do Mar. Houve um disparo, que atingiu a perna do rapaz, conforme informações repassadas pelo coronel Francisco Souto, do Comando de Policiamento da Capital (CPC). Ele foi socorrido em uma viatura da Polícia Militar, de acordo com Souto, para o hospital. O jovem é um dos três filhos do casamento de Ciro Gomes com Patrícia Saboya, pais também de Lívia e Yuri. Ele trabalha como fotógrafo. Ciro Gomes é pai também de Gael, de seu atual relacionamento, enquanto Patrícia é mãe de Maria Beatriz, adotada em 2006. Ciro foi lançado oficialmente na sexta-feira (22) como pré-candidato do PDT à Presidência da República em 2018. A ex-senadora Patrícia Saboya é conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Leia a nota na íntegra: "Gostaríamos de informar que nosso filho passa bem, já está em um quarto do hospital e deve ter alta até esta segunda-feira (25). Graças a Deus ele não teve comprometimento de nenhum órgão vital nem terá qualquer sequela. Agradecemos a toda equipe médica que o acompanhou e todas as orações e mensagens de carinho que recebemos. Ciro Gomes e Patrícia Saboya.

A safadeza do governo com a safada da SBM

O governo do PT age contra os interesses do Brasil. Abertamente, o que é ainda mais espantoso e intolerável. O Antagonista confirmou uma notícia publicada pela Folha: a holandesa SBM que, pelos parâmetros da Lava Jato, deveria desembolsar pelo menos 4 bilhōes de reais de indenização, pagará somente cerca de 1 bilhão de reais, no acordo de leniência a ser firmado com a CGU. É muito menos do que a SBM superfaturou em contratos com a Petrobras -- 1,7 bilhão de reais, segundo o TCU. É um acordo safado com uma empresa safada feito por um governo safado. Imaginem o "descontinho" que será dado à Odebrecht e assemelhadas. Esses acordos de leniência não podem passar. Não esqueçamos que, de acordo com o lobista Julio Faerman, a safada da SBM pagou, em 2010, 300 mil dólares na Suíça à campanha de Dilma Rousseff -- que, agora, devolve a "gentileza", dando um abatimento de pelo menos 3 bilhões de reais na indenização a ser paga pela empresa que superfaturou contratos com a Petrobras. Não dá para continuar assim.