terça-feira, 28 de novembro de 2017

Como o Colégio Estadual Júlio de Castilhos pode voltar a ser modelo de educação pública no Rio Grande do Sul


É possível, fácil e rápido, fazer o Colégio Estadual Julio de Castilhos, de Porto Alegre, que já foi modelo da educação pública no Rio Grande do Sul, voltar a ser modelo e com grande sucesso na educação de seus alunos. O caminho é simples: basta entregá-lo para a gestão da Brigada Militar. O Colégio Júlio de Castilhos passaria a funcionar nos mesmos moldes do Colégio Tiradentes, da Brigada Militar, considerada a melhor escola do Estado. A segunda melhor escola é o Colégio Militar de Porto Alegre. Veja bem: duas escolas públicas são as melhores do Rio Grande do Sul inteiro. Qual é o segredo? O segredo está na gestão aplicada pelo regime militar. Nessas escolas os alunos andam fardados, não se atrasam, cantam o hino nacional, reverenciam a bandeira, entram em formação, respondem a chamadas, zelam pela completa limpeza e organização da escola. Enfim, nessas escolas existe algo absolutamente necessário ao processo de aprendizagem de qualquer um, no mundo inteiro, existe disciplina. E, com a disciplina, instala-se a ordem, e com a ordem acontece o progresso. É simples assim, e rápido, em um ano, no máximo, os resultados já aparecem de maneira eloquente. A mesma coisa poderia ser feita com as maiores escolas públicas em Caxias do Sul, Bagé, Santa Maria, Pelotas, Uruguaiana, Rio Grande, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Alegrete, Passo Fundo, Erechim, Ijuí, Santo Angelo, Santa Rosa e talvez mais algumas cidades no Estado. É certo, é absolutamente garantido, que a educação pública no Rio Grande do Sul teriam um salto qualitativo notável em menos de um ano. É fácil, não é mesmo? Os políticos e partidos bandidos só não fazem porque não querem.

STF nega liberdade de Eduardo Cunha, preso há mais de um ano

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal negou nesta terça-feira um pedido de liberdade do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso desde outubro de 2016 na Operação Lava Jato, por ordem do juiz federal Sergio Moro. Eduardo Cunha está detido no Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense. O placar da votação no colegiado foi de 2 votos contra a soltura de Eduardo Cunha contra 1 voto favorável ao habeas corpus. Votaram para manter o peemedebista preso os ministros Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, e Dias Toffoli; o ministro Gilmar Mendes se posicionou pela liberdade do ex-presidente da Câmara, trocando a prisão preventiva dele por medidas cautelares. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, que também integram a Segunda Turma, não participaram da sessão de hoje. 

Mesmo que os ministros do colegiado derrubassem a prisão preventiva de Eduardo Cunha determinada por Moro, o ex-deputado não poderia deixar a prisão, já que há outros dois mandados de prisão preventiva contra ele: um decretado por Fachin no âmbito da Operação Patmos, deflagrada a partir das delações premiadas de executivos do propineiro Grupo J&F, que controla a JBS; e o outro, determinado pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte na Operação Manus, que investiga pagamentos de propina na construção da Arena das Dunas, em Natal, para a Copa do Mundo de 2014. 

Eduardo Cunha já foi condenado em segunda instância, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, a catorze anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas pelo recebimento de 1,5 milhão de dólares em propina na transação em que a Petrobras comprou 50% de um campo de petróleo no Benin, na África. O dinheiro foi pago em contas de Eduardo Cunha na Suíça entre 2011 e 2014 e custeou despesas pessoais do peemedebista e de familiares seus. A pena imposta pelo TRF4 reduziu em dez meses a sentença imposta a Eduardo Cunha por Sergio Moro em primeira instância, de quinze anos e quatro meses.

Presidente do PR, ex-ministro da petista Dilma, já está preso em Brasília, ele se entregou à Polícia Federal


Após quatro dias foragido, o ex-ministro dos Transportes e presidente do Partido da República (PR) Antonio Carlos Rodrigues se entregou nesta terça-feira à Polícia Federal em Brasília. Ele é o chefe nacional do partido do deputado federal gaúcho Giovani Cherini. Rodrigues era procurado desde o dia 24, quando a Justiça determinou sua prisão pelos crimes de corrupção, extorsão, participação em organização criminosa e falsidade ideológica. O presidente do PR é investigado na mesma ação que resultou na prisão dos ex-governadores do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e Rosinha, ambos do PR.

A prisão do ex-senador tem relação com o depoimento prestado pelo executivo açougueiro bucaneiro Ricardo Saud, da JBS, à Polícia Federal, no qual ele diz ter feito pagamentos ao PR em troca de apoio do partido à chapa da então presidente petista Dilma Rousseff, em 2014. Ou seja, ele se prestou a corrupção eleitoral. 

Segundo o executivo bucaneiro do grupo propineiro JBS, o contato era feito por meio do senador e o repasse para o partido, segundo Saud, chegou a 36 milhões de reais. O pagamento foi feito por meio de doação oficial fraudada, uso de notas frias e propina paga em espécie. Saud afirmou na delação que se encontrou com Antonio Carlos Rodrigues “não menos que dez vezes”. 

Candidato à presidência da Colômbia é detido por corrupção


Carlos Caicedo Omar, candidato à presidência da Colômbia, foi preso na manhã desta terça-feira como parte de uma investigação por irregularidades em licitações de obras ainda não terminadas na cidade de Santa Marta, da qual foi prefeito. Caicedo foi preso no aeroporto do município quando se preparava para viajar a Bogotá com o objetivo de entregar ao Registro Nacional do Estado Civil, entidade que se encarrega de todas as jornadas de votação, as duas milhões de assinaturas que aprovariam sua candidatura à presidência. 

Também foi detido por ordem do Ministério Público da Colômbia o atual prefeito da cidade, Rafael Alejandro Martínez, que estava suspenso do cargo desde 10 de novembro pela sua participação em políticas de favorecimento a Caicedo. As detenções estão relacionadas a investigações sobre os papéis desempenhados por Caicedo e Martínez nos contratos de construção de postos de saúde em Santa Marta e de pavimentação de estradas. Horas antes, Martínez tinha dito à emissora Radio Galeón, de Santa Marta, que a prisão de Caicedo fazia parte de um “show midiático a serviço de interesses políticos” e que as autoridades também iriam atrás dele, como efetivamente ocorreu.

Acaba a greve no antro de drogados e traficantes chamado Colégio Julio de Castilhos, em Porto Alegre


O Colégio Estadual Julio de Castilhos, de Porto Alegre, que um dia foi modelo da educação pública no Estado do Rio Grande do Sul, atualmente um antro e covil de drogados e traficantes, acabou hoje a greve dos professores que durou mais de dois meses, sustentada pelos famigerados militantes do PSOL, PT, PSTU, PCO e outras barbaridades similares. Por isso não se pode mais falar em educação pública no Rio Grande do Sul, Isso acabou já faz muito tempo.

Banco Central autoriza o governo gaúcho a vender as ações ordinárias do Banrisul a investidores estrangeiros

O governo do Rio Grande do Sul, do muito incompetente e inapetente José Ivo Sartori, do PMDB, gastou toda esta segunda-feira em Brasília em gestões para conseguir a autorização do Banco Central para a venda das ações ordinárias do Banrisul para investidores estrangeiros. E conseguiu. O governo de Michel Temer estendeu essa migalha a Sartori. Então o governador muito incompetente dos gaúchos corre contra o tempo para vender na maior pressa as ações ordinárias e receber o dinheiro. Colocando em caixa esses recursos, ele conseguirá pagar ainda em dezembro o 13ª salário do funcionalismo gaúcho. Ou seja, vai entregar quase metade do controle acionário do Banrisul pelo pagamento do 13º salário. Isso é uma jogada desesperada, para garantir as chances eleitorais de reeleição para o muito incompetente e inapetente peemedebista José Ivo Sartori no próximo ano. Ele passou três anos de seu governo sem avançar um único passo na solução dos problemas estruturais fiscais do Rio Grande do Sul. Não conseguirá alcançar acordo com a União para adesão ao Plano de Recuperação Fiscal dos Estados e Municípios, porque não cumpre as exigências da lei, e ainda assim tem pretensão de ficar mais quatro anos no comando político do Rio Grande do Sul. A aprovação obtida do Banco Central foi feita "ad referendum" do Conselho Monetário Nacional. O governo Sartori pretende comercializar 48,57% das ações ordinárias (com direito a voto) e 14,2% das ações preferenciais que ainda detém, as quais distribuem dividendos e eventuais bonificações. .

TRF-4 decide manter Eduardo Cunha na prisão de Curitiba

O TRF-4, Porto Alegre, decidiu nesta terça-feira denegar o pedido do ex-presidente da Câmara dos Deputados, o ex-deputado federal Eduardo Cunha, que queria ficar na cadeia em Brasília. o TRF 4 decidiu que fica valendo a decisão do juiz Sérgio Moro, que manteve Eduardo Cunha preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

TRF 4 decide manter o bloqueio da fortuna pessoal de Lula

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve, nesta terça-feira, o bloqueio de R$ 16 milhões do poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula, determinado pela 13ª Vara Federal de Curitiba, na sentença condenatória do caso do apartamento triplex. A 8ª Turma, por unanimidade, negou seguimento ao mandado de segurança impetrado pela defesa de Lula. Os desembargadores decidiram que o levantamento do bloqueio deve ser requerido em primeira instância