sexta-feira, 16 de março de 2018

Tiroteio nas favelas do complexo do Alemão resulta na morte de duas pessoas, uma delas uma criança de dois anos



Duas pessoas foram mortas agora à noite em uma tiroteio no conjunto de favelas do Alemão, no Rio de Janeiro. Quatro bandidos armados com fuzis dentro de um Jeep branco, trocaram tiros com policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha. A viatura ficou com diversas marcas dos disparos. Entre os dois suspeitos presos está um criminoso conhecido como "Carão", apontado pela Polícia Militar como assaltante de caixas eletrônicos. Por volta das 21h27, a Avenida Itaóca estava fechada. O Rio de Janeiro tem ainda essa invenção maluca das UPPs, criada pelo ex-secretário Beltrame, uma figura da República de Santa Maria, sob as bençãos do petista Tarso Genro, poeta de mão cheia e tenente artilheiro. O grande mérito inicial das UPPS foi dar proteção aos traficantes, que não precisavam gastar com armas e bandidos armados para garantir seus negócios do tráfico. Rapidamente os traficantes se deram conta que não precisavam dos policiais nas favelas e começaram os ataques. Hoje isso virou um inferno. A medíocre, incompetente e criminosa política petista de pacificação do morros, encampada pelo muito criminoso ladrão peemedebista Sérgio Cabral, não prendeu os traficantes, só deu proteção ao tráfico. Só podia dar em porcaria, como deu agora. Nenhum artista ou jornalista drogado do Rio de Janeiro se manifestou até agora sobre os mortos desta noite no Alemão. Nenhum ministro do Supremo emitiu nota mostrando-se sensibilizado. O bebê morto (no carrinho na foto) entra para as estatísticas dos 61 mil mortos brasileiros por ano, o Brasil deixa a Síria para trás 300 vezes. 

Lewandowski manda para decisão do plenário do Supremo ação que pede anulação da intervenção federal no Rio de Janeiro

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que seja analisada pelo plenário da Corte a ação do partido comunista PSOL que pede anulação do decreto presidencial de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Ainda não há data para o julgamento. O partido argumenta que a intervenção tem caráter eleitoral e é uma medida desproporcional e inadequada, além de a Constituição não prever uma intervenção parcial.  O decreto de intervenção no Rio de Janeiro foi assinado no mês passado pelo presidente Michel Temer e, desde então, a área de segurança pública está sob o comando do interventor, Walter Souza Braga Neto, general do Exército, do Comando Militar do Leste. 

Na ação, o PSOL pede a concessão de uma medida cautelar (em caráter liminar, provisório) para suspender imediatamente os efeitos do decreto. O partido reitera que considera que a intervenção não é a solução para a segurança pública no Rio de Janeiro. No documento, a legenda lista uma série de medidas que, avalia, poderiam ser tomadas “com a manutenção da autoridade e autonomia do Estado, sem a força desnecessária, ineficaz e desproporcional do decreto”. O PSOL questiona ainda a convocação às pressas e sem a formação completa dos Conselhos da República e de Defesa Nacional, órgãos consultivos da Presidência da República, depois que a decisão do presidente Michel Temer sobre a intervenção já tinha sido tomada. 

Munição usada para matar comunista Marielle Franco é de lotes vendidos para a Polícia Federal

A munição utilizada pelos criminosos que mataram a vereadora comunista Marielle Franco (PSOL) com tiros de uma pistola calibre 9mm na quarta-feira (14) é de lotes vendidos para a Polícia Federal de Brasília em 2006. A Polícia Civil já descobriu que a munição é original - quer dizer, não foi recarregada. Isso porque a espoleta, que provoca o disparo da bala, é original. As informações foram obtidas com exclusividade pelo RJTV 1ª edição nesta sexta-feira (16). Segundo a investigação, os lotes de munição UZZ-18 foram vendidos à PF de Brasília pela empresa CBC no dia 29 de dezembro de 2006, com as notas fiscais número 220-821 e 220-822. 

Os agentes chegaram a essas conclusões após a conclusão da perícia. Agora, as polícias Civil e Federal vão iniciar um trabalho conjunto de rastreamento. A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a origem das munições e as circunstâncias envolvendo as cápsulas encontradas no local do crime. O carro modelo Cobalt, com placa de Nova Iguaçu, que foi usado pelos assassinos para matar a vereadora Marielle, era clonado. Segundo a polícia, o veículo original foi localizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, mas os agentes continuam fazendo buscas para encontrar o carro clonado. 


Pouco antes de morrer, a vereadora mediou o debate "Jovens Negras Movendo Estruturas", organizado pelo partido dela na Casa das Pretas, no Centro do Rio de Janeiro, que durou cerca de 2 horas. Segundo os investigadores, um carro com placa de Nova Iguaçu já estava parado na porta da Casa das Pretas, na Lapa, quando a vereadora chegou e estacionou. Neste momento, um homem saiu do carro e falou ao celular. Cerca de duas horas depois, Marielle Franco foi embora no carro com uma assessora e o motorista. O veículo que estava estacionado no local também saiu, piscou o farol e seguiu o carro de Marielle Franco. De acordo com a investigação, no meio do caminho, um segundo veículo entrou na perseguição. As imagens não foram divulgadas pela polícia. Em uma nova perícia feita no fim da tarde desta quinta-feira (15), ficou constatado que 13 disparos atingiram o veículo em que Marielle estava: nove na lataria e quatro no vidro. 


Durante toda a quinta-feira, a polícia coletou informações no local do crime e com testemunhas, como uma assessora de Marielle Franco que também estava no carro e não foi atingida pelos tiros. Marielle Franco e Anderson foram mortos a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no Estácio, Centro do Rio de Janeiro, por volta das 21h30. A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios é execução, pois os criminosos fugiram sem levar nada. A Polícia Civil do Rio de Janeiro acredita que os assassinos seguiram o carro de Marielle Franco por cerca de 4 km, desde o momento em que ela saiu do evento até o local do crime. 

Segundo a investigação, Marielle Franco não tinha o hábito de andar no banco de trás do veículo, que tem filme escuro nos vidros. Na noite de quarta-feira, no entanto, ela estava no banco traseiro quando o crime ocorreu, o que seria mais um indício de que os assassinos estavam observando a vítima há algum tempo. Os disparos foram efetuados a cerca de dois metros do carro das vítimas, quando um outro automóvel, um Cobalt prata, emparelhou. A perícia constatou que os tiros entraram pela parte traseira do lado do carona, onde Marielle Franco estava sentada, e três disparos acabaram atingindo o motorista. De acordo com a Divisão de Homicídios, o atirador seria experiente e sabia o que estava fazendo. 


A comunista Marielle Franco não foi eleita pela favelas, foi eleita pela alta burguesia da zona sul do Rio de Janeiro


Um mapeamento feito pelo site O Antagonista sobre os votos que a comunista Marielle Franco obteve em 2016 revela que a vereadora do PSOL, executada há dois dias, não foi eleita pelas favelas. Cerca de 20 mil votos, quase metade dos 46 mil votos que elegeram a socióloga, saíram dos bairros nobres da Zona Sul carioca e da Barra da Tijuca, Zona Oeste. Enquanto na Rocinha ela teve apenas 22 votos, no Leblon foram 1.027. Marielle colheu mais 1.900 votos em Laranjeiras e outros 2.742 votos em Copacabana. Na também famosa Cidade de Deus, foram apenas 89 votos. Já na Freguesia, área de classe média alta de Jacarepaguá, a política do PSOL foi a escolha de 707 eleitores. Na Grande Tijuca, Marielle teve um ótimo desempenho: 6.500 votos. No Complexo da Maré, suposta base eleitoral da vereadora, foram apenas 50 votos. Se incluirmos Ramos e Bonsucesso, esse número sobe para 2.196 votos – resultado distante do obtido entre o eleitorado de melhor poder aquisitivo. 

Munição que matou Marielle é do mesmo lote usado em chacina na Grande São Paulo em 2015






As munições calibre 9 mm que mataram a vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes são do mesmo lote de parte das balas utilizadas na maior chacina do estado de São Paulo. Os assassinatos de 17 pessoas ocorreram em Barueri e Osasco, na Grande São Paulo, em 13 de agosto de 2015. Três policiais militares e um guarda-civil foram condenados pelas mortes. O lote em questão é o UZZ-18. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, esse lote foi vendido à Polícia Federal de Brasília pela empresa Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) no dia 29 de dezembro de 2006, com as notas fiscais número 220-821 e 220-822.  Em ofício de 2015 do processo da chacina de Osasco e Barueri, a empresa Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) indica para a Polícia Militar de São Paulo para onde foram vendidas as balas dos cinco lotes de munição usados na chacina. Parte dessa munição encontrada na cena da chacina de Osasco é do mesmo lote da usada no assassinato da comunista Marielle Franco, do PSOL. 

A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a origem das munições e as circunstâncias envolvendo as cápsulas encontradas no local onde Marielle Franco foi morta. A Polícia Federal quer saber como as munições saíram de Brasília e chegaram ao Rio de Janeiro. Além disso, a investigação deverá rastrear por onde passou a munição desde a chegada do lote em Brasília, em 2006, até a última quarta-feira. A Polícia Civil do Rio de Janeiro já descobriu que a munição é original - ou seja, não foi recarregada. Isso porque a espoleta, que provoca o disparo da bala, é original. Os agentes chegaram a essas conclusões após a perícia. Agora, as polícias Civil e Federal vão iniciar um trabalho conjunto de rastreamento. 

Munições desse lote também foram usadas na chacina de Osasco e Barueri, conforme mostra o documento acima. Durante a investigação do crime, a Polícia Técnico-Científica de São Paulo descobriu que todas as balas usadas pelos assassinos eram calibre 9 mm de cinco lotes diferentes da CBC: BIZ-91, AAY-68, BAY-18, BNT-84 e UZZ-18. O BIZ-91 foi adquirido pelo Exército; os AAY68 e BAY18, pela Polícia Militar de São Paulo; e os BNT84 e UZZ18, pela Polícia Federal. A polícia de São Paulo não conseguiu rastrear se essas balas foram desviadas ou roubadas de algum batalhão. Todos os acusados foram considerados culpados pelos crimes, em dois julgamentos. No primeiro júri, realizado em setembro de 2017, foram condenados o PM da Rota Fabrício Eleutério (255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão); o policial militar Thiago Henklain (247 anos, 7 meses e 10 dias); e o guarda-civil Sérgio Manhanhã (100 anos e 10 meses). No segundo julgamento, o PM Victor Cristilder Silva dos Santos foi condenado a 119 anos, 4 meses e 4 dias de prisão. Segundo a acusação, eles cometeram os assassinatos para vingar as mortes de um PM e de um GCM dias antes da chacina. (G1)

Suprema hipocrisia, Supremo reage à morte da comunista Marielle Franco, mas não faz nada quando morrem 61 mil brasileiros, ou 168 policiais no Rio de Janeiro

Em sessão na tarde desta quinta-feira (15), os ministros do Supremo Tribunal Federal reagiram ao assassinato da vereadora comunista pelo PSOL do Rio de Janeiro, Marielle Franco, de 38 anos, assinada (executada) a tiros na noite de quarta-feira (14). "Se há algo que é, no pior sentido, democrático, é o preconceito contra nós, mulheres, o que representa um grande sofrimento. Chegamos, sim, a alguns cargos, a ministra Rosa Weber, eu, a procuradora-geral, Raquel Dodge, mas nem por isso deixamos de sofrer discriminação. Que ninguém se engane sobre isso", disse a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, ao citar Marielle. "Tenho certeza que todas as indignidades, as injustiças, as iniquidades, os preconceitos fazem com que a gente tenha coragem para lutar mais, para que outras Marielles venham, para que a gente tenha outros momentos, e para que isso não precise sequer de ser aventado, que a Constituição brasileira possa ser lida por homens e mulheres com a igual certeza da eficácia dos direitos ali postos", completou.

É uma tremenda hipocrisia do Supremo render-se ao teatro armado pelo esquerdismo no Brasil com a morte da vereadora comunista Marielle Franco. Sua morte é inaceitável assim como a de outros 61 mil brasileiros que são assassinados por ano no País, a bala e facada, enquanto esse mesmo Supremo está mandando soltar dezenas de milhares de bandidos. Enquanto esse mesmo Supremo fabrica leis, com sua hermenêutica, para livrar a cara de bandidos, a começar pelo maior de todos, o bandido corrupto, lavador de dinheiro, chefe da organização criminosa petista, Lula. Esses 61 mil mortos assassinados por ano no Brasil não merecem e não recebem nenhum lamento da parte do Supremo, de seus ministros. Também não merecem nenhum lamento os 168 policiais assassinados no Rio de Janeiro pela bandidagem. Os brasileiros estão de olho e percebendo o gigantismo dessa hipocrisia. E quando esse gigante se levantar de seu sono perene, que tremam as autoridades.

O inefável ministro Luís Roberto Barroso, que é do Rio de Janeiro, criticou a situação do Estado ao falar sobre a morte da vereadora. "Não há palavras para reagir à altura ao assassinato da vereadora Marielle Franco. Aliás, tem faltado palavras para descrever o que está acontecendo no Rio de Janeiro neste exato momento, uma combinação medonha de desigualdade, corrupção e mediocridade. Um círculo vicioso difícil de se romper e que tem conduzido à extrema violência que nós estamos enfrentando", disse. Alexandre de Moraes afirmou que Marielle Franco foi "vítima da mais cruel e covarde forma de discriminação, que é a eliminação física". O ministro Gilmar Mendes solidarizou-se com a família da vereadora, e disse que a segurança pública também é um problema da Justiça. "Nós temos o quadro escabroso de prescrição de crime de júri", disse Gilmar: "Não podemos nos colocar como espectadores." O ministro Luiz Fux, que também é do Rio de Janeiro, estendeu sua solidariedade à família do motorista Anderson Pedro Gomes, de 39 anos, que foi assassinado junto com ela pelos criminosos. Mas, esse também já foi para a lista dos anônimos assassinados que não merecem lástima nem teatrinho das esquerdas. 

Única oferta concreta para Fibria era da Suzano, diz diretora do BNDES

O BNDES decidiu aceitar a oferta da Suzano para união da empresa com a Fibria, pois era a única proposta concreta na mesa de negociação, afirmou a diretora de mercado de capitais do banco de fomento, Eliane Lustosa, nesta sexta-feira (16). A fusão sela uma vitória da Suzano sobre a holandesa Paper Excellence, que chegou a fazer uma proposta para comprar a participação da BNDESPar na Fibria Celulose. A oferta formal avaliou a empresa brasileira em R$ 40 bilhões. "A proposta da Suzano era a única que a gente tinha de fato na mesa, que nós entendemos que tinha todos os elementos para concluir uma operação e é uma excelente operação para o BNDESPar e para a Fibria", disse Lustosa ao ser questionada por que o banco de fomento decidiu aceitar a oferta de valor menor que a feita pela holandesa Paper Excellence pela Fibria. "No caso da Suzano, tivemos toda a análise de crédito para a operação, bancos, commitment, negociamos acordo que traz regras de governança. A única operação que temos foi essa. A outra foi apenas uma manifestação de intenção", acrescentou. A diretora comentou ainda que o BNDESPar terá participação de 11% na empresa resultante da fusão entre Fibria e Suzano e não descartou possibilidade do banco de fomento decidir vender essa fatia no futuro.