terça-feira, 10 de abril de 2018

Fachada do Pateo do Collegio, marco zero de São Paulo, é pichada por comuno-petistas


A fachada do Pateo do Collegio, edifício que reproduz a escola jesuíta que é o marco zero da cidade de São Paulo, amanheceu pichada hoje (10). Foi escrito em letras vermelhas “olhai por nois”, coisa típica de comuno-petistas. Durante a noite, o local concentra uma grande quantidade de pessoas em situação de rua para dormir e também receber refeições de grupos que fazem caridade. Segundo o prefeito regional da Sé, Eduardo Odloak, a pichação foi feita durante a madrugada, por duas pessoas, exatamente à 1h24, conforme registrado pelas câmeras de segurança. Os pichadores levaram apenas um minuto e meio, de acordo com Odloak para concluir a intervenção, provavelmente com o uso de extintores ou um compressor. “Uma ação relâmpago”, enfatizou.

No final da manhã, a prefeitura levou um caminhão-pipa para lavar a calçada em frente ao edifício que também foi manchada pela tinta. “A parede provavelmente vai ter que ser lixada”, acrescentou o prefeito regional sobre as providências que terão de ser tomadas para recuperar a fachada. O diretor do Pateo do Collegio, padre Carlos Alberto Contieri, disse que o custo de recuperação da fachada ainda não foi estimado. “Os danos são grandes, vai precisar recuperar toda a fachada, em toda a sua extensão, de alto a baixo. Não é uma recuperação fácil, porque atingiu não só a tinta, mas os azulejos, os vidros e as esquadrias de madeira das janelas”, detalhou. O religioso ressaltou que esta é a primeira vez que a instituição é alvo desse tipo de ação. “É surpreendente para nós”, enfatizou. O complexo histórico do Pateo do Collegio pertence à Companhia de Jesus, ordem religiosa católica fundada em 1540 por Santo Inácio Loyola. Os jesuítas chegaram ao Brasil em 1549 com a missão de evangelizar os povos originários.

Ministro do STF diz que não há como desistir de liminar sobre 2ª instância



O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, disse hoje (10) não ser possível ao autor de uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC) desistir de um pedido de liminar no processo. Moraes se referiu ao desejo manifestado pelo presidente do Partido Ecológico Nacional (PEN), Adilson Barroso, de abrir mão de uma nova petição com a qual a legenda buscou garantir a liberdade de condenados em segunda instância, feita dentro de uma ADC aberta em 2016 pelo partido sobre o tema. Na última quinta-feira (5), horas depois de o STF negar um habeas corpus preventivo ao bandido corrupto, lavador de dinheiro, chefe da organização criminosa petista Lula, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay e que representava o PEN, entrou com um novo pedido de liminar em nome do partido, pedindo a garantia da liberdade de condenados em segundo grau que possam recorrer a instâncias superiores.

A lei que regulamenta a ADC prevê não ser possível, uma vez aberta, que o autor desista da ação. “Não pode desistir de ação, então não pode desistir de pedido”, afirmou Alexandre de Moraes sobre a nova liminar solicitada na semana passada pelo PEN. “Não cabe desistência, depois que ingressou, o Supremo que irá julgar”, reiterou o ministro. Adilson Barroso, presidente do PEN, disse que buscará desistir de “tudo que for possível” na ação. “Não quero mais essa compreensão de que estamos salvando o Lula, porque nós somos de direita conservadora, e isso não faria sentido”, declarou. 

A concessão de uma liminar na ADC poderia beneficiar o bandido corrupto Lula, preso desde sábado (7) na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sido condenado a 12 anos e um mês de prisão no caso do tríplex no Guarujá (SP), pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, segunda instância da Justiça Federal. Adilson Barroso afirmou que destituiu Kakay da representação do PEN e que os demais advogados do partido buscam formas de desistir da liminar. A medida cautelar na ADC já foi negada em 2016 por 6 a 5 no plenário do Supremo, mas Kakay argumenta no novo pedido que houve “alteração no quadro jurídico” a partir do julgamento do habeas corpus de Lula. Entre os argumentos está o de que o ministro Gilmar Mendes manifestou mudança de entendimento em relação ao que havia votado em 2016, decidindo agora que a execução de pena só poderia se dar após recurso ao Superior Tribunal de Justiça, e não após segunda instância, desfazendo a maioria anterior.

Outro ponto levantado pelo partido é o de que a ministra Rosa Weber, apesar de votar contra o habeas corpus de Lula, disse que o faria somente em respeito à maioria de 2016, mas que, se estivesse a ADC em julgamento, votaria no sentido de não permitir a execução provisória de pena após condenação em segunda instância.

Juiza federal Carolina Lebbos, em Curitiba, veta visita de governadores e senadores ao bandido corrupto Lula

Nove governadores e três senadores petistas e seus asseclas foram na tarde desta terça-feira (10) à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde o bandido corrupto, lavador de dinheiro, chefe da organização criminosa petista e ex-presidente Lula está preso desde sábado (7), para visitá-lo. Mas a entrada não foi autorizada pela 13ª Vara Federal de Curitiba. Em seu despacho, a juíza federal substituta Carolina Moura Lebbos disse que "não há fundamento para a flexibilização do regime geral de visitas próprio à carceragem da Polícia Federal. Desse modo, deverá ser observado o regramento geral. Portanto, incabível a visitação das pessoas indicadas na petição".

A juíza Carolina reafirmou o despacho de ontem (9) do juiz Sérgio Moro, que tratou das visitas ao bandido corrupto Lula. Moro escreveu que "além do recolhimento em Sala do Estado Maior, foi autorizado pelo juiz a disponibilização de um aparelho de televisão para o condenado. Nenhum outro privilégio foi concedido, inclusive sem privilégios quanto a visitações, aplicando-se o regime geral de visitas da carceragem da Polícia Federal, a fim de não inviabilizar o adequado funcionamento da repartição pública, também não se justificando novos privilégios em relação aos demais condenados".

“Infelizmente, não conseguimos, pois teve uma decisão judicial que contraria a lei”, disse a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), senadora Gleisi Hoffmann (PR), que afirmou que foi deixada uma carta para o ex-presidente. Governador do Maranhão e ex-juiz federal, Flávio Dino disse que “entre as regras da carceragem e a Lei de Execução Penal, todos sabemos que a lei tem primazia. E o artigo 41 da lei diz que o preso tem direito a visita do cônjuge, da companheira, de parentes e amigos”. Questionado se o pedido não infringiria as regras da carceragem, ele disse que “não há nenhuma justificativa razoável e nós estamos particularmente incomodados com isso ser tratado como regalia. O que é direito não é regalia”, afirmou o comunista Flávio Dino.

Além de Flávio Dino e Gleisi, compareceram à superintendência os governadores Camilo Santana (Ceará), Renan Filho (Alagoas), Ricardo Coutinho (Paraíba), Rui Costa (Bahia), Tião Viana (Acre), Paulo Câmara (Pernambuco), Valdez Gois (Amapá) e Wellington Dias (Piauí), bem como os senadores Lindberg Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (MDB-PR).

Novo ministro diz que MEC já liberou 60% dos recursos de custeio para a UnB

O novo ministro da Educação, Rossieli Soares, disse hoje (10) que não houve cortes no orçamento para as universidades federais, e que a Universidade de Brasília (UnB) já recebeu 60% dos recursos de custeio previstos para este ano. Na manhã de hoje, estudantes e servidores comuno-petistas da UnB fizeram um protesto em frente ao Ministério da Educação (MEC) para cobrar do governo federal a devolução de recursos obtidos pela própria universidade, por meio do aluguel de imóveis e pela prestação de serviços, repassados ao Tesouro. Rossieli explicou que a negociação do orçamento é feita com os reitores, por meio da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Segundo ele, pode haver outra negociação sobre o orçamento das universidades ainda este ano. 

PEN pede para STF adiar julgamento de liminar sobre prisão em 2ª instância

O Partido Ecológico Nacional (PEN) entrou hoje (10) com um pedido para adiar o julgamento de uma liminar na ação declaratória de constitucionalidade (ADC) de autoria da legenda sobre o cumprimento de pena por pessoas condenadas em segunda instância. No pedido, o PEN alega ter mudado seus advogados, motivo pelo qual precisa de tempo para que os novos representantes possam se inteirar sobre o processo. O partido disse “suplicar por vistas dos autos para cópia – ainda que digital – e preparo de manifestação inclusive sobre matérias pendentes”. Entre tais matérias pendentes está o novo pedido de liminar protocolado pelo advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, representante anterior da legenda, que foi destituído nesta terça-feira (10). Na peça, Kakay pediu ao ministro-relator da ADC, Marco Aurélio Mello, a garantia de liberdade aos condenados em segundo grau que ainda tivessem recursos possíveis a instâncias superiores. O pedido foi feito na última quinta-feira (5), algumas horas depois de o STF negar um habeas corpus preventivo ao bandido corrupto Lula.

Ministro Rauj Jungmann diz que houve "afunilamento de hipóteses" sobre o assassinato da vereadora comunista Marielle Franco

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse hoje (10) que tem percebido avanço nas investigações sobre os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. “Houve um afunilamento das hipóteses”, ressaltou, após participar de um encontro com secretários do setor na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa na capital paulista. Segundo o ministro, as equipes que trabalham no caso demonstram confiança de que chegarão até os responsáveis por ordenar a execução da vereadora. “Eu sinto das pessoas, quando converso lá, que elas estão animadas, de que vão conseguir colocar na cadeia não só os que executaram, mas também chegar aos mandantes desse crime que chocou a todos nós”, acrescentou. O crime completa um mês no próximo sábado (14).

2ª Turma do Supremo, aquela dominada pelos golpistas, decide que Sérgio Cabral deve ficar preso no Rio de Janeiro

Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, aquela dominada por golpistas, decidiu hoje (10) que o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, deve retornar para o sistema penitenciário do Rio de Janeiro. Com a decisão, o colegiado anulou a decisão do juiz federal Sérgio Moro que determinou a transferência de ladrão peemedebista Sérgio Cabral para um presídio na região metropolitana de Curitiba, onde o ex-governador também responde a processos penais no âmbito na Operação Lava Jato. Cabral é réu em mais de 20 processos e está preso preventivamente por acusações de corrupção. Em janeiro, ao transferir o ex-governador para um presídio em Curitiba, Sérgio Moro atendeu a pedido do Ministério Público Federal, ante constatação de regalias ao ex-governador na unidade em que estava preso no Rio de Janeiro, como entrada de alimentos proibidos, uso de aquecedor elétrico, chaleira, sanduicheira, halteres, dinheiro além do limite permitido e colchões diferenciados das demais celas.

O resultado do julgamento foi alcançado com base no voto do relator, ministro Gilmar Mendes. De acordo com o ministro, a transferência de Sérgio Cabral para Curitiba não se justifica legalmente para a instrução dos processos penais. "A transferência para o Paraná não faz sentido processual. O endereço da instrução processual demanda a permanência do paciente no Rio de Janeiro, onde responde a ações penais em fase de instrução. Entendo que a transferência não atende aos interesses do processo", argumentou Gilmar Mendes. O entendimento foi acompanhado pelo ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Edson Fachin votou contra o retorno do ladrão peemedebista Sérgio Cabral para o Rio de Janeiro, por entender que o ex-governador ainda exerce influência.

Na mesma sessão, a turma confirmou uma liminar concedida por Gilmar Mendes, no final do ano passado, para anular a transferência de Sérgio Cabral para o presídio federal de Campo Grande, que havia sido determinada pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, relator dos processos da Operação Calicute, braço da Lava Jato no Rio de Janeiro, na qual o ladrão peemedebista Sérgio Cabral é réu. Segundo o magistrado, durante uma audiência, Sérgio Cabral demonstrou ter informações sobre sua família. O ex-governador disse saber que a família de Bretas tem negócios com bijuterias e seria a empresa mais importante do ramo no Estado.

Na decisão, o ministro disse que a atividade profissional da família de Bretas havia sido divulgada pelo próprio juiz em uma reportagem publicada um mês antes da audiência. Além disso, Gilmar Mendes entendeu que a transferência seria uma forma injustificada de agravamento da prisão de Sérgio Cabral. Em seu voto, Gilmar Mendes criticou o juiz federal Marcelo Bretas. O ministro acusou o juiz de querer “se fazer o Sérgio Moro do Sudeste" e de receber auxílio-moradia irregularmente. "É um fato exatamente grave que alguém que preconiza tanta correção e que está muito preocupado com essas questões da exposição de sua família [...] Aquele que é um feliz proprietário de imóveis, que talvez seja um imóvel dos mais ricos do Rio de Janeiro e que recebe auxílio-moradia por sua parte e por parte de sua esposa", disse. Em janeiro, por meio de uma rede social, Bretas rebateu críticas ao recebimento mensal de auxílio-moradia por ele e a esposa, que também é magistrada. Bretas confirmou que obteve o direito à vantagem na Justiça e justificou que “o direito em questão foi assegurado a cada magistrado individualmente”.

Porto Alegre é um lixo só, espalhado pelas calçadas, com a greve dos garis da fraudadora BA Ambiental


A coleta do lixo orgânico domiciliar na capital gaúcha foi interrompida nesta segunda-feira pela empresa BA Ambiental, que tem contrato com a prefeitura. Moradores de diversos bairros de Porto Alegre acordaram nesta terça-feira (10) com o lixo orgânico nas calçadas. O secretário de Serviços Urbanos, vereador Ramiro Rosário, informou que uma greve de garis da prestadora afeta o serviço de coleta. "Com isso, o atendimento dos bairros previstos para esta madrugada e manhã estão prejudicados, como é o caso do bairro Petrópolis", disse Ramiro Rosario. 

Os trabalhadores pararam por falta de pagamento dos salários. O secretário esclareceu que os pagamentos da prefeitura estão em dia. "Não há atraso de repasses. Estamos averiguando o problema junto à empresa. A paralisação total ou parcial dos serviços poderá acarretar em sanções contratuais à terceirizada", preveniu o secretário. A pasta informou ainda que o problema atinge a coleta manual orgânica, com os caminhões e garis. A coleta automatizada do lixo que é colocado nos contêineres e seletiva estão normais, garantiu o secretário. 

A prefeitura diz que a empresa BA foi multada em janeiro deste ano em R$ 130 mil devido a problemas na operação dos GPS dos caminhões. Os aparelhos, que são exigência contratual, não estavam funcionando. O monitoramento permite controlar a coleta em tempo real pelo município. É inacreditável que a prefeitura de Porto Alegre ainda não tenha rompido o contrato com esta empresa, que foi pega em fragrante praticando fraude na coleta do lixo, adicionando blocos de concreto na caçamba dos caminhões para aumentar a pesagem na estação de transbordo da Lomba do Pinheiro. O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e os antigos dirigentes do órgão, como seu ex-diretor geral, hoje vereador Carus, do PMDB, são investigados em um inquérito movido pelo Ministério Público do Estado, secreto, a respeito do qual nada se sabe e que não informa nenhuma providência tomada. 

Governo gaúcho arrecada R$ 484,9 milhões com venda de ações do Banrisul; não paga nem meia folha do Estado

O leilão de ações do Banrisul, realizado no início da tarde desta terça-feira, arrecadou R $ 484,9 milhões para os cofres do governo do Rio Grande do Sul, comandado pelo muito incompetente e inapetente peemedebista José Ivo Sartori. O pregão comercializou, entre 12h15min e 12h30min, 26 milhões de ações preferenciais com valor de R$ 18,65 por ação, 3,61% acima do valor de R$ 18,00 estabelecido pelo governo como piso. Estas ações são, diferentemente das ações ordinárias, papéis sem direito a voto. A negociação foi realizada por intermédio do BTG Pactual e envolveu praticamente tudo que o governo pode vender sem precisar de aprovação da Assembleia Legislativa ou da população: 12,75% do capital social das ações preferenciais e 6,35% do capital total. O Estado segue, assim, com 50,6% do capital total do banco. O volume arrecadado é irrisório diante do custo da folha mensal de pagamento do governo, que representa mais do que o dobro disso. Se o Banrisul fosse privatizado pelo governo, o que teria sido possível mediante a convocação de um plebiscito, logo lá no início do mandato, renderia algo em torno de até 30 bilhões de reais. Com esse volume de dinheiro teria sido possível dar cabo da dívida pública gaúcha e liquidar com o buraco fiscal. Mesmo que o Estado tivesse sido obrigado a assinar regras restritivas para assinar esse contrato, como não aumentar gastos com pessoal, ainda seria plenamente autossustentável com a arrecadação própria. Obviamente, o governador peemedebista José Ivo Sartori, um inapetente político histórico, quis fazer mais do mesmo, e não procurou um caminho novo que já teria resolvido o problema do Estado e que atrasa do desenvolvimento e progresso dos gaúchos. A venda das ações preferenciais do Banrisul nesta segunda-feira significou apenas um pequeno traque.  

Moody's eleva rating da Petrobras de Ba3 para Ba2

A agência de classificação de risco Moody's elevou a nota de crédito da Petrobras de Ba3 para Ba2 e manteve a perspectiva estável. De acordo com a instituição, a ação de rating foi desencadeada pela melhora na perspectiva da nota Ba2 do Brasil, que passou de negativa para estável. Em comunicado divulgado na noite desta segunda-feira, 9, a agência afirma que a ação nos ratings da Petrobras "reflete o contínuo sucesso da empresa em melhorar suas métricas de crédito e posição de liquidez", que a Moody's espera que permaneçam sólidas no futuro previsível. Para a agência, a estatal demonstrou disciplina na competição lucrativa no mercado local de combustíveis e na melhoria de suas políticas financeiras. Além disso, ressalta que "é particularmente notável a capacidade da empresa de refinanciar vencimentos de dívidas, o que reduziu o ônus dos compromissos de pagamento de curto prazo".

A agência também aponta que a geração de caixa da Petrobras, nos próximos dois anos, deve ser mais que suficiente para cobrir as obrigações de caixa, além de gastos anuais de capital de cerca de US$ 33,1 bilhões. "Portanto, o produto da venda de ativos ajudará a empresa a reduzir o endividamento e atingir sua meta de 2,5x a dívida líquida em relação ao Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) antes do fim de 2018", afirma a Moody's. A agência lembra que ainda há incerteza em torno das investigações sobre a empresa que correm na SEC e no Departamento de Justiça americano (DoJ): "No entanto, a probabilidade de que a Petrobras seja multada em uma quantia que afetará significativa e negativamente sua posição de liquidez diminuiu".  Na avaliação da Moody's, as notas de crédito da estatal são apoiadas pelo domínio da companhia na indústria petrolífera brasileira e sua importância para a economia do País. Contudo os ratings são limitados pelos altos níveis de endividamento, risco de execução de plano de negócios e, em menor grau, potencial impacto negativo de multas relacionadas à Operação Lava Jato. 

Rachel Dodge precisa insistir para o Supremo denunciar Geddel e sua quadrilha familiar


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou nesta segunda-feira (9) ao Supremo Tribunal Federal uma manifestação em que reitera à Corte que aceite a denúncia apresentada contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima, seu irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), e outras quatro pessoas, pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, no caso em que foram encontrados R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador (BA). É inacreditável, é preciso insistir com o Supremo para ele fazer o fazer de instalar processo contra bandidos. É por isso que a bandidagem com foro privilegiado adora o Supremo, e não quer o fim do foro de jeito nenhum.

A mãe dos políticos, Marluce Vieira Lima, o empresário Luiz Fernando Machado da Costa Filho e os ex-secretários parlamentares Job Ribeiro Brandão e Gustavo Pedreira do Couto Ferraz também são alvo da ação. Os advogados dos acusados tentam impedir o recebimento da denúncia. A procuradora-geral contesta a alegação da defesa de que a denúncia é frágil, por não descrever adequadamente o fato criminoso. Para Raquel Dodge, a narrativa da denúncia delimita, especifica e aponta o que cada um dos acusados fez nos contextos criminosos. De acordo com a procuradora-geral, a defesa reproduz em suas manifestações “as argumentações padronizadas de sempre”. Na avaliação de Raquel Dodge, as provas apresentadas nas operações Lava Jato, Sépsis, Cui Bono? e Catilinárias “interrelacionam-se, justapõem-se, explicam-se” de modo a “elucidar um todo criminoso de corrupção sistêmica e de lavagem de dinheiro, em que a apreensão dos R$ 51 milhões – a maior da história criminal deste País – é o momento mais visível e eloquente”.

Raquel Dodge ressalta que Marluce e os filhos faziam aplicações com a intenção de ocultar os valores obtidos irregularmente. O dinheiro sujo era “por eles aplicado em investimentos no mercado de incorporação imobiliária de alto luxo na capital baiana, por meio do Grupo Cosbat – Construção e Engenharia”. A denúncia revela que ao menos R$ 12.778.895,49 foram usados para adquirir cotas de participação de empreendimentos da empresa, por meio de empresas que tinham como sócios Marluce e Geddel Viera Lima. A defesa dos acusados alegou ainda que as três buscas e apreensões realizadas ao longo das investigações não são válidas. Em uma manifestação, os advogados contestam a validade da decisão do juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, que deu início às investigações, e dos laudos periciais.

Em resposta à defesa, Raquel Dodge diz que a estratégia dos advogados ao recorrer ao argumento da nulidade é a única opção que resta diante da abundância de provas dos crimes cometidos: “Como não podem infirmar o mérito, inventam-se ataques à forma da investigação, sob a roupagem de nulidade". No parecer, a procuradora-geral afirma ainda que os acusados querem fazer parecer que a busca fundou-se somente em denúncia anônima. Raquel rebate a fala da defesa alegando que “a precária informação anônima” que informou ao Núcleo de Inteligência da Polícia Federal de que um apartamento estaria sendo utilizado por Geddel Vieira Lima para guardar caixas com documentos e que teria havido uma movimentação estranha no local, supostamente para esconder provas, “foi devidamente autuada, registrada e passou a constituir um documento público”. “A leitura dessas peças e, sobretudo, das provas que as instruem, comprova que foram vários os elementos (depoimentos, colaboração premiada, levantamentos in loco) embasadores do mandado judicial naquele apartamento de Salvador". “A resposta escrita (da defesa) mantém a estratégia de adiar o debate de mérito para criar um ambiente de nulidade que não existe”, escreve Raquel Dodge.

Polícia paulista indicia o ex-vereador petista que empurrou empresário contra caminhão, provocando fratura craneana e o enviado para hospital


A Polícia Civil de São Paulo indiciou o ex-vereador do PT de Diadema, Manoel Eduardo Marinho, o ‘Maninho’, e seu filho, Leandro Marinho, por agressão contra o empresário Carlos Alberto Bettoni, de 56 anos. ‘Maninho’ e o filho foram flagrados por reportagem da Rede Globo, em vídeo, na quinta-feira, 5, em frente ao Instituto Lula, no bairro do Ipiranga, empurrando Bettoni várias vezes até o empresário cair na rua e bater com a cabeça no para-choque de um caminhão. Bettoni ficou desacordado, sangrando, até ser socorrido. Ele sofreu traumatismo craniano e está internado. O caso é investigado pelo delegado Wilson Zampieri, do 17º Distrito Policial. ‘Maninho’ foi vereador pelo PT em Diadema por cinco mandatos. Ele tentou a prefeitura da cidade, mas não se elegeu. O político e o filho prestaram depoimento, na tarde desta segunda-feira, 9, e foram indiciados por lesão corporal dolosa. Na noite de quinta-feira, 5, pai e filho foram ao Instituto após a divulgação da ordem de prisão expedida pelo juiz Sérgio Moro contra o ex-presidente Lula, condenado a 12 anos e um mês de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá. Os dois saíram do Instituto quando houve um tumulto. ‘Maninho’ e o filho empurraram o empresário. 

Fotógrafo de Lula, pago por nós, continua contratado pela Presidência da República e fotografando mortadeleiros lá em Curitiba


O fotógrafo de Lula, Ricardo Stuckert, CC contratado pela Presidência da República, está lá em Curitiba, pago por nós, fotografando os mortadeleiros instalados na frente da Polícia Federal para dar apoio ao bandido corrupto preso. É o fim da picada.