domingo, 6 de novembro de 2016

Frente Ampla brasileira poderá reunir comunistas de várias tendências

Antes mesmo de qualquer reforma partidária, tudo decorrente dos estragos que causará a Mãe de Todas as Delações, a da Odebrecht, avançam as articulações para a criação de uma Frente Ampla no Brasil, reedição do que aconteceu no Uruguai. No Rio Grande do Sul, as articulações envolvem não apenas o PT (Tarso Genro não sai dos jornais, pregando a mudança, sem entrar em detalhes), mas também o PCdoB, PSOL, PSB e até franjas de políticos considerados de esquerda e de centro esquerda e até centro, situados no PMDB, PDT, PTB e PSDB. O megalo político comunista Tarso Genro sempre sonhou ter um grande partido político para projetar o seu nome. 

O PT gaúcho está a um passo de sofrer forte debandada

Se o PT ainda estiver vivo em 2018, seu candidato ao governo do Rio Grande do Sul poderá ser o ex-vice-governador e ex-ministro Miguel Rosseto, um trotskista, membro do partido comunista revolucionário clandestino DS - Democracia Socialista, que parasita até hoje o corpo do PT. A revista Istoé de hoje conta que Miguel Rosseto dificilmente contará com o apoio do peremptório petista e poeta de mão cheia e tenente artilheiro Tarso Genro, assim como do senador Paulo Paim, da deputada federal Maria do Rosário e de seus colegas Pepe Vargas e Henrique Fontana, sem contar o influente prefeito de Canoas, Jairo Jorge, que quer disputar o governo estadual, provavelmente pelo PDT. É que todos eles já estariam com um pé fora do PT. Todos podem migrar em massa para o PDT. Além do PDT, da Rede e do Psol, os descontentes conversam também com PCdoB. Para Tarso Genro, por exemplo, não seria novidade retornar para seu berço original. O que disse o senador Paim aos repórteres Débora Bergamasco e Germano Oliveira: "Vou esperar até o final do ano e até março quero estar em um novo projeto". O quadro atual significará a ruptura de uma coligação histórica entre o comunista Tarso Genro e os trotskistas da DS. A Democracia Socialista é hoje dona do PT no Rio Grande do Sul. Tarso Genro está fora do páreo para o governo do Rio Grande do Sul porque a pretensão dele é incomensurável. O sujeito acha que está destinado a grandes coisas, como a Presidência da República e talvez até da ONU. Não por acaso, lá no início da década de 80, em Porto Alegre, ele era chamado de "Garoto de Ouro". 

O "porquinho petista" Palocci chora muito na prisão

A jornalista Gisele Vitória conta na edição desta semana da revista Istoé que o ex-ministro e "porquinho" petista Antonio Palocci emagreceu em pouco mais de um mês de prisão, pouco se alimenta e chora sempre que chega a refeição. Palocci não consegue manter a fleugma e "coragem" que caracterizam o sinhozinho baiano e empreiteiro propineiro Marcelo Odebrecht. O trotskista Palocci, ex-membro da organização Libelu (Liberdade e Luta), revela que é na verdade, e sempre foi, um "revolucionário de araque". Não tem estofo, é um poltrão. Sabe fazer sacanagem, mas não sabe aguentar o rojão do retruque. É um bocô que foi sacralizado pelos completamente boçais capitalistas paraestatais brasileiros. Desses bocós de meia tijela tem sido feita a política no Brasil. Poltrões desse estofo têm empalmado o Brasil. O País é realmente muito grande e forte para resistir à ação de semelhante malta, súcia, laia, cambada, camarilha, alcatéia.

PP, PSDB e PDT ameaçam abandonar o governo Sartori

Além do PDT e do PSDB, também o PP poderá desembarcar do governo de José Ivo Sartori, do PMDB, na virada do ano. É o governo mais incompetente e inerte que já surgiu na vida política gaúcha em todos os tempos. Sartori assiste sem qualquer reação, sem qualquer projeto, sem qualquer sinal de reação à falência financeira do Estado. Aquilo que parecia quase impossível de ser alcançado, o impeachment de tal nulidade política, parece se tornar palpável a cada dia que passa. O Rio Grande do Sul caminha, quem sabe, para uma eleição indireta do sucessor de Sartori, para que seja complementado o seu período de governo. Uma devastação se aproxima da política, com a eliminação de um numero muito grande de políticos tradicionais. A sociedade precisará passar por uma grande reforma, no Rio Grande do Sul e no País. É preciso que todos estejam preparados para isso.