quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Agora a incompetência e inapetência de Sartori chegou ao ponto de pagar apenas R$ 350,00 a cada funcionário

A incompetência e inapetência do governo do peemedebista José Ivo Sartori, no Rio Grande do Sul, aprofunda o buraco da crise financeira a cada mês que passa. Nesta quarta-feira, a Secretaria da Fazenda informou que só depositará R$ 350,00 para cada servidor do Executivo na primeira parcela de pagamento dos salários de agosto. Isso não paga uma cesta básica. Nunca a parcela inicial foi tão baixa em quase dois anos. O governo também pagou a nona de 12 parcelas relativas ao décimo terceiro salário do ano passado. 

Estado do Rio Grande do Sul dá novo calote no pagamento da dívida com a União

O governo muito incompetente e inapetente do peemedebista José Ivo Sartori, no Rio Grande do Sul, informou na noite desta quarta-feira que, pelo segundo mês seguido, não pagará a parcela mensal da dívida com a União. O Estado vinha pagando o serviço da dívida, sem amortizar nada, mas nem isto paga desde o mês passado. Foram R$ 142 milhões em julho e R$ 149 milhões este mês. Uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal permite que continue a ser aplicado este calote.

Governo prorroga programa de refinanciamento de dívidas até 29 de setembro

O governo federal prorrogou o prazo de adesão ao Refis que terminaria nesta quinta-feira. A Medida provisória com a prorrogação foi assinada pelo presidente em exercício, deputado federal Rodrigo Maia.

Procuradoria Geral da Republica encaminha delação de Funaro para homologação de Fachin no Supremo


A delação do doleiro Lúcio Bolonha Funaro chegou nesta terça-feira ao gabinete do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Cabe a ele homologar o acordo que Funaro firmou com a Procuradoria-Geral da República. Após a conclusão do procedimento, o Ministério Público Federal poderá utilizar as informações prestadas pelo operador financeiro para levar as investigações adiante. Antes de homologar a delação, Fachin convocará o colaborador para confirmar que o acordo foi assinado de forma espontânea. O acordo foi assinado há uma semana, na sede da Procuradoria Geral da República, em Brasília. O doleiro vem prestando depoimentos aos investigadores desde então. 

O conteúdo da delação é mantido em sigilo. Nas conversas com a Procuradoria Geral da República, Funaro detalhou a sua atuação como operador de propinas do PMDB na Câmara dos Deputados. O grupo político é liderado pelo presidente Michel Temer (PMDB) e tem entre os seus principais integrantes os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco e os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves. Além deles, outro importante representante dos peemedebistas da Câmara é o ex-deputado Eduardo Cunha, preso em Curitiba por ordem do juiz Sergio Moro. 

A expectativa dos investigadores é que as informações do doleiro contribuam para a nova denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai apresentar contra Temer. Funaro e Cunha prometiam ter informações capazes de comprometer o presidente, sobretudo em relação à arrecadação de valores para a bancada do PMDB na Câmara. Por esse motivo, travavam um duelo para fechar um acordo de delação e usufruir de seus benefícios: com as mesmas coisas a dizer, não faria sentido para a Procuradoria-Geral da República que ambos colaborassem.