domingo, 8 de outubro de 2017

Polícia Civil gaúcha começa nesta segunda-feira uma inacreditável greve ilegal.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul começa nesta segunda-feira a mais inacreditável greve da história do Estado. Polícia, que recebe arma do Estado para proteger a população, e que faz um juramento de defender os cidadãos com a sua própria vida, não pode fazer greve. A greve é totalmente ilegal. Policial em greve equivale à declaração de autodissolução do Estado, da ordem constitucional. A greve anunciada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul é criminosa, conforme jurisprudência pacificada pelo Supremo Tribunal Federal.

Os servidores que atuam diretamente na área de segurança pública não podem entrar em greve. Isso porque desempenham atividade essencial à manutenção da ordem pública. Esse foi o entendimento do plenário do Supremo Tribunal Federal ao negar, no dia 5 de março, por sete votos a três, recurso do Sindicato dos Policiais Civis de Goiás. Polícia Civil, assim como a militar, não pode entrar em greve. A decisão também passou a valer para outros servidores que atuam diretamente na segurança pública. Apesar da proibição de greve, essas carreiras mantêm o direito de se sindicalizar.

Segundo o voto condutor, feito pelo ministro Alexandre de Moraes, o interesse público na manutenção da segurança e da paz social, da ordem, deve estar acima do interesse de determinadas categorias de servidores públicos. Os policiais civis, complementou, integram o braço armado do Estado, o que impede que façam greve. O que ele ensinou:  "O Estado não faz greve. O Estado em greve é um Estado anárquico, e a Constituição não permite isso". 

Apesar de todas as decisões judiciais, os delegados da Polícia Civil do Rio Grande do Sul emitiram uma nota na terça-feira, apoiando a greve geral anunciada para esta segunda-feira, por causa do parcelamento do pagamento dos salários. Ora, os policiais, assim como os professores, estão recebendo seus salários com atraso, mas recebem. Os dias parados, portanto, convertem-se em dias roubados do contribuinte gaúcho, porque eles não prestam o serviço que deveriam prestar. O presidente da Associação dos Delegados de Polícia, delegado Cleiton Freitas, apesar disto, recomendou aos delegados que façam o seguinte, tentando minimizar os efeitos da insegurança que a greve causará no Estado: 
1 - dialoguem com os servidores que trabalham sob sua orientação e estabeleçam, conforme as peculiaridades de seu órgão policial, procedimentos que garantam o atendimento das necessidades mínimas da população;
2 - apoiem a decisão dos agentes, suspendendo a realização de ações e operações policiais especiais até a integralização do pagamento dos subsídios;
3 -deixem, excepcionalmente, de remeter Inquéritos Policiais, Termos Circunstanciados e Procedimentos para Adolescentes Infratores, exceto Autos de Prisão em Flagrante, Autos de Apreensão em Flagrante e Inquéritos Policiais envolvendo investigados presos, enquanto a anormalidade persistir.
Isso é a instauração do estado de barbárie na sociedade, patrocinado exatamente por aqueles que a sociedade arma e paga para que mantenham a ordem em segurança. É o fim dos tempos. 

Prefeito do Rio de Janeiro veta a mostra satânica


O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, proibiu a mostra satânica Queermuseu – cartografias da diferença na arte brasileira na cidade. O Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR), que procurava um acordo com o curador da mostra, cancelada em Porto Alegre pelo banco Santander, seu patrocinador, após protestos públicos, encerrou as negociações para levar a exposição ao público carioca. Em um vídeo publicado nas redes sociais, o bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Marcelo Crivella, disse: “Saiu no jornal que vai ser no MAR. Só se for no fundo do mar”. E avisou: "A população do Rio de Janeiro não tem o menor interesse em exposições que promovam zoofilia e pedofilia". A exposição, cancelada pelo Santander Cultural de Porto Alegre, em 10 de setembro, gerou uma avalanche de protestos após ser acusada de incentivar a pedofilia, zoofilia e o desrespeito e profanação de símbolos religiosos, o que é crime capitulado no Código Penal..

Delegado gaúcho condenado a 32 anos de cadeia vai continuar recebendo salário por talvez mais uma década


O delegado Omar Abud, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, condenado a 32 anos de cadeia, prosseguirá recebendo salário integral de R$ 17.822,86, mesmo preso. Ele só perderá o recebimento do salário quando sua sentença de primeiro grau for confirmada, portanto depois de tudo transitado em julgado e concluído o procedimento administrativo disciplinar que foi instalado. Esse processo poderá levar uma década. É por isso que o País não pode dar certo. País onde se precisa esperar uma década por uma condenação tão grave, é porque o sistema judicial não funciona.

Aço laminado do Brasil é sobretaxado pela União Européia

A União Europeia decidiu impor tarifas antidumping ao aço laminado a quente do Brasil, Irã, Rússia e Ucrânia, em resposta a uma queixa de siderúrgicas européias de que o produto estaria sendo vendido a preços demasiadamente baixos. Segundo o diário oficial da União Européia, o bloco adotou sobretaxas de 17,60 euros a 96,50 euros por tonelada a partir de sábado. A Comissão Europeia inicialmente havia proposto estabelecer um preço mínimo – de 472,27 euros por tonelada -, mas revisou a proposta depois de não receber o apoio de países membros da UE. No caso específico de siderúrgicas brasileiras, a UE cobrará tarifas adicionais por tonelada de 54,50 euros da Arcelor Mittal Brasil e da Aperam Inox América do Sul, de 53,40 euros da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), de 63,00 euros da Usiminas e de 55,80 euros da Gerdau Açominas. O aço iraniano estará sujeito a uma taxa de 57,5 euros por tonelada e a ucraniana Metinvest Group à cobrança de 60,5 euros. As taxas para os produtores russos variaram entre 17,6 euros para a PAO Severstal, 53,3 euros para a Novolipetsk Steel e 96,5 euros por tonelada para a MMK. A Comissão também encerrou sua investigação sobre as importações de aço da Sérvia sem propor medidas.

Governo Temer derruba a inflação descontrolada gerada pelo criminoso regime petista


O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação positiva de 0,16% no mês de setembro, segundo dados divulgados na sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto, a inflação oficial do País foi de 0,19%. A inflação acumulada é a menor desde 1998. Isso se deve à atual política econômica do governo Michel Temer, que domou o descontrole ocorrido durante o final do governo Dilma, PT, quando a inflação já tinha ultrapassado os dois dígitos e subia sem controle. No ano, o índice acumula 1,78%, bem abaixo dos 5,51% registrados em igual período do ano passado, sendo o menor acumulado em um mês de setembro desde 1998, quando a inflação ficou em 1,42%. Nos últimos doze meses, o IPCA ficou em 2,54%, resultado superior aos 2,46% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Justiça gaúcha proíbe governo Sartori de demitir professores temporários em greve ilegal e criminosa

O famigerado Cpers-Sindicato, um aparelho petista que se dedica à destruição sistemática da educação pública no Rio Grande do Sul nos últimos 40 anos, conseguiu na quinta-feira uma liminar proibindo o governo muito incompetente do governador peemedebista José Ivo Sartori de demitir os professores temporários que aderiram à greve que já dura um mês, deixando centenas de milhares de alunos sem aula e comprometendo o ano letivo. O mandado de segurança foi aceito pelo desembargador Leonel Pires Ohlweiler, que alegou que a greve é um direito constitucional "e que a rescisão dos contratos temporários constitui-se em flagrante ilegalidade". O governo contesta que a greve no serviço público é ilegal, que o corte do ponto é consequência de paralisações legais ou ilegais em qualquer parte do mundo e que pode demitir temporários que contratou temporariamente e sem concurso. Os professores têm uma única alegação a seu favor: que os salários estão sendo pagos com atraso. Sim, isso é verdade, mas estão sendo pagos. Em contrapartida, eles recebem sem trabalhar, E isso é um assalto, um roubo. Nada mais, nada menos do que isso