segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Ditadura comuno-bolivariana da Venezuela dá calote de mais de 5 bilhões de dólares no Brasil

A Venezuela já deixou de pagar uma dívida de US$ 262,5 milhões com o Brasil. Isso já é encarado como um calote oficial pelo governo brasileiro. O atraso do pagamento, de mais de dois meses, ocorreu dentro do chamado Convênio de Créditos Recíprocos, uma câmara de compensação entre países da América do Sul. Agora não resta outra alternativa ao governo do Brasil além de recorrer ao Clube de Paris para receber o dinheiro. Estima-se que a dívida da ditadura do bolivariano Nicolás Maduro com empresas brasileiras já chegue a US$ 5 bilhões.

Fachin reduz fianças no caso do bunker da propina do Geddel

O ministro Luiz Edson Fachin reduziu as fianças do advogado Gustavo Ferraz e de Job Ribeiro Brandão, assessor de Lúcio Vieira Lima, investigados no caso do bunker dos R$ 51 milhões. A fiança de Gustavo Ferraz, ligado a Geddel Vieira Lima, caiu de 100 para 50 salários mínimos. A de Job Ribeiro Brandão ficou ainda menor: passou de 50 para 10 mínimos. O ministro do STF atendeu a pedidos da defesa dos acusados, que alegaram não ter dinheiro para pagar as fianças. Fachin é um ministro muito compreensivo!!!

Doria Jr nomeou filho de executivo de empresa com contrato bilionário com a prefeitura, só para ser obrigado a demití-lo

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O prefeito João Doria (PSDB) anunciou no sábado (11) a exoneração do engenheiro Alexis Beghini, de 27 anos, responsável pela Coordenadoria de Projetos e Obras da prefeitura regional da Sé, no centro de São Paulo. A decisão foi tomada após reportagem do jornal Folha de S. Paulo ter apontado que Alexis é filho de José Alexis de Carvalho, diretor de empresa contratada pela prefeitura para fazer a coleta de lixo na cidade e conselheiro do sindicato patronal da limpeza urbana (chama-se Abrelpe). Foi como ter entregue o galinheiro para ser cuidado pela raposa. Em nota, a prefeitura disse que "a decisão foi tomada pelo prefeito com o objetivo de reforçar o compromisso com a lisura nos processos de fiscalização dos trabalhos de varrição". Deveria ter pensado nisso quando nomeou o rapaz. Desde quando um jovem engenheiro, de apenas 27 anos, tem qualificação profissional para dirigir um setor que realiza tão gigantescos como esse da prefeitura de São Paulo? Fica evidente que a nomeação foi uma retribuição por apoios financeiros em campanha eleitoral ou coisa parecida. 

O engenheirinho Alexis Beghini disse que foi pego de surpresa com a decisão de João Dória exonerá-lo. "Recebi uma ligação do prefeito regional da Sé (Eduardo Odloak) comunicando a exoneração, e ele se disse tão surpreso quanto eu. Não recebi justificativa. Reafirmo que não havia conflito de interesses no meu trabalho. Jamais deixaria de fiscalizar uma empresa e jamais receberia propina. Os números do meu trabalho mostram que a fiscalização só aumentou, melhorando problemas da gestão anterior. Sei que o prefeito tem uma agenda cheia e é difícil, mas a ligação de um secretário seria interessante", afirmou. 

O empresário José Alexis defende a atuação do filho. "Vocês estão dizendo que meu filho estaria lá para não fiscalizar os serviços. E nesse curto período ele aplicou mais de cem atos de constatação de irregularidades na Inova (consórcio de varrição que cuida da Sé). Fora isso, a prefeitura tem 32 prefeituras regionais. Ele não tem atuação nas outras, fiscalizava uma. Entendo que o prefeito é o gestor principal da cidade e tem enorme responsabilidade sobre isso", disse.

Beghini assumiu em 20 de setembro a Coordenadoria de Projetos e Obras da Prefeitura Regional da Sé, cargo mais alto responsável pela fiscalização na área. A função dele era coordenar os agentes para detectar, entre outras coisas, problemas em contratos de varrição nos distritos de Bom Retiro, Santa Cecília, Consolação, Bela Vista, República, Liberdade, Cambuci e Sé. Ou seja, justamente o grande centro ampliado da capital paulista, a região que mais produz lixo na cidade. Essa gente na político e nos negócios não tem mais limites, e fazem tudo na cara do povo. A varrição foi alçada a símbolo da gestão por Doria, que chegou a se vestir de gari. Mas, a quantidade de toneladas de sujeira varridas na cidade no primeiro semestre deste ano recuou 6% em relação a igual período de 2016. Resumindo, a farsa da limpeza é só farsa mesmo. Beghini e a gestão Doria negaram conflito de interesses. "Os presidentes dessas empresas de limpeza urbana me viram nascer, não posso negar, em reuniões me chamam pelo meu apelido, Lequinho. Mas eles sabem que não vai ter conversa", disse Beghini. Que gracinha o Lequinho!!!!! Na Sé, a varrição está a cargo do consórcio Inova, composto pelas empresas Paulitec, Vital e Revita. O contrato de varrição com a prefeitura, assinado por R$ 1,12 bilhão em 2011, tinha validade de 36 meses, mas foi prorrogado até dezembro de 2017. As empresas Vita e Revita pertencem ao maiores grupos lixeiros do País, a Estre Ambiental e o Grupo Solvi, respectivamente,  dos empresários petroleiros Wilson Quintela Filho e Carlos Leal Villa. Os dois estão implicados nos escândalos de corrupção e farta distribuição de propinas investigado pela Operação Lava Jato. Os dois foram sempre financiadores do PT e do lulismo. 

Além da limpeza, abrange a remoção de entulho, lavagem de vias, capinação, pintura de guias, desobstrução de bueiros e bocas de lobo e manutenção de lixeiras. Esses são os contratos de "limpeza pública" mais rentáveis no mundo do lixo, e aqueles mais facilmente fraudáveis. A Vital é do grupo Queiroz Galvão, integrante do consórcio Ecourbis (detentor de contrato de coleta de lixo). No Ecourbis, a Queiroz Galvão é sócia da Marquise, na qual José Alexis é diretor. A Queiroz Galvão é uma empreiteira propineira denunciada na Operação Lava Jato. 

Outra empresa em que José Alexis trabalhou por 11 anos, até 2010, é a Vega Engenharia, pertencente ao grupo da Revita, também sob fiscalização de Beghini – ele mesmo foi estagiário na Vega por um ano e meio. José Alexis é integrante do conselho do sindicato das empresas de limpeza urbana de São Paulo, do qual Revita e Vital são associadas e que representa os interesses desses grandes grupos –como os que vinham sendo fiscalizados pelo filho dele. Em agosto, Beghini e seu pai foram alvo de reportagens por terem sido vítimas de um sequestro organizado no Rio de Janeiro por um dos melhores amigos do rapaz. 

O mundo do lixo na prefeitura de São Paulo é absolutamente corrupto e corruptor. Estre e Grupo Solvi controlam esse negócio, cujo modelo foi instaurado na cidade pelo governo da então petista e socialite Marta Suplicy. Na época, a licitação promovida por ela foi denunciada à Justiça, chegou a ter a assinatura do contrato suspensa por uma liminar judicial mas, até hoje, a ação popular impetrada não teve sequer julgamento em primeiro. E já se passaram nisso mais de 15 anos. O judiciário paulista é absolutamente inqualificável. Também são inqualificáveis os grandes órgãos de imprensa, vagabundos, que até hoje não acompanham o desenrolar desse processo. E os tais contratos de lixo da capital paulista representam mais de 30 bilhões de reais. É dinheiro bastante para corromper todo mundo. 


Beghini afirmou que, além de fiscalizar os serviços de varrição, pretendia aplicar multas na área de coleta de lixo no caso dos grandes geradores – locais que produzem volume superior a 200 litros diários de resíduos sólidos. Claro, ele pretendia agir no interesses das grandes empresas lixeiras. "Nós (fiscais da Sé) não podemos multar na varrição, apenas notificamos, e infelizmente as notificações, pelo que soube, não têm se transformado em multa na Amlurb (autoridade municipal de limpeza) para as empresas". Que anjinho o Lequinho!!!!  "Agora a gente achou um decreto que permite que prefeituras regionais apliquem multas na coleta, e vamos começar a fazer isso. Se chegar em um lugar e ver lixo por três dias, posso aplicar multa", afirmou o garotinho querido das lixeiros e dos grandes industriais lixeiros. .

A prefeitura publicou um novo edital de licitação para os serviços de varrição na cidade, mas que foi suspenso em outubro pelo Tribunal de Contas do Município. Na avaliação do órgão, havia risco de prejuízo ao poder público no modelo proposto. No dia 1º de novembro a licitação foi liberada, mas com exigência de mudanças. Entre elas, a melhora da fiscalização dos serviços das empresas. 


Antes da exoneração, o engenheiro Alexis Beghini afirmou que sua trajetória e a relação do seu pai com os empresários de limpeza urbana não iriam interferir em seu trabalho de fiscalizador na Prefeitura Regional da Sé. "Não há conflito de interesses. Se você olhar pela ótica do poder público, é muito melhor. Todos aqueles vícios, erros e macetes conhecidos eu vou bater. Por exemplo, eu soube que a empresa Inova cortou em alguns bairros parte do efetivo. Sabendo disso, convoquei o presidente da Inova, porque não podemos ficar sem áreas cobertas", disse. "Nunca um diretor da empresa Loga tinha vindo na Sé. Agora já estão vindo para começar justamente a trabalhar. Estamos usando o conhecimento a nosso favor", disse, ressaltando que o pai não teve relação com a nomeação.

A gestão João Doria afirmou antes da exoneração que Alexis Beghini foi indicado ao cargo por suas qualificações. "É engenheiro civil formado pela Universidade Anhembi Morumbi em 2015, frequentou cursos de gestão e liderança; negociação e gestão de pessoas e desenvolvimento da capacidade emocional, todos cursados na FGV. É fluente em inglês e espanhol", afirma, em nota. Além disso, a prefeitura rejeitou qualquer possibilidade de conflito de interesses. "O fato de Alexis ser filho de um executivo não o torna suspeito liminarmente. Qualquer ilação em contrário chega a ser ofensiva ao funcionário, pois parte da premissa de que, na função, ele estaria predisposto a prevaricar". Como é anjinha essa administração de João Dória Junior. 

STF julgará habeas corpus do petista Antonio Palocci na próxima semana


O Supremo Tribunal Federal marcou para a próxima semana, na quinta-feria (23), o julgamento sobre o pedido de liberdade feito pela defesa do ex-ministro Antonio Palocci, preso desde setembro do ano passado em função das investigações da Operação Lava Jato. O julgamento será decisivo para manter a validade das prisões preventivas que foram decretadas pelo juiz federal Sério Moro e o ministro Edson Fachin.

Em maio, Fachin rejeitou individualmente o pedido de liberdade e enviou o caso ao pleno para tentar obter apoio da Corte para manter as prisões na Lava Jato. Fachin é relator das ações da operação no colegiado e foi derrotado, por maioria, na votação que concedeu liberdade ao ex-ministro José Dirceu, em maio. Antes da decisão que beneficiou Dirceu, os empresários José Carlos Bumlai e o ex-tesoureiro do PP, João Claudio Genú, foram soltos por decisão da Turma.

Na decisão em que negou liberdade provisoriamente a Palocci, Fachin entendeu que não há nenhuma ilegalidade na decisão do juiz federal Sérgio Moro, que determinou a prisão. "O deferimento de liminar em habeas corpus constitui medida excepcional por sua própria natureza, que somente se justifica quando a situação demonstrada nos autos representar manifesto constrangimento ilegal, o que, nesta sede de cognição, não se confirmou", afirmou o ministro.

Ministra que tentou furar teto salarial agora diz que é "preta, pobre e da periferia"

A ministra Luislinda Valois (Direitos Humanos) afirmou em discurso nesta segunda-feira (13) que é "preta, pobre e da periferia". A declaração foi dada quase duas semanas depois que a tucana se queixou oficialmente ao presidente Michel Temer dos descontos feitos em seu salário para que não superasse o teto remuneratório previsto na Constituição. Ela não se referiu diretamente ao episódio.

"Como mulher preta, pobre e da periferia, conheço o que é viver fora dos grandes centros", disse ela no lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Rio de Janeiro. Com investimento previsto de R$ 157 milhões, o programa inclui pacote de ações nas áreas de Justiça, educação, esporte e direitos humanos, tendo como objetivo atender a 50 mil crianças e jovens.

A uma platéia de jovens atletas de programa da Marinha, Valois disse que "o caminho da retidão é o melhor". A ministra desistiu do pedido para acumular o salário integral do cargo que ocupa atualmente com a aposentadoria de desembargadora. A aposentadoria bruta da ministra é de R$ R$ 30.471,10 e o seu salário mensal é de R$ 30.934,70. Com a regra de abate do teto salarial, no entanto, ela recebe R$ 33.700, o que equivale ao salário bruto dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Caso o pedido fosse deferido, a ministra passaria a receber R$ 61,4 mil.

Juiz Sérgio Moro tem 21 processos à espera de julgamento


Em meio à redução do ritmo das ações relacionadas à Operação Lava-Jato, o juiz Sergio Moro tem pela frente 21 processos à espera de julgamento. Alguns deles aguardam sentença desde 2014, quando a investigação começou. Outros ficaram parados por meses à espera da negociação de delações. Esses processos entraram na fila porque ações com réus presos não condenados têm prioridade: a ação contra o ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine, encarcerado na Polícia Federal de Curitiba, deverá furar a fila, por exemplo. Entre os casos que dependem de sentença de Moro estão um processo contra o ex-ministro Antonio Palocci, que está preso, e duas ações contra o ex-presidente Lula. Os casos contra o petista envolvem o apartamento de São Bernardo do Campo e o sítio de Atibaia. 

A análise não segue — nem precisa seguir — uma ordem cronológica. Em outubro, o juiz aplicou sentenças de três ações que foram propostas por fases deflagradas ainda em 2017. Por outro lado, o dono do posto de gasolina que inspirou o nome da operação Lava-Jato aguarda decisão em uma das ações em que é réu. O doleiro Carlos Habib Chater foi condenado uma vez, mas tem outra ação com Moro pendente de julgamento. Em 2015, o magistrado avisou que a decisão poderia ser adiada. “Considerando a quantidade de processos na Lava-Jato, vários outros com acusados presos e não julgados, é possível que este Juízo não logre sentenciar este feito em prazo próximo”, disse o juiz em agosto daquele ano. 

A falta de decisão se reflete na vida do ex-gerente do posto, André Catão de Miranda, que já foi absolvido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) em outro processo. Ele segue à espera de uma definição sobre o caso em que é acusado de evasão de divisas e organização criminosa. Desde 2014, Miranda é réu nessa ação com o ex-patrão e aguarda o desfecho do caso. 

O ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto aguarda, desde março de 2016, uma sentença de Moro em um dos processos em que é réu na primeira instância. Seus advogados chegaram a encaminhar a Moro uma petição, em julho, pedindo a análise do caso. No TRF-4, Vaccari foi absolvido de duas condenações de primeira instância. Em outro caso, a pena dada por Moro foi ampliada pelos desembargadores ferais, de 10 para 24 anos de prisão. 

Em alguns casos, o atraso na análise das ações se deu porque Moro suspendeu processos à espera da negociação de delações. Foi o caso de um dos processos contra executivos da empreiteira propineira Odebrecht, que voltou a andar em outubro e terá, agora, a oitiva de testemunhas. O juiz também paralisou, em 2015, ação que dependia da delação de um dos sócios do doleiro Alberto Youssef, Leonardo Meirelles. Em 31 de outubro, o juiz voltou a se manifestar no processo para autorizar viagem de Meirelles à China, neste mês, com o objetivo de buscar documentos. 

Em Curitiba há um certo clima de desânimo com a redução das operações de rua. O próprio Moro já disse que o esforço de combate à corrupção não depende mais da força-tarefa paranaense. O desânimo é mais perceptível na Polícia Federal, que viu seu efetivo ser reduzido e, aos poucos, teve cortados investimentos. Mas, o ânimo dos investigadores ganhou fôlego depois da chegada do processo do chamado “quadrilhão do PMDB" a Curitiba, na semana retrasada. A decisão do ministro do STF, Edson Fachin, deu a Moro parte dos processos em que o presidente Temer foi denunciado por organização criminosa e obstrução à Justiça. 

Curitiba ficará com os casos dos ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, além de ações contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures. Além da redução de estrutura policial, a equipe que atua em Curitiba ainda tem que enfrentar o desgaste entre instituições que atuam em conjunto desde 2014. O afastamento da Polícia Federal da mesa de negociação das delações premiadas, sobretudo a da Odebrecht, provocou mal-estar na relação entre procuradores e policiais federais.

Segundo e último dia de provas do Enem teve uma alta abstenção de 32%


O segundo dia de Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve, este ano, 32% de candidatos faltosos, informou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No primeiro dia, no domingo passado, o índice foi de 29,8%. Por Estado, a abstenção foi maior no Amazonas: 42,9%. A menor foi no Piauí: 26,2%. No Rio de Janeiro foi de 31,7%. Ao todo, 4.575.895 fizeram a prova, enquanto 2.006.825 se ausentaram. Na série histórica apresentada pelo Inep, é a maior abstenção desde 2009, quando o índice chegou 37,7%. O menor índice foi em 2011: 26,4%. No ano passado, a abstenção tinha chegado a 31,2%.  

Iveco anuncia investimento de US$ 120 milhões no Brasil

A Iveco anunciou um novo ciclo de investimento no Brasil de US$ 120 milhões que será dedicado exclusivamente à pesquisa e desenvolvimento de produtos e que será aplicado entre o segundo semestre de 2017 até o primeiro semestre de 2019. O aporte sustentará os lançamentos previstos para 2018 e 2019. Nele já estão contemplados os novos modelos Daily City, os Tector de 8, 11 e 13 toneladas e o Tector com câmbio automatizado Autoshift.

No aporte anterior, de R$ 650 milhões entre 2014 e 2016, a empresa aplicou a maior parte em manufatura, com a modernização de sua unidade produtiva de Sete Lagoas (MG), desenvolvimento local de fornecedores e na rede de concessionárias.


“Estes 20 anos da Iveco no Brasil são os de maior transformação e de afirmação da marca no País”, disse o diretor de marketing, Ricardo Barion. O executivo lembrou das maiores conquistas e desafios que a empresa enfrentou ao longo das duas últimas décadas desde que chegou ao País, que começou com a importação de veículos, em 1997, passando por inauguração da fábrica em 2000, 50 mil unidades produzidas em 2005 e no mesmo ano atingir 20 mil unidades vendidas da Daily, além da inauguração de seu primeiro centro de desenvolvimento de produto fora da Europa e do lançamento da família Stralis. Nos idos 2009, a empresa ampliou a capacidade produtiva para 70 mil unidades/ano e iniciou a fabricação do Tector. Em 2012, lançou a linha ecoline, toda desenvolvida na América Latina. 

“Além disso, investimos US$ 20 milhões por ano em qualidade do produto; quase uma obsessão; são escolhas para elevar a marca a um novo patamar”, comenta Barion, que também destaca a inauguração do campo de provas: “Desta forma, agilizamos os desenvolvimentos de produtos para atingir nossa meta de referência e ‘best class’ em TCO do mercado”.

Embora o executivo lembre que a marca não possua a participação de mercado que almeja, a ofensiva em novos produtos tem essa meta. “Estamos na briga e chegaremos aos 30 anos com muito mais vigor”, ressalta. Das novidades, a Iveco traz os novos Tector de 8 e 11 toneladas, e com o terceiro eixo, a possibilidade da versão de 13 toneladas, que chegam ao mercado no fim de 2018. A Daily City nas versões chassi e furgão, mais leve, com novos eixo, chassi, suspensão e motor, o que ajudou na redução da tara, além do Hi-Way com edição especial de 20 anos com apenas 20 unidades, que sai com o nome do cliente em unidade numerada. 

Neo Rodas investe R$ 3 milhões em Vinhedo (SP)

A Neo Rodas investirá cerca de R$ 3 milhões na aquisição e instalação do equipamento Zwarp Test, voltado a testes de fadiga bidirecionais e destinado à homologação de novos produtos. A fabricante completou em outubro seu primeiro ano de operação. O investimento na fábrica, em Vinhedo (SP), faz parte de um pacote de R$ 10 milhões previsto até 2018. O equipamento deve entrar em operação no primeiro trimestre do ano que vem. “Atualmente, como não existe uma máquina similar disponível no Brasil ou em regiões próximas, a cada desenvolvimento as rodas devem ser enviadas à Europa, geralmente Alemanha, onde são realizados testes em laboratórios homologados pelas montadoras, ou nas próprias montadoras”, afirma o diretor de operações da empresa, Ivens Pantaleão. “Além do ganho financeiro, o mais significativo estará na resposta rápida aos clientes e na redução dos prazos de desenvolvimento. Hoje, além do tempo de envio das amostras, temos de negociar as ‘janelas’ de teste com os laboratórios, que são bastante concorridos”, recorda o executivo.  

A fábrica da Neo Rodas atua no segmento de rodas automotivas de alumínio exclusivamente para o mercado original. Fornece para montadoras de veículos leves e utilitários instaladas no Brasil e no Mercosul como FCA Fiat Chrysler, Volkswagen, General Motors, Caoa Hyundai, Mitsubishi, BYD e Lifan. Em 2017 a empresa investiu R$ 5 milhões em uma nova célula de usinagem que elevou sua capacidade produtiva de 3 mil para 4 mil rodas por dia. No primeiro semestre a empresa registrou alta de 30% nas vendas sobre o mesmo período do ano passado.

Librelato vai investir US$ 20 milhões até 2022

A fabricante de implementos rodoviários Librelato vai investir US$ 20 milhões em suas quatro fábricas até 2022. “Já em 2018 serão US$ 5 milhões na matriz atual, em Içara (SC), onde vamos construir dois novos pavilhões industriais”, afirma o presidente da companhia, José Carlos Spricigo. A unidade tem como principais produtos os tanques, basculantes e implementos florestais. Os outros US$ 15 milhões para os próximos cinco anos serão utilizados em todas as unidades para melhoria em eficiência e produtividade, com aumento de automação. A empresa lançou recentemente um novo tanque de aço inoxidável para 47 mil litros, destinado ao transporte de combustíveis. Por causa do menor peso ele transporta 2 mil litros a mais que implementos semelhantes. Este ano a companhia já havia lançado também um baú frigorífico, uma carreta graneleira mais leve e novos implementos canavieiros. 

Como outros fabricantes do setor, a Librelato também contou com a ajuda das exportações para atravessar o período atual: “Este ano, cerca de 20% de nosso faturamento virá do mercado externo”, afirma o gerente de exportação, Rafael Bett.  Os principais destinos da Librelato são Chile e Paraguai, mas também a empresa tem clientes na Bolívia, Uruguai, Argentina, em países da América Central, Caribe e África. Os embarques e a melhora de cenário interno neste segundo semestre permitirão leve crescimento em 2017: “Esperamos uma alta de 5% sobre 2016”, afirma Spricigo.  A Librelato tem quatro fábricas, todas em Santa Catarina: uma em Orleans, uma em Criciúma e duas em Içara, a matriz e outra menor, que será reativada em novembro. 

Empresário açougueiro bucaneiro Joesley Batista, delator, propineiro, põe à venda ilha em Angra, iate e apartamento em Nova York


O empresário açougueiro bucaneiro Joesley Batista, delator, propineiro, decidiu botar à venda alguns de seus bens — é o feirão do Joesley. Entre eles, o já célebre apartamento de Nova York, na rua 53, defronte ao MoMA. São 685 metros quadrados e cinco quartos. Está avaliado em R$ 45 milhões, mas como o dono está necessitado, deve dar para comprar com um desconto. Também estão à venda o iate, batizado de "Why not", de 30 metros de comprimento, e sua ilha em Angra dos Reis, comprada em 2013 e inaugurada com um show de Bruno e Marrone. Valem uns R$ 10 milhões e R$ 25 milhões, respectivamente.

Rehau investe 2 milhões de euros em nova linha de produção na fábrica de Cotia (SP)

A Rehau traz mais tecnologia para a sua linha de produção e realiza o maior investimento nos últimos 10 anos, destinando cerca de 2 milhões de euros na compra de novo maquinário que modernizará o processo de fabricação de insumos para a indústria moveleira, permitindo assim a ampliação de mercado. “Estamos modernizando a fábrica, trazendo inovação para atender às demandas do mercado. Com isso, nossa expectativa é conquistar mais clientes e aumentar a nossa presença na indústria moveleira”, explica Alexandre Novoselecki, Gerente Geral da Rehau no Brasil. 

Com a implementação do novo equipamento, a Rehau amplia seu portfólio de produtos e passa a atender o segmento de móveis que necessita de acabamentos especiais, conseguindo suprir de forma mais otimizada as particularidades dos clientes. “Temos como propósito ajudar o ecossistema da indústria moveleira por meio de produtos inovadores e que atendam aos anseios do mercado. Queremos cada vez mais trazer tecnologias que fazem a diferença para o setor”, conclui.

TMD Friction inaugurou fábrica em Salto (SP)

A TMD Friction já abriu as portas de sua nova fábrica, em Salto (SP). Com investimento total de R$ 145 milhões, o maior já desembolsado na região pelo grupo japonês Nisshinbo, controlador da TMD, a nova planta tem a missão de sustentar sua produção de pastilhas e lonas de freio que fornece às montadoras e também ao mercado de reposição com a marca Cobreq, substituindo as atividades da linha de produção de Indaiatuba, também no interior paulista, onde a empresa operava desde 1975.

Em sua nova casa, a TMD conta com mais espaço: são 100 mil metros quadrados de área total e 32 mil metros quadrados de área construída; a anterior contava com 18 mil metros quadrados de área construída e 82 mil metros quadrados de área total. Localizada a 15 quilômetros de distância da antiga fábrica, a nova unidade de Salto oferece ainda a possibilidade de expansão, pois está em um distrito industrial, diferente de Indaiatuba, onde a planta se encontrava em zona urbana.

“Este ano de 2017 está sendo desafiador para esta transferência em razão das dificuldades econômicas do País. Mas existe o lado positivo que é continuar almejando o crescimento de dois dígitos. Além disso, a maior capacidade instalada em Salto propiciará à TMD Friction do Brasil um melhor atendimento a seus clientes”, disse o diretor geral de negócios OE da TMD, Edilson Jaquetto, que liderou o projeto da nova fábrica em Salto. 

O anúncio de uma nova fábrica no Brasil foi feito pela TMD há pouco mais de três anos, em maio de 2014. A empresa iniciou as obras em junho daquele mesmo ano, mas a unidade sofreu atrasos, uma vez que no plano original a inauguração estava prevista para junho de 2015.