domingo, 4 de março de 2018

Ativista negro publica texto ultra-racista, antissemita, no site petista Brasil 247, chamando todos os judeus de "filhos da puta"


O ativista negro Lelê Teles, que se apresenta no seu perfil no Facebook como jornalista, publicitário e roteirista, e sócio na empresa Rupestre Filmes, publicou no site petista Brasil 247 um texto ultra-racista, antissemita explícito, chamando todos os judeus de "filhos da puta", sem exceção, e com frontais ataques à religião judáica. O ativista diz que estudou na UnB e frequentou mestrado. Nas fotos que publica no seu perfil no Facebook ele deixa claro que é adepto de religião africana. Como negro ativista, Lelê Teles deve ter clara consciência do que é racismo. E como um ser religioso, ele também deve saber que todos devem respeito à fé dos outros, o que é mais do que uma obrigação, é um dever constitucional. Com o texto que publicou no site petista Brasil 247 ele cometeu um série de crimes. E não é preciso sequer ter cursado um semestre de curso de Direito para se chegar a essa conclusão.

Leia a íntegra do texto publicado no site petista Brasil 247 pelo ativista negro e petista Lelê Teles: 

Quem é judeu?
2 de Março de 2018
Bibi Netanyahu, corrupto e genocida, está vindo aí. Só o diabo sabe o que ele vem fazer por essas paragens. Antes que Jean Wyllys diga mais uma bobagem em favor do sionismo, vos digo em verdade. A lei judaica afirma que judeu é todo aquele nascido de mãe judia, ou que tenha se convertido seguindo certos princípios e tal.... Na bíblia, os judeus são aqueles que matam, que invadem as terras alheias e que trepam com diversas mulheres, embora apedrejem as mulheres que trepem com diversos homens. Atentai bem! Jacó, judeu legítimo, é aquele que deu porrada em um anjo. Imagina você um camarada espancando um anjo do senhor! Esse é o nosso Jacó. Esse mesmo Jacó é aquele malandro que mentiu para o próprio pai por pura ganância e por inveja, porque o pai preferia o irmão, Esaú. Grande filho da puta esse Jacó. Na minha quebrada ele não durava um dia. Mas acabou que deu ruim pra ele. José, o seu filho predileto, foi vendido como escravo pelos próprios irmãos. Ele enganou o pai e foi enganado pelos filhos. E ainda foi trapaceado pelo tio, Labão, que o obrigou a trabalhar pra ele por duas décadas. Nesse período, entre uma enxadada e outra, o taradinho comia as duas filhas do tio e ainda as duas servas delas, fazendo filhos como coelho. É desse sujeito que descendem as 12 tribos de Israel, encabeçadas pelos seus doze filhos, um mais filho da puta que o outro. Pelas barbas de Bin Laden, dirás. mas digo mais. Para você não sair por aí tão BBB quanto o Jean Wyllys, falando do que não sabe, ouça o nosso velho e bom Bourdoukan. Abraão não era judeu. Moisés não era judeu. Davi não era judeu. Salomão não era judeu. Sobrou Israel que era judeu e na acepção da palavra significa inimigo de Deus. Como é que ficamos?

Mas vamos aos fatos para que não pairem dúvidas. Abraão não era judeu porque ele é anterior ao judaísmo. Historicamente, Abraão era iraquiano da cidade de Ur. Moisés era egípcio no nome e pelo nascimento e não se sabe quem foi sua mãe. Davi não era judeu porque os judeus só reconhecem quem é judeu pelo lado materno. E a mãe de Davi era moabita. Salomão, filho de Davi, era neto de Ruth, a moabita. E por falar em descendência, Jesus, o Messias, é descendente, de acordo com a Bíblia, de Davi, o neto da moabita. Jesus era palestino de nascimento. Sobrou Israel. Israel era judeu e arrogante. O nome verdadeiro de Israel é Jacó e recebeu o nome de Israel porque ofendeu e lutou contra o anjo do Senhor. Isso também está na Bíblia. E quem agride um anjo não se torna seu amigo, mas inimigo. Portanto, tecnicamente Israel significa inimigo de Deus. Talvez agora consiga-se entender porque os governantes de Israel são tão arrogantes e cruéis. Palavras sapienciais". 

Não é de estranhar que o site petista Brasil 247 acolha publicações dessa ordem. A esquerda é antissemita por essência, desde que surgiu o conceito de esquerda. Para a esquerda, é essencial liquidar com a religião. E o principal inimigo é o judaísmo, fonte, origem, da civilização ocidental judaico-cristã. É necessário liquidar com essa "ordem civilizacional" para impor a "ordem materialista". A esquerda brasileira foi bastante longe no seu intento de liquidar com a civilização no ocidente e no Brasil. Os incontáveis crimes cometidos nos escândalos do Mensalão e da Lava Jato comprova isso à saciedade. Mas, até hoje a esquerda comuno-petista não tinha ousada transpor o limite do racismo explícito, do antissemitismo militante, como agora foi feito pelo site petista Brasil 247 e por seu blogueiro, Lelê Teles. Este é o tipo de situação que não pode ficar sem uma atuação vigorosa da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

Africa do Sul dominada por partido comunista aprova expropriação de todas as terras dos brancos, vai virar uma ex-Rodésia em pouco tempo


A África do Sul, dominada pelo comunista CNA (de Nelson Mandela) deu um passo na terça-feira para implantação do regime socializante, com a aprovação de lei permitindo a expropriação de terras fazendeiros brancos. Sob o governo do presidente Cyril Ramaphosa, o Parlamento apoiou uma moção que pede uma emenda na Constituição para permitir a tomada dessas terras sem oferecer compensação. A medida foi proposta pelo partido de ultraesquerda Combatentes da Liberdade Econômica (EFF) e apoiada pelo governista comunista Congresso Nacional Africano (CNA) — partido do ex-presidente Nelson Mandela e que passou por fortes turbulências internas e casos de corrupção que derrubaram em meados deste mês o antecessor de Ramaphosa, Jacob Zuma. De maneira mais reservada, o CNA advogava pela proposta há tempos. 

Como o CNA, que tem a maioria no Parlamento, apoiou a medida, a moção foi aprovada por 241 votos contra 83. Com a decisão, o Parlamento formará uma comissão para revisar a Constituição até agosto e determinar se a proposta não a fere. Depois, serão necessários dois terços dos congressistas votando a favor para que a medida passe em definitivo. "Devemos garantir a restauração da dignidade de nosso povo sem compensar os criminosos que roubaram nossas terras", declarou o líder do EFF, Julius Malema, ex-líder da juventude do CNA. Vão destruir o país rapidamente. 

A Lei de Terras Nativas aprovada em 1913 deu direito de posse de 90% das terras aos brancos, que constituíam à época menos de um terço da população. Não está claro qual a exata dimensão da proposta de redistribuição, apesar de o CNA já ter afirmado que terras "improdutivas" ou que foram "tomadas ilegalmente' de antigos donos negros seriam os principais alvos. Ramaphosa afirmou que qualquer expropriação só poderá ser feita de modo a garantir o aumento da produção agrícola e na segurança alimentar. Isso é uma piada, porque a desestruturação da base de produção terá impacto inescapável na produção rural. Em sua posse no cargo, Ramaphosa — que vem fazendo uma reforma ministerial e completará o mandato de Zuma, que termina em 2019 — prometeu a entrega de terras à população negra mais pobre, que considerou que se beneficiaria de investimentos e oportunidades com a reforma agrária.

A oposição, liderada pela Aliança Democrática (AD), criticou a medida, argumentando que mudanças constitucionais minam direitos de propriedade e afastarão potenciais investidores. Representante da oposição em assuntos de desenvolvimento rural e reforma agrária, a deputada Thandeka Mbabama criticou a falta de soluções do CNA para o tema em seus 24 anos de governo. "É chocante que, no ritmo atual, serão necessários 35 anos para finalizar pedidos de restituição de terras feitos antes de 1998". Segundo a oposição, as iniciativas de reforma agrária implementadas até agora pelo governo do CNA têm sido ineficazes, deixando propriedades improdutivas.

Morre uma grande e muito bela dama do teatro e do cinema brasileiros, Tonia Carrero


A atriz Tônia Carrero morreu por volta das 22h15 deste sábado (3), aos 95 anos, informação foi confirmada pela família da atriz. Tônia Carrero, cujo nome de nascimento é Maria Antonietta Portocarrero Thedim, passava por cirurgia em uma clínica particular na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, quando teve uma parada cardíaca e não resistiu. O velório será neste domingo (4) e ela será cremada na segunda-feira (5), afirmou a neta da atriz, Luiza Thiré. Uma das atrizes mais consagradas do Brasil, Tônia é conhecida por inúmeros papéis marcantes - como Stella Fraga Simpson, em “Água Viva” (1980), e a Rebeca, de "Sassaricando" - e integrou o elenco de 54 peças, 19 filmes e 15 novelas. Sua última novela foi “Senhora do Destino” (2004), de Aguinaldo Silva, na qual fez uma participação especial. No cinema, sua última aparição foi em “Chega de Saudade” (2008). Grande homenageada do Prêmio Shell de 2008, Tonia atuou no teatro pela última vez em 2007, em 'Um Barco Para o Sonho', de Alexei Arbuzov, peça produzida pelo seu único filho, Cécil Thiré, e dirigida pelo neto, Carlos Thiré.

Tônia começou na televisão na década de 60, a convite do autor Vicente Sesso, para fazer “Sangue do Meu Sangue” ao lado de Fernanda Montenegro e Francisco Cuoco. A novela do diretor Sérgio Britto foi exibida em 1969 pela TV Excelsior. 


Filha de Hermenegildo Portocarrero e Zilda de Farias Portocarrero, Maria Antonieta Portocarrero Thedim nasceu em 23 de agosto de 1922, em uma família de militares. Tônia se formou em educação física em 1941. Sua formação artística foi obtida em cursos em Paris, para onde foi com seu então marido, Carlos Arthur Thiré. Lá, teve aula com grandes atores, dentre eles Jean-Louis Barrault. Em seu retorno ao Brasil, aos 25 anos, estrelou seu primeiro filme, “Querida Suzana”, de Alberto Pieralise. Dois anos depois, em 1949, subiu aos palcos pela primeira vez em “Um Deus Dormiu Lá em Casa”, ao lado de Paulo Autran. A produção foi realizada pelo antológico Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), em São Paulo, sob direção artística de Adolfo Celi – segundo marido de Tônia. Nos anos seguintes, estrelou inúmeras peças do TBC, como “Amanhã, se Não Chover” (1950), de Henrique Pongetti; e “Uma Mulher do Outro Mundo” (1954), de Noel Coward; “Otelo” (1956), de Shakespeare; “Entre Quatro Paredes” (1956), de Jean-Paul Sartre; e “Seis Personagens à Procura de um Autor” (1960), de Luigi Pirandello.

Sua beleza chamava a atenção de diversos diretores de cinema. Assim, a convite do empresário Franco Zampari, ela integrou a Cia Cinematográfica Vera Cruz, da qual tornou-se um dos rostos mais conhecidos.  Foi protagonista de “Apassionata” (1952), de Fernando de Barros; “Tico-tico no Fubá” (1952), de Adolfo Celi; e “É Proibido Beijar” (1954), de Ugo Lombardi. Em 1967, ela se despede da imagem sofisticada e mergulha no universo de Plínio Marcos em “A Navalha na Carne”. Ao lado de Emiliano Queiroz e Nelson Xavier, e sob a direção de Fauzi Arap, vive a prostituta Neuza Suely. A montagem incomodou a ditadura militar, se tornou um dos espetáculos mais aplaudidos da temporada e foi um divisor de águas na sua carreira.

Um de seus personagens mais marcantes da atriz foi a sofisticada e encantadora Stella Fraga Simpson, em “Água Viva” (1980), de Gilberto Braga. Tônia viria a trabalhar novamente com o autor em 1983, na novela “Louco Amor”, dessa vez interpretando Mouriel. Em 1978, integrou o elenco de “Quem Tem Medo de Virgínia Wolf”, de Edward Albee, com direção de Antunes Filho. Em 1984, subiu aos palcos para encenar o espetáculo “A Divina Sarah”, de John Murrell, com direção de João Bethencourt. Três anos depois, viveu mais um personagem marcante na TV: Rebeca, de “Sassaricando”. Em 2000, também na Rede Globo, interpretou Mimi Melody em “Esplendor”, de Ana Maria Moretzsohn. Sua última novela foi “Senhora do Destino” (2004), de Aguinaldo Silva, na qual fez uma participação especial.

No cinema, sua última aparição foi em “Chega de Saudade”, de 2008. Grande homenageada do Prêmio Shell de 2008, Tonia atuou no teatro pela última vez no ano anterior, em 'Um Barco Para o Sonho', de Alexei Arbuzov, peça produzida pelo seu único filho, Cécil Thiré, e dirigida pelo neto, Carlos Thiré.

Morreu nesta noite de sábado o empresário caxiense Raul Randon, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo



O empresário Raul Randon, de 88 anos, morreu na noite deste sábado, dia 3, em São Paulo. Ele estava internado desde dezembro no hospital Albert Einstein. A notícia foi confirmada pela família por volta das 21h00min. O empresário teria morrido por complicações pós cirúrgicas. Raul Randon era filho de Abramo e Elisabetha Randon, que lhe deram os irmãos Hercílio, Isolda, Zilá e Beatriz. Abramo nasceu em Conceição da Linha Feijó, na zona rural da antiga colônia italiana de Caxias do Sul, aprendeu o ofício de ferreiro de Carlin Fabris, e com 23 anos de idade mudou-se para Rio Bonito, hoje Tangará, onde abriu uma oficina de ferramentas e uma ferraria. Ali nasceu Raul, que recebeu educação primária em Encantado e a partir dos 14 anos ajudou o pai. Em 1949, já morando em Caxias do Sul com a família, iniciou uma oficina de reforma de motores com o irmão Hercílio, que tinha conhecimento técnico, logo depois passando a trabalhar com máquinas tipográficas em parceria com Ítalo Rossi. Porém, em 1951 a empresa incendiou. Os sócios conseguiram continuar seu trabalho precariamente nas oficinas das fábricas de Matteo Gianella e Evaristo de Antoni. Através de Cláudio Corso foram apresentados a Antonio Primo Fontebasso, que deu a ideia de fabricar freios a ar para reboques, e para isso foi constituída uma nova sociedade, com a razão social de Mecânica Randon Ltda. Um ano depois, Fontebasso adoeceu e se retirou. Os irmãos Randon continuaram a empresa, ampliando-a significativamente na década de 1960. Nesta época foi criada a Fundação Assistencial Abramo Randon para fomentar o bem-estar dos funcionários.

A Mecânica Randon passou a atuar num mercado crescente na região por haver grande tráfego de caminhões, sendo a maioria das estradas ruins e de terra batida e a cidade cercada por serras, os caminhões precisavam de manutenção, especialmente em relação aos freios. Nesse ambiente propício, a firma expandiu suas instalações, ingressando no ramo de adaptação de chassi de caminhão para uso em ônibus. Em seguida iniciou a fabricação dos primeiros semi-reboques a partir de projetos criados na própria fábrica por Hercílio Randon e logo atingiu a produção de um semi-reboque por dia. Começara então a divisão entre as atividades dos irmãos Randon, Hercílio se dedicava a parte técnica e Raul Anselmo à administração. Ocorreram também outras mudanças, com a melhora das estradas e caminhões mais potentes, o segmento de semi-reboques passou a ser muito atraente para a empresa, como também, a conversão de caminhões 4 X 2 em 6 X 2 através da instalação do terceiro eixo”.