domingo, 21 de fevereiro de 2016

Agora até chineses tiram sarro da brasileiríssima Olimpíada do Cocô - a Rio 2016

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Embargando o embargo

A defesa de Dilma Rousseff recorreu ao STF para tentar embargar o embargo de declaração que tenta anular a anulação do rito de impeachment pelo próprio Supremo. De acordo com o jornal, "a manifestação tem como um dos eixos centrais o argumento de que o embargo de declaração, apresentado pela Câmara, ocorreu antes da divulgação do acórdão do julgamento sobre o processo de impedimento da presidente, realizado no último mês de dezembro". Nem Dilma Rousseff acredita que tem a Câmara nas mãos depois da eleição de Picciani.

Tribunal suspende ordem de prisão contra ex-governador de Roraima



O Tribunal Regional Federal concedeu, na noite deste sábado (20), um habeas corpus que suspendeu a ordem de prisão do ex-governador de Roraima Neudo Campos (PP). Ele estava foragido desde a decretação de prisão, na sexta-feira (19). A decisão contra Neudo teve como base o novo entendimento do Supremo Tribunal Federal de que a condenação em segunda instância é suficiente para execução da prisão. Marido da governadora Suely Campos (PP), Neudo ocupa o cargo de consultor especial do governo de Roraima. Ele foi condenado pelo envolvimento em um esquema de desvios de verbas públicas que consistia no cadastramento de funcionários fantasmas na folha de pagamento do Estado, para distribuição dos salários a deputados estaduais e outras autoridades em troca de apoio político, de acordo com o Ministério Público. Conforme liminar assinada pelo desembargador federal Candido Ribeiro, não compete ao juiz Hélder Girão Barreto decidir sobre a aplicação do precedente do STF. O processo de Neudo tramita no Supremo com recurso pendente de julgamento. "A decisão do juiz de primeiro grau, em princípio, parece se sobrepor à decisão do relator do Superior Tribunal de Justiça a quem caberia, salvo melhor juízo, a decisão de aplicação imediata ou não do precedente novo do Supremo Tribunal Federal", diz o desembargador na liminar. É a segunda vez em menos de um mês que a defesa de Neudo consegue um habeas corpus. "Foi uma medida (a ordem de prisão) completamente arbitrária e intempestiva. A defesa está estudando medidas administrativas (contra o magistrado)", disse o advogado de defesa do ex-governador, Frederico Leite. Segundo investigações do Ministério Público Federal, o esquema do qual Neudo fez parte desviou mais de R$ 70 milhões em convênios da União. Na sexta-feira (19), equipes da Polícia Federal realizaram várias buscas na residência de Neudo e no seu local de trabalho, no Palácio Senador Hélio Campos.

Odebrecht é saia justa

A ombudsman da Folha de S. Paulo tratou do patrocínio da Odebrecht à festa de 95 anos do jornal: “Tudo seria festa e êxito se o jornal não tivesse enfrentado uma saia justa constrangedora nos dias precedentes ao encontro. Programação e palestrantes estavam definidos quando a Odebrecht entrou como uma das patrocinadoras do evento. Alguns leitores questionaram o jornal sobre a propriedade de dividir a comemoração com uma marca comprometida na Lava Jato, e quatro palestrantes desistiram de participar: Eurípedes Alcântara, diretor de Redação da Veja, Fausto Macedo, repórter de O Estado de S. Paulo, e os apresentadores William Waack e Renata Lo Prete, da Rede Globo”.

Quanto custa a imprensa?

Além de citar o nome dos jornalistas que – corretamente – se recusaram a celebrar o aniversário da Folha de S. Paulo, patrocinado pela Odebrecht, a ombusman do jornal também citou o financiamento da empreiteira a outros veículos: “Acho que celebrações institucionais não deveriam ter patrocínio ou que ele deveria ser selecionado com muito cuidado. Não porque alimente algum temor sobre a interferência do comercial no conteúdo editorial, mas para não contaminar uma data importante com polêmicas previsíveis e estéreis. Se é possível evitar, por que não? (…) É difícil crer que um jornal como a Folha não pudesse bancar um evento em que nenhum dos palestrantes foi remunerado (…) Todos os meios desenvolvem projetos viabilizados pelo dinheiro de grandes corporações, sejam cadernos especiais, eventos, cursos de formação. Para ficar apenas nos jornais, a satanizada Odebrecht patrocina o programa de treinamento da Folha(juntamente com a Friboi e a Philip Morris), de O Estado de S. Paulo (em parceria com a Philip Morris) e do curso de jornalismo da Editora Abril (com a BRF e a Heineken). A mesma empreiteira patrocinou no final de janeiro um seminário sobre os Jogos em O Globo. Precisamos ou não falar aberta e honestamente sobre isso?”  Sim, precisamos. E precisamos falar aberta e honestamente também sobre os anúncios veiculados na imprensa por empresas como a Odebrecht, pelas estatais e pelo governo.

A Igreja manda no Estado

O editor-executivo da Folha de S. Paulo, Sérgio Dávila, emitiu uma nota sobre o patrocínio da Odebrecht à festa de 95 anos do jornal: "O Encontro Folha de Jornalismo teve como patrocinadores a Fiesp e a Odebrecht. Como em outros conteúdos editoriais, a relação das empresas patrocinadoras com o jornal é comercial, sem qualquer interferência na parte editorial. A Folha defende a pluralidade e a liberdade de expressão comercial, representadas pelos mais de dez mil anunciantes que tem como clientes. Toda relação comercial do anunciante com o jornal pressupõe independência do produto editorial em que o anúncio será veiculado, seja um caderno, um site ou um evento. Não há motivo para discriminar anunciante ou local onde o anúncio será veiculado. O jornal acredita também que a saúde financeira da empresa é fundamental para sua independência editorial. Parte dessa saúde resulta de uma carteira variada de anunciantes”. O Antagonista acredita que um jornal como a Folha de S. Paulo não deve emprestar seu nome para limpar a imagem de uma empresa como a Odebrecht. O Antagonista acredita igualmente que o departamento comercial de um jornal deve se subordinar à parte editorial.

121 nomes no cardápio

Lauro Jardim, em O Globo, informa que "começam a ser tomados nos próximos dias os depoimentos dos onze executivos da Andrade Gutierrez que fizeram acordo de delação premiada. No máximo em 30 dias, estarão homologadas por Teori Zavascki. Em suas tratativas para a delação, no cardápio que fizeram sobre o que contariam, 121 nomes foram citados". O Antagonista se interessa particularmente por:
1 - Dilma Rousseff
2 - Edinho Silva
3 - Giles Azevedo
Se o presidente da Andrade Gutierrez quiser falar também sobre Lula e Lulinha - mas eles não constavam do cardápio original -, será muito festejado por nós.

O CNPJ do impeachment

O impeachment terá um CNPJ. A oposição se reunirá esta semana para organizar o comitê pró-impeachment. Vai dividir as tarefas para organizar manifestações e convidar movimentos como o Brasil Livre e o Vem pra Rua para a iniciativa. Dissidentes do PMDB, como o derrotado Hugo Motta, devem integrar o grupo. A idea é formalizar o comitê, com CNPJ e tudo, para poder arrecadar recursos para produzir adesivos, bottons, camisetas e bonecos infláveis. Se as manifestações de março forem tímidas, oposicionistas apostam no material de divulgação e no barulho nas redes sociais para obter adesão à ideia. Se as manifestações de março fracassarem, o impeachment vai ser enterrado, assim como o processo contra Dilma Rousseff no TSE, e o Brasil vai mergulhar numa crise inédita em sua história. Podem apostar que, na verdade, é o que as oposições estão buscando, estão fazendo exatamente o contrário do que dizem. E estão apostando no desastre e na continuidade do governo petista de Dilma Rousseff. Dessa oposição nada se deverá esperar. 

Inocente vítima de armadilha


Delcídio do Amaral deve apelar para a emoção quando de sua volta ao Senado após 87 dias de prisão. Com direito a aspas, a Folha de São Paulo informa que o petista discursará se dizendo "inocente" e "vítima de uma armadilha". O senador continua negando que tenha firmado um acordo de delação premiada.

Quem libertou Delcídio?


O parágrafo final da matéria da Folha dá a entender que o Palácio do Planalto tinha informação privilegiada – ou alguma influência – sobre a a liberação de Delcídio do Amaral. Leiam o que foi publicado no jornal: "Nas últimas semanas, o senador enviou recados para auxiliares da presidente Dilma Rousseff de que, se não fosse solto em breve, poderia falar, o que assustou o núcleo do governo. Emissários do Palácio do Planalto tentavam tranquilizar Delcídio e disseram que o senador seria solto em breve".

PF quer quebrar sigilo de campanha de Dilma

Uma delegada da PF, que conduz uma investigação autorizada pelo TSE, pediu "a quebra de sigilo de uma autoridade com foro privilegiado que atuou na campanha de Dilma Rousseff, em 2014". Segundo a IstoÉ, Ricardo Lewandowski encaminhou o pedido a Rodrigo Janot. Só pode se tratar de Edinho Silva.

Feira peemedebista

Com a derrota para Leonardo Picciani, Eduardo Cunha estaria prometendo enfraquecer o PMDB, por meio de uma debandada de seus aliados para outras siglas. O presidente da Câmara nega, mas a Folha informa que Michel Temer pediu a Cunha para que continuassem no partido até a convenção de 12 de março, ou há risco de o vice-presidente perder votos importantes. A matéria ainda deixa em aberto que uma composição com Picciani vem sendo oferecida pelos próprios aliados de Cunha. A feira começou.

O Brasil na terceira divisão

O economista-chefe do Itaú, Ilan Goldfajn, deu uma entrevista esclarecedora ao Estadão. O jornal perguntou por que a economia brasileira não está reagindo. Ele respondeu: “Por enquanto, os sinais ainda não são de estabilidade. Basicamente, a piora ocorreu no último trimestre do ano passado e está ocorrendo neste primeiro trimestre de 2016. Só o legado do fim de 2015 para este ano já levaria o PIB de 2016 para uma recessão de 2,5%, 2,6%. Agora, no primeiro trimestre, deve ocorrer uma queda de mais ou menos 1%, o que já dá um recuo de 3,6%. E, para -4%, é uma queda pequena no segundo trimestre. Para se ter uma ideia, a queda acumulada do PIB já está entre 7% e 8%”. O Estadão perguntou o que pode ocorrer. Resposta: “Eu acho que o País caiu para a segunda divisão e agora está todo mundo achando que voltar para a primeira divisão é só uma questão de tempo. Um time não sobe para a primeira divisão sozinho. Vai precisar de muita reforma e muito esforço porque, se não fizer nada, (o País) pode cair para a terceira divisão”.

PT bota para quebrar

O quebra-quebra na frente do Fórum Criminal da Barra Funda foi premeditado. Diz a IstoÉ: "Petistas e forças de segurança já estavam cientes de que haveria quebra-quebra na manifestação de terça-feira, quando aconteceria o depoimento de Lula como investigado sobre o caso do triplex. A pancadaria foi um recado da militância de que farão o que for preciso para defender o ex-presidente".

O desemprego é muito maior

Não se trata de um fenômeno nacional, mas a taxa de desemprego é uma das informações mais maquiadas da política brasileira. Isso fica evidente nos números revisitados pelo editorial do Estadão. Há 164,8 milhões de brasileiros em idade para trabalhar, mas somente 92,2 milhões, ou 55% do total, trabalham. Contudo, o número de desempregados estaria em "apenas" 9,12 milhões. Os 63,48 milhões restantes são divididos em outras categorias pelo IBGE. Obviamente, para reduzir a certeza de que o Brasil é uma piada. É preciso não só reduzir o desemprego, mas botar toda essa gente para trabalhar.

Recorde de lentidão

O processo de cassação de Eduardo Cunha está há 78 dias empacado no Conselho de Ética. De acordo com o Congresso em Foco, foi quebrado o recorde de lentidão desde que foi instituída a exigência de parecer preliminar, em 2011. O recorde anterior era dividido entre PMDB (Rodrigo Bethlem) e PT (Devanir Ribeiro).

Calote de pessoas físicas

A palavra "calote" aos poucos volta ao noticiário brasileiro. De acordo com o Painel da Folha, os bancos já estão preocupados com o crescimento da inadimplência e temem para breve uma explosão do calote de pessoas físicas. O governo Dilma é explosivo.

Sem oposição

Em entrevista a Josias de Souza, Fernando Haddad defendeu uma aproximação entre PT e PSDB. De acordo com o Estadão, Aécio Neves quer estreitar laços com Renan Calheiros. Ao G1, Nelson Barbosa mostra-se empolgado com a disposição da oposição para o diálogo. No Twitter, Mario Covas Neto elogia medidas da gestão Haddad. O Brasil está desgovernado. E sem oposição.

Meio milhão de aposentados

O Globo iniciou hoje uma série sobre os fundos de pensão aparelhados e falidos pelo petismo. Os números são assustadores. O rombo oficial dos três maiores (Petros, da Petrobras, Funcef, da Caixa e Postalis, dos Correios) medido até agosto chegou a R$ 29,6 bilhões, com um crescimento mensal médio de R$ 3,7 bilhões. Estima-se que em abril a conta atinja R$ 44,4 bilhões – ou sete vezes mais que o prejuízo reconhecido do petrolão. Meio milhão de aposentados foram prejudicados. Meio milhão.

Você também cobre o rombo

O bilionário rombo nos fundos de pensão será dividido entre os associados do Petros, Funcef e Postalis e suas respectivas estatais. Ou seja, por todos os brasileiros, uma vez que – O Globo faz questão de destacar – as empresas são controladas pelo Tesouro Nacional. Calcula-se que serão necessárias duas décadas para quitar o prejuízo acumulado.

Pioneirismo petista

O rombo bilionário no Petros, Funcef e Postalis foi causado por vários partidos, mas principalmente o PT – pioneiro no aparelhamento – e o PMDB. Leiam o que O Globo publicou: "A maioria dos responsáveis pelos déficits das fundações públicas tem em comum a origem no ativismo sindical. Nos últimos 12 anos, os principais gestores dos fundos de Petrobras, Banco do Brasil, Caixa e Correios saíram das fileiras do Sindicato dos Bancários de São Paulo. É uma característica dos governos Lula e Dilma, e as razões têm mais a ver com perspectivas de poder e negócios do que com ideologias. Os sindicalistas-gestores agem como força-tarefa alinhada ao governo. Compõem uma casta emergente na burocracia do PT. Agregam interesses pela capacidade de influir no acesso de grandes empresas ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), fonte principal de recursos subsidiados do BNDES. Onde não têm hegemonia, por efeito do loteamento administrativo, convivem em tensão permanente com indicados pelo PMDB e outros partidos, caso do Postalis."

Dos fundos de pensão ao triplex

O aparelhamento petista dos fundos de pensão se intensificou durante as privatizações dos governos Itamar e FHC, mas começou em 1991, no governo Collor. Foi quando Luiz Gushiken, Ricardo Berzoini e Sérgio Rosa apresentaram ao PT o potencial financeiro das aposentadorias daqueles 500 mil trabalhadores. O Globo relembra que, no ano seguinte, "a cúpula político-sindical do PT elegeu bancários para diretorias da Previ e da Funcef, derrotando a velha guarda da Confederação dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito". Meses depois, Berzoini, Rosa e João Vaccari Neto entrariam no ramo imobiliário – com apoio dos fundos –, dando vida à Bancoop. A mesma Bancoop acusada de desviar dinheiro para campanhas do PT, que deu calote em mais de dois mil bancários e deveria ter concluído as obras do prédio o triplex que Lula vem renegando.

As conquistas do bando

O Globo conclui esse primeiro capítulo da série lembrando as conquistas daquele bando. Em 2003, já na presidência, Lula entregaria aos sindicatos 11 dos 33 ministérios, e distribuiria as diretorias da Petrobras, Banco do Brasil, Caixa e Correios entre PMDB e PTB. Gushiken receberia a Secretaria de Comunicação; Berzoini, o Ministério da Previdência; Vaccari, o sindicato em São Paulo; Sérgio Rosa, a presidência da Previ. O crime compensava. E seguiu compensando até o surgimento da Lava Jato.

"O BNDES sofre tráfico de influência"

Para Marcos Rotta, presidente da já encerrada CPI do BNDES, não há dúvidas de que o banco foi vítima de tráfico de influência. Leiam o que o peemedebista disse em entrevista à Época: "O que a gente identificou é que o BNDES sofre tráfico de influência. E isso é muito claro. O BNDES esconde os critérios para financiar obras em países como Angola, Cuba e Venezuela – e não deixa transparecer a motivação desses créditos. Enquanto isso, o Brasil enfrente problemas de portos, de metrô e de infraestrutura."

Lula esperneia

De acordo com O Globo, Lula promete denunciar a Procuradoria da República no Distrito Federal ao Conselho Nacional do Ministério Público e a Rodrigo Janot, por “abusos e ilegalidades contra o ex-presidente”. O petista está revoltado com as conclusões dos procuradores reveladas pela revista Época. Especialmente com o trecho que cita "um modus operandi criminoso na atuação de Lula".

Romário emprega namorada, irmã, sobrinha e cinco amigos no serviço público do Rio de Janeiro

Ao lado, a namorada de Romário, Daiane Cattani: cama, mesa e banho por conta dos contribuintes
O ex-jogador e senador pelo Rio de Janeiro, Romário, empregou parentes e amigos na Secretaria municipal de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro (Smel). A denúncia foi feita pelo jornal Extra e, de acordo com a publicação, o senador empregou até a namorada no serviço público:
- A irmã, Zoraidi Faria
- O sobrinho Leonardo Faria
- A namorada, Daiane Cattani
- Mais cinco amigos. São eles: Marcelo Correia Coutinho, Hércules de Souza Simões, Roberto Vilela de Abreu Pereira, João Daniel Bove Gomes de Souza e Ayrton Gomes Jardim Júnior.
Romário é o responsável pela indicação de Marcos Braz como secretário da pasta, em janeiro de 2015, depois de um acordo com o PMDB para que ele não se candidatasse á prefeitura do Rio de Janeiro. A namorada do senador, Daiane Cattani, foi nomeada em março do ano passado e exonerada no início deste ano, mas de acordo com a publicação, continua exercendo sua função na Secretaria, mesmo com a Smel negando que ela não trabalhe no local desde janeiro. Já a irmã de Romário, Zoraidi, foi contratada pela Organização Social Espaço, Cidadania e Oportunidades Sociais (Ecos), responsável pela administração da Vila Olímpica Oscar Schmidt. Leonardo Faria, sobrinho do baixinho, ocupa o cargo de assessor da pasta. Já os amigos de Romário ocupam cargos de Gerente Regional da Secretaria, com remuneração de R$ 1.444,26. A pasta afirmou que o secretário Marcos Braz mantém relacionamentos com os empregados há mais de dez anos, mas negou influência de Romário nas contratações. O senador não foi encontrado para comentar o caso. É tudo "peixe".

Petrobras vai parar a busca por petróleo na Bahia, o berço da indústria petrolífera no País


Berço da indústria petrolífera no Brasil, a Bahia vai sair do mapa de exploração da Petrobrás. A empresa informou ao sindicato local que, até março, vai desligar todas as sondas de perfuração terrestre usadas para encontrar novos reservatórios no Estado. Com isso, 344 empregados da prestadora de serviços Lupatech serão demitidos já no mês que vem, segundo o Sindipetro-BA. Mais mil funcionários concursados da Petrobrás, que trabalham na região Nordeste se revezando em diferentes bacias, vão perder sua função. A empresa ainda não informou onde e com o que eles vão trabalhar daqui para a frente. "O número de demissões vai ser muito maior (do que os da Lupatech), já que, por desdobramento, trabalhadores das áreas de transporte, alimentação, vigilância e serviços especiais também serão impactados", informou o sindicato, em nota. Atualmente, a Petrobrás atua em 37 blocos exploratórios na Bahia, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção média no Estado já chegou a superar os 40 mil barris diários, mas, sem investimentos de recuperação, hoje está na faixa de 32 mil barris por dia, provenientes de campos terrestres maduros. Além do desligamento das sondas de perfuração terrestres - a exploração marítima é muito pequena no Estado -, a Petrobrás planeja reduzir de 20 para 17 o número de sondas de produção na Bahia. O processo faz parte do programa de redução de investimento em R$ 7 bilhões apenas em 2016. Ao abandonar a exploração na Bahia, a Petrobrás encerra uma fase de sua história. O primeiro óleo no Brasil foi descoberto no Estado, em 1930, no município de Lobato. A produção local motivou a criação da Petrobrás, em 1953, que se manteve exclusivamente no Estado até 1965. Ao todo, a petroleira planeja reduzir a exploração terrestre em sete Estados das regiões Sudeste, Norte e Nordeste. Além da Bahia, está enxugado a estrutura em Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Natal, Manaus e Sergipe, como foi informado ao Sindipetro-BA, em reunião ocorrida na última terça-feira. Com a mudança, todo o pessoal próprio vai ser realocado, mas a definição de para onde irão só será conhecida com a divulgação do plano de reestruturação interna, que ainda está sendo concluído pela empresa. Para Breno Costa, conselheiro da Redepetro Bahia, que reúne os fornecedores locais, outras petroleiras, de menor porte, devem sustentar o investimento na indústria baiana. Ele enxerga a medida como uma mudança de perfil do setor no Estado. "Na 13.ª rodada (leilão de concessão de áreas exploratórias), 18 blocos foram arrematados na Bacia do Recôncavo por oito empresas, 15 já tiveram seus contratos assinados. Acredito que a atividade vai crescer nos próximos meses", disse. Pequenas e médias petroleiras reunidas na Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP) também enxergam no encolhimento da Petrobrás uma oportunidade. A associação defende que a companhia venda suas participações. "Estamos na expectativa, mas ainda não há uma sinalização da estatal", afirmou Anabal Santos, secretário executivo da entidade.

O republicano Jeb Bush desiste da corrida presidencial americana após vitória de Trump nas prévias da Carolina do Sul


Donald Trump venceu a primária do Partido Republicano na Carolina do Sul, neste sábado (20), segundo projeções de vários órgãos de imprensa norte-americanos, e Jeb Bush desistiu após fraco desempenho no Estado. Com a vitória, Trump fortalece seu favoritismo na corrida republicana à Casa Branca, tendo vencido duas das três primeiras disputas, além de ganhar impulso para a importante "Superterça" (1º de março), quando 12 Estados votarão. O triunfo de Trump na Carolina do Sul foi confirmado em pelo menos três pesquisas de boca de urna divulgadas pouco após o fechamento das urnas, das redes de TV CNN e Fox e da agência Associated Press. "Os especialistas disseram que eu não tinha chance de vencer na Carolina do Sul. Agora a vitória parece possível. Eu ficaria feliz em vencer por um voto!", tuitou Trump logo após o fim da votação.
 

Na contagem oficial, a briga pelo segundo lugar estava palmo a palmo entre os senadores Ted Cruz e Marco Rubio, com ambos oscilando entre 21% e 22%. Na parte de baixo da disputa, o ex-governador da Flórida, Jeb Bush, aparecia em quarto, com 8,5%, seguido do governador de Ohio, John Kasich, com 8%. Na lanterna estava o neurocirurgião aposentado Ben Carson, com 6,6%. Filho e irmão de ex-presidentes, Bush, que projetava a Carolina do Sul como base para levantar sua campanha, acaba saindo da disputa como uma decepção. Com oito bases militares instaladas no Estado, a segurança doméstica e a assistência aos veteranos de guerra estiveram no topo das preocupações dos eleitores dessas primárias. A ascensão da facção terrorista Estado Islâmico e os atentados em Paris (novembro de 2015, com 130 mortos) e em San Bernardino, na Califórnia (dezembro de 2015, com 14 mortos), aumentaram a importância da segurança entre os temas da campanha, igualando e até superando, em pesquisas de opinião, o futuro da economia, que costuma ser a principal preocupação. Os republicanos da Carolina do Sul têm orgulho de seu histórico de acerto em escolha nas primárias, e não cansam de dizer que o Estado é crucial na campanha. Desde 1980, só um pré-candidato, Mitt Romney em 2012, ganhou a indicação republicana à Casa Branca sem vencer na Carolina do Sul.

"O Fábio ligou desmarcando"

Diz a Veja, em reportagem que desmascara de uma vez por todas o Chefe: "Mensagens descobertas no aparelho celular do empreiteiro da OAS, Léo Pinheiro, detalham como a empresa fez as reformas e mobiliou os imóveis do Guarujá e de Atibaia, seguindo as diretrizes do "chefe" e da "madame" - Lula e Marisa Letícia". Numa dessas mensagens, Paulo Gordilho, diretor da OAS, responsável pela compra das cozinhas na Kitchens, como revelado em O Antagonista, tenta combinar com Léo Pinheiro um encontro com os proprietários dos imóveis para vistoriar as obras.
Ele pergunta:
"Vamos sair a que horas?"
Léo Pinheiro responde:
"O Fábio ligou desmarcando. Em princípio será às 14 hs na segunda. Estou vendo, pois vou para Uruguai".

Argentinos são a salvação da lavoura em Uruguaiana

O que está salvando a gaúcha Uruguaiana, cidade brasileira na fronteira com a Argentina, de frente para Paso de los Libres, é a miséria produzida pelo governo da peronista populista e muito incompetente Cristina Kirchner. Tudo era indexado no regime peronista, preços contidos artificialmente, e subsídios públicos estendidos para todo lado. Tinha que estourar, e estourou. O novo presidente, Mauricio Macri, está trabalhando para colocar em ordem a economia nacional. E isso passa pela adoção de medidas duras e desagradáveis. Os argentinos estão vivendo em grandes dificuldades. Os moradores de Uruguaiana sabem disso muito bem. O comércio de Uruguaiana estava completamente deserto, à deriva. A salvação é a chegada dos argentinos, que atravessam a ponte para comprar de tudo no Brasil, a começar pela gasolina. Há mais de 30 anos eles não tinham combustível mais caro do que no Brasil, Pois agora está. Então Uruguaiana vive tomada de argentinos comprando gasolina do lado de cá. E compram de tudo mais, os supermercados, farmácias, lojas de todo tipo de Uruguaiana vivem lotados de argentinos. Eles são a salvação da lavoura uruguaianense. Aliás, a lavoura de arroz do município terá uma quebra muito forte, devido às chuvas e enchentes. É perda de mais de 30% da lavoura. Como as chuvas e as enchentes não atingiram somente Uruguaiana, preparem-se para uma muito forte quebra na safra de arroz gaúcho. E isso é um indicativo poderoso de aumento do preço do produto.

Lula está no forno

"O projeto da cozinha do chefe está pronto".
A mensagem, reproduzida pela Veja, é de Paulo Gordilho, diretor da OAS, e foi enviada a Léo Pinheiro, dono da empreiteira.
Refere-se à cozinha do sítio em Atibaia.
Léo Pinheiro marcou imediatamente uma visita da “madame”, ou Marisa Letícia.
A troca de mensagens ocorreu em 12 de fevereiro de 2014.
Na semana seguinte, em 17 de fevereiro, Léo Pinheiro e Lulinha agendaram um encontro, como a PF descobriu analisando os dados do celular do dono da OAS.
A agenda mostra que o local do encontro seria a sede da PlayTV, na rua Dardanelos, 458. E que participaria também o laranja de Lula, Fernando Bittar.
Menos de um mês depois, em 13 de março, Paulo Gordilho pagou em dinheiro vivo a cozinha de Lula. E a Kitchens emitiu nota fiscal em nome de Fernando Bittar.

Modus operandi criminoso no BNDES

O “modus operandi criminoso” de Lula em favor da Odebrecht incluía, em particular, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
Diz a Época:
“Um laudo produzido por peritos do MPF cotejou as agendas oficiais de Coutinho com as datas das viagens do ex-presidente para países onde há obras da Odebrecht financiadas pelo BNDES. ‘Ao relacionar as datas das etapas do processamento das operações de financiamento com as visitas do ex-presidente Lula a países com projetos financiados pelo BNDES e com os encontros oficiais de Luiz Inácio com o mandatário do BNDES, pode-se verificar uma proximidade temporal entre os eventos’, diz o relatório dos peritos do MPF”.

O modus operandi criminoso de Lula

Lula tinha um “modus operandi criminoso”.
Mais:
Ele praticou o crime de tráfico de influência para a Odebrecht.
Mais:
Ele vendeu sua “influência política” à Odebrecht por 7,4 milhões de reais.
Mais:
Para “dar aparência de legalidade” aos seus crimes, ele forjou um contrato de palestra com a empreiteira.
Essas foram as descobertas do Núcleo de Combate à Corrupção de Brasília, segundo os relatórios obtidos pela Época.
Diz a reportagem:
“Embora fundamentadas em meses de trabalhos, as constatações dos procuradores ainda não são definitivas. Eles ainda estão produzindo outros tipos de provas, de modo a embasar firmemente uma denúncia contra Lula, diretores da Odebrecht e executivos do BNDES”.

"FERNANDO BITTAR CONFIRMOU JUNTO À DAMA"

Fernando Bittar é o laranja de Lula. As mensagens no celular de Léo Pinheiro, reproduzidas pela Veja, esclarecem esse fato de uma vez por todas. Uma das mensagens é particularmente reveladora. Ela foi enviada a Léo Pinheiro por um funcionário da OAS, provavelmente Roberto Moreira Ferreira, indicado por O Antagonista como o primeiro a procurar a Kitchens para encomendar as cozinhas de Lula. A mensagem é de 10 de março de 2014, três dias antes da compra. Diz: "Dr. Léo, o Fernando Bittar confirmou junto à Dama os projetos, tanto do Guarujá como do sítio. Só a cozinha Kitchens completa pediram 149 mil, ainda sem negociação. Posso começar na semana que vem?" Léo Pinheiro responde: "Ok". Fernando Bittar teve de pedir o beneplácito da "Dama" - ou Marisa Letícia - para instalar a cozinha numa propriedade registrada em seu próprio nome. Mais do que isso: ele cuidou também da cozinha no Guarujá. Fernando Bittar, de fato, é mais do que o laranja de Lula. Ele é seu empregado. 


A Dama confirmou

Dilma no forno

Lula não vai se queimar sozinho. Dilma Rousseff está no forno junto com ele. A Veja informa que, nos próximos dias, Fernando Pimentel deve ser denunciado pela Procuradoria-Geral da União. Não existe Fernando Pimentel sem Dilma Rousseff. Como demonstrou o TRE de Minas Gerais, o dinheiro ilegal da campanha do governador foi parar na campanha da presidente.