domingo, 15 de abril de 2018

Obra de aumento da faixa de areia em Balneário Camboriú recebe autorização prévia do IMA


A obra de alargamento da faixa de areia da praia central de Balneário Camboriú, no Litoral Norte, recebeu autorização prévia do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). O projeto prevê aumento de aproximadamente 50 metros ao longo dos cerca de 6 mil metros de extensão do balneário, desde o extremo da Barra Sul à Barra Norte. Atualmente, há trechos de 25 metros. A idéia da proposta, com investimento estimado de R$ 70 milhões, é prevenir estragos causados pela maré e melhorar o turismo. A obra deverá durar nove meses, mas poderá ser feita por trechos. Deverão ser colocados 2,4 milhões de metros cúbicos de material de jazidas a cerca de 15 quilômetros da costa. A emissão da Licença Ambiental Prévia (LAP) foi aprovada no dia 4. O Instituto de Meio Ambiente ainda precisa dar outras duas autorizações para início das obras: Licença Ambiental de Instalação (LAI) e Licença Ambiental de Operação (LAO). 

Para dar o parecer favorável, o IMA levou em consideração o atual sombreamento da faixa de areia, os poucos espaços de lazer na cidade, a importância estratégica da praia central ao desenvolvimento turístico do município e que maiores faixas de areia permitem que os processos de erosão natural minimizem os impactos sobre mobiliário urbano, entre outros quesitos. Segundo o Instituto de Meio Ambiente, a cidade catarinense é a segunda do Brasil a receber aprovação para alargar a praia. A primeira foi Fortaleza.

Brasil recebe novos vôos internacionais



Os brasileiros voltaram a viajar mais para fora e incentivaram as companhias áreas internacionais a aumentar as rotas e os números de assentos para destinos no Exterior. Segundo dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo, Iata, as empresas latino-americanas do setor tiveram aumento de tráfego de 9,3% em 2017, a maior taxa desde 2011. A alta da procura é atribuída à melhora da economia dos países e ao alto custo das viagens domésticas na América Latina. Entre as companhias internacionais que anunciam investimentos, a Air France KLM, empresa resultante da fusão das companhias aéreas francesa e holandesa, planeja ter o maior número de rotas já operadas em sua história no mercado brasileiro.  O grupo, que reduziu as frequências de vôos nos últimos dois anos, prevê 44 viagens semanais para 2018, um aumento de 26% em relação ao que oferta hoje (35).

Em novembro, a empresa havia anunciado vôos de Fortaleza para Paris e Amsterdã, a partir de uma parceria com a Gol. Além de aumentar a frequência dessas rotas para cinco por semana, as opções serão ampliadas também para viagens nas capitais do Rio de Janeiro e São Paulo. A frequência da rota Amsterdã-Rio de Janeiro passou a ser diária também em novembro. Para aumentar a capacidade de passageiros nos vôos entre as rotas Amsterdã-São Paulo, a companhia trocou as aeronaves Boeing 777-200 pelo Boeing 777-300. Isso ajudou a empresa a ampliar de quatro para cinco os vôos semanais com cabine de primeira classe. A classe Business também teve aumento de 15% de capacidade de passageiros. 

Outra empresa aérea que está investindo em vôos a partir da capital cearense é a marroquina RAM (Royal Air Maroc). Em março, anunciou que pretende operar uma rota direta entre Casablanca, no Marrocos, e Fortaleza. O vôo ainda precisa de aprovação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Hoje, a RAM opera vôos saindo de São Paulo e Rio de Janeiro. Também em março, satisfeita com a demanda por suas viagens entre Dubai e a América do Sul, a companhia Emirates anunciou um novo vôo entre os Emirados Árabes e Santiago do Chile, com uma parada no aeroporto internacional de Guarulhos. A rota começa a operar em 5 de julho e será feita por um Boeing 777-200LR, com capacidade para 302 passageiros. Vôos da companhia no Brasil, incluindo uma rota entre Dubai e Buenos Aires com escala no Rio de Janeiro, têm uma taxa de ocupação superior a 80%, maior do que a média dos destinos operados pela empresa na região.

Brasil já vendeu mais de metade de sua colheita de soja


A comercialização de soja da safra 2017/18 do Brasil, em fase final de colheita, atingiu 51,9% da produção projetada, de acordo com monitoramento da Safras & Mercado. O índice representa aumento de 8,4% em um mês e supera a taxa de negociação registrada em igual momento do ano passado, de 45,8%. Entretanto, fica abaixo da média de 55,2% para o período. O avanço na comercialização ocorre após uma reação nos preços internacionais por causa da quebra de safra na Argentina. O país sul-americano, terceiro maior fornecedor global da oleaginosa, vem reduzindo semana após semana sua perspectiva de produção por causa de uma severa seca. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires cortou sua previsão para a temporada 2017/18 na Argentina para 38 milhões de toneladas, bem aquém das mais de 50 milhões de toneladas esperadas inicialmente. No Brasil, o cenário é o oposto, com o mercado surpreendendo-se com produtividades elevadas. A Safras & Mercado projeta uma produção recorde de soja no Brasil neste ano, de 117,273 milhões de toneladas. Até o momento, a consultoria registrou negócios de 60,81 milhões de toneladas, considerando-se o percentual de comercialização. A escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, que tende a favorecer as exportações de soja do Brasil, deve ser positiva para as vendas do País.

Claudio Lamachia, presidente da OAB, emite virulenta nota contra o advogado lulopetista Alberto Toron

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, reagiu a críticas do advogado Alberto Toron à atuação da entidade. Claudio Lamachia deu resposta violenta à atuação da OAB. Em entrevista ao jornalista lulopetista Fernando Morais (na redação do antigo Jornal da Tarde ele era conhecido como "Fernando B"), o criminalista Toron classificou a OAB como “acovardada” e declarou que a presidência do Conselho Federal está calada diante de ataques contra a sociedade. Alberto Toron defende lulopetistas bandidos e acha que a OAB deve fazer o mesmo. Lamachia respondeu que a Ordem cumpre devidamente suas funções em defesa das prerrogativas da classe e das garantias individuais. Ele afirmou que a entidade quer punição de culpados e que “jamais” defenderá “os clientes dos advogados e suas causas”. A nota do advogado gaúcho Claudia Lamachia é virulenta, fora da normalidade dos salamaleques da área jurídica, Leia o seu inteiro teor:
Nota da OAB
A OAB cumpre, de forma rigorosa, as funções que lhe são atribuídas em lei: a defesa das prerrogativas dos advogados e a defesa dos direitos e garantias individuais. Não é função da OAB atuar em defesa dos clientes dos advogados. A OAB representa todos os mais de 1 milhão de advogadas e advogados do Brasil e não se sujeita aos interesses particulares de profissional que coloca seus interesses financeiros acima da ética e do respeito com a instituição. A advocacia não é uma profissão para covardes. O advogado brasileiro, que atua no dia a dia do Direito, está indignado com os escândalos de corrupção e quer punição para os culpados, sejam eles de esquerda ou de direita. A lei não tem cor ideológica, ela deve ser respeitada e valer para todos, sempre observado o contraditório e o devido processo legal, institutos que a Ordem defendeu, defende e sempre defenderá de forma intransigente! A covardia está na postura de um advogado querer usar a OAB para defender seus clientes, suas causas pessoais e suas ideologias. A OAB tem como missão a defesa das prerrogativas da advocacia e da Constituição, jamais os clientes dos advogados e suas causas.” 
Claudio Lamachia
Presidente do Conselho Federal da OAB

Economista petista Maria da Conceição Tavares declara voto para a comunista Manuela D'Ávila



Uma das mais importantes referências teóricas e acadêmicas do PT, a economista Maria da Conceição Tavares, de 87 anos, divulgou neste domingo, 15, um vídeo de apoio à pré-candidatura da comunista Manuela d'Ávila (PCdoB) à Presidência da República. No vídeo, a professora emérita da UFRJ, ex-deputada federal pelo PT entre 1995 e 1999, justifica o apoio à Manuela dizendo que o bandido corrupto e lavador de dinheiro, chefe da organização criminosa petista e ex-presidente Lula, condenado e cumprindo pena preso na Operação Lava Jato, está impedido de disputar a eleição. “Meu candidato à Presidência era o ex-presidente Lula, mas, como ele foi impedido, resolvi apoiar e votar na Manuela”, diz a economista. Maria da Conceição é uma coleção de erros na sua vida profissional. 

Em 1986 ela foi à televisão, aos gritos, chorando, declarando que todos os brasileiros deveriam apoiar o plano de seu querido ministro da Fazenda, o desastrado Dilson Funaro, que decretou o Plano Cruzado, tornando-se fiscais do Sarney. A estupidez da moratória da dívida levou o Brasil à lona, desmoralizou o governo Sarney inteiro e liquidou com toda e qualquer chance de combate eficaz à inflação galopante que assolava o Brasil e os brasileiros. Portanto, uma recomendação de voto de Maria da Conceição Tavares é como uma bomba atômica. 

Nos bastidores, petistas admitem que Lula dificilmente será liberado para disputar a eleição e discutem nomes como os dos postes Fernando Haddad e Jaques Wagner para representar o partido na disputa presidencial. No vídeo divulgado ontem pelas redes sociais da comunista Manuela D'Ávila, a professora, filiada de primeira hora ao PT, diz que a pré-candidata do PCdoB pode carregar as propostas de Lula na campanha eleitoral e conclama os eleitores que não tenham um “candidato do coração” a votarem na deputada gaúcha. “É uma jovem militante combativa que levará o programa de todos nós, inclusive de Lula. Se você não tem um candidato do coração, vote Manuela”, diz Maria da Conceição Tavares.

Banco Central contraria governo paulista e aponta um déficit de R$ 5,4 bilhões em 2014



O Banco Central apurou um déficit primário - sem considerar despesas com juros - de R$ 5,4 bilhões nas contas paulistas em 2014, ano em que Geraldo Alckmin conquistou a reeleição. Isso significa que, naquele ano, os gastos com pessoal, custeio, programas sociais e investimentos superaram a arrecadação. O resultado contabilizado pelo Banco Central destoa dos números do governo paulista, que apontam superávits durante toda a administração de Alckmin - em 2014, de R$ 4,6 bilhões. O presidenciável tucano, inclusive, exibe os dados como o que chama de "cartão de visita" de sua gestão. A explicação é que as metodologias são diferentes. Os governos estaduais calculam o resultado primário levando em conta todas as despesas liberadas do Orçamento do ano, mesmo que o pagamento não tenha sido ainda realizado. Já a conta do Banco Central reflete todos os desembolsos efetivos do período, mesmo que sejam compromissos remanescentes de anos anteriores. Em 2014, Alckmin promoveu o maior volume de pagamentos de contas pendentes. Foram R$ 33,2 bilhões, em valores atualizados. Não por acaso, os investimentos atingiram naquele ano o recorde de R$ 18 bilhões, dos quais R$ 5,6 bilhões em compromissos de Orçamentos passados. Essa modalidade de despesa leva mais tempo para ser concluída, o que muitas vezes ocorre em final de mandato e época de eleições. (FSP)