sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Não foi suicídio, Plinio Zalewski, coordenador de campanha do vice-prefeito de Porto Alegre, foi assassinado dentro do diretório municipal do partido


O editor de Videversus, jornalista Videversus, recebeu a notícia, de uma fonte altamente confiável, na noite desta sexta-feira, que não foi suicídio no caso do coordenador de campanha do vice-prefeito de Porto Alegre, o militante comunista-peemedebista Plinio Zalewski Vargas. Ele comeu um churrasco na sede do PMDB, na Avenida João Pessoa, em frente ao Parque da Redenção, ao meio dia do dia 16 de outubro. Seu corpo foi encontrado no domingo, dia seguinte, 17 de outubro, pouco depois do meia dia, cerca de 24 horas depois de seu desaparecimento. Seu corpo foi encontrado com uma faca atravessada no pescoço, de lado a lado. O corpo estava nú no banheiro. Havia muito sangue. Seu celular estava sem chip. Se tivesse chip, teriam sido ouvidas chamadas para ele, haveria ruído dentro do banheiro. Havia um chip dentro de sua mochila, não se sabe se era o chip utilizado no celular. Na noite desta sexta-feira o editor de Videversus recebeu a informação cabal: o laudo do IML - Instituto Médico Legal diz, com todas as letras, que são "incompatíveis" com suicídio os sinais e ferimentos encontrados no corpo de Plínio Zalewski Vargas. Isso serve de consolo à mulher e suas três filhas. Mas, instala um novo tormento: não tendo se suicidado, Plínio Zalewski foi assassinado dentro da sede do diretório municipal do PMDB, entre 14 e 18 horas do domingo, dia 16 de outubro. Às 18 horas as portas do diretório foram fechadas e acionado o alarme que percebe movimentos dentro do prédio. Portanto, ele só pode ter sido assassinado nesse intervalo de tempo. O corpo foi encontrado na segunda-feira, logo após o fim de uma reunião de todo o comando da campanha realizado no andar de cima, durante a qual, supostamente, seus participantes discutiam qual versão dar à opinião pública sobre o sumiço do coordenador de campanha Plínio Zalewski Vargas.

Ultima pesquisa Ibope aponta Nelson Marchezan Junior novo prefeito de Porto Alegre

Saiu o resultado da última pesquisa Ibope antes da eleição deste domingo em Porto Alegre. A pesquisa aponta que o deputado federal Nelson Marchezan Jr. (PSDB) ganha a eleição por Ibope 44 a 36 do atual vice-prefeito, candidato do PMDB. O Ibope errou rotundamente o resultado do primeiro turno, apontando que o vice-prefeito seria o vencedor e que Marchezan disputaria o segundo lugar taco a taco com o candidato do PT. Foi um erro brutal, gigantesco, abissal, monumental, um erro tão grande que deveria ter sido investigado por um inquérito policial. Agora o Ibope divulga uma pesquisa que também será desmentida logo após a abertura das urnas em Porto Alegre. Videversus aposta em um resultado: 62% para Nelson Marchezan Jr; e 37% do atual vice-prefeito peemedebista. Portanto, conforme a aposta de Videversus, Marchezan Jr. deve fazer quase o dobro de votos do seu adversário. E tem mais: Videversus aposta que Nelson Marchezan Jr, ganha em todas as quatro regiões de Porto Alegre.

Presidente do PMDB quer reduzir repasses do Fundo Partidário a fundações

 

Após a disputa por dinheiro na campanha deste ano entre o PMDB e a Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao partido, o presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), apresentou projeto de lei para reduzir os repasses para as fundações, dos atuais 20% do Fundo Partidário, para 5%. A iniciativa de Jucá é uma resposta ao presidente da fundação, o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco, que negou pedido para “devolver” recursos, que seriam usados nas campanhas peemedebistas nestas eleições municipais. Na justificativa do projeto, o senador diz que a redução desse percentual mínimo se faz necessária por considerar “desproporcional” a destinação de 1/5 da receita total do partido “para apenas uma entidade”.  “Os partidos possuem obrigações com seus Diretórios (Nacional, Estatuais/Distrital e Diretórios Municipais). Trata-se de quantidade significativa de Diretórios, pois, além dos 26 Estados, do Distrito Federal e do órgão nacional, há mais de 5.500 municípios cujos diretórios devam ser contemplados, sem contar o custeio das campanhas eleitorais, que na atualidade ocorrem a cada dois anos”, defende Jucá. “É importante ressaltar que a redução proposta do percentual, de vinte para cinco, não se traduz em prejuízo para as fundações partidárias e/ou para sua atividade fim (pesquisa e doutrinação política), pois a fixação legal é apenas para um percentual mínimo. Logo, o partido poderá aplicar percentual maior, conforme sua necessidade e conveniência”, completa o senador. A iniciativa de Jucá desagradou Moreira. Ele chegou a questionar, a interlocutores, se a mudança era de fato possível e reafirmou que o dinheiro da fundação não pode ser usado em campanhas eleitorais. Em setembro, antes do primeiro turno da eleição municipal, a cúpula partidária do PMDB entrou em confronto com dirigentes da Fundação Ulysses Guimarães pelo controle de R$ 8 milhões do Fundo Partidário. O presidente do PMDB e o tesoureiro da legenda, senador Eunício Oliveira (CE), tentavam convencer Moreira Franco a repassar o valor ao partido, para que fosse distribuído entre os candidatos a prefeito. Moreira Franco foi fortemente criticado por caciques locais do PMDB por se negar a levar a operação adiante. O argumento de Moreira é que a fundação não pode reverter recursos para campanhas, já que suas atividades são de pesquisa, doutrinação e educação política.

Repatriação de dinheiro não declarado depositado no Exterior á rendeu R$ 40,1 bilhões ao governo


A Receita Federal informou, nesta quinta-feira, que o programa de repatriação já assegurou arrecadação de R$ 40,1 bilhões em Imposto de Renda (IR) e multas aos cofres públicos. Até o início da manhã de quinta-feira já haviam sido entregues 18.651 declarações de pessoas físicas e 605 declarações de pessoas jurídicas que decidiram regularizar ativos mantidos ilegalmente no exterior. No total, esses bens somam R$ 133,6 bilhões. O prazo final para fazer o acerto de contas com a Receita é 31 de outubro. Até lá, o Fisco espera conseguir arrecadar, pelo menos, R$ 50 bilhões. Esses recursos são considerados essenciais para o fechamento das contas públicas de 2016. Estados e municípios, que ficarão com uma parte do valor recolhido com o Imposto de Renda, também contam com esses valores para pagar despesas até o final do ano. Segundo a Receita, o aplicativo para preenchimento da declaração de regularização de ativos (Dercat) está em funcionamento 24 horas. O serviço de recepção será interrompido às 23h59min59s do dia 31. O programa de repatriação aplica-se aos residentes ou domiciliados no Brasil em 31 de dezembro de 2014 que tenham sido ou ainda sejam proprietários ou titulares de ativos, bens ou direitos em períodos anteriores a essa data.  O prazo para regularizar recursos no Exterior vai até o próximo dia 31. O processo pode ser aberto por meio de bancos e corretoras ligadas a bancos, que já têm dificuldade para atender o grande volume de interessados. 

Nova fase da Operação Acrônimo investiga licitação da Universidade Federal de Juiz de Fora

Uma das frentes da nova fase da Operação Acrônimo, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, investiga suspeitas de fraudes em uma licitação realizada pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. O ex-reitor da instituição, Henrique Duque, foi alvo de mandado de condução coercitiva.  A suspeita da Polícia Federal é que o Benedito Oliveira, o Bené, delator na operação, elaborou um edital de licitação para serviços gráficos na universidade e, ao mesmo, tempo “participou ilicitamente do certame” por meio da empresa Gráfica e Editora Brasil, que saiu vencedora da concorrência. Ele teria solicitado, ainda, que outras duas empresas participassem da licitação, com o objetivo de garantir que sua gráfica saísse vencedora. Após a fraude, diz a Polícia Federal, Bené “pagou a Henrique Duque uma quantia de 5% sobre o faturamento do contrato” até o final da gestão de Duque, em março de 2014. A empresa também prestou serviços ao Ministério da Saúde, segundo o Ministério Público. Segundo a Polícia Federal, a universidade pagou à gráfica um valor total de R$ 38,6 milhões. Em delação premiada, Bené relatou que foi procurado por Duque para elaborar o projeto básico e o termo de referência de uma futura licitação para contratação de empresas prestadora de serviços gráficos. Para isso, disse que participou de pelo menos três reuniões em Juiz de Fora com Duque e com o vice-reitor de administração da instituição, Carlos Elízio Barral. Após formular o edital, Bené afirmou que participou da licitação por meio da Gráfica e Editora Brasil e solicitou que outras duas empresas (Colorprint e Projects Comunicação) participassem do certame. “Benedito afirmou que ajustou com Henrique Duque uma quantia de 5% sobre o faturamento do contrato e que encaminhou a Duque a quantia em espécie relacionada à execução do contrato até o fim da gestão dele como reitor de tal universidade, ou seja, até março de 2014”, diz relatório da Polícia Federal. Bené afirmou que entregou o dinheiro pessoalmente a Duque em um hotel em Brasília. “Essas quantias alcançaram algo em torno de R$ 600 mil, durante a gestão do reitor”, relatou o delator. Segundo ele, “ocorreram por volta de cinco entregas”. A maior parte do material teria sido confeccionado pela empresa Esdeva Indústria Gráfica, subcontratada pela Gráfica Brasil. A Colorprint é de propriedade de Sebastião Pereira Dutra. Segundo o relatório da Polícia Federal, ele já foi indiciado “por ter emitido notas fiscais ideologicamente falsas da Gráfica Colorprint para dissimular valores referente aos materiais gráficos produzidos para campanha de Fernando Pimentel para o cargo de governador do estado de Minas Gerais em 2014, com o intuito de ocultar os valores reais empregados durante a campanha eleitoral”. Duque, Elízio, Luiz César (sócio da Projects), André Freitos (sócio da Esdeva) e Dutra foram alvo de mandados de condução coercitiva. A Justiça ainda mandou realizar busca e apreensão no endereço deles, e na Gráfica Brasil e na Universidade Federal de Juiz de Fora.

Fechado acordo para criar maior reserva marítima do mundo

Uma comissão internacional chegou, nesta sexta-feira (28), a um acordo para a criação da maior reserva marinha do mundo para conservar as águas da Antártica, após anos de negociações sem sucesso. O acordo firmado pela Comissão para a Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCRVMA) conseguiu estabelecer, finalmente, a criação de uma reserva gigante na zona do mar de Ross, uma imensa baía no Pacífico, indicou o ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia.

Aquecimento global ameaça Mediterrâneo com mudanças sem precedentes

Um aquecimento global acima de 1,5 grau Celsius seria capaz de alterar os ecossistemas da região mediterrânea de uma maneira sem precedentes nos últimos 10.000 anos - o tempo de existência da civilização humana -, remodelando florestas e transformando partes da Europa em deserto, alertaram pesquisadores nesta quinta-feira. Dado que o Mediterrâneo é um ponto essencial para a biodiversidade mundial, com ao menos 1.500 espécies endêmicas, e que proporciona alimentos, água potável, proteção contra inundações e, inclusive, armazenamento de dióxido de carbono (CO2), um novo aumento de mercúrio teria efeitos drásticos, advertem os especialistas. E a região está aquecendo rapidamente: suas temperaturas já estão 1,3 grau Celsius acima da média do período de 1880 a 1920, segundo o estudo publicado na revista científica americana Science. O resto do mundo está cerca de 0,85º C mais quente do que na era pré-industrial, o período que os cientistas usam para comparação porque ocorreu antes da queima generalizada de combustíveis fósseis levar a um aumento de gases do efeito estufa na atmosfera terrestre. Sob o Acordo de Paris, assinado em dezembro passado, líderes mundiais concordaram sobre a necessidade de limitar o aumento da temperatura média global abaixo de 2º C em relação aos níveis pré-industriais e, se possível, abaixo de 1,5º C. "A diferença entre 1,5 e 2 graus (...) faria com que passássemos de uma situação um pouco mais normal na escala dos últimos 10.000 anos a uma situação extrema", explicou Joel Guiot, diretor de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) da França, na Universidade de Aix-Marsella, e um dos principais autores do estudo. Os pesquisadores simularam diferentes cenários futuros em função do aumento da temperatura, analisaram o impacto na vegetação e o compararam com as mudanças climáticas dos últimos 100 séculos. Eles projetaram vastas mudanças na paisagem até o final do século sob um cenário em que o uso de combustíveis fósseis e o aquecimento associado se mantém constantes. "Todo o sul da Espanha se transformaria em deserto", e o sudeste da França teria o mesmo clima que Puglia, no sul da Itália, segundo o estudo liderado por Wolfgang Cramer e Joel Guiot, da Universidade Aix-Marseille. Além disso, o impacto do aumento das temperaturas e da redução de precipitações sobre a vegetação será evidente, com um declínio das florestas, que serão substituídas por vegetação de arbustos, e um aumento da erosão dos solos. "Apenas sob o cenário em que o aquecimento global é limitado a 1,5º C acima das temperaturas pré-industriais faria com que as mudanças nos ecossistemas fiquem dentro dos limites experimentados durante os últimos 10.000 anos", disseram os autores. Mas, mesmo assim, a situação poderia ser muito pior do que o previsto, porque a análise atual não leva em conta outros impactos humanos sobre os ecossistemas, como a urbanização, a degradação do solo e as mudanças no uso da terra.

Tribunal rejeita pedido da defesa de Lula de suspeição do juiz Moro


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) , com sede em Porto Alegre, rejeitou a alegação da defesa do poderoso chefão e ex-presidente Lula de que o juiz federal Sergio Moro seria suspeito para seguir julgando os processos da Operação Lava-Jato. A exceção de suspeição foi julgada na quarta-feira e indeferida. A defesa de Lula havia argumentado que Moro ordenou conduções coercitivas e interceptações telefônicas ilegais, além de ter levantado ilegalmente o sigilo profissional dos advogados do petista ao grampear seus telefones. Para o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do caso, "a simples verificação dos pressupostos necessários à instauração de medidas cautelares não permite dizer que o julgador seja suspeito ou esteja impedido de continuar na lide". Para ele, a atuação de Moro está restrita ao cotidiano jurisdicional. Quanto aos grampos telefônicos dos advogados do ex-presidente, Gebran afirmou que o terminal estava registrado em nome da empresa Lils Palestras, pertencente a Lula, e não de um escritório de advocacia. A defesa do petista tentou invalidar a decisão do TRF4 por apontar o próprio desembargador Gebran como suspeito, por ter relacionamento pessoal com o juiz Moro. O recurso, no entanto, foi rejeitado pelo desembargador federal Victor Luiz dos Santos Laus.

Brasil tem mais mortes violentas do que a Síria em guerra


O Brasil registrou mais mortes violentas de 2011 a 2015 do que a Síria, país em guerra, em igual período. Os dados, divulgados nesta sexta-feira, são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Foram 278.839 ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e morte decorrente de intervenção policial no Brasil, de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, frente a 256.124 mortes violentas na Síria, entre março de 2011 a dezembro de 2015, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos da Síria. “Enquanto o mundo está discutindo como evitar a tragédia que tem ocorrido em Alepo, em Damasco e várias outras cidades, no Brasil a gente faz de conta que o problema não existe. Ou, no fundo, a gente acha que é um problema menor. Estamos revelando que a gente teima em não assumi-lo como prioridade nacional”, destacou o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima. Apenas em 2015 foram mortos violentamente e intencionalmente 58.383 brasileiros, resultado que representa uma pessoa assassinada no País a cada 9 minutos, ou cerca de 160 mortos por dia. Foram 28,6 pessoas vítimas a cada grupo de 100 mil brasileiros. No entanto, em comparação a 2014 (59.086), o número de mortes violentas sofreu redução de 1,2%. “A retração de 1,2% não deixa de ser uma retração, mas em um patamar muito elevado, é uma oscilação natural, de um número tão elevado assim”, ressaltou Lima. Das 58.383 mortes violentas no Brasil em 2015, 52.570 foram causadas por homicídios (queda de 1,7% em relação a 2014); 2.307 por latrocínios (aumento de 7,8%); 761 por lesão corporal seguida de morte (diminuição de 20,2%) e 3.345 por intervenção policial (elevação de 6,3%). Sergipe, com 57,3 mortes violentas intencionais a cada grupo de 100 mil pessoas, é o estado mais violento do Brasil, seguido por Alagoas (50,8 mortes para cada grupo de 100 mil) e o Rio Grande do Norte (48,6). Os Estados que registraram as menores taxas de mortes violentas intencionais foram São Paulo (11,7 a cada 100 mil pessoas), Santa Catarina (14,3) e Roraima (18,2). “Os Estados em que as mortes crescem, com exceção de Pernambuco, são os que não têm programa de redução de homicídios. Você percebe que quando há política pública, quando você prioriza o problema, são conseguidos alguns resultados positivos”, disse Lima. As unidades da Federação que mais aumentaram o número de mortes violentas foram o Rio Grande do Norte (elevação de 39,1%), Amazonas (19,6%), e Sergipe (18,2%). Os que mais diminuíram foram Alagoas (queda de 20,8%), o Distrito Federal (-13%), e o Rio de Janeiro (-12,9%). “Alagoas, Estado que mais reduziu o número de mortes, é um caso muito interessante. É o único que tem um programa, em parceria inclusive com o governo federal, há alguns anos. Uma parceria que envolve não só a Força Nacional, mas outras dimensões de equipamentos. O Estado que tem integração formal de diferentes entes da Federação é aquele que conseguiu reduzir com mais intensidade”, disse Lima. De acordo com o diretor-presidente do fórum, a grande maioria dos oito Estados que têm programas de redução de homicídios teve diminuição no número de mortes violentas: Alagoas (-20,8%), Bahia (-0,9%), Ceará (-9,2%), Distrito Federal (-13%), Espírito Santo (-10,7%), Pernambuco (+12,4%), Rio de Janeiro (-12,9%), e São Paulo (-11,4%). De acordo com o anuário, a cada dia, pelo menos 9 pessoas foram mortas por policiais no Brasil em 2015, resultando num total de 3.345 pessoas, ou uma taxa de 1,6 morte a cada grupo de 100 mil pessoas. O número é 6,3% superior ao registrado no ano anterior. São Paulo foi o Estado com o maior número de pessoas mortas por policiais em 2015: 848. As maiores taxas de letalidade policial registradas no último ano foram nos estados do Amapá (5 para cada grupo de 100 mil pessoas), Rio de Janeiro (3,9) e de Alagoas (2,9). Considerando-se os números absolutos, São Paulo e o Rio de Janeiro concentram sozinhos 1.493 mortes decorrentes de intervenções policiais, ou 45% do total registrado no País. A taxa brasileira de letalidade policial (1,6) supera a de países como Honduras (1,2) e África do Sul (1,1). “Isso demonstra um padrão de atuação que precisa ser revisto urgentemente. Esse padrão faz com que você tenha no Brasil o número de pessoas mortas por intervenção policial como o mais alto do mundo. Nossa taxa de letalidade policial é maior do que a de Honduras, que é considerado o país mais violento em termos proporcionais, em termos de taxa, do mundo”. “Esse é um problema que continua muito sério no País e não está submetido especificamente à dimensão dessa nova realidade, seja a lei de terrorismo ou outras questões. Mas estamos com um problema muito agudo do padrão de trabalho das polícias”, destacou Lima. O total de policiais vítimas de homicídios em serviço e fora do horário do expediente também é elevado no Brasil. Em 2015, foram mortos 393 policiais, 16 a menos do que no ano anterior. Proporcionalmente, os policiais brasileiros são três vezes mais assassinados fora do horário de trabalho do que no serviço: foram 103 mortos durante o expediente (crescimento de 30,4% em relação a 2014) e 290 fora (queda de 12,1% em relação a 2014), geralmente em situações de reação a roubo (latrocínio). O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que está em sua 10ª edição, será lançado no dia 3 de novembro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A Veja mentiu sobre Crivella, e terá de dar uma capa dizendo: "Veja mentiu sobre Crivella"


A revista Veja publicou esta capa na semana passada, e isso motivou um pedido de resposta por via judicial do candidato Marcelo Crivella, senador e bispo da Igreja Universal, sobrinho do bispo Edir Macedo, o chefe da igreja. A revista Veja foi condenada a publicar na capa de sua próxima edição, neste final de semana, a resposta do senador e candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB-RJ), à reportagem divulgada na semana passada sobre sua detenção em 1990. A decisão é do juiz Marcello Rubioli, coordenador da fiscalização eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. A revista circulou com a capa apenas para sua edição do Rio de Janeiro. A campanha já definiu o que irá estampar na capa da revista: “A Veja mentiu sobre Crivella". A revista já avisou que recorrerá ainda hoje e está convencida de que continuará mentindo sobre o candidato do PRB. A capa de Veja é uma das mais descabidas intromissões da mídia em eleições majoritárias. Um lixo. (Políbio Braga)

Ibope aponta a vitória de Crivella sobre o comunista Freixo, candidato do eixo do mal

A três dias do segundo turno, o senador licenciado Marcelo Crivella (PRB) se mantém na liderança da disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro, com 46% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira pela TV Globo. O comunista Marcelo Freixo (PSOL), apoiador dos terroristas dos black blocs e preferido dos traficantes, está com 29%. Os números são exatamente os mesmos do último levantamento do dia 20 de outubro. Os brancos e nulos cresceram apenas um ponto porcentual, de 21% para 22%, enquanto os entrevistados que não souberam ou não responderam foram de 4% para 3%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. Em relação aos votos válidos, que exclui os brancos, nulos e indecisos, Crivella chega a 61%, enquanto Freixo, conhecido como "Frouxo", aparece com 39% das intenções de voto. O comunista Freixo (Frouxo) é o candidato preferido da Rede Globo. Quem diria, Rede Globo e PSOL de mãos dadas!!!!!