segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Lula convida militantes para missa de um ano da morte de Marisa Letícia


Cinco dias após a condenação do bandido corrupto e chefão da organização criminosa petista, Lula, pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), o Instituto Lula e o PT dispararam, nesta segunda-feira (29), convites para a missa de um ano da morte da ex-primeira-dama, a galega italiana Marisa Letícia. A missa ocorrerá às 19 horas do próximo sábado (3), na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo - mesmo lugar onde o corpo de Marisa foi velado há um ano. Marisa morreu em decorrência de um AVC (acidente vascular cerebral). Durante o velório, Lula fez um duro discurso, o que provocou polêmica nas redes sociais. Diante do caixão, Lula afirmou querer "que os facínoras que fizeram isso contra ela tenham um dia a humildade de pedir desculpas". Lula responsabilizou agentes da Lava Jato pela morte da ex-primeira-dama. Agora a missa deverá de novo funcionar como comício petista e de Lula. Se fosse viva, quase certamente ela estaria condenada junto com o bandido corrupto Lula. 

Justiça de Portugal ordena extradição de acusado na Lava Jato Brasil


A Justiça de Portugal ordenou a extradição para o Brasil de Raul Schmidt, acusado de operar o pagamento de propinas a ex-diretores da Petrobras e preso em março de 2016. Schmidt, que tem nacionalidade portuguesa, foi acusado pela Lava Jato de intermediar US$ 31 milhões em propina. A AGU havia conseguido em setembro decisão do Supremo Tribunal de Justiça português favorável à extradição. Na época, Schmidt entrou com recurso, agora rejeitado pelo Judiciário luso.

Juiz Sérgio Moro manda leiloar quatro imóveis do bandido petista mensaleiro e petroleiro José Dirceu


O juiz federal Sergio Moro mandou que sejam levados a leilão quatro imóveis do bandido petista mensaleiro e petroleiro, ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, já confiscados na Operação Lava Jato. Serão leiloados a sede da JD Assessoria, empresa de consultoria do ex-ministro, em São Paulo; um imóvel em nome de uma das filhas do bandido petista mensaleiro José Dirceu, também na capital paulista; uma chácara que, conforme Moro, está “em nome da TGS Consultoria, mas de propriedade de fato de José Dirceu”, em Vinhedo (SP), e uma casa em Passa Quatro (MG), cidade onde morava a mãe do petista. 

A defesa do ex-ministro informou ao magistrado que dois dos imóveis têm dívidas de IPTU e condomínio em atraso. A sede da JD Assessoria teve parte financiada no Banco do Brasil, que relatou ao juiz federal, no ano passado, que o ex-ministro estava inadimplente com as parcelas. Sergio Moro manteve a alienação judicial deste imóvel e determinou que “a parte do valor confiscada remanescerá em Juízo e o remanescente será liberado à instituição financeira”. 

A defesa do bandido petista mensaleiro e petroleiro José Dirceu informou a Sérgio Moro, em novembro do ano passado, que o imóvel de Passa Quatro está avaliado em 2,5 milhões de reais e que as dívidas estavam “longe de comprometer os imóveis”. Os advogados relataram que o petista usaria a aposentadoria da Câmara – de 10.000 reais – para quitar as obrigações “o quanto antes”. 

Ao mandar alienar os bens, o juiz federal apontou que “nenhum dos imóveis é utilizado atualmente como moradia” pelo bandido José Dirceu. Segundo o Sergio Moro, “há inequívoco risco de esvaziamento do confisco”.  “O condenado (José Dirceu) mostrou que não tem condições ou não quer permanecer com os imóveis, já que não está pagando as parcelas do financiamento ou o IPTU ou o condomínio. Não se pode admitir o esvaziamento do confisco, meio para recuperação do produto de crime de corrupção, pela omissão do condenado”, ressaltou o juiz na decisão da última quinta-feira. 

O petista foi preso em agosto de 2015 na Operação Pixuleco, 17ª fase da Lava Jato, e ganhou liberdade em maio do ano passado, por decisão do Supremo Tribunal Federal José Dirceu foi condenado por Moro em duas ações penais a 32 anos e 1 mês de prisão – 20 anos e 10 meses em um processo e 11 anos e 3 meses em outro. Em setembro do ano passado, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou a primeira ação que condenou José Dirceu e aumentou a pena de 20 anos e 10 meses para 30 anos, 9 meses e 10 dias por corrupção passiva, pertinência a organização criminosa e lavagem de dinheiro. Após a decisão da segunda instância, o ex-ministro entrou com embargos de declaração no TRF4. O recurso foi negado em novembro. A Corte está analisando embargos infringentes do petista. 

Em nota, o criminalista Roberto Podval, que defende o bandido petista mensaleiro e petroleiro José Dirceu, afirmou: “A antecipação da alienação faz parte da nova cultura de parte da magistratura que tem optado por não aguardar o trânsito em julgado para o cumprimento da pena. A pergunta que fica é: e se José Dirceu for absolvido pelos tribunais superiores, quem será o responsável por esses atos?”. Roberto Podval, amigo do peito do ministro Toffoli Dias (foi um dos seus convidados para a festança boca livre do casamento em hotel sofisticado na ilha italiana de Capri), parece ser muito ingênuo ao acreditar que as sentenças contra José Dirceu possam ser cassadas e ele absolvido. 

NÃO FUI CONVIDADO, NÃO É NOVIDADE



Na noite deste domingo o muito incompetente governador do Rio Grande do Sul, o peemedebista José Ivo Sartori, convidou um lote grande de jornalistas gaúchos para um jantar no salão de banquetes do Palácio Piratini. Motivo de tão inusitado jantar, em um domingo à noite: Sartori fez um esforço final para convencer os jornalistas, com a tarefa de convencer os gaúchos, sobre a necessidade de aprovação dos projetos de privatizações que serão votados nestas segunda e terça-feiras na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. 

Lá estavam jornalistas petistas escrachadíssimos, que têm seus programas de rádio patrocinados por sindicatos e associações de corporações estatais totalmente contrárias aos projetos. Faça como no jogo "Onde está Walli", descubra os petistas no meio do alegre grupo reunido na Ala Residencial do Palácio Piratini. 

Para variar, como acontece desde o início do governo, o editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, não foi convidado para este evento. Não há nada a lastimar. Nem mesmo o fato de que foram sonegadas a Vitor Vieira as informações do governo acerca dos quatro projetos enviados à Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul em regime de urgência. Os leitores e amigos de Videversus, que não são poucos (neste mês o blog deverá atingir um milhão de leitores, com picos diários de até 140 mil acessos), não precisam da comida do Palácio Piratini para receber boa informação do jornalista Vitor Vieira. 


Em todo o Rio Grande do Sul, o site Videversus, editado por Vitor Vieira, foi o único a afirmar, enfaticamente, que não haveria assinatura de acordo para fechamento de contrato entre o Estado e a Secretaria do Tesouro Nacional, para a recuperação fiscal do Rio Grande do Sul. O jornalista Vitor Vieira sabia o que dizia. Em primeiro lugar porque, ao contrário da quase totalidade de seus colegas, deu-se ao trabalho de ler a lei federal que instituiu o regime de recuperação fiscal de Estados e municípios. Assim sendo, conhecia as exigências da lei.

Portanto, o governo do muito incompetente José Ivo Sartori podia enganar à vontade os jornalistas que ele mantém cabresteados, à custa de publicidade e outras benesses, e esperar que os gaúchos em sua totalidade viessem a também sofrer enganação na sequência.

Menos por conta da atuação de Videversus. Em segundo lugar, o editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, deu-se ao trabalho de ler, na íntegra, a proposta encaminhada pelo governo gaúcho ao governo federal. É um trabalhado de mais de 120 páginas. E é de lastimar, é uma vergonha, absolutamente escandaloso que um governo tenha produzido semelhante porcaria, falando em nome dos gaúchos, e que com essa porcaria pretendesse alcançar um acordo com o governo federal. 


Mesmo com toda a suposta boa vontade do presidente Michel Temer e de seu chefe da Casa Civil, Eliseu "Fodão" Padilha, não houve acordo. Os técnicos da Secretaria do Tesouro Nacional se impuseram e se rebelaram, não aprovariam nada que contrariasse a lei.

O governo Temer precisou se dobrar a essa posição. O editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, deve ter sido o único que leu na íntegra as 16 páginas do parecer da Secretaria do Tesouro Nacional. Aliás, um parecer devastador sobre a porca proposta elaborada pelo governo gaúcho. 

E não restou ao muito incompetente e inapetente José Ivo Sartori nada além de tentar esta cartada desesperada e quase inútil de recorrer à Assembléia Legislativa. As chances de uma derrota são enormes. A grande possíbilidade é de não passar o pacote do incompetente Sartori. 

Então ele estará livre para continuar com suas jogadas políticas. Entre elas aí se inclue a possibilidade de renunciar ao governo em 7 de abril, passando o comando do Estado ao vice-governador, José Paulo Cairolli (PSD), e preparando sua candidatura ao Senado Federal. 

Nesse caso, o PMDB apresentará a candidatura de Cezar Schirmer ao governo do Estado. Aliás, ninguém da imprensa gaúcha informa aos gaúchos sobre isso, mas o PMDB já trabalha o chamado Plano B (esse, com Schirmer) há bastante tempo. Ao final da tarde desta terça-feira já teremos as respostas.

O "Dia D" do muito incompetente peemedebista José Ivo Sartori, inapetente governador do Rio Grande do Sul


Às 14 horas desta segunda-feira abre o curto período de dois dias de convocação extraordinária da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. Na pauta os projetos de lei do Executivo, enviados pelo muito incompetente e inapetente governador peemedebista José Ivo Sartori, cuja aprovação permitiria ao governo estadual assinar contrato com o governo federal para adesão ao Plano de Recuperação Fiscal, aprovado na metade do ano passado pelo Congresso Nacional. Essa lei federal coloca a exigência de os Estados entregarem garantias na forma de estatais para privatização. Sartori propõe privatizar a Sulgas, CRM (Companhia Riograndense de Mineração) e CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica). Tem matéria constitucional a ser aprovada, portanto exige dois terços dos votos para isso. A avaliação do editor de Videversus, jornalista Vitor Vieira, é que o pacote não passará. Não passando, não haverá assinatura de acordo com a União. Não havendo acordo irá se instalar o caos administrativo no Rio Grande do Sul, neste ano de 2018. com a paralisação dos serviços públicos estaduais. 

O incompetente José Ivo Sartori, com mais de 40 anos de vida política, sabe perfeitamente bem disso. Os deputados não querem salvar o governo dele justo no começo do último ano de seu mandato. Preferem deixar uma saída, se for mesmo necessária (e será, porque outras soluções exigem muito coragem política, e não existe político e partido com essa coragem no Rio Grande do Sul), para o próximo mandatário. Sartori mandou os projetos à votação porque precisa definir o seu futuro e o do PMDB no Estado. O partido virou "leproso", ninguém quer conversa com ele, caminha para se tornar um grande desastre eleitoral. Sem a aprovação da Assembléia e sem o contrato de Recuperação Fiscal com a União, Sartori não terá base alguma para tentar uma reeleição. Portanto, as votações destas segunda e terça-feiras dirão se ele é candidato ou não à reeleição. A aposta de Videversus é que ele não será. Com a derrota dos projetos, deverá renunciar ao governo em 7 de abril, para concorrer ao Senado Federal. Os gaúchos deverão eleger dois senadores este ano. Só um dos atuais detentores de mandato tem reeleição praticamente garantida, a senadora Ana Amélia Lemos. O senador petista Paulo Paim muito provavelmente será varrido das urnas, como já foi o seu partido, a organização criminosa petista. Portanto, há uma vaga que poderia vir a ser ocupada por Sartori, Ele sempre gostou de um mandato, passou a vida adulta inteira na política, com mandatos, não saberia o que fazer sem um mandato. E quer acabar a sua vida na tranquilidade de oito anos no Senado Federal. 

Os projetos que irão à votação são os seguintes: 

PEC 266 2017, que altera a redação do § 4º do art. 22; revoga o § 3º e acrescenta o § 5º ao art. 163 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, com o objetivo de retirar a exigência de plebiscito para federalizar ou privatizar a Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás)

PEC 267 2017, que altera a redação do § 4º do art. 22 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, com o objetivo de retirar a exigência de plebiscito para federalizar ou privatizar a Companhia Rio-Grandense de Mineração (CRM);

PEC 268 2017, que altera a redação do § 4º e revoga o § 6º do art. 22; altera a redação § 2º do art. 163 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, com o objetivo de retirar a exigência de plebiscito para federalizar ou privatizar a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE);

PLC 249 2017, que dispõe sobre o Regime de Recuperação Fiscal do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (Prazo Fatal: 21/12/2017) 

Logo depois que assumiu, o governo do muito incompetente José Ivo Sartori reduziu de 29 para 17 o número de secretarias, anunciando também o fim de seis das suas Fundações. Foi tudo perfumaria, iniciativas sem grande impacto. Uma coisa importante foi feita por seu governo, a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. Mesmo isso é duvidoso, porque já existia a lei federal. Para que então uma lei estadual com o mesmo teor? O enxugamento da travada e velha, gorda máquina pública estadual, passou até mesmo pela criação dos regimes próprios de previdência social, inclusive previdência complementar. E isso aconteceu apesar dos esperneios das corporações estatais, estratificadas, tremendamente conservadoras, que não querem mudança do status quo de nenhum jeito. 

O incompetente José Ivo Sartori gastou tempo inutilmente, o que é uma característica dele e de toda a troupe que cerca o time de Pedro Simon, sem recorrer à solução política única possível para resolver o problema das contas públicas do Rio Grande do Sul. Essa única solução seria a consulta direta à fonte do poder, o eleitor. Ele deixou para fazer isso na undécima hora, de maneira combinada com os votos de oposição. Estes se opuseram à convocação de plebiscito e ficou por isso mesmo. Sartori comandou um governo inerte, sem vontade política, sem iniciativa, sem capacidade de projetar nada, sem qualquer plano estratégico de longa visão e duração para o Estado do Rio Grande do Sul, que seja capaz de ultrapassar a visão estreita do corporativismo. O resultado é esse final melancólico que se pode quase antever no amanhecer desta segunda-feira. 

Nem o próprio partido do muito incompetente José Ivo Sartori acredita nas chances de votação positiva deste pacote em convocação extraordinária, tanto que, dentro do PMDB seguem aceleradas as tratativas para consolidação do chamado Plano B, que é a candidatura ao governo do Estado de Cezar Schirmer, atual secretário de Segurança Pública. Sartori fez a convocação extraordinária para destravar este caminho.